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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Justiça mandou afastar por seis meses quatro PMs suspeitos de matar homem durante o primeiro turno das eleições municipais em Mesquita

A Justiça decidiu afastar por 180 dias quatro PMs suspeitos da morte de Renato de Oliveira da Silva durante uma confusão em outubro do ano passado em Mesquita durante o primeiro turno das eleições municipais. Os réus deverão desempenhar atividades administrativas a cargo dos respectivos superiores hierárquicos. O crime ocorreu no contexto de uma discussão generalizada entre apoiadores políticos dos candidatos a chefia do Poder Executivo do Município de Mesquita/RJ, onde os réus, seguranças de um dos candidatos, foram acionados para conterem a confusão. Restou evidenciado, ainda, que os réus se utilizaram de um veículo ônix branco e que todos portavam armas de fogo, conforme relatado pelos próprios acusadoS em delegacia. Apesar de nenhuma das testemunhas ouvidas em sede policial afirmar ter presenciado os PMs efetuando os disparos de arma de fogo contra a vítima, restou evidenciado pelos depoimentos prestadosio que os disparos que atingiram fatalmente a vítima partiram de um carro branco. O relatório de imagem apresenta a cena do local onde supostamente a confusão generalizada teria acontecido e o momento da chegada do veículo ônix branco, em que um dos PMs sai do carro com a arma em punho. No entanto, não há nos autos imagens da perseguição do veículo ônix branco à motocicleta em que a vítima estava, nem mesmo do momento em que a vítima é atingida pelos disparos de arma de fogo. As provas constantes nos autos até o momento não são aptas a fundamentar a expedição de um decreto prisional em desfavor dos réus. Ressalte-se que para decretar a prisão preventiva é necessário um standard de prova superior àquele necessário para o recebimento da denúncia. Além do afastamento das funções públicas, os PMs terão que ter comparecimento bimestral ao cartório da Serventia Judicial, para informar e justificar suas atividades, com consequente atualização constante de endereço e telefone; (ii) proibição de contato com os familiares da vítima e testemunhas do processo por qualquer meio de comunicação, inclusive redes sociais; (iii) proibição de ausentar-se da região metropolitana do Rio de Janeiro por mais de 15 dias sem prévia autorização do Juízo; e (iv) comparecimento a todos os atos do processo. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Três pessoas da mesma família foram mortas em Araruama

Três pessoas de uma mesma família foram assassinadas a tiros na madrugada deste domingo (20/04/) em Araruama, na Região dos Lagos As vítimas foram mortas dentro de uma residência. Relatos indicam que elas tinham envolvimento com o tráfico de drogas, roubos e venda de gado. A policia esteve no local. Pericia foi feita e os corpos removidos para o IML da cidade. Caso registrado na 118a DP. FONTE: Página RO em Foco (Facebook)

DISSEMINADOR DE ÓDIO: Preso por planejar morte de morador de rua transmitiu tortura de gato ao vivo, disse que iria queimar mendigo negro, induziu garotas a se automutilarem e mostrou na internet pichação em posto da PMERJ

Um dos presos que planejava matar um morador de rua hoje no Rio, Bruce Vaz de Oliveira, transmitiu um vídeo em 23 de fevereiro para a prática de tortura e posterior morte de um gato. No dia 25 de março, ele novamente praticou tortura e morte contra o animal aumentando o ato de crueldade utilizando-se de agiulha, lâmina e faca. Ele usava o ambiente doméstico para a prática dos atos. Ele mantém uma criação de gatos em casa. No dia 25 de março também, Bruce incitou várias pessoas para atentar contra a vida de moradores de rua  “A gente decidiu queimar um mendiginho na rua né cara, fazer um molotovzinho, taca neles, não gosto de preto ainda mais de mendigo”, teria dito ele. Bruce também protagonizou um evento de automutilação de uma adolescente determinando que a vítima utilizasse lâmina para se ferir, fato ocorrido em 16 de fevereiro. Em 4 de março, ele induziu a automutilação de mais duas adolescentes. Em 16 de fevereiro, ele transmitiu uma vídeo chamada para que os usuários pudessem acompanhar a realização de uma pichação em um posto da PMERJ Ele disse ainda que, no dia 20 de abril, iria realizar ato contra a vida de moradores de rua negros tendo como objetivo de transmitir a conduta na internet.  FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Bando que dissemina ódio na Internet planejava matar morador de rua hoje

A Polícia Civil do RJ fez operação para evitar ataque que estava sendo planejado contra homem em situação de rua. Ataque era planejado por grupo que promove crimes de ódio na internet. Um homem que se apresentava como ativista ambiental e outros dois são alvos da ação. Todos foram presos. Segundo as investigações, o núcleo da organização pretendia assassinar um morador de rua de forma brutal, com a transmissão do homicídio pela internet. O crime estava previsto para acontecer neste domingo — seria transmitido ao vivo em troca de dinheiro. Os três presos são apontados como líderes do grupo e executores da comunidade criminosa virtual. Chamou a atenção dos investigadores, inclusive, que um deles se apresentava como ativista ambiental, tendo participado de eventos internacionais. Os agentes apuraram a existência de uma rede de jovens que utilizavam a plataforma Discord para realizar e divulgar atrocidades, como maus-tratos a animais, indução à automutilação, estupro virtual, racismo e incitação ao crime, como forma de “entretenimento”. O grupo também promovia ataques de ódio contra negros, mulheres e adolescentes, em uma escalada de violência digital com graves consequências no mundo real. FONTE: Polícia Civil do RJ

Jovem foi executado enquanto trabalhava lavando um carro em cidade do Norte Fluminense

Everson Mateus de Lima Martins Ferreira, conhecido como Popô, de 18 anos, foi assassinado na noite de ontem em São Francisco do Ittabapoana, no Norte Fluminense,. O jovem estava trabalhando em um lava-jato, na Rua Josefino Menezes quando dois elementos chegaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos. Ele estava lavando um carro na hora. Foi a 14º homicídio regisrado na cidade, em 2025, O caso foi registrado na 147DP. FONTE: Página RO em Foco (Facebook)

Traficantes da cúpula da Serrinha (TCP) estariam supostamente oferecendo recompensa por bandido do CV

Informações que estão circulando na internet e redes sociais desde ontem apontam que traficantes da cúpula do Complexo da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio, estariam oferecendo recompensa por um bandido do Comando Vermelho. Segundo relatos, os criminosos Lacoste e Coelhão, do TCP, estariam dispostos a pagar R$ 100 mil pelo traficante vulgo Kaioba vivo e R$ 50 mil por ele morto. A informação foi confirmada à reportagem também por uma fonte, Kaioba comanda a Eqiuipe Caos que vem realizando diversos ataques aos morros do Fubá e do Campinho, que são comandados por Lacoste e Coelhão, matando rivais e levando armas desde o ano passado. Kaioba já pertenceu ao TCP mas pulou para o CV e hoje está baseado no Morro do Dezoito, em Água Santa. A conferir, FONTE: Caos no RJ (Whatsapp) e morador que pediu para não ser identificado

Polícia caça homem que cometeu homicídio que chocou Resende e visa matar também ex-namorada e atual namorado dela

A polícia procura por um homem que cometeu um homicídio que chocou Resende, no Sul fluminense. No dia 23 de fevereiro, ele matou um rapaz chamado Bruno Fabrício aproveitando-se da capacidade reduzida da vítima para reagir e defender-se já que havia ingerido bebidas alcoólicas, atacou-a mediante surpresa com instrumento corto-contundente, causando-lhe a morte. O crime teve motivação fútil, já que, nas palavras do denunciado, “a vítima mexeu com ele”. Ainda segundo a denúncia, o assassino ocultou o cadáver de Bruno Fabrício na área de mata próxima à residência onde a vítima estava hospedada. Ele inovou artificialmente o local do crime, com intuito de induzir a erro o juiz e o perito em processo criminal, ainda que não iniciado, ao remover o cadáver, modificar o local e desfazer-se do instrumento do crime Segundo a Justiça, a policia quer prendê-lo imediatamente já que exise o risco dele fazer podendo novas vítima, como sua ex-namorada e o atual namorado desta) Os dois eram as prováveis vítimas quando o autor se dirigiu ao local dos fatos para matar Bruno. O acusado tem comportamento violento e agressivo. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Presos tentaram matar agentes penais em cadeia pública de Magé. LEIA DETALHES DA CONFUSÃO

Presos de uma cadeia pública em Magé tentaram matar agentes penais no final de março. No dia 31 de março, por volta das 9h, um policial penal, durante procedimento de rotina no percebeu que dois detentos estavam gritando intensamente dentro da cela. Aponta que, ao se aproximar, um dos presos colocou o braço para fora da grade e tentou puxar o servidor pela blusa, momento em que foi observado que ambos os internos portavam estoques confeccionados com pedaços de madeira com ferro na ponta. Relata que, ao se posicionar de frente para a cela, constatou que os detentos haviam ateado fogo nos colchões, razão pela qual solicitou apoio imediato para abertura do pavimento e contenção dos detentos. Afirmou que, com a chegada do reforço e a abertura da cela, os dois presos, ainda portando os estoques, investiram contra ele e um colega, sendo contidos pelos demais agentes mediante o uso de munições de borracha disparadas na direção dos agressores. Ressalta que ninguém foi ferido e que apenas o colchão da cela sofreu danos. Informa que, diante dos fatos, apresentou-na delegacia para apreciação da autoridade policial. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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