Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

ADILSINHO FOI PRESO EM CABO FRIO

O contraventor Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, foi preso em Cabo Frio, na Região dos Lagos. O contraventor foi preso em uma ação conjunta pela Polícia Federal e Polícia Civil em um trabalho que contou com apoio de aeronaves. Um PM foi preso fazendo sua segurança. Adilsinho é apontado como chefe da máfia de cigarros contrabandeados no Rio de Janeiro e patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Investigações apontam que Adilsinho seria o mandante de homicídios, entre eles do miliciano Marquinho Catiri. É nvestigado por envolvimento em outros assassinatos ligados ou a máfia de cigarros ou então às disputas no jogo do bicho principalmente contra Bernardo Bello. É considerado o maior produtor de cigarros falisficados do Estado. Adilsinho era um dos integrantes da nova cúpula do jogo do bicho no Rio que teria também Rogério Andrade e Vinicius Drummond mas teria ocorrido um racha no grupo. A Para o secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, a prisão demonstra a força do trabalho integrado e da inteligência policial. “Essa prisão mostra que inteligência e integração dão resultado. A Polícia Civil, dentro da FICCO, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população. O Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado.” O preso foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais e, posteriormente, será transferido ao sistema prisional do estado. A FICCO/RJ é uma força-tarefa permanente que reúne a Polícia Civil e a Polícia Federal, com foco na desarticulação de organizações criminosas estruturadas, por meio de ações integradas de inteligência e repressão qualificada.

Ex-miliciano Naldo da Carobinha foi morto em Magé

O ex-miliciano Reginaldo Martins do Nascimento, vulgo Naldo, foi morto na última noite, em Magé, na Baixada Fluminense. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense confirmou o fato e investiga o caso. Naldo durante anos comandou a comunidade da Carobinha, em Campo Grande. No entanto, após ser expulso do local, teria se aliado às facções criminosas Amigos dos Amigos (ADA) e Comando Vermelho. Há relatos de que ele estaria participando das últimas guerras ocorridas na Carobinha, que continua sob o domínio da milícia, cujo chefe é Cara de Égua. O jornalista Bruno Assunção informou que a milícia da Carobinha foi até Magé no local onde Naldo estava escondido. Houve um cerco e troca de tiros.

Quadrilha especializada em furtos de caixas eletrônicos que envolvia criminosos do RJ e de SC com ajuda do CV já era investigada pelo menos desde 2022

Já em 2022, a Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Rio investigava a quadrilha que praticava furtos em caixas eletrônicos que contava com a participação de criminosos do Rio de Janeiro e de Santa Catarina com ajuda de traficantes do Comando Vermelho. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Dudu, já participava dos crimes na época O grupo arregimentava integrantes para a quadrilha e mantinha relações com membros da facção Comando Vermelho, com o objetivo de se homiziar em favelas e adquirir estrutura e veículos para realizar suas empreitadas criminosas. O bando fazia o arrombamento ou qualquer transposição de barreira física que permitisse o acesso a um estabelecimento comercial no qual existisse caixa eletrônico, para só então entrar no local e manusear equipamentos específicos para abertura de cofres, como a lança térmica. Eles faziam o rompimento ou destruição de obstáculo que impedisse o acesso ao caixa eletrônico. Dudu, alvo da operação de hoje, era guia” dos demais membros do grupo criminoso, transportando-os das comunidades onde estavam instalados para os locais eleitos para o cometimento dos crimes. Uma das bases do grupo no Rio era o Morro da Coroa, em Santa Teresa, e furtos praticados em Xerém, Duque de Caxias. Policiais explicaram que o modus operandi dessa organização consistia deles entrando em estabelecimento comercial, geralmente, na madrugada e faziam o arrombamento, por exemplo, se o estabelecimento comercial tivesse um caixa eletrônico e uma casa nos fundos ou uma igreja, o que fosse, eles entravam fazendo um buraco nesse outro imóvel para ter acesso ao estabelecimento que tinha um caixa eletrônico; que eles usavam lança térmica, que é um material que vai derretendo o caixa eletrônico e eles conseguem ter acesso onde está o dinheiro; As investigações que levaram a operação de hoje que terminou com sete presos foram feitas pela DRACO. Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra alvos no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Também foi solicitado o bloqueio de cerca de R$ 30 milhões vinculados ao grupo. A ação conta com o apoio de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Até o momento, cinco pessoas foram presas. As investigações apontam que se trata de uma organização interestadual com estrutura hierarquizada e divisão clara de funções. O grupo contava com núcleo de liderança, braço técnico-operacional especializado no uso de maçarico industrial, núcleo de inteligência responsável pelo levantamento prévio de alvos e setor logístico-financeiro encarregado da movimentação e ocultação dos valores ilícitos, por meio de sofisticado esquema de lavagem de capitais. Foi apurado que, nas ações contra caixas eletrônicos, integrantes oriundos de Santa Catarina se deslocavam ao Rio de Janeiro, onde recebiam apoio logístico da facção Comando Vermelho. Os narcotraficantes do Rio forneciam veículos roubados para fuga, maquinário e ferramentas utilizadas nas explosões, além de locais para abrigo e esconderijo antes e após os crimes. Os agentes identificaram movimentação de cerca de R$ 30 milhões ao longo de cinco anos, por meio de contas de pessoas físicas e jurídicas usadas para dissimular a origem ilícita dos recursos. Parte da lavagem ocorria em uma joalheria de Niterói, também investigada por ocultar valores provenientes do tráfico de drogas no Complexo do Viradouro, evidenciando a conexão entre crimes patrimoniais sofisticados e o financiamento do tráfico armado. Além do bloqueio de valores, foi requerida a indisponibilidade de bens móveis, imóveis e veículos de luxo vinculados aos investigados, com o objetivo de descapitalizar a organização e interromper seu fluxo financeiro. A operação mira, de forma simultânea, os núcleos operacional e financeiro do grupo criminoso.

Argentino está preso suspeito de agredir mulher em Copacabana e arrancar parte da orelha da vítima

Um estrangeiro de nacionalidade argentina foi preso preso no último dia 15 em Copacabana, na Zona Sul do Rio, suspeito de agredir e arrancar parte da orelha de uma mulher, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Narra o auto de prisão em flagrante que, no dia 15/02/2026, na Rua Saint Roman, nº 23, entre 18h e 19h, policiais militares realizavam patrulhamento quando visualizaram uma aglomeração e localizaram a vítima C.A.R Cícera desacordada, com intenso sangramento, múltiplas lesões na cabeça e face e parte da orelha direita arrancada, iniciando imediatamente os primeiros socorros. Aponta que populares informaram tratar-se de agressão praticada por um estrangeiro que havia sido detido por moradores ao tentar fugir, sendo o custodiado identificado como Joel Alejandro Pellegrini, posteriormente socorrido ao Hospital Miguel Couto Afirma que, conforme relato informal da vítima no hospital, o agressor teria entrado em sua residência, surpreendendo-a com um abraço por trás e passando a atacá-la com socos, chutes e diversas mordidas, inclusive arrancando parte da orelha, tendo ela conseguido escapar para pedir socorro, momento em que moradores o contiveram. Narra que a equipe policial destacou que, segundo informações da equipe que socorreu o custodiado, havia grande quantidade de fios de cabelo da vítima entre os dentes dele, compatível com as lesões observadas. Joel está com a prisão preventiva decretada.

Confira nota oficial do STF sobre condenação dos irmãos Brazão pelas mortes de Marielle e Anderson. Cada um pegou 76 anos de prisão

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu as penas dos cinco réus acusados de planejar o homicídio da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, e da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018, no Rio de Janeiro (RJ). As penas variam de 9 a 76 anos de reclusão.   O julgamento, iniciado na terça-feira (24), foi concluído nesta quarta (25), com a condenação de todos os réus por unanimidade. Domingos e Francisco Brazão foram condenados por organização criminosa armada, dois homicídios qualificados e um homicídio qualificado tentado. Ronald Paulo Alves foi condenado por dois homicídios qualificados e um homicídio qualificado tentado. Robson Fonseca foi condenado por integrar organização criminosa armada.  Já para Rivaldo Barbosa, o colegiado reenquadrou a acusação de homicídio para os crimes de obstrução à justiça e corrupção passiva, por não haver provas de sua participação direta nos assassinatos.  Além das penas privativas de liberdade, o colegiado estabeleceu indenização de R$ 7 milhões para reparação de danos morais causados às famílias das vítimas.  Confira as penas para cada réu:   Domingos Brazão (conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro)  76 anos e três meses de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários-mínimos à época dos fatos).  Chiquinho Brazão (ex-deputado federal)  76 anos e três meses de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de dois salários-mínimos à época dos fatos).  Ronald Paulo de Alves (ex-policial militar)  56 anos de reclusão (regime inicial fechado).   Rivaldo Barbosa (delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro)  18 anos de reclusão (regime inicial fechado) e 360 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário-mínimo à época dos fatos).  Robson Calixto Fonseca (ex-assessor do TCE)  9 anos de reclusão (regime inicial fechado) e 200 dias-multa (cada dia-multa no valor de um salário-mínimo à época dos fatos).  Perda do cargo  Como efeito da condenação, e de acordo com a jurisprudência do STF, foi decretada a perda do cargo público de Domingos Brazão, Robson Calixto Fonseca, Rivaldo Barbosa e Ronald Paulo de Alves.  Inelegibilidade  Outro efeito da condenação é a suspensão dos direitos políticos de todos os réus desde a publicação da ata do julgamento até oito anos depois do cumprimento da pena.   Prisão preventiva  Uma vez condenados, o relator manteve a prisão preventiva de todos os réus para garantia da ordem pública, até o trânsito em julgado da condenação.  Conclusão do julgamento  Após o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, os demais integrantes da Primeira Turma apresentaram seus votos. Confira:  O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, disse que Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Ronald Paulo de Alves, ex-policial militar, são responsáveis pelos homicídios da vereadora e de seu motorista, bem como pela tentativa de homicídio da assessora. Para o ministro Alexandre, os irmãos Brazão atuaram como mandantes dos crimes com o objetivo de proteger interesses relacionados à ocupação irregular do solo, à grilagem de terras e a outras atividades ilícitas, como a exploração clandestina de serviços de TV a cabo (“gatonet”). Desclassificação de condutaEm relação a Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o relator desclassificou a imputação de homicídio (consumado e tentado) para os crimes de obstrução à Justiça e corrupção passiva. De acordo com o ministro, não há prova específica de sua participação direta nos assassinatos, o que impõe a aplicação do princípio da dúvida razoável. O voto, contudo, aponta que está comprovado o recebimento de propina, inclusive dos irmãos Brazão, para garantir impunidade a crimes praticados por milicianos, bem como atuação para dificultar as investigações. Motivação dos crimesO ministro rejeitou as preliminares (questões processuais anteriores ao mérito) suscitadas pelas defesas e concluiu que os crimes tiveram motivação política, voltada à manutenção e à perpetuação de atividades ilícitas praticadas por grupos milicianos, especialmente nas regiões de Rio das Pedras, Osvaldo Cruz e Jacarepaguá. Segundo o relator, a atuação parlamentar de Marielle e de integrantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) contrariava interesses da organização criminosa liderada pelos irmãos Brazão. O assassinato, conforme o voto, teria sido determinado como forma de intimidação a opositores políticos. Violência política de gêneroNa avaliação do ministro Alexandre de Moraes, a motivação política do crime se associou a elementos de misoginia, racismo e discriminação social. O relator afirmou que o caso configura episódio de violência política, inserido em contexto de dominação exercida por organização criminosa, com o objetivo de interromper a atuação de uma parlamentar preta e de origem humilde que ousou confrontar interesses de milicianos: homens, brancos e ricos. Irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca De acordo com o voto, as provas demonstram que os irmãos Brazão e Robson Calixto Fonseca integravam organização criminosa armada, estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens econômicas e políticas. O relator destacou que não se tratava de relação pontual com integrantes de milícia, mas de vinculação direta e estrutural com o grupo criminoso. As condutas atribuídas aos réus estariam inseridas na dinâmica de funcionamento da organização. O ministro concluiu que Domingos e João Francisco Brazão foram os mandantes dos homicídios, com o objetivo de perpetuar atividades ilícitas e consolidar poder político. Além disso, segundo ele, os autos indicam que, para atacar e neutralizar a vereadora Marielle Franco e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Câmara de Vereadores, os irmãos infiltraram no partido Laerte Silva de Lima, apontado como miliciano, com a finalidade de obter informações. Quanto a Robson Calixto Fonseca, o ministro registrou que ele atuava como homem de confiança dos irmãos Brazão, desempenhando funções destinadas à proteção dos interesses do grupo, inclusive em atividades relacionadas à construção de imóveis e loteamentos clandestinos na região da Taquara. As provas apontam atuação ligada à exploração de “gatonet”, extorsão e grilagem de terras. Ronald Paulo de AlvesO relator considerou que Ronald Paulo de Alves teve participação relevante nos crimes. Ele estava inserido no circuito miliciano de Rio das Pedras, e os autos demostram que ele monitorou a rotina da vereadora e repassou informações essenciais para a execução do atentado. Para o ministro, ficaram demonstradas

ITAPERUNA: Por desconfiar que sua mulher tinha um caso com um casal, homem atirou neles e atingiu recém-nascido de 12 dias. Vítimas sobreviveram. Irmão que teria agido junto morreu depois do crime

Por causa de um suposto envolvimento amoroso de sua companheira com um casal, um homem atacou a tiros três pessoas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, atingindo um recém-nascido de apenas doze dias de vida e o próprio casal. As vítimas sobreviveram. As informações são do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os autos informam que o autor, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas A.G,S.S, S.S.O.S e L.M.S., sendo este último recém-nascido. O crime de homicídio não se consumou visto que as vítimas foram socorridas por populares que se encontravam no local, bem como em razão da arma ter picotado durante os disparos, O processo diz que o crime de homicídio em sua forma tentada foi praticado mediante emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas; que foi praticado por motivo torpe, qual seja, possível envolvimento amoroso (¿trisal¿) de sua companheira com as vítimas Uma das vítimas reconheceu o acusado, que está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O irmão do autor também foi investigado no fato e teria agido junto mas, segundo a Justiça, faleceu no dia 6 de fevereiro em circunstâncias não reveladas nos autos.

Traficante do CV que teve transferência para presídio federal ratificada pelo STJ é suspeito de ser o mandante de dois homicídios em Teresópolis em guerra com o TCP e tem seu nome atrelado a morte de PMs do Choque

O traficante que teve negado recentemente habeas corpus pelo STJ, que manteve sua transferência para uma penitenciária federal é suspeito de ser o mandante de dois homicídios mesmo estando preso, de acordo com a decisão do próprio órgão. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual do RJ, que constou no pedido de transferência para cadeia federal, mesmo segregado em unidade prisional estadual, o criminoso vulgo Playboy que é ligado ao Comando Vermelho teria participado como suposto mandante dos homicídios de Thiago Akira Miúra de Oliveira e Wellington de Freitas Ferraz ocorridos no contexto da disputa do comércio de drogas local com a organização criminosa auto intitulada “Terceiro Comando Puro (TCP)” e seus integrantes. O preso teria, ainda, seu nome atrelado às investigações de homicídio(s) de Policiais Militares do Batalhão de Choque de Duque de Caxias/RJ”. De acordo com o MPRJ, Playboy lideraria grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas, armas e prática de crimes violentos, com atuação em diversos bairros de Teresópolis/RJ. Para tanto, se utilizaria de aparelho de telefonia móvel e aplicativos de mensagens para coordenar o grupo”. Segundo a decisão judicial, Playboy ostenta elevado grau de periculosidade, de modo que a custódia em unidade prisional estadual colocaria em risco a estabilidade da segurança pública estadual”. No recurso em habeas corpus interposto junto ao STJ, a defesa de Playboy argumentou que não haveria justificativa para a transferência do preso, uma vez que além de ele não possuir infrações disciplinares, não foram apresentadas no processo provas indiscutíveis de sua participação como chefe de organização criminosa. Playboy está preso desde 2021. Na época, foram divulgados trechos de áudios em que ele fazia ameaça a policiais. “Não podem entrar na favela, que se eles tomarem um tiro dentro da favela não vai dar em nada. Se fosse o Choque (BPChoque) dava, mas eles (RECON) não dá, porque eles são a antiga “GTAN”, que o bagulho deles é a pista, a não ser que tivesse um carro roubado entrando na favela, aí daria, mas não teve”.

Filho agrediu pai com facão em Bangu e acabou preso. Irmão brigou com o autor e também foi ferido

No último dia 15 de fevereiro de 2026, por volta das 23h31min, policiais militares foram acionados para atender ocorrência de agressão na Rua Matriz de Camaragibe, em Bangu. No local, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a equipe encontrou B.R.R com lesões nos membros superiores e região da cabeça provocadas por seu filho, Ronaldo, mediante o uso de um facão. Segundo narrado pelos policiais, Ronaldo assumiu espontaneamente a agressão, entregou o facão utilizado e não ofereceu resistência. Consta ainda que o irmão do autor, Ricardo , ao tomar conhecimento da situação, dirigiu-se ao local e entrou em luta corporal com Ronaldo, sofrendo corte na mão durante o confronto. Todos os envolvidos foram conduzidos ao Hospital Municipal Albert Schweitzer para atendimento médico. Após os atendimentos, foi dada voz de prisão a Ronaldo, que tem dependência química e tem feito ameaças constantes, segundo o TJ-RJ.Ele está com a prisão preventiva decretada.

Justiça aponta nome de suspeito de matar candidato a ex-vereador em Tanguá. Ele teve a prisão decretada. Vítima foi morta porque se recusou a comercializar galões de água impostos pelo CV optando por fornecedores com preços mais justos

A Justiça decretou a prisão temporária de Paulo César do Amor Divino, vulgo Baiano, suspeito da morte do ex-candidato a vereador Carlos Henrique de Paula e Souza, o Cascudo do Gás, ocorrida em 27 de dezembro, no município de Tanguá. O nome dele ainda não tinha sido divulgado. Segundo os autos, a vítima foi atingida por 13 disparos de arma de fogo 9mm, na porta de seu estabelecimento comercial, em Tanguá. Segundo os autos, o crime foi motivado por uma represália da organização criminosa Comando Vermelho, em razão de a vítima ter se recusado a comercializar galões de água impostos pelo grupo, optando por fornecedores com preços mais justos, o que indica a motivação torpe. Os indícios de autoria tornaram-se robustos após a prisão em flagrante do representado no dia 31 de janeiro de 2026, ocasião em que foi surpreendido por policiais militares portando entorpecentes e uma pistola calibre 9mm. É imperativo destacar que o armamento apreendido possui as mesmas características cromáticas (verde escuro e bege) descritas detalhadamente por testemunhas presenciais do homicídio. Além disso, o investigado já vinha sendo monitorado como liderança da facção local no setor “Carandiru”, atuando diretamente sob o comando do vulgo “Canela de Vidro”, de acordo com o processo.

Moradores apavorados com guerra do tráfico em Niterói. “Não pude ir para casa”

“Moro em cima da coronel infelizmente é hoje não poderei ir pra casa depois do trabalho que Deus possa proteger minha família”. O relato é de um morador da comunidade Coronel Leôncio, na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói, que desde o fim de semana tem sido palco de intensos tiroteios entre traficantes. “Que inferno isso! População não tem sossego nem depois de um dia de trabalho”, disse outra moradora. “Pqp esta terrível”, falou mais uma “Para que estamos dentro de um filme de guerra. 😢 tiroteio digno do exército” “Tá insuportável isso, diariamente tiroteio”. “Meu Deus que horror”. Por volta das 20:45 da noite de ontem, mais um intenso tiroteio iniciou-se na região do Fonseca. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou um clarão e em seguida, um forte estrondo, provavelmente de uma granada que deve ter sido utilizada na guerra. Relatos indicam que a guerra está acontecendo na Coronel Leôncio e Santo Cristo, no Fonseca. A disputa é entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro e se acirrou a partir das últimas semanas de novembro. O TCP tomou áreas dos rivais na região e o CV agora está tentando recuperar.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima