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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Barra Mansa (RJ) registrou três assassinatos em menos de 24 horas

Em menos de 24 horas, a cidade de Barra Mansa, no Sul Fluminense, registrou três assassinatos. No último domingo (21), dois homens foram mortos a tiros no bairro Nove de Abril, e, na manhã desta segunda-feira (22), um corpo foi encontrado no bairro São Domingos. No caso do duplo homicídio descoberto ontem, as vítimas tinham passagens por tráfico e assassinato.. Ambos seriam moradores do conjunto habitacional Minha Casa Minha Vida, no bairro Paraíso. Foram recolhidos 121 estojos de munições deflagradas de calibres 5.56 e .40, além de um rádio transmissor, um celular, carregadores de fuzil e pistola e a chave de um veículo.

Três moradores morreram baleados em tiroteio no Complexo do Chapadão (CV) e já estão identificados. Outros dois foram feridos

Três moradores morreram em tiroteio no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, neste domingo. Outros dois foram baleados mas estão fora de perigo. Eles foram identificados como Rafael Silva da Rosa, Luciano Teixeira da Silva e Lucio de Mendonça Luna. A Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada e investiga o caso. A Polícia Militar socorreu um ferido. Segundo a corporacão, os identificados pela Polícia Civil estão inseridos nos procedimentos investigativos correlatos. De acordo com a PM, na região, criminosos armados atiraram contra os policiais. Os policiais relataram que se abrigaram no veículo blindado e não reagiram à agressão.

Negociação de quadrilha com policiais civis para liberação de carregamento de toneladas de drogas teria girando em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões, diz PM. Agentes foram presos mas soltos este ano

O Ministério Público Estadual denunciou cinco integrantes de uma quadrilha que fornecia drogas para traficantes do Complexo do Alemão e que eram trasportadas em caminhões por via rodoviária. O bando teve um carregamento interceptado por policiais civis em agosto de 2023. Na ocasião, houve negociação para liberação da droga, que gerou em torno de R$ 1.500.000,00 e R$ 2.000.000,00 mas teria sido por um valor maior. Tudo isso com objetivo de com o fito de determiná-los a omitir ato de oficio, qual seja, a regular apreensão das drogas capturadas e realização do registro de ocorrência junto à Autoridade Policial com atribuição, sendo certo que, na realidade, negociou com os mesmos a entrega do material entorpecente. Houve também uma negociação de R$ 300 mil para a entrega do suposto X9 que teria dado a informação da carga para a polícia. O episódio levou a prisão de agentes da lei e de um advogado, que acabaram soltos este ano. A droga iria para o Complexo do Alemãq. Inclusive, integrantes do bando já estavam na favela Seriam cerca de dez toneladas de maconha, de acordo com o MP. A denúncia diz ainda que membros da quadrilha falavam em conversar com os traficantes Pezão, chefe do Alemão, e Doca, do Complexo da Penha.. “Os denunciados demonstraram ter livre acesso a personalidades conhecidas no submundo do crime organizado do Rio de Janeiro, sendo mencionadas nas conversas colhidas, reuniões com lideranças da facção Comando Vermelho (“Doca” e “Pezão””, diz a denúncia.

Jornalista diz que dois moradores morreram em tiroteio no Chapadão (CV). PM diz que ação deixou só um baleado

Segundo o repórter Bruno Assunção, dois moradores teriam morrido em um confronto no Complexo do Chapadão neste domingo. Um ficou ferido.Um deles se chamava Mário Lucio. Ele estava na localidade de Village junto de amigos quando foi atingido durante uma ação da PMERJ. Socorrido pelos militares, não resistiu aos ferimentos. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, neste domingo (21/9), de acordo com o comando do 41° BPM (Irajá), equipes da unidade realizaram uma ação para cobrir a realização de um evento de música não autorizado no Complexo de Comunidades do Chapadão, em Costa Barros. Na região, criminosos armados atiraram contra os policiais. Ainda de acordo com o comando da unidade, os policiais relataram que se abrigaram no veículo blindado e não reagiram à agressão. Um homem foi encontrado ferido e foi socorrido pelas equipes ao Hospital Carlos Chagas. O policiamento segue intensificado na região..

Novo chefe da maior milícia do RJ tem prisão decretada por homicídio com destruição e ocultação de cadáver por conta de guerra com facção criminosa

O novo chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, que tem os vulgos de PL e Jorjão, está com um mandado de prisão preventiva por um homicídio com destruição ou ocultação de cadáver, Foi narrado pelas testemunhas que a morte da vítima teria relação com guerra entre facção criminosa e milícia, da qual os denunciados seriam integrantes. De acordo com as investigações, a vítima Jonathas Vital da Silva teria desaparecido após realizar compras em um supermercado no bairro de Santa Cruz, no trajeto para sua residência, na Favela do Rola. A companheira da vítima informou que a aguardava retornar das compras quando milicianos da região, rodos na posse de armas longas, compareceram no local na posse dos telefones celulares da vítima e determinaram que essa os desbloqueasse. Após, os indivíduos teriam revirado a casa e levado alguns bens da vítima, dentre os quais o cartão do banco. Novamente inquirida, a testemunha confirmou o suposto envolvimento de milicianos com o desaparecimento. Com isso, se impõe a necessidade de preservação da fonte testemunhal de prova, com a garantia de um ambiente de tranquilidade, livre de qualquer influência ou temor, que certamente seria impossível de garantir, senão pela manutenção de sua custódia cautelar. A prisão preventiva dos denunciados se mostra necessária, ainda, para garantia da ordem pública diante da gravidade dos crimes praticados de forma audaciosa, o que incute na população temor e incerteza quanto à intervenção do poder público em solucionar a situação de violência que aterroriza a população. “vítima teria sido morta em decorrência de disputa entre milícia, da qual PL seria integrante, e facção criminosa rival, o que demonstra atuação de organização criminosa, com potencial de reiteração delitiva e ameaça à ordem pública. Nesse contexto, a conduta atribuída ao acusado não indica um fato isolado, mas sim de possível atuação dentro de estrutura criminosa armada e violenta”, dizem os ajutos.

Saiba como estão as investigações sobre o assassinato de ex-delegado-geral de SP. Polícia já identificou seis suspeitos. Três já estão presos. Alvo recebia ameaças do PCC há muitos anos

A polícia de São Paulo já identificou seis suspeitos de envolvimento no homicídio do ex-delegado geral Ruy Ferraz Fontes, assassinado durante a semana em Praia Grande, literal paulista. Fontes vinha sofrendo ameaças do PCC há muitos anos já que foi responsável pela prisão do principal líder da facção, Marcola, As ordens para matá-lo partiram do sistema penitenciário federal. O delegado já vinha sendo alvo de vigilância por parte da facção desde 2023 quando se aposentou na polícia e não usava carro blindado nem andava com segurança. Três dos suspeitos ainda estão foragidos. Um deles é integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) , com passagens por tráfico de drogas e roubo. Um dos presos , conhecido como Jaguar, se apresentou em uma delegacia de São Vicente, após ter a prisão temporária decretada pela Justiça na tarde da última sexta (19). Segundo a investigação apontou, Jaguar recebeu ajuda de de outro suspeito, conhecido como Fofão – preso na manhã de sexta -, para ir da Praia Grande até a capital após o crime. As forças de segurança seguem com diligências minuciosas para identificar e responsabilizar todos os criminosos. Um dos suspeitos identificados solicitou a outra envolvida que fosse até a cidade litorânea buscar um fuzil que teria sido usado no dia do crime. Além disso, ele também foi flagrado, em momento anterior, em posse do veículo usado pelos criminosos para perseguir o delegado aposentado, que posteriormente foi abandonado e incendiado. A mulher que buscou o fuzil na Baixada Santista foi presa temporariamente. No dia seguinte ao crime, a suspeita usou um carro de aplicativo para ir até Praia Grande. Durante depoimento de quase sete horas na sede do DHPP, ela acabou se contradizendo ao explicar os fatos. O celular dela foi apreendido para perícia. “Ela fala que recebeu a missão de buscar esse pacote, que na verdade sabemos que é o fuzil, depois ela confessou isso. Deu algumas características do local, o qual ela foi buscar esse pacote, inclusive características essas que estamos procurando na região dos fatos. Voltou para a residência dela, na região de Diadema, entregou para um indivíduo que também a gente está buscando a identificação por meio da investigação”, explicou o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (18). Carreira do ex-delegado-geral O delegado Ruy dedicou mais de 40 anos à Polícia Civil de São Paulo. Estava atualmente aposentado da instituição, exercendo a função de secretário de Administração em Praia Grande. Ao longo de sua carreira, ocupou cargos de destaque, como delegado-geral de Polícia, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital, além de ter atuado em unidades como o Deic, Denarc e DHPP.

Saiba quais foram os presos na operação para prender suspeitos de matar torcedor do Vasco e os autores dos disparos

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizaram, na manhã deste sábado (20), uma operação para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento na morte de Rodrigo José da Silva Sant’anna e na tentativa de homicídio de uma segunda vítima. A ação aconteceu em bairros das zonas Norte e Oeste. De acordo com a Polícia Civil, oito homens, todos integrantes de uma mesma torcida organizada, foram presos, entre eles Tiago de Souza Câmara Mello, conhecido como Boinha, (Foto), presidente da Torcida Jovem do Flamengo (TJF). Ele foi detido em casa, em Vila Valqueire. Também foram detidos Eduardo dos Santos Pereira (“Dudu”), Gabriel Alexandre Sequeira Alves de Araújo (“GB”), Gabriel Victor da Silva Carqueija (“Hamburgão”), João Pedro dos Santos Campos (“JP”), Paulo Victor Aguiar Santana (“PV”), Rafael Francisco dos Santos (“Fael”) e Thiago Faria da Silva Trovão (“Monstrinho”). Segundo investigações da DH, os suspeitos de efetuarem os disparos são Thiago Faria da Silva Trovão, o Monstrinho, e Everton Oliveira da Silva, conhecido como Porrozinho

Homem que comandou invasão a hospital e foi morto pela milícia havia sido preso em 2017 e confessou na época que fazia parte do maior grupo paramilitar do RJ. Tinha condenação de 12 anos

O miliciano que comandou a invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, e foi morto pelo maior grupo paramilitar do RJ havia sido preso em novembro de 2017 em Paciência. Na ocasião, Erlan Oliveira de Araújo, o Orelha, estava com um carro com placa inexistente e tinha uma arma de fogo de uso, uma pistola Taurus com numeração raspada, três carregadores e cinco munições. Na época, segundo os autos, ele confessou perante os policiais responsáveis por sua prisão fazer parte da milícia local, liderada pelo indivíduo de alcunha Ecko (já falecido) apontando, inclusive, um salão de festas próximo, o qual serviria como ponto de encontro para reuniões da quadrilha.Por conta do flagrante, ele foi condenado a 12 anos de prisão. Na ocasião, a milícia praticava de toda a sorte de crimes, tais como esbulhos possessórios, cobrança extorsiva de “taxas de segurança”, torturas, comercialização irregular e impositiva de cestas básicas e botijões de gás, porte ilegal de arma de fogo e agiotagem, na região de Paciência e adjacências, agindo ainda com atividade típica de grupo de extermínio para com aqueles, de qualquer forma, venham a se insurgir contra o “sistema”‘ pelo mesmo implantado. Por sua vez, em data não devidamente especificada nos autos, mas sabendo-se ser antes de sua prisão em flagrante, o denunciado, agindo de forma consciente e voluntária, adulterou sinal identificador de veículo automotor, a medida em que suprimiu a tarjeta da placa identificadora, inserindo tarjeta inidônea, mantendo a alfanumérica da placa, objetivando, com tal agir, dificultar a fiscalização dos órgãos de trânsito bem como a ação da polícia, podendo circular livremente. A prisão foi feita por agente da Divisão de Homicídios que realizavam diligência no local acima indicado objetivando o cumprimento de Mandados de Prisão e Busca e Apreensão, quando tiveram a atenção despertada para o veículo que se encontrava parado na faixa de rolamento defronte a uma residência Ao verificarem o auto, constataram que a tarjeta da placa não condizia com a correta, momento em que chamaram pelo morador da casa, sendo atendidos pelo suspeito, o qual indagado acerca do veículo que se encontrava estacionado, afirmou ser de sua propriedade quando os policiais, após realizarem revista no carro, lograram encontrar um carregador de arma de fogo, um taser, um coldre de pistola, duas capas de colete com o brasão da PMERJ, além de uma calça e um casaco também da PMERJ. Em seguida, o suspeito autorizou a entrada na residência pelos policiais que lograram encontrar uma arma de fogo, carregadores e munições no interior da casa, quando o ora denunciado, quando recebeu voz de prisão. É certo que o miliciano em data e circunstâncias não esclarecidas, mas antes de sua prisão em flagrante, adquiriu ou recebeu, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabia ser produto de crime, qual seja, a arma de fogo raspada, carregadores e munições acima mencionadas, sendo tal arma de uso restrito, pois, como é cediço, armas de fogo com numeração raspada ou de uso restrito não são encontradas à venda em casas de comércio de armas e munições.

Alvo de invasores a hospital em Santa Cruz foi condenado a 12 anos em regime fechado por integrar milícia. Ele foi flagrado extorquindo comércios

O alvo dos invasores do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, durante essa semana, Lucas Fernandes de Sousa, o Japa, tinha uma condenação de 12 anos de prisão em regime fechado suspeito de integrar orgganização criminosa estabelecida com efetiva e contínua atuação e sede no bairro de Paciência, e que, por anos, vinha implantando estrutura de poder paralelo armado e esquema lucrativo de cobrança compulsória, extorsionária, de quantias de dinheiro, a título de “taxa de segurança” ou “arrego”, “gatonet”, etc. No dia 19 de julho de 2019, por volta das 11h00, na Rua Graça e Paz, nº 100, ele e um comparsa foiram presos extorquindo estabecimentos comerciais da região, entre eles os conhecidos como “Bar do Botafogo” e “Bar do Vasco”, na localidade conhecida como Monte Sinai. Foi flagrado portanto R$ 1.102,00. Naquele dia, agentes da DRACO foram até o endereço para verificar informações colhidas sobre a atuação de milícia armada na região, em especial sobre a realização de extorsões aos comerciantes. Durante a diligência os policiais observaram que Lucas e um comparsa entravam nos estabelecimentos comerciais para recolher pequenas quantias de dinheiro, sendo certo que o primeiro denunciado sempre guardava os valores consigo. Em seguida, ao verificarem ambiente seguro, os policiais procederam à abordagem e encontraram em posse dos denunciados os materiais apreendidos Importa frisar, por fim, que a mãe de um deles afirmou saber que este é membro da milícia atuante na região, não sabendo informar que função desempenharia na organização criminosa.” Um delegado afirmou na época que a milícia, dependendo do porte do estabelecimento comercial fazia a cobrança podia variar entre R$ 20,00 a R$ 80,00. Disse ele que era comum a milícia passar à noite de carro, ostentando arma de fogo, amendrontando comerciantes, o que torna desnecessário o porte de arma por integrantes da milícia encarregados da cobrança. Japa afirmou na época que estava circulando com o comparsa desde das 09h00 horas da manhã e que parou no Bar do Vasco para comprar cigarro, esclarecendo ao juízo que era comum fazer entregas junto com o parceiro na mesma moto.

Líder de invasão a hospital em Santa Cruz caiu em cobrança interna da maior milícia do RJ

O miliciano morto depois de ter comandado a invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, tinha o vulgo de Orelha e se chamava Erlan Oliveira de Araújo. Ele era o segundo na hierarquia da comunidade Nova Jérsei, em Paciência, atrás de Japa, que foi o alvo dos criminoso na unidade de saúde. Orelha caiu na cobrança interna e foi morto ontem a noite no Gouvêia. Foi ele quem montou uma operação e invadiu o hospital Pedro ll, para tentar matar o Japa. Mas como não conseguiu e a ação teve grande repercussão na mídia, os chefes da maior milícia do RJ, PL e Naval,não gostasram e decidiram mandar executá-lo. Japa por três vezes escapou de ser morto. Primeiro na Nova Jérsei por milicianos ligados a Juninho Varão, depois pelos próprios comparsas no Gouveia e, por último, no hospital. A polícia tem a informação de que ele estaria passando informações para o Comando Vermelho.

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