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Terceiro Comando Puro

Situação tensa em Madureira por conta de guerra entre o TCP e o CV

Circulam informações desde o início da tarde que traficantes do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, atacaram o Morro do Cajueiro (CV) que fica no mesmo bairro A ação seria uma resposta ao baque dado pelo CV mais cedo nos morros do Fubá e do Campinho que terminou com o traficante ‘Lobo do 62’ morto e um. fuzil, uma pistola e quatro carregadores pegos pelo(CV) dos rivais da Tropa do Coelhão (TCP). Apareceram até fotos de supostos mortos nesta guerra em Madureira. “Ainda esta tendo muito tiro!! Minha mãe e amigos moram lá e nao podem sair de casa ! Invadiram o cajueiro e a congonha . As pessoas de bem não tem nem um dia de domingo em paz”, disse um morador. “Gente que inferno,temos pessoas especial dentro de casa,gritos e pedidos de socorro, moradores inocentes”, falou outro. “Estou próximo à fábrica da Piraquê ! Parece uma guerra ! Assustador !””, contou um.terceirl A PM está no local. Um criminoso ficou ferido ao entrar em confronto com policiais militares do 9 9°,BPM na comunidade do Cajueiro. Com ele, um fuzil G3 foi apreendido. O fuzil era de um traficante da Serrinha(TCP), vulgo Pará que não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. FONTE: Grupo Notícias 24 Horas (WhatsApp) ,PMERJ e Página Madureira News (Facebook)

Guerra no Campinho e no Fubá (CV x TCP) durante a madrugada

Madrugada com relatos de tiros nas proximidades do Morro do Fubá e Campinho. Registro por volta das 2rlh. Teria sido mais um ataque de traficantes do Comando Vermelho. Alguns moradores relataram que na rmRua João Romero com a Rua Cajuru em Cascadura, tem um carro com marcas de tiros e rastros de sangue. Ha relatos que houve pelo menos duas pessoas mortas nessa rua Algumas casas tiverem janelas e paredes perfuradas por tir. Outro relato diz que no ataque, o CV conseguiu matar um traficante e pegar um fuzil que estava com o mesmo. FONTE: Página Cascadura Pilares Quintino News (Facebook) e Pega Visão News RJ (Telegram)

Clima de guerra na região das Vargens com relatos de toque de recolher e restrição de serviços públicos

Segundo relatos em redes sociais, o clima estaria tenso na região de Vargem Grande e Vargem Pequena inclusive com toque de recolher e restrição de serviços públicos. Informações que circularam apontam que os traficantes do Terceiro Comando Puro teriam tomado a comunidade de Palmares, que verá do Comando Vermelho e querem invadir a Fontela. Os bandidos do TCP estariam recebendo apoio de narcomilicianos em Vargem Grande. Haveria movimentação de muitos elementos armados próximo ao Campo do Pombo Sem asa e Canal. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), não foi notificado sobre essa denúncia. Nesta sexta-feira (28/03), policiais da unidade realizaram patrulhamento na comunidade do Palmares, em Vargem Pequena, quando se depararam com criminosos armados. Houve confronto e, após a estabilização da área, os agentes localizaram uma mochila contendo 573 papelotes de cocaína. A ocorrência foi registrada na 16ª DP.   O batalhão realiza ações constantes na região e a Corporação destaca a importância de que qualquer informação seja comunicada por meio dos canais oficiais da Polícia Militar, como o telefone 190 e o aplicativo 190RJ. FONTE: Diário das Comunidsdes (Whatsapp) e PMERJ

Traficantes do TCP teriam sido atraídos por uma mulher para o Juramento (CV) onde foram pegos por rivais

Agora pela manhã apareceram várias postagens e fotos nas redes sociais sobre isso. Segundo relatos, dois traficantes de vulgos “Da Honda” e “Gui”, que atuavam na favela da Malvina (TCP), em Irajá, foram “atraídos” para os acessos do Morro do Juramento (CV) por uma mulher que os enganou. Chegando lá, a tróia já estava formada e os criminosos do Juramento pegaram os rivais e os mataram.. Vale lembrar que a Malvina é comandada pelos traficantes Lacosta e Zeca da Serrinha (TCP). Há fotos circulando de homens caídos no chão com outros apontando armas para eles e de um esquartejado. As imagens são fortes, não vamos exibir. “Sem.pspo v… Essa c.. jogou os menor no ralo lá no Juramento. Fogo nela”, dizia uma das postagens. FONTE: Diário das Comunidades (Whatsapp)

Gerente de sacolão foi morto na Vila Aliança (TCP) e logo em seguida autor foi executado por traficantes

Um trabalhador identificado como Marcelo, gerente um sacolão na Vila Aliança em Bangu, foi assassinado. Logo após o crime, o autor trocou tiros com traficantes da localidade e também foi morto. Moradores lamentaram a morte de Marcelo que era muito querido, era conhecido como Bob, ele também era lutador de jiu-jítsu. Até o momento não há confirmação da motivação da morte de Bob, uns dizem que foi uma tentativa de assalto e a vítima teria reagido. ” Marcelo era um cara bom não tinha envolvimento com nada , mesmo assim tiraram sua vida”, disse um conhecido FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Preso mais um integrante da quadrilha que roubava vans e microônibus para posterior venda das peças. Bando é ligado ao TCP e causou prejuízo de mais de R$ 6 milhões ao transporte turístico do RJ

A Polícia Civil prendeu Fernando de Assis Costa, vulgo Paulista. Ele é mais um integrante da quadrilha de roubo a vans e microônibus a ser capturado. O bandido era responsável pelo roubo e corte dos veículos para posterior revenda das peças. Paulista integra a facção narcoterrorista do TCP (Terceiro Comando Puro) e faz parte do grupo criminoso especializado no roubo de veículos do setor turístico, que era liderado pelo roubador de vulgo “Foguinho”, que foi preso há cerca de duas semanas pela equipe da DRFA.* Ao todo, o grupo criminoso praticou mais de 20 (roubos) de vans, causando um prejuízo ao setor de transporte turístico no Estado do Rio de Janeiro de mais de R$6.000.000,00 (seis milhões de reais) somente no ano de 2024.* Paulista  foi preso escondido na casa de parentes, em Nova Iguaçu. Ele costumava se homiziar na Vila Aliança, tendo fugido da localidade após operação da Polícia Civil no local, na semana passada.  Os criminosos atuavam roubando os veículos principalmente nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, além de alguns mnicípios da Baixada Fluminense. *Na operação, foram apreendidas diversas ferramentas utilizadas pelo criminoso para o desmanche dos veículos e remarcação de chassis, além de um simulacro de arma de fogo utilizado nos roubos praticados pelo grupo criminoso* FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Motorista cadastrado na Uber teve prisão preventiva decretada suspeito de participar de homicídio de homem em Senador Camará que dificultava instalação de boca de fumo em frente ao seu estabelecimento

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva de três homens, entre eles um motorista cadastrado na Uber, suspeitos da morte de um homem em Senador Camará em janeiro que estava se opondo a instalação de uma boca de fumo em frente ao seu estabelecimento. O crime ocorreu na noite de 05/01/2025, por volta das 23h, no interior do estabelecimento comercial da vítima, Marivaldo Rodrigues Monteiro Filho, conhecido como “Baiano”, localizado na Estrada Duarte Nunes, nº 06, bairro Senador Vasconcelos.  Segundo consta, um indivíduo trajando capacete e máscara invadiu o local e, ao avistar a vítima, efetuou disparos de arma de fogo contra ela, fugindo em seguida, na garupa de uma motocicleta.  A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Rocha Faria, mas não resistiu aos ferimentos.  O crime teria ocorrido como forma de retaliação, em razão da resistência da vítima em permitir que os criminosos implantassem um ponto de venda de drogas no local.  Ainda segundo as peças do inquérito, um motorista de aplicativo declarou que teve sua motocicleta roubada ao atender uma solicitação de corrida. O próprio denunciado, que é cadastrado na Uber, teria se identificado para o trabalhador confirmando integrar o crime organizado local.  Esse funcionário da Uber reconheceu sua participação no homicídio de “Baiano” e afirmou que um homem chamado Erick estava na garupa da motocicleta, utilizando um pano na cabeça e um capacete preto para ocultar sua identidade, sendo este o autor dos disparos contra a vítima.  Ele também esclareceu que ele e Erick contaram com a colaboração de uma outra pessoa, chamada Wladirmir, que previamente esteve no local e repassou informações estratégicas aos seus comparsas para garantir o êxito da empreitada criminosa.  O Uber realizou o reconhecimento fotográfico dos codenunciados Erick e Wladimir. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de J\neiro

Relembre como agia a milícia do Quitungo, alvo de operação hoje da Polícia Civil. Bando tinha aliança com Peixão (TCP)

O líder da milícia que agia no Q uitungo que é alvo de operação hoje da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro era aliado do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Esse miliciano e Peixão, inclusive, foram acusados de matar dois homens (Jhonatan Batista Vilas Boas Alves e José Mário Alves da Trindade) em 2020 que não aceitavam a aliança entre o grupo paramilitar e o Terceiro Comando Puro (TCP). Os bandidos atacaram indivíduos que estavam em uma festa, com o fim de manter o controle da cobrança ilegal de taxas e do comércio de drogas ilícitas, executando as vítimas com disparos por arma de fogo. Os criminosos ainda fizeram a destruição dos cadáveres das vítimas. Eles atearam fogo e destruíram parcialmente os cadáveres das vítimas supramencionadas no interior do veículo Toyota Etios, placa KWL 7122, cor branca, ano 2018, que foi abandonado na Rua Pedro Rufino, na altura do número 446, no bairro Cordovil A milícia do Quitungo atuou na região durante muitos anos, explorando a cobrança de taxas ilegais mediante extorsão de moradores e comerciantes locais, praticando homicídios contra as pessoas que se recusam a obedecê-los ou que integram facção criminosa rival. Alvo de hoje, Zaqueu, que era PM na época, era a liderança maior na comunidade à época dos fatos, sendo o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados na comunidade. O então PM Beiço era o segundo da escala hierárquica, cabendo a este gerenciar e comandar os postos hierarquicamente inferiores.Goiaba era o terceiro na hierarquia. Pelo lado do tráfico, Peixáo era o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados por seus subordinados e tinha como braço direito, o bandido vulgo Dino, que até hoje não se confirma se está morto ou não. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Peixão disse que Deus deu o Complexo de Israel (TCP) na sua mão

A denúncia do Ministério Público Federal contra o tráfico de armas envolvendo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, o descreve como sendo o o líder do tráfico, o “dono do morro”, exercendo a liderança maior dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Peixão, segundo a denúncia, é responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. Peixão disse que trata o Complexo de Israel como se fosse um país que possui um exército bem aparado. Disse que Deus deu a comunidade na sua mão e por isso precisa ter tudo. Segundo o documento, a facção criminosa é responsável por grande parte dos conflitos armados ocorridos no Complexo do Israel, em especial por conta da rivalidade violenta com outra organização fluminense, o Comando Vermelho, liderado por indivíduo conhecido como “Doca” No mês de fevereiro de 2025, uma operação policial foi realizada no Complexo do Israel, no intuito de prender “Peixão”, cujo objetivo, segundo o Secretário Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, foi o de “salvar vidas” Nos cinco dias antecedentes à redação desta denúncia, membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro entraram em conflito armado com o grupo rival, Comando Vermelho, resultando em tiroteios na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma conversa captada de Peixão, ele fala sobre a captura de um morador do Complexo do Israel, comunidade dominada pelo TCP, efetuada por indivíduo conhecido como “Gardenal” (cujo nome real é Carlos da Costa Neves), integrante da facção Comando Vermelho, e que teria alertado “Peixão”, por meio do morador interpelado, que em breve haveria um confronto entre membros dos grupos rivais. Nos diálogos, Everson Vieira, o Deus, que era encarregado de negocair armas para Peixão, respondeu “vamos explodir eles”, ao comentar sobre integrantes da organização rival Comando Vermelho: FONTE: Ministério Público Federal

Peixão (TCP) pretendia montar uma loja no Paraguai para facilitar o envio de armas para o RJ

Tivemos acesso a denúncia do Ministério Público Federal contra o traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão e Everson Silva, acusados de importar armas de guerra e trazer para o Rio por meio dos Correios. Everson buscava na internet anunciantes de equipamentos como bloqueadores de sinais e drones, bem como armamento, realizava a compra reiterada dos produtos escolhidos por Peixão e os entregava a este, como o fim de abastecer a organização criminosa. A “parceria” entre os dois era tamanha que “Peixão” cogitava abrir uma empresa de fachada, em conjunto com o primeiro denunciado, no Paraguai, local onde a comercialização de bloqueadores de sinais é permitida, e trazer, pormeio de outro membro da organização, os esquipamentos pela via terrestre ao Rio de Janeiro Na data de 10 de junho de 2024, o primeiro denunciado enviou a “Peixão capturas de tela do próprio celular, em que confirmava a compra de diversos fuzis com vendedores localizados no Paraguai e afirmava que iria buscar o armamento pessoalmente Everson era responsável pelo primeiro contato com diversos vendedores, a fim de comparar preços e forma de pagamento, bem como as condições deintrodução da mercadoria no país e depois repassava tais dados a Peixão. que, na condição de líder do TCP, escolhia quais produtos seriam adquiridos efornecia dinheiro para as aquisições Além de bloqueadores de sinais, armas e drones, os denunciados também adquiriam para a organização criminosa rádios de comunicação de longa distância e dispositivos aptos a interceptar comunicações policiais. Queriam até bazucas, Everson demonstra o pertencimento à facção Terceiro Comando Puro ao responder que os equipamentos que negocia serão suficientes para eliminar“Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. O sucesso da empreitada criminosa, garantida pela atuação dos denunciados na aquisição dos equipamentos proibidos, é comemorado por Péixão nosmeses de junho e julho Além da comunicação frequente com “Peixão”, líder da facção criminosa, também foi possível constatar que Everson mantinha contato constante com dois outros integrantes do Terceiro Comando Puro: indivíduos conhecidos como “Zero” (também chamado “TH”, e “Gordinho do Gás” (terminal ambos responsáveis pelo fluxo de valores do grupo, destinados a compra de equipamentos proibidos. Em síntese, “Zero” e “Gordinho” mantinham diversas contas correntes em nome de terceiros e, sob ordens de “Peixão”, transferiam a Evreson os valoresnecessários para as compras de drones, armas, bloqueadores de sinais e comunicadores, conforme se extrai dos diálogos datados de junho de 2024 e, em especial, do comprovante da transferência de R$30.000,00 (trinta mil reais) enviados por “Gordinho” ao primeiro denunciado, a fim de que este concretizasse a compra de mais um drone lançador de granadas: Na data de 12 de dezembro de 2023, Everson (identificado nas capturas de tela com a cor verde) entrou em contato com comerciante de bloqueadores de sinais, informando-o que pretendia realizar reiteradas compras semanais do equipamento18: Com o fim de evitar a interceptação de tais comunicações, “Peixão” sugeriu a Everson que este utilizasse terminal estrangeiro específico apenas para a negociação dos equipamentos proibidos. Everson tinha a função de negociar, adquirir e promover a importação de aparelhos destinados ao funcionamento da organização, tais como bloqueadores de sinais (utilizados para impedir o rastreamento de veículos e celulares, proibidos pela ANATEL), comunicadores de alta tecnologia e drones lançadores de granada (estes últimos apreendidos pela Polícia Federal em 15 de julho de 2024, quando foi preso. Ele também é responsável por planejar e efetivar a importação e a compra de armamento para os integrantes do Terceiro Comando Puro, incluindo revólveres, pistolas e fuzis, por meio de negociações com vendedores localizados no Paraguai, e custeadas pelo líder da organização criminosa Terceiro Comando Puro, Álvaro Malaquias, conhecido como “Peixão”. Peixão providenciava os recursos financeiros para que Everson promovesse a importação de mercadoria proibida, consistente em dispositivo bloqueador de sinal de radiocomunicação (BSR) utilizado para abater drones, comercialmente designado “fuzil anti-drone”. FONTE: Ministério Público Federal do RJ

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