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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Em novo ataque, CV matou suposto rival no Fubá (TCP) e comemorou. Facção invadida disse que era morador

Durante o ataque de hoje, os traficantes do Comando Vermelho mataram um suposto membro do TCP de no Morro do Fubá, em Cascadura. Algumas fontes e o próprio TCP disseram que o mesmo era um morador do morro. O Cv comemorou nas redes. “Pensou que a gente fosse desistir. Bota cara TCP. Ficou um no chão”, disseram eles em vídeo Sobre a morte do Kaioba ontem em suposto fogo amigo, no Fubá após rumores que o criminoso Bolinha, ex-TCP do Morro do Campinho, teria sido responsável pelo fato, traficantes do Morro do 18 (CV) afirmaram que o mesmo continua atuando na facção Comando Vermelho. FONTE: Submundo Criminal.(Telegram) e Baú do Rio OFC (Telegram)

PM reagiu a assalto, matou dois bandidos mas foi baleado

Um policial militar reagiu a um assalto e matou os dois assaltantes oriundos da comunidade do Gogó de Guadalupe. O agente foi baleado no.abdômen e virilha. O PM foi levado ao Hospital Estadual Carlos Chagas (HECC), onde passou por cirurgia. Seu estado de saúde não foi informado . A mulher do policial também teria sido atingida, mas ainda não há detalhes sobre seu quadro. A Delegacia de Homicídios da Capital (DH Capital) investiga o caso. FONTE: informações do jornalista Bruno Assunção

CV voltou a atacar o Fubá e o Campinho (TCP)

Traficantes do Comando Vermelho voltaram a atacar os morros do Fubá e do Campinho no final da tarde desta terça-feira Os bandidos da Equipe Tiriça e Equipe Caos estariam na localidade da Pedra Rachada. As pessoas de bem nao podem sair 0 para seus trabalhos as crianças não vão a escola os mas dentes não podem ir al medico e por ai vai mas vamos ter fé vai melhorar Horrível mesmo. Granadas sendo lançadas muito barulho 🫣🥺 Muito tiroo Que horror!! De novo…aguento nao… Desde o fds isso. Ninguém aguenta mais! Meu Deus não vai ter fim nunca mais 😪 FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e Cascadura, Pilares e Quintino News e Madureira News (Facebook)

Tiros contra a rede elétrica deixaram mais de 38 mil pessoas sem luz no Estado do RJ este ano

Ataques contra a rede da Light, como tiros em transformadores, já deixaram mais de 38 mil clientes sem energia neste ano. A informação foi divulgada pela própria companhia, que atua em 31 municípios do Rio de Janeiro. Nos seis primeiros meses de 2025, foram registradas 68 ocorrências de equipamentos atingidos por disparos, incluindo 29 transformadores, que afetaram cerca de 2.300 clientes. O restabelecimento da energia é demorado, com média de 18 horas, pois a troca dos equipamentos exige condições de segurança para a atuação das equipes técnicas. Os números de 2025 já superam os de todo o ano passado, quando 33 mil clientes ficaram sem luz devido a 184 ataques, sendo 80 contra transformadores, impactando cerca de 5.200 consumidores. Em ambos os anos, a segurança no local afetou o tempo para normalizar o serviço.​ FONTE: Light

Peixão (TCP) foi condenado em abril a 15 anos de prisão fechada em processo por tráfico de 2017. Veja o que ele já aprontava naquela época

O narcoterrorista Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, fora condenado em abril a 15 anos de prisão em regime fechado por um processo de 2017. A acusação contra Peixão foi por conta de uma série de crimes cometidos a partir de 2016.de forma a distribuir cocaína, crack e maconha, na comunidade conhecida Cidade Alta, em Cordovil. Já naquela época, Peixão era o líder do tráfico nas comunidades Cidade Alta, Vigário Geral e Parada de Lucas. O grupo usava a entidade como um instrumento de consolidação do poder de fato da organização criminosa sobre as pessoas da comunidade. Coordenava as atividades ilícitas dos demais integrantes da organização. Controlava a execução de toda sorte de ilícitos penais na localidade. Peixão indicou na época o nome do presidente da associação de moradores da Cidade Alta, que avisava aos traficantes sobre a movimentação de policiais. Ele também distribuía dinheiro entre parentes de integrantes da organização que estavam presos. Tinha figuras na sua quadrilha que atuavam para a solução de conflitos entre moradores da comunidade. Seu bando já controlava na época a comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu. O grupo revendia drogas para consumidores de fora da comunidade e intermediava a compra de armamento de guerra e coletes balísticos.Revistava moradores e determinava um “toque de recolher” imposto à comunidade. A quadrilha na época pagava propina a policiais do 16º Batalhão da PMERJ para deixarem de reprimir o tráfico e, inclusive, facilitar a liberação de traficantes presos em flagrante delito. Distribuíam cestas básicas provindas de empresários constrangidos a contribuírem com medo de represálias. Integrantes do bando participavam de reuniões representantes da Comunidade no 16º Batalhão da PMERJ. Integrantes do bando até traficavam drogas em presídios. Os membros da organização exibiam aramamento de guerra, composto por fuzis e pistolas, e aterrorizavam a população que vive nas áreas por eles dominadas. Os integrantes da organização criminosa, para consolidar o poder de fato após invasão do território, esbulhavam a posse de imóveis, expulsando moradores da comunidade. Eles montavam um substancioso e violento esquema de contenção armada, inclusive com a montagem de barricadas pelas ruas da comunidade. Apesar disso, já naquela época, várias operações policiais realizadas no período de dominação resultaram na apreensão de armas, munições, substâncias entorpecentes, objetos destinados à preparação da droga, telefones celulares, radiotransmissores e anotações da contabilidade do tráfico. FONTE: TJ-RJ

Boato de toque de recolher da milícia em Nova Iguaçu por conta de ameaça de invasão do CV

Circiula um boaro se toque de recolher determinado pelo miliciano Juninhon Varâo no Jardim Palmares, em Nova Iguaçu Os bandidos teriam ordenado a morador que buscassen buscarem os filhos nas creches e escolas por conta de uma lpossível invasão da Tropa dos 300 do Grão Pará (CV) comandada por Sérgio.Bala A Tropa do Sérgio Bala (CV) do Grão Pará vem se expandindo por Nova Iguaçu, Eles estão realizando Investidas no Danon e agora no Jardim Palmares,. FONTE: Submundk Criminal (Telegram)

Prefeitura deu detalhes sobre falsa igreja construída por traficantes do Complexo de Israel (TCP) para servir de base para atirar na polícia

A Secretaria de Ordem Pública deu detalhes sobre essa falsa igreja construída por traficantes do Complexo de Israel. Segundo o órgão municipal,.o andar térreo era utilizado por uma igreja de fachada, com o intuito de ludibriar as autoridades, dando falsa legalidade ao local, enquanto os andares superiores serviam como uma fortaleza de resistência utilizada pelo crime organizado. Esses andares eram usados como refúgio, esconderijo e proteção pelos criminosos, além de ponto de ataque aos policiais. Aconstrução também tinha uma vista privilegiada para a rua Bulhões de Marcial e todo o seu entorno, o que facilita o monitoramento do local e dificulta o tráfego de viaturas policiais, que eram constantemente alvejadas. Ao chegarem ao local, as equipes identificaram diversas seteiras (buracos e fendas nas paredes e estruturas de concreto onde os bandidos colocam seus fuzis e se protegem dos policiais nas trocas de tiros), além de dezenas de cápsulas de balas deflagradas, indicando o local como refúgio recente dos criminosos. “Hoje, realizamos a demolição de um prédio de quatro andares no Complexo de Israel, que funciona como uma verdadeira fortaleza do crime organizado. Essa ação é fundamental, pois muitas dessas construções irregulares servem como suporte financeiro e estrutural para essas organizações criminosas. Seguiremos firmes, atuando em conjunto com as forças policiais para restabelecer a ordem em áreas vulneráveis”, afirmou o secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale. FONTE: Secretaria de Ordem Pública do Rio

Sobre os transtornos causados para a população com operação no Complexo de Israel (TCP), chefe da Polícia Civil culpou os criminosos. “Eles reagem a entrada da polícia e atiram a esmo”

Sobre os transtornos causados para a população com a operação da Polícia Civil no Complexo de Israel que registrou fechamento de vias, inocentes baleados e impacto na circulação dos trens e do BRT, o chefe da corporação, Felipe Curi, afirmou quem provoca esses problemas foram os próprios traficamtes Segundo ele, a polícia foi ao local para exercer sua missão e cumprir sua atribuição constitucional de investigar, identificar envolvidos, indicii-a-los, levar ao Miniistério Público e o Poder Judiciário decretar a prisão. “Para poder fazer eses trabalho, tivemos que fechar as vias porque já ficou comprovado em outra investigação que esses bandidos atiram deliberadamente na população,. Em outubro do ano passado, eles mataram três trabalhadores. Quem causa esses transtornos, essa política de terror, quem reage intensamente a entrada da polícia são os narcoterroristas que estamos combatendo no dia de hoje. A polícia está lá para proteger a população e tirar esses suspeitos de circulação”, declarou. Sobre as pessoas baleadas, Curi afirmou que elas foram atingidas em locais muito longe da operação O delegado afirmou que circulou um vídeo que mostrou traficantes efeturando 70 tiros a esmo em cerca de 30 segundos sem qualquer compromisso com a população, inclusive atirando em direção a casas de moradores. “A polícia é profissional , somos treinados. Só fazemos disparos quando temos certeza do alvo está na alça de mira e não vai colocar outras pessoas em risco. Já os marginais não, fazem centenas, milhares de disparos sem qualquer compromisso”. Foi falado na coletiva de imprensa da operação que os bandidos usavam projetéis que podem alcançar até uma distância de 4,5 km, o que justificou o fato de pessoas que estavam longe do local da operação terem sido atingidas. Foi comentado ainda na coletiva que os traficantes causam medo na população, receio por exemplo, de os bandidos cismarem com seus flhos e perdê-los para o crime ou então ter obigação de pagar taxas, comprar gás mais caro, usar internet deles ou então ser executado pelo fato de os bandidos acharem que o morador colabora com a polícia. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Militar do Exército suspeito de envolvimento com o tráfico foi preso na operação no Complexo de Israel (TCP). Polícia achou falsa igreja com seteiras para atirar na polícia e novo resort dos criminosos

Um militar do Exército foi preso durante a operação hoje no Complexo de Israel. Ele, inclusive, deveria se apresentar hoje no quartel mas não foi. A polícia disse que a investigação comprovou sua participação na quadrilha. Outro fato que chamou atenção foi que a Secretaria de Ordem Pública demoliu uma falsa igreja com seteiras usadas para atirar nas aeronaves da polícia A polícia reiterou para o fato de o líder do tráfico na região, vulgo Peixão, perseguiu diversas religiões contrárias a sua. O delegado Felipe Curi afirmou também que a polícia demoliu um bunker usado pelos traficarntes para atirar nos policiais. Foi encontrado ainda um novo resort do crime com piscinas, semelhante ao encontrado meses atrás. Esse espaço, no entanto, não estava no alvo da polícia, que vai investigar quem são os proprietários, vai intimá-los e apurar qual a destinação do local., Ao todo, foram presos 20 suspeitos, apreendidos oito fuzis, além de pistolas, coquetéis molotov, munições e drogas. O prejuízo estimado ao tráfico é de 1 milhão de reais Segundo informações da polícia, os bandidos monitoravam inclusive com drone a movimentação das forças policiais bem como de facções rivais e se utilizavam de diversos recursos para montar barricadas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Peixão (TCP) tinha equipe especializada para abater aeronaves tanto da polícia como da imprensa, disse secretário

O secretário da Polícia Civil do Rio, delegado Felippe Curi, afirmou que a investigação contra os traficantes alvos de operalçao hoje no Complexo de Israel tinham uma equipe especializada em abater aeronaves, tanto da polícia como também da imprensa, “Esses bandidos ficavam em pontos estratégicos da comunidade, cobertos por muros de concreto e com seteiros em uma posição privilegiada podendo atirar com segurança em nossas aeronaves. Temos visto até aeronaves da imprensa que recentemente foram atacadas por narcotraficantes daquela região. Curi disse que, inclusive, um encarregado de atirar nas aeronaves foi preso com um fuzil com luneta usada para atirar melhor nos alvos.O secretário disse ainda que esses alvos tinham ainda outras funções como por exemplo organizar manifestações contra a polícia, atear fogo em ônibus e construir barricadas. Segundo ele, a maior importância da operação era tirar do anonimato traficantes que passavam até então desapercebidos pela polícia. “Acredito que agora eles não vão mais dormir tranquilos”, declarou. FONTE: Polícia Civil do RJ

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