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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Bandidos de SP forneciam armas e drogas a traficantes da Serrinha (TCP)

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), com apoio de policiais civis paulistas, realizam, nesta segunda-feira (01/09), uma operação para desarticular um grupo criminoso que transportava armas e drogas para facções criminosas no Rio, especialmente para a comunidade da Serrinha. Os alvos são concentrados no estado de São Paulo, nas cidades de Mogi das Cruzes, Sorocaba e Guarulhos. As investigações tiveram início a partir da apreensão de quatro fuzis em agosto do ano passado, na Rodovia Presidente Dutra. A partir do flagrante, os agentes da especializada apuraram vínculos entre o investigado e possíveis coautores, localizados nas cidades paulistas. Os endereços mapeados apresentam indícios de servirem como pontos de armazenagem de armas e drogas, sedes empresariais de fachada e locais de cultivo clandestino.Com base nas provas colhidas, foi encaminhada representação à Justiça, que expediu mandados de busca e apreensão e deferiu a quebra de sigilo de dados de dispositivos eletrônicos. O objetivo desta etapa é aprofundar as investigações, visando desarticular a rede criminosa.

Policial civil foi executado pelo CV em Angra

O policial civil Elber Peres foi executado na noite de ontem em Angra dos Reis. É investigada a hipótese de a ordem do crime ter partido do traficante vulgo Bigode do Comando Vermelho como retaliação pelo trabalho do poilicial. O bandido havia ameaçado policiais da delegacia da cidade há pouco tempo.    Em uma das mensagens, “Bigode” teria dito: “vai morrer todos, o sangue vai escorrer”, citando diretamente três policiais civis da delegacia, entre eles o próprio Elber. O agente foi atingido por três tiros sendo dois na barriga e um no.pescoço. Ele foi morto ao sair da igreja ao lado do.filho. Chegou a ser socorrido mas não resistiu.

Está preso o policial penal que atirou em entregador

Policiais civis da 32ª DP (Taquara), em ação conjunta com a Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), prenderam, neste domingo (31/08), o policial penal que atirou contra um entregador, no sábado (30/08). A motivação do crime teria sido a recusa da vítima em subir no prédio, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, para fazer a entrega.De acordo com as investigações, o agente atirou após uma discussão. Na ocasião, o homem foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde. Após o fato, a 32ª DP começou a investigar e a arma do agente foi recolhida para perícia. A partir das análise das evidências, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do agente.. Neste domingo, ao ver o cerco se fechar e após negociação com os agentes, o autor se apresentou na Cidade da Polícia, onde o mandado foi cumprido. A investigação está em andamento.

Policial penal que atirou em entregador disse que se sentiu intimidado e que sua arma disparou acidentalmente. Imagens o desmentiram. LEIA DETALHES DO CASO

Leia agora a descrição do caso do policial penal que atirou em um entregador na Taquara, em Jacarepaguá, caso que teve grande repercussão na mídia carioca. A vítima, lado outro, trabalha fazendo entregas pelo aplicativo “iFood” e, nessa qualidade, hoje, dia 30/08/2025, por volta das 02h04min, teria ido ao encontro do cliente no seu endereço residencial. Antes de chegar ao local da entrega, contudo, a vítima teria avisado ao representado, por meio do “chat” do aplicativo, que o pedido deveria ser por ele recebido na portaria do condomínio, o que, aparentemente, o teria desagradado. Então, o representado, insatisfeito e contrariado, teria atendido a vítima na portaria do condomínio portando – indevidamente, diga-se – sua arma de fogo e de forma alterada, teria passado a questioná-la sobre sua resistência em ingressar para finalizar a entrega. Nesse momento, sentindo-se intimidada, a vítima passou a gravar o diálogo, captando o exato momento do disparo da arma de fogo contra si perpetrado pelo representado. As imagens captadas pela vítima, através de seu aparelho de telefone celular, mostram integralmente a conduta praticada pelo policial penal, que disparou sua arma de fogo dando ensejo a lesões físicas. As imagens gravadas pela vítima no momento do crime encontram-se acostadas ao “link” de fls. A gravação mostra que o agente penal inttencionou, clara e explicitamente, agredir a vítima com o disparo de sua arma de fogo depois de ameaça-la de forma bastante agressiva na portaria do edifício, desenvolvendo-se, todo o diálogo, em torno do fato de que a entrega da encomenda estaria sendo realizada naquele local e não no desejado pelo representado, a saber: na portaria do bloco do condomínio em que reside. Em seu depoimento, o policial afirmou que teria disparado sua arma contra a vítima porque, supostamente, “(…) durante a discussão, o entregador lhe disse: “Eu tô ligado na sua, eu sei quem você é” Neste momento, o entregador, segundo o policial, teria dito. “Vou passar para os manos”. O policial penal disse que já morou na Cidade de Deus e se sentiu intimidado, com o que o entregador disse; ele, no intuito de “enquadrá-lo”, começou a sacar sua arma; Durante o saque, sua arma disparou teria disparado acidentalmente em direção ao chão; QUE o declarante disse que o disparo pareceu ter atingido o solo; Após isso, o entregadorcomeçou a verbalizar, dizendo a outras pessoas, que o declarante havia atirado nele; Que ele pediu para vítima subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu. No entanto, não é esta a versão fática que se depreende das imagens captadas. De início, a gravação mostra o representado, de maneira bastante agressiva, dirigir-se à vítima para ameaça-la caso insistisse na recusa de ingressar no condomínio para finalizar a entrega. O momento inicial da gravação disponibilizada pela autoridade policial afasta, de forma peremptória, a versão que o representado procura emplacar em seu depoimento policial, pois não há qualquer evidência, nem mesmo indício remoto, de que o representado estivesse, ao momento do disparo, sentindo-se verdadeiramente intimidado pela vítima, como afirmou. Ao contrário, o que se vê, nas imagens, é que o representado agiu de forma agressiva e, com a arma em punho, intimidou e ameaçou a vítima por motivo absolutamente fútil – diga-se – já que a celeuma se referiu ao local apropriado para a finalização da encomenda antes feita pelo aplicativo “iFood”. O representado, então, diante da gravação das imagens pela vítima e claramente irritado com a narração que ela pretendia iniciar naquele momento (pelas imagens captadas, a vítima começaria a descrever o endereço em que estava realizando a entrega e a divergência então estabelecida com o solicitante do serviço), terminou por fazer o disparo com sua arma de fogo de modo que, pelas imagens apresentadas, Segundo a Justiça, não há como reconhecê-lo por qualquer prsma, como acidental.como também afirmou em seu depoimento. A vítima afirmou que “(…) se sentiu ameaçado, já que o autor estava alterado e armado e começou a gravar um vídeo, a fim de resguardar a sua integridade física. O entregador esperava que em razão da gravação do vídeo no celular, que não fosse agredido, tampouco alvejado. Que mesmo diante disso, sem que pudesse se defender o autor, afirmou, mais uma vez, ” não vai subir, não ?” e em ato contínuo fez um disparo em sua direção ; Que o declarante mesmo após ser atingido diz que é trabalhador e que é morador da região e solicita ajuda em voz alta ;QUE o autor pergunta por que o declarante continua o filmando ;Que o autor, mais uma vez pede a refeição e da as costas ;Que os populares que estavam na rua foram quem ajudaram o trabalhador. De fato, a ameaça perpetrada pelo representado foi clara e justificou, para a vítima, o início da gravação das imagens através de seu aparelho de telefone celular. A gravação mostrou o momento em que o representado, ainda insistindo para que a entrega fosse finalizada no interior do condomínio, indagou da vítima “não vai subir, não ?”. Ato contínuo, diante da recusa, a gravação mostrou o exato instante em que, irritado, o representado realizou o disparo com a arma de fogo em direção à vítima. A gravação também mostrou o momento em que a vítima, depois de alvejada e visivelmente incrédula diante do disparo com a arma, afastou-se do representado e gritou por socorro, sendo por ele questionada, em tom de ameaça, sobre o motivo de prosseguir com a gravação das imagens.Ao que parece, a gravação das imagens pela vítima parece ter sido o fator impeditivo, neste caso, para que o representado prosseguisse com a execução do delito. Ainda, ao contrário do que foi dito no depoimento prestado à autoridade policial, vê-se que a vítima foi socorrida por populares que passavam no local e não pelo representado, não sendo verdadeira a alegação de que “pediu para o entregador subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu”. Não é, em absoluto, verdadeiro o depoimento prestado pelo representado à autoridade policial. Isso

Secretária de Administração Penitenciária gravou vídeo repudiando atitude de policial penal que atirou em entregador. ASSISTA

A secretária da Seap, Maria Rosa Nebel gravou video repudiando a atitude de um policial penal que atirou em um entregador. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) repudia com veemência a conduta abominante do policial penal José Rodrigo da Silva Ferrarini, que está na ativa. A pasta determinou a instauração imediata de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e o afastamento do servidor de suas funções por 90 dias. A secretária da Seap, Maria Rosa Nebel, declarou:“A SEAP não compactua, em hipótese alguma, com atitudes dessa natureza. Atitude essa que não representa a grande maioria da polícia penal do RJ. Nossa Corregedoria acompanha o caso junto à Delegacia de Polícia e nos solidarizamos com o entregador Valério Júnior”.

Doca, Tiriça, Matuê e Pezão são acusados de matar ex-ginasta do Vasco por ela ter se relacionado com miliciano. Executaram também sua amiga pelo mesmo motivo e um amigo delas

Os traficantes Doca, Pezão, Tiriça e Matuê, líderes do Comando Vermelho, estão sendo acusados de mandar matar a ex-ginasta do Vasco Monalisa Raueny de Oliveira Mateia e outras duas pessoas que estavam com ela em 2023. Só essa semana, os suspeitos tiveram as prisões decretadas. Os executores abordaram a vítima que estava com amigos em um bar levando a moça e seus acompanhantes para a comunidade da Chacrinha, na Praça Seca. Doca autorizou a execução e foi exaltado, no momento da execução, como “Tropa do Urso”, como também é conhecido por seus comparsas. O crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que o crime de homicídio foi perpetrado em virtude da vítima ter se envolvido com um miliciano que atuava na região, até a tomada pelo Comando Vermelho. Os bandidoso ocultaram o cadáver da vítima, eis que foi amarrado e incinerado em local incerto.” Segundo uma testemunha que compareceu a Delegacia de Descoberta de Paradeiros, além de Monalisa, outras duas outras pessoas estariam mortas na mesma localidade. O declarante contou que Monalisa tinha um relacionamento com um miliciano, que atuava em prol da milícia da localidade conhecida como Chacrinha.Monalisa chegou a ter um filho com um paramilitar mas ela não declarou o nome do pai na certidão de nascimento; Contou que no mês do maio de 2023 o Comando Vermelho tomou a região da milícia e estão lá até hoje. Nesse período o miliciano em questão fugiu da localidade levando um fuzil da milícia; Os traficantes estavam atrás dele para tomar o fuzil dele e também matá-lo. Monalista não estava morando com ele e sim ficava na casa da mãe dentro da Chacrinha. De vez em quando, moça saía para encontrar o miliciano, que não estava mais no morro A testemunha disse que Monalisa foi capturada por traficantes do CV sendo um deles de vulgo Eltinho. A abordagem foi por volta das 16h no dia 10/07/2023 dentro da Chacrinha. Eltinho estava acompanhado de outros homens, usando motocicletas; Monalisa estava com outra amiga, que também namorava um miliciano.Havia também um jovem homossexual junto. Os três foram capturados juntos por “Eltinho” e os demais traficantes, sendo levados até o alto do morro, no final da Rua Serenidade. Monalista foi torturada até a morte para passar informações sobre o miliciano, assim como as outras duas vítimas. A amiga de Monalisa também foi morta por namorar o miliciano Wendel, que já até morreu. O jovem que acompanhava as moças também teria sido executado. A testemunha foi até o local onde ocorreu os corpos teriam sido desovados na Rua Serenidade e confirmou que um dos cadáveres era de Monalisa mas não viu o rosto porque tinha um pano em cima. Ao lado dela, estavam os corpos da amiga e de do amigo homossexual. Falou ainda que Eltinho tinha um pai miliciano e mataram ele em 2021. Que decidiu virar Comando Vermelho para vingar a morte dele. Ele passou um tempo fora da favela e voltou agora após o comando vermelho retomar o território; Monalisa tinha sido alertada pelos traficantes de droga do local que não era para ela subir o morro próximo à favela da Serenidade, mas mesmo assim ela foi lá para beber e tomar cerveja com estes dois amigos; A testemunha disse ainda que o pai do Eltinho foi executado pela própria milícia do porque acharam que ele era X9. O apelido dele era Magrão.Monalisa era muito abusada e não levava desaforo pra casa e, inclusive, já deu um tapa na cara de um traficante. Uma outra testemunha disse que Monalisa era uma moça rebelde, se tornou usuária de drogas, e na oportunidade, estava completamente desorientada, sem estudar e sem trabalhar; Ela havia sido ginasta do Vasco, inclusive federada, e costumava competir, até que desistiu de prosseguir com o esporte Falou que assim que os traficantes invadiram a Chacrinha e colocaram os milicianos para fora, a família, temendo pela segurança de Monalisa, a enviaram para Minas Gerais. Ela ficou 15 dias apenas em Minas, tendo ido em seguida para Campo Grande; Monalisa era muito teimosa e decidiu , ela própria, que queria voltar para a Chacrinha. Foi a teimosia de Monalisa que a levou para a morte, até porquê, mesmo depois de ter retornado foi diversas vezes avisada que deveria deixar a localidade. Que também foi avisada que não aparecesse na parte alta da comunidade, Os traficantes começaram a cismar que Monalisa lá aparecia para coletar informações e repassá-las ao miliciano que havia fugido para Madureira.Foi assim que no dia 11/07/2023, os traficantes conhecidos pelos vulgos Eltinho, Matuê, Da Serra e Pazão abordaram Monalisa na Estrada da Chácara e a conduziram para o alto, a localidade conhecida como Serenidade. A moça foi torturada e mantida viva até o dia seguinte, pois o intuito desses homens era descobrir a identidade do miliciano e onde ele poderia ser encontrado; No dia seguinte, foi direto para cima e que ao chegar na Serenidade, encontrou os traficantes sentados e os três corpos;. Que reparou que o corpo dos dois amigos estavam mais ao fundo da mata e pouco machucados; Que certamente foram mortos logo; O corpo de Monalisa estava bem à frente e muito machucado, levando o declarante a concluir que a ela foi muito torturada; O declarante falou com Eltinho e o bandido disse que lhe entregaria o corpo só o dia seguinte. No dia seguinte, foram buscar o corpo mas na ocasião disseram que Monalisa não existia mais, pois já haviam dado cabo do corpo dela. A testemunha falou que três dias antes do sumiço de Monalisa os traficantes fizeram a mesma coisa com o Sr. Mário Luís Gomes Trindade. Ele tinha três filhos que integravam a milícia. Sumiram com ele. Soube que o motivo foi o fato de ser pai de três homens envolvidos com a milícia. Mário era alcoólatra, usuário de drogas, e levantava algum dinheiro catando recicláveis.

Pensando se tratar de um policial em viatura descaracterizada, traficantes sequestraram homem em Honório Gurgel, o agrediram e jogaram gasolina em seu corpo para tacar fogo. Vítima aproveitou distração e fugiu

Há quase um ano, criminosos abordadaram um homem que trafegava com seu veículo VW/Voyage, cor branca junto à Rua Doutor Areolino de Abreu, altura do nº 65, em Honório Gurgel, Rio de Janeiro, acreditando que se tratava de policial e que o veículo seria uma viatura descaracterizada. Os bandidos teriam levado a vítima para outro local e, então, iniciado uma série de agressões físicas. Jogaram gasolina em seu corpo sob a ameaça de atear fogo. A vítima, residente na comunidade, os teria identificado como agentes do tráfico local. Os investigados teriam entrado em contato com a liderança da criminalidade no local solicitando autorização para praticar o homicídio da vítima quando, em momento de distração, ela conseguiu evadir-se, pulando pela janela do terceiro andar do imóvel em que se encontrava. Então, a vítima correu até a UPA de Honório Gurgel, onde recebeu atendimento médico. Segundo o relato da vítima (fls. 09), os fatos ocorreram no dia 13/09/2024, mas ela só teria conseguido comparecer à Delegacia de Polícia, dia 20/09/2024, para comunicar os crimes, em razão, primeiro, de seu estado de saúde, que demandou atendimento médico e, segundo, da necessidade de retirar sua família da comunidade local por temer represálias. Os suspeitos foram formalmente identificados pela vítima em sede policial, sendo certo que eles integram o tráfico na comunidade em que, todos, residem. Ao todo, seis envolvidos tiveram as prisões preventivas decretadas.

Policial penal que atirou em entregador havia sido detido com carro roubado em janeiro mas pagou fiança e foi liberado

O policial penal que atirou em um entregador na noite da última sexta-feira na Taquara, em Jacarepaguá, já havia sido detido esse ano dirigindo um carro com registro de roubo mas pagou uma fiança de R$ 11 mil e foi liberado. A Justiça decrretou a prisão dele por ter atirado no trabalhador. Em janeiro, ele foi abordado junto com a esposa em Duque de Caxias por policiais rodoviários federais em um veículo VW Nivus. O agente informou aos patrulheiros ter comprado o automóvel há cerca de 5 meses de um suposto representante, nome Alex, de uma loja física cujo nome não sabe precisar, mas algo parecido como “sport car”, na Avenida Intendente Magalhães pelo valor de R$ 80.000,00; Na transação deu seu veículo anterior, VW Fox, mais a quantia de R$ 40.000,00 em espécie e PIX. O agente penal não conseguiu apresentar nenhum comprovante de pagamento nem registros da negociação. Ele não tinha nenhum documento acerca da transação. Pela desproporção entre preço/valor de mercado e se tratando de uma história inconsistente, a equipe decidiu realizar a identificação veicular, oportunidade em que foram constatados sinais de adulteração no chassi e no vidro e no motor. Foi possível apontar a existência de registro de roubo/furto em relação ao mesmo: registro de ocorrência 110-0001092/2024 de Itaboraí, na data 17/02/2024. Por fim, os patrulheiros conduziram o condutor para a 60ª DP pela adulteração de sinal identificador de veículo automotor; Ao se identificar como policial penal,o motoristal indicou a localização de sua arma patrimoniada , Glock G23 calibre .40 no interior do veículo; sua arma foi retirada de sua posse e entregue na delegacia em virtude da natureza da ocorrência; ficando a cargo da autoridade policial a apreciação da situação;

“Ajuda a gente porque está eu e meu sobrinho baleados dentro de casa”, disse morador do Chapadão (CV) após ataque do TCP

Madrugada tensa na Zona Norte do Rio mais uma vez. Traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram o Complexo do Chapadão, em Costa Barros e há relatos de moradores baleados. “Lá no Gogoó, os alemão invadiu e baleou morador”, disse um internauta. “Meu marido está baleado aqui dentro de casa. Os alemão mandou tiro para cá. Ele e o sobrinho dele baleados. . Eu estou com medo, eles mandaram tiro para dentro da minha casa”, falou uma moradora. “Ajuda a gente aqui na Curumim. Está eu e meu sobrinho baleados aqui dentro de casa”, postou o homem que teria sido atingido. De acordo com o 41º BPM (Irajá) até o momento a unidade não foi acionada.  Houve também confronto no Morro do Jorge Turco, em Rocha Miranda. A comunidade dominada pelo Comando Vermelho foi baqueada por rivais do TCP da Favela Para-Pedro, em Colégio..

PM interveio em guerra de facções em Costa Barros. Armas foram apreendidas e suspeitos foram presos. Dois bandidos morreram

A Polícia Militar informa que, neste sábado (30/08), policiais militares do 41º BPM (Irajá) foram acionados para verificar ocorrência de disparos de arma de fogo na comunidade Terra Nostra (TCP), em Barros Filho. No local, foi constatado confronto entre criminosos oriundos da comunidade do Chapadão. O policiamento foi reforçado na região. Durante as ações, policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) detiveram três suspeitos que fugiam do Morro do Chaves. Com eles foram apreendidos uma pistola, duas granadas, dois rádios transmissores e material entorpecente. Houve também na Terra Nostra apreensão de um fuzil, radiotransmissores e outros materiais. Os confrontos afetaram a circulação dos trens do ramal de Belford Roxo. A ocorrência foi encaminhada para a 39ª DP. O traficante Nem, um dos responsáveis pelas investidas do Comando Vermelho no Bairro 13 e Terra Nostra (TCP), foi encontrado morto na comunidade após baque na região. Um outro criminoso morreu no Morro do Chaves.

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