Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Relembre investigação antiga que apontou ligação de mulher de Marcinho VP com lavagem de dinheiro do CV

Alvo de operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho, Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, mulher de Marcinho VP, há tempos já vinha sendo investigada suspeita de participar de lavagem de dinheiro da facção. Anos atrás, a polícia descobriu a existência de um grupo do qual Márcia faria parte voltado para a ocultação e dissimulação da origem, movimentação e propriedade de bens e valores pertencentes a integrantes do cúpula da organização criminosa, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Para alcançar seu desiderato ilícito, o bando estabeleceu empresas, aparentemente lícitas, voltadas para a dissimulação da origem de parte do dinheiro auferido pela organização e constituiu vultoso patrimônio. Entre os bens estava um imóvel na Rua Paissandu, no Flamengo, na Zona Sul carioca. Na época, chegou a ser decretada a quebra dos sigilos bancário, fiscal e financeiro de de Márcia e outros envolvidos, seqüestro de bens imóveis e de veículos, apreensão de um caminhão no Espirito Santo, bem como a busca e apreensão nos endereços indicados como aqueles em que estavam situados os estabelecimentos comerciais, cuja prova de propriedade constava dos autos e ainda foi decretada a prisão da mulher de Marcinho VP e de outras pessoas. A mãe de Márcia tinha uma pensão de características simples mas adquiriu um imóvel no valor de R$ 160 mil pago a vista causando certa surpresa/estranheza com a compra do referido imóvel por elevada quantia. Um outro imóvel dela tinha 2 kilômetros quadrados, com duas casas, piscina, cerca elétrica e circuito interno de câmeras, o A investigação descobriu números de várias contas bancárias de titularidade dos envolvidos algumas já encerradas, mas surpreendeu a quantidade, algo Incomum aos cidadãos brasileiros Na época, um bandido conhecido como Samurai, era incumbido de efetuar pagamentos de despesas pessoais das mulheres dos marginais que se encontram encarcerados em presídio federal de segurança máxima  Chamou a atenção ainda na investigação a construção de um campo de futebol no bairro de Inhaúma por ordem de Márcia, com o dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

Vereador carioca foi preso em operação nacional contra o CV. Mulher de Marcinho VP é procurada

Policiais civis da Delegacia de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta quarta-feira (11/03), a Operação Contenção Red Legacy, com o objetivo de desarticular a estrutura nacional do Comando Vermelho, identificada pela investigação como uma organização criminosa com características de cartel e atuação interestadual altamente estruturada. As investigações reuniram um conjunto robusto de provas que revelam o funcionamento interno da facção, demonstrando a existência de uma cadeia de comando organizada, divisão territorial e articulação entre integrantes em diferentes estados do país. Até o momento, seis criminosos foram presos, incluindo um vereador do município do Rio de Janeiro e seis PMs. O trabalho investigativo também identificou a participação direta de familiares de um dos principais líderes históricos da facção, Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, no funcionamento dessa engrenagem criminosa. Segundo apurado, Márcia Gama, esposa do criminoso, atua na intermediação de interesses do grupo fora do sistema prisional, participando da circulação de informações entre integrantes e de articulações envolvendo operadores da organização e agentes externos. Outro investigado apontado como peça relevante na estrutura é Landerson, sobrinho de Marcinho VP. De acordo com a investigação, ele exerce papel de elo entre lideranças da facção, integrantes que atuam em comunidades dominadas pelo grupo e pessoas envolvidas em atividades econômicas exploradas pela organização criminosa, como serviços, imóveis e outros negócios utilizados para geração de recursos e expansão do poder do grupo. Tanto Márcia quanto Landerson não foram localizados em seus endereços e são considerados foragidos da Justiça. A operação também revelou tentativas de interferência política em áreas dominadas pelo tráfico, com o objetivo de transformar esses territórios em bases eleitorais. Segundo os elementos reunidos pela investigação, o vereador Salvino Oliveira (PSD-RJ) teria negociado diretamente com o traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, autorização para realizar campanha eleitoral na comunidade da Gardênia Azul, área sob domínio do Comando Vermelho. Em contrapartida, o parlamentar teria articulado benefícios ao grupo criminoso, apresentados publicamente como ações voltadas à população local. Um dos exemplos investigados envolve a instalação recente de quiosques na região. Conforme apurado, a definição de parte dos beneficiários teria sido determinada diretamente por integrantes da facção, sem processo público transparente.Durante as investigações, também foram identificados casos de criminosos que se passavam por policiais militares para obter vantagens ilícitas, incluindo vazamento de informações e simulação de operações. A Polícia Civil ressalta que tais condutas representam traição à instituição e não refletem a atuação da grande maioria dos profissionais da segurança pública, que desempenham seu trabalho com dedicação e compromisso com a sociedade. O material investigativo aponta ainda para uma estrutura criminosa de grande complexidade, com conselho nacional, conselhos regionais e articulação entre organizações criminosas de diferentes estados, inclusive com indícios de cooperação entre o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC). Mesmo após quase três décadas no sistema prisional, as investigações indicam que Marcinho VP continua exercendo papel central na estrutura de comando da facção, apontado como liderança do chamado conselho federal permanente do grupo A apuração também identificou outros integrantes com funções estratégicas dentro da organização, entre eles o traficante Doca, apontado como principal liderança nas ruas; Luciano Martiniano da Silva, o “Pezão”, responsável pela gestão financeira do grupo; e Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”, encarregado de operacionalizar determinações da liderança. A Operação Contenção Red Legacy representa um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado, ao expor, com base em provas técnicas e investigação aprofundada, o funcionamento estrutural de uma das maiores organizações criminosas do país. As investigações seguem em andamento para aprofundar a responsabilização penal de todos os envolvidos e ampliar o combate às estruturas financeiras, operacionais e institucionais utilizadas pela organização criminosa.A operação desta quarta contam com o apoio de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais de delegacias Especializadas e da Capital.

PF prendeu sete PMs suspeitos de facilitar a vida de traficantes e milicianos

Na manhã desta quarta-feira, 11/3, a Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Anomalia, visando desmantelar um núcleo composto por policiais militares do estado do Rio de Janeiro, cooptados por grupos criminosos violentos em atividade na região. Sete foram presos,. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro (Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz), Nova Iguaçu/RJ e Nilópolis/RJ. O STF também determinou o imediato afastamento das funções públicas de todos os investigados, bem como o afastamento do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos. O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Corregedoria da PMERJ. Os elementos probatórios colhidos durante as apurações revelaram que os policiais militares alvos da operação se utilizavam das prerrogativas da farda e da função pública para atuar em benefício do crime organizado. A investigação evidenciou uma estrutura voltada não apenas à facilitação logística para o tráfico e milícias, mas também à blindagem de criminosos e à ocultação do proveito econômico ilícito. A operação é fruto das apurações conduzidas pela Força-Tarefa Missão Redentor II, que consolida as diretrizes do Supremo Tribunal Federal em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635. A ação estabelece a atuação uniforme da PF na produção de inteligência para neutralizar facções ligadas ao tráfico de drogas e armas, promovendo a asfixia financeira de tais organizações e o corte sumário de suas conexões com agentes do Estado. Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de capitais. O material apreendido durante as buscas será submetido à análise, com vistas à identificação de possíveis outros agentes envolvidos no esquema.

PM é suspeito de ir com criminosos a casa de um homem cobrar uma suposta dívida em Três Rios. Bandidos disseram que iam matar vítima mas acabaram presos

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, há um mês, homens acompanhados de um PM foram até a casa de uma pessoa em Três Rios, no interior fluminense, e forçaram ela a pagar uma suposta dívida de um credor não identificado. Os autos dizem que um dos suspeitos vestia um colete da DRACO (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais da Polícia Civil fluminense) e outro tinha arma de fogo e distintivo da PMERJ. Os suspeitos chamaram o alvo pelo nome e iiniciaram conversa intimidatória, afirmando estarem a sua procura desde cedo e insinuaram terem sido contratados para matá-la, revelou a decisão judicial. Durante toda a ação, os agentes fizeram contato telefônico com terceiros, alegando que a vítima mantinha dívida com pessoa que eles não quiseram identificar. Em determinado momento, os suspeitos tiraram foto da vítima, enviaram a terceira pessoa, que afirmou que o alvo era a pessoa a qual ele havia os contratado para matar. A vítima, amedrontada, informou aos homens que a casa havia câmeras de segurança vigiadas pela Guarda Municipal, momento em que eles reforçaram as ameaças e disseram que “teriam mesmo que matá-lo”. O alvo implorou para não ser morto, mas os suspeitos disseram que a única forma de resolver a situação seria se a vítima os pagasse para que eles matassem quem os contratou para matá-la. No fim, os suspeitos acabaram indo embora porque não encontraram um HD mas disseram , seguintes palavras “nós vamos embora, mas eles vão ter que nos pagar, pois deram fita errada”. A esposa da vítima, que estava na casa, solicitou ajuda de um conhecido, que acionou a Polícia Militar. Os policiais foram ao local e encontraram os suspeitos denunciados ainda na residência. Três suspeitos foram denunciados pelo Ministério Público. Dolis deles eram conhecidso como Jorgin e Japão. Sobre o PM, foi requerida cópia dos autos com remessa à Auditoria da Justiça Militar. Isto porque, o flagranteado praticou os crimes utilizando arma de fogo municiada e distintivo da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

O dia em que um policial civl de SP foi esfaqueado na Tijuca ao tentar defender um amigo que por pouco não levou uma pedrada. Alvo disse que ele e o namorado eram perseguidos pelo autor devido a ciúmes

Esse fato aqui ocorreu em janeiro na Tijuca e não foi notícia na imprensa carioca. No dia 17 daquele mês, um homem foi detido por populares na Rua Carlos Vasconcelos suspeito de esfaquear um policial civil de São Paulo, que levou dois golpes nas costas. O acusado foi preso e a faca apreendida, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. . A vítima foi socorrida ao Hospital Souza Aguiar, onde permaneceu internada, de acordo com os autos. O processo informa que. na delegacia, o amigo do policial afirmou que ele ele e seu namorado vinham sendo perseguidos pelo autor desde o mês de maio de 2025. Naquele mês, o casal registrou ocorrência pelos crimes de lesão corporal e perseguição, conforme procedimento nº 019-06211/2024, do qual foi originado o processo nº 0121140-56.2024.8.19.0001, em trâmite no 8º Juizado Especial Criminal. No processo, foi solicitada medida protetiva de urgência visando ao afastamento do acusado. O autor das facadas manteve anteriormente relacionamento amoroso com o namorado do amigo do policial, que disse acreditar que a motivação dos fatos seja ciúme, O acusado utilizava um perfil na rede social Instagram, por meio do qual acompanha constantemente as movimentações do rapaz, visualizando e curtindo suas postagens; Em outubro de 2025, o rapaz já tinha sido agredido fisicamente, ameaçado e teve seu aparelho celular roubado pelo autor, que costumava permanecer nas imediações da residência do rapaz, como também do seu namorado. No dia da facada, o autor chegou a arremessar uma pedra na direção do alvo, que estava na companhia do policial O agente paulista desembarcou do veículo e correu em direção ao autor, ocasião em que ambos entraram em luta corporal. O policial encontrava-se desarmado, enquanto o agressor possuía uma faca, pedra, e caco de vidro em sua mochila. O suspeito tentou matar o policial e buscou desferir um golpe de faca na região do pescoço doa gente, que conseguiu se esquivar, sendo, contudo, atingido duas vezes na região supraescapular das costas. O autor quebrou os óculos do policial e prosseguiu com as agressões, demonstrando intenção de matá-lo. O rapaz que era alvo acionou a Polícia Militar. Antes da chegada da guarnição, um outro policial, armado com uma pistola, apareceu no local e conteve agressor, ordenando que permanecesse parado. O acusado sentou-se no local até a chegada da Polícia Militar, que o conduziu para a delegacia O policial foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar por ambulância do Corpo de Bombeiros Militar. O alvo faz uso de muletas em razão de lesão bilateral no tendão de Aquiles e no joelho, esta última causada anteriormente por autor. O rapaz disse ainda que teme por sua integridade física e vida;

Saiba mais sobre traficante holandês que seria beneficiado por uma suposta propina paga por uma advogada a um delegado da PF preso ontem. O criminoso tinha 40 imóveis no Rio

O traficante holandês Gerel Lusiano Palm, que segundo investigações seria beneficiado por uma suposta propina paga por uma advogada a um delegado da Polícia Federal preso nesta semana, foi acusado de tentativa de duplo homicídio na cidade de Noordeloos, na Holanda, em dezembro de 2016. A informação foi publicada pelo jornal Tennessee Tribune. De acordo com a reportagem, as duas vítimas — homens de 28 e 35 anos, moradores de Rotterdam — ficaram gravemente feridas no ataque. Ainda segundo o veículo, Palm foi preso em março de 2017, em Paramaribo, capital do Suriname, antiga colônia holandesa na América do Sul. No entanto, ele conseguiu fugir da prisão apenas 12 dias depois, após desarmar um guarda e mantê-lo sob a mira de uma arma durante a fuga. A escapada levantou suspeitas entre autoridades locais, já que, segundo fontes do sistema penal, seria praticamente impossível fugir da penitenciária de Duisburglaan, localizada no bairro Flora, nos arredores de Paramaribo, sem algum tipo de ajuda interna, devido ao alto nível de segurança do local. Palm voltou a ser preso em 2021, no Rio de Janeiro, acusado de tentativa de homicídio. Pelo crime, acabou condenado a 20 anos de prisão. Segundo reportagem publicada no ano passado pelo Portal AZ, Palm teria acumulado mais de 40 imóveis na cidade do Rio de Janeiro. Os bens estariam sendo administrados por sua esposa, que também chegou a ser mencionada no processo de extradição e atualmente cumpre prisão domiciliar. Durante o julgamento relacionado ao caso ocorrido na Holanda, uma das vítimas esteve presente e afirmou que não sabia por que Palm tentou matá-lo, já que os dois eram amigos. “O fato de ele querer fazer isso comigo realmente me afetou. Eu perdi a fé nas pessoas”, disse a vítima. Investigadores também ligam Palm ao líder do crime organizado Ridouan Taghi, apontado como chefe de uma das mais violentas organizações criminosas da Europa. De acordo com as investigações, Palm teria fugido da prisão no Suriname em um veículo de alto padrão que o aguardava do lado de fora do presídio. Ele possui um longo histórico criminal. Entre as condenações está uma sentença de nove anos de prisão por um tiroteio de vingança ligado ao tráfico de drogas, ocorrido em 2001. A polícia holandesa também suspeita do envolvimento de Palm no assassinato de Ronald Bakker, funcionário de uma loja de equipamentos de espionagem na cidade de Huizen, em 2015. O crime teria sido organizado por Taghi. Bakker foi morto perto de sua casa, e sua filha presenciou o assassinato. Investigadores acreditam que o crime possa ter sido motivado pelo fato de que a loja onde a vítima trabalhava havia sido alvo de buscas policiais após criminosos suspeitos comprarem dispositivos de rastreamento no estabelecimento. Palm chegou a ser preso no caso, mas acabou libertado poucos dias depois por falta de provas. Após deixar a prisão, ele decidiu se mudar para o Suriname, onde, segundo relatos, passou a viver sem grandes preocupações em se esconder das autoridades. Em 2016, o blogueiro de crimes holandês Martin Kok foi assassinado, e novamente surgiram suspeitas sobre a participação de Palm no caso. Na tentativa de capturá-lo, autoridades holandesas chegaram a dobrar a recompensa oferecida por informações sobre seu paradeiro, passando de cerca de US$ 18 mil para mais de US$ 36 mil. Considerado um dos maiores traficantes ligados ao crime organizado europeu, Palm aguarda atualmente a conclusão de seu processo de extradição no Brasil. O governo da Holanda busca levá-lo de volta à Europa, enquanto autoridades dos Estados Unidos também demonstraram interesse no caso, por meio da DEA, que investiga conexões internacionais do criminoso.

PM leva a conselho de disciplina que pode expulsar PM suspeito de envolvimento com milícia em Belford Roxo

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de um terceiro sargento conhecido como Professor Gilmar. Segundo o boletim interno da PMERJ, ele é suspeito de quando servia no 39o BPM de envolvimento na milícia liderada por Cabeça de Ouro. que atuava nos Bairro Wona, Lote XV e Vale das Pedras, no Município de Belford Roxo/RJ, e no Bairro Pantanal, localizado em Duque de Caxias/RJ. De acordo com o documento, cabia a ele o repasse das informações de caráter sigiloso sobre os dias, horários e locais de operações policiais, bem como providenciar suportes aos demais partícipes da organização criminosa, osquais tinham a incumbência de praticar extorsões, torturas e execuções contra comerciantes e mototaxistas que atuavam nas áreas de domínio do grupo. “verifica-se que os atos praticados pelo PM revelam atitudes incompatíveis com a condição de policial militar”, diz o boletim. A corporação considera o envolvimento de integrantes do órgão em organização criminosa, milícia ou grupo de extermínio transgressão de disciplina de natureza grave.

Chefes do TCP na Ilha do Governador voltaram a trocar farpas pelas redes sociais. CONFIRA AS POSTAGENS

Postagens em redes sociais apontaram para novas trocas de farpas entre os dois principais chefes do Terceiro Comando Puro na Ilha do Governador: os traficantes Neves, que comanda o Morro do Dendê e Neguinho, que controla o Boogie Woggie. Os dois já se estranham há tempos. Segundo o que foi publicado no blog Crimes News RJ, conhecido como “Neguinho teria levado para o tribunal do tráfico um morador do Morro do Dendê por suposto envolvimento com uma ex-amante. Para responder essa atitude, o Neves, apontado como chefe do Morro do Dendê (TCP), ordenou que não quer ninguém do Dendê indo pra Boogie Woogie (TCP). Nas redes sociais, o chefe da Boogie Woogie (TCP), usou suas redes sociais para dar o seu motivo de ser contra a gestão do Neves. O controle da distribuição do Gás seria um dos motivos da briga entre os 2 chefões do TCP. Confira agora as postagens

Preso em operação contra o CV no Chapadão foi acusado de outros crimes nos últimos anos sendo inclusive detido mas Justiça o liberou

Preso hoje durante operação contra o Comando Vermelho no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, o traficante Macumbinha que era o principal alvo da ação já havia sido acusado de dois outros crimes nos últimos anos mas acabou liberado pela Justiça. Em 15 de abril de 2024, ele foi flagrado em São Matheus, em São João de Meriti, com 1,024 gramas de cocaína em 400 embalagens plásticas, contendo as inscrições “CPX DO BQ C.V PÓ”; 250,5 g (duzentos e cinquenta gramas) de Cannabis Sativa L (“Maconha”), acondicionada em 130 embalagens plásticas, contendo as inscrições “CPX DA CAIXA D´AGUA SJM SKANK C.V” e “CPX DO BQ MACONHA C.V”; e 78 g (setenta e oito gramas) de cocaína (Crack), acondicionadas em embalagens plásticas, contendo as inscrições “CPX DO BQ SJM C.V CRACK e 1 (um) rádio comunicador, No entanto, a Justiça considerou insuficiente as provas e o absolveu no ano passado. No dia 19 de abril de 2023, por volta de 23h50min, na Rodovia Presidente Dutra, na pista sentido São Paulo, altura do km 182, ele foi acusado de participar de uma tentativa de roubo usando um simulacro de arma de fogo e proferindo palavras de ordem da carga de um caminhão. O crime não restou consumado uma vez que o condutor do caminhão já havia realizado todas as entregas do dia e não havia carga a ser subtraída. Os acusados exigiram que ele mostrasse a nota fiscal contendo as informações. Após ver o documento, a dupla embarcou no automóvel e todos empreenderam fuga. Por conta disso, Macumbinha pegou um ano de prisão em regime aberto e não ficou preso.

CV recruta traficantes de São Gonçalo para reforçar facção na guerra contra o TCP na Zona Norte da capital. Polícia faz operação

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) fazem operacdp hoje de enfrentamento da atuação de narcoterroristas da facção criminosa Comando Vermelho no Complexo do Chapadão, na Zona Norte da capital. Até o momento, quatro criminosos foram presos, incluindo os dois principais alvos, que comandaram a invasão. Houve ainda apreensão de drogas, armas e roupas táticas. A operação é resultado de uma investigação instaurada para apurar os crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, praticados por integrantes da facção, que mantém atuação na região. O grupo age com divisão de funções e manutenção de diversos pontos de venda de entorpecentes.As diligências investigativas revelaram que os criminosos utilizam armamento pesado e adotam estratégias de intimidação para consolidar o domínio sobre a localidade. Eles submetem moradores a constantes ameaças e constrangimentos, além de promover ações violentas voltadas à expansão territorial em áreas sob influência de facções rivais. Durante o curso das investigações, foram identificados criminosos que realizaram incursões armadas utilizando uniformes semelhantes aos empregados por forças policiais, com o objetivo de atacar o Morro do Chaves, área anteriormente controlada pelo Terceiro Comando Puro, em tentativa de ampliação territorial na região. A disputa entre facções criminosas tem provocado episódios recorrentes de extrema violência na região, como a morte de uma moradora, em outubro de 2025, que, durante uma investida de criminosos do CV, teve a casa invadida e foi atingida na cabeça. Os levantamentos indicam, ainda, que integrantes da facção, principalmente oriundos da comunidade do Jardim Catarina, em São Gonçalo, vêm sendo deslocados para reforçar comunidades sob disputa, como Fubá e Campinho, diante de investidas da facção rival Terceiro Comando Puro em áreas estratégicas. A ação faz parte da Operação Contenção, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 310 capturados e outros 137 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 470 armas, sendo 190 fuzis, e mais de 50 mil munições.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima