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Terceiro Comando Puro

Ataque do tráfico deixou um morto e dois feridos no Morro dos Macacos (TCP)

Nesta sexta-feira (9/5), de acordo com informações preliminares da UPP Macacos, criminosos armados efetuaram disparos de arma de fogo na Rua Barão do Bom Retiro, nas imediações da Comunidade dos Macacos, em Vila Isabel. Três pessoas foram atingidas e socorridas ao Hospital Federal do Andaraí. Uma delas morreu. Os autores da ação fugiram. O policiamento foi intensificado na região. FONTE: PMERJ

Justiça decretou preventivas de cinco traficantes do TCP acusados de matar rival do CV em Paraíba do Sul. Guerra de facções aterroriza cidade de 40 mil habitantes

A Justiça decretou a prisão preventiva de cinco traficantes do Terceiro Comando Puro acusados de matar um rival do Comando Vermelho em janeiro quando a vítima estava na porta de sua casa com a esposa na cidade de Paraíba do Sul, no interior fluminense. O crime ocorreu em 30 de janeiro. e vitimou Fábio Miller Rosa Franco. Fábio foi alvejado quando retornava do supermercado, na companhia de sua companheira e, ao estacionar sua moto em frente de casa – situada na Rua Deocleciano Alves de Souza, Caminho de Dentro, um veículo Fiat Argo na cor branca chegou ao local, descendo um homem que atirou na vítima. Com Fábio caído no chão, este mesmo homem se aproximou e efetuou mais disparos, entrando em seguida no banco do carona do carro, retirando-se em alta velocidade na direção ao distrito de Werneck. A companheira da vítima descreveu que Fábio era traficante de drogas com ligações com a facção Comando Vermelho, tendo desavença com traficantes do bairro Liberdade – ligados à facção rival Terceiro Comando. Alguns dos bandidos eram da cidade de Paty do Alferes. Segundo a Justiça, foi mais um episódio de uma sequência de crimes violentos, envolvendo tiroteios, que estão ocorrendo na cidade, tudo dentro de um contexto de uma verdadeira ‘guerra’ entre traficantes de facções inimigas – TCP (bairro Volante e bairro Liberdade) e Comando Vermelho. Esses fatos têm causado pânico na população, não apenas nos moradores desses bairros como também nos moradores de todo o município, pois se trata de uma cidade pequena, de quarenta mil habitantes, não acostumada com conflitos armados entre facções criminosas.” FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) e comparsas tiveram as prisões decretadas por mortes de inocentes durante ataques em outubro

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de seus comparsas Porquinho, Geremias ou Rei do Fumo, Dino e Artilheiro pela morte de dois inocentes durante ataques em vias expressas em 24 de outubro de 2024. Segundo os autos, por volta das 7h45min daquele dia, na pista sentido Centro da Linha Vermelha, nas proximidades do bairro Parque Duque, em Duque de Caxias/RJ, os os bandidos ordenaram que seus subordinados efetuassem disparos de arma de fogo de calibre 7,62mm em via pública, na direção de populares, disparos que acabaram atingindo e matando as vítimas Paulo Roberto de Souza, que exercia atividade laboral ao transportar passageiro em seu veículo GM/Ônix e Geneilson Eustaque Ribeiro,, condutor de um veículo Kia Bongo – K2500 HD, cor branca, que se encontrava parado na via, O inquérito policial apontou através dos depoimentos colhidos em sede policial que os crimes imputados aos denunciados foram cometidos de forma premeditada e coordenada, visando a intimidação da população civil e a desestabilização da atuação estatal na localidade e principalmente, afastar a operação policial que incursionava na Cidade Alta. FONTE: TJ-RJ

Inteligência da Polícia Civil descobriu tentativa de aproximação do TCP com a maior milícia do RJ mas caso foi arquivado

Procedimento investigatório instaurado por determinação da autoridade policial lotada na Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Polícia Civil – SSINT/SEPOL no ano passado verificou-se que traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro – TCP baseados na Vila Aliança buscaram aproximação da narcomilícia presente nos bairros de Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e adjacências, a fim de aumentarem seu poderio bélico e financeiro, com a finalidade de se organizarem, planejarem e executarem atividades delitivas, em especial a tomada armada de comunidades dominadas por facções rivais, notadamente o Comando Vermelho. Segundo a apuração, os traficantes Sabão de Senador Camará e Vila Aliança, Lacoste do Complexo da Serrinha e Scooby ,do Morro dos Macacos formavam o o trio de líderes do Terceiro Comando Puro, que atuam em parceria com narcomilicianos como o de vulgo Cinco Letras,”, fornecendo apoio mútuo à manutenção ilegal e violenta dos territórios já dominados. Durante a investigação foi autorizada a interceptação telefônica de terminais e o afastamento do sigilo telemático de alguns alvos, entretanto, apesar das mencionadas medidas cautelares terem permitido a identificação de algumas características e dinâmica de atuação do grupo criminoso, bem como terem auxiliado na obtenção e difusão de diversas informações úteis à Inteligência Estratégica de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, como a prevenção de ataques de criminosos a unidades e equipes policiais, a identificação e intervenção nas investidas criminosas para disputa territorial entre organizações criminosas rivais, não foi possível, todavia, identificação precisa dos autores dos eventos. Não houve nos autos a identificação dos agentes e suas condutas ilícitas individualizadas, uma vez que boa parte dos terminais monitorados não se encontrava em utilização ou não apresentou, ainda que em efetivo funcionamento, diálogos com alguma relevância do ponto de vista da persecução penal. Apesar de terem sido detectadas algumas poucas conversas suspeitas, com indícios de cometimento, em tese, de ilícitos penais, no entanto, estas foram mantidas de forma truncada, não sendo possível identificar a dinâmica em toda a sua completude, apesar dos esforços da equipe de análise.Por isso, careceram nos autos de elementos determinantes da autoria que autorizem o oferecimento de denúncia, e bem como a continuidade da investigação. Por isso, o caso foi arquivado. FONTE: Informação de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Com acesso livre a celulares na cadeia, traficante da ADA controla câmeras instaladas em comunidade de cidade do Norte Fluminense e condena vítimas no ‘Tribunal do tráfico’

Investigação revela que o traficante Buldogue, mesmo preso, continua coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) na cidade de São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, Além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, o bandido age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. O caso invesgado no IP 147-00264/2024 em que houve mais um episódio de tribunal do tráfico, familiares da víma testemunharam todo ocorrido, em que Buldogue determinou a tortura e execução da vítima. A audácia e sensação de impunidade é tamanha que o invesgado, sem o menor pudor, falava ao telefone com policiais militares, tal como ocorreu nos autos do IP 147-00582/2024. Buldogue se vale de aparelhos de telefone celular na cadeia para poder coordenar sua avidade ilícita. Restou provado que Buldogue e Carlão(outro interno do sistema penitenciário) tem acesso direto a câmeras de segurança espalhadas pela localidade, inclusive se comunicam diretamente por intermédio de microfone acoplado à câmera. Além disso, usam o telefone celular para controlar o direcionamento da câmera, apontando para onde desejarem, como clara intenção de direcionar toda avidade criminosa que ali ocorre. Obviamente, além disso, usa o telefone para chamadas de áudio e vídeo com seus subordinados e com a alguns cidadãos que procuram os traficantes para prestar esclarecimentos, prestar contas de suas avidades e solicitar auxílio para resolução de demandas. A degravação conda na informação sobre invesgação registra que a parr do horário de 15h 20 min do dia 25/09/2024 ocorre um diálogo em que uma pessoa se apresenta aos traficantes do Bar da Ilha para se jusficar sobre uma suposta acusação de furto. Neste diálogo o cidadão fala diretamente o vulgo de Buldogue. Neste episódio o diálogo foi feito por telefone e monitorado diretamente pela câmera, em tempo real, fato este que restou evidenciado que Buldugue tinha acesso ao vivo de tudo que ocorre na localidade. Pelas imagens e capturas sonoras ambientais da própria câmera, foi possível perceber que os traficantes, seguranças e olheiros da boca-de-fumo falavam com Carlão pela própria câmera e também por ligação de telefone celular. Constatou-se que ele monitora a boca-de-fumo do bar da ilha, vendo a posição dos traficantes, olheiros e seguranças, bem como realizando a contabilidade do dinheiro arrecadado ao longo dos plantões. Impende ressaltar que ele está atualmente preso e, mesmo assim, consegue ter acesso a aparelho celular e tecnologia para viabilizar o controle remoto da câmera de segurança. No horário de 22h 39min do dia 25/09/2024 uma mulher interagiu com Carlão pela câmera em contexto que não deixa dúvidas de que, de fato, o criminoso estava naquele momento dirigindo toda a cena criminosa em tempo real de dentro do sistema penitenciário. Os bandidos da quadrilha sçao no triplo homicídio ocorrido neste município (IP 147-00628/2024). Um adolescente era um dos responsáveis para ligar para o Buldugue quando do julgamento do Tribunal do Tráfico realizado e capturado pela câmera de segurança. O traficante DZ ligou para Buldogue na parte que uma mulher idosa foi procurar o Tribunal de Tráfico. Um olheiro que se passa como trabalhador de um estaleiro que fica muito próximo ao bar da ilha e, por tal movo, passa despercebido pelas guarnições da polícia militar. . As imagens deixam límpido que ele não é mero informante ou colaborador, atua com muito afinco, intensidade e importância na vigilância das invesdas policiais, aparece, até mesmo, interagindo com a câmera manipulada pelos chefes, mostrando inmidade e que tem pleno conhecimento e aceitação de toda a cadeia de comando. Nega Leidi era olheira e vapor, sempre gritava “Lombrou”, “Olha a barca”, “Olha o Versa”, “Olha o Corolla”para avisar aos comparsas) sobre aproximação de viaturas e eventuais ataques da facção rival TCP e apontando e indicando o local em que os usuários pegariam as drogas. o local em que os usuários pegariam as drogas. Uma adolescente infratora tem a mesma função de Nega. Ela foi flagrada pelas imagens das câmeras de segurança monitorando toda a atuação das viaturas policiais e prestando auxílio aos demais traficantes. Uma outra mulher ensina como tumultuar as invesdas da PMERJ no local. Em um diálogo, ela disse. “Tem que ter feito para bater de frente com a polícia. A câmera é do bar e você não pode meter a p.. da mão. O bar não tem nada a ver com o tráfico de drogas, sendo a câmera para minha proteção, para minha vigilância, você tem que bater de frente”. Mais uma mulher avisa aos traficantes sobre a movimentação das viaturas da PMERJ, apontando o local de onde vem e para onde foram. Este policial tentou colher a qualificação dela, mas ela sempre se esquiva correndo para dentro de casa quando vê a aproximação de qualquer viatura ou veículo diferente. Um homem foi flagrado pelas imagens, em diversas oportunidades, dando informações para os traficantes sobre o local em que viu as viaturas da polícia. Ele sempre é visto numa motocicleta branca e, sempre que aparece na boca-de-fumo, sente-se na obrigação de passar informações sobre as viaturas de polícia que viu no trajeto. FONTE: Informações de processo de processo do TJ-RJ disponíveis o site jurídico Jusbrasil

Justiça decretou prisão temporária de traficantes do TCP suspeitos de atacarem rivais do CV em Três Rios: um morreu e outro ficou ferido

A Justiça decretou as prisões temporárias de dois traficantes do Terceiro Comando Puro suspeitos de promoverem um banho de sangue em Três Rios no último dia 25 de abril. Na ocasião, um bandido do CV foi morto e outros dois ficaram feridos. As vítimas estavam em uma barbearia. Segundo os autos, os atiradores pararam motocicleta de cor escura na esquina próxima ao numero 21 da Rua Fagundes Varela, bairro Vila Isabel, sacaram pistolas que traziam na cintura, deram alguns passos e começaram a efetuar disparos na direção de indivíduos que estavam no interior da barbearia Salgado do Corte. “O episódio foi gravado por cameras de segurança do mercado ao lado da barbearia, tornando possível visualizar os atiradores e ver quando as pessoas que transitavam pelo local tentam se afastar e uma das vitimas tentou fugir correndo pela rua enquanto disparos são feitos em sua direção. Os traficantes Emerson dos Santos Vieira Ladislau, vulgo Mimi e o vulgo PL, além de L.M.M foram socorridos e levados pelo Samu para Unidade de Pronto Atendimento de Três Rios e Hospital de Clinicas Nossa Senhora da Conceição. Emerson foi declarado morto ao chegar na Upa. PL chegou lucido e foi entrevistado no corredor do Hospital Nossa Senhora da Conceição. Questionado através da lente de um telefone celular, PL, conhecido traficante associado a facção criminosa Comando Vermelho, afirmou que identificou os atiradores. Uma testemunha detalhou ter visto quando um dos motociclistas invadiu a barbearia e disparou contra seus clientes que estavam no local. Segundo o declarante, vendo que o rapaz tinha uma pistola nas mãos, correu sem olhar para trás. A testemunha ainda teria se deparado com o segundo atirador que estava na calçada e vestia um colete verde, vendo ainda, do lado de fora, quando os atiradores subiram na motocicleta que acredita ser uma Honda CG 160, e deixaram o local em fuga. Os fatos ocorridos naquele final de tarde, revelam mais um capítulo da disputa declarada entre traficantes de facções criminosas rivais que se instalaram na cidade. O traficante sobrevivente não teve dúvidas ao identificar os atiradores.. Afirmou que já foi “cria” do Morro São Carlos e que já conhecia os autores.Na noite seguinte, dois outros traficantes foram alvos de disparos na região de Nova Niterói e a polícia acredita que todos estes crimes podem ter uma relação e podem ser explicados ou esclarecidos com a prisão dos dois atiradores. A Justiça autorizou mandados de busca e apreensão em diversos endereços de suspeitos de pertencer ao TCP na cidade. A diligência de busca e apreensão deverá se dar visando a arrecadação de objetos que guardem relação direta ou indireta com o episódio, principalmente a arma utilizada. FONTE: TJ-RJ

Bicheiro inimigo de Celsinho da Vila Vintém (ADA) pagou policiais para transferí-lo para presídio federal. Suposta traição do traficante fez com que surgisse o TCP

Preso ontem, o traficante Celsinho da Vila Vintém era inimigo do falecido contraventor Fernando Iggnácio. Em 2017, o bicheiro determinou que o traficante fosse transferido para um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio de Janeiro mediante pagamento de propina a policiais. Para isso, houve uma pactuação entre delegados, entre eles Maurício Demétrio, demitido da corporação, para a fabricação de expedientes para conferirem subsídio a uma representação policial pela decretação de prisão preventiva de Celsinho e sua posterior remoção para outro estado. Um dos delegados, à época a frente da DP da Rocinha, aceitou a promessa de pagamento de vantagem indevida. e representou pela decretação da prisão cautelar de Celsinho. No mesmo ano, Celsinho da Vila Vintém teria fornecido apoio à Antônio Bonfim Lopes, vulgo” Nem da Rocinha “, na retomada do controle das atividades do tráfico naquela comunidade, que havia sido tomada pelo Comando Vermelho. No tempo todo que ficou preso da outra vez (entre 2002 e 2022), Celsinho transmitia as ordens para sua mulher que fazia uso de sua qualidade de esposa para ter livre acesso ao mesmo, realizando visitações e recebendo telefonemas através dos quais lhes são passadas instruções relativas ao comando do tráfico. Cabia a ela servir de elo entre o mentor intelectual da quadrilha e os seus demais integrantes, transmitindo ordens e instruções de atuação. Ela possuía contato com os integrantes da quadrilha, conhecidos como “Frente”, e, na ausência de determinação do Celso, lhe cabia a decisão final acerca de todas as atividades criminosas praticadas pelos narcotraficantes. Ela também tinha a tarefa de receber e administrar todo o dinheiro recolhido com a venda de drogas, atuando como contadora, tendo, após a prisão de “Celsinho”, assumido o controle da favela. Investigações antigas trouxeram relatos de como a quadrilha de Celsinho torturava e humilhava pessoas, descrevendo que a ordem parte do interior do presídio especificando-se como titular das ordens Celsinho da Vila Vintém”. Ele mandava nas comunidades Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Wogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão” Celsinho chegou a ser acusado de mandar matar um homem que não permitia que os traficantes usassem a laje de sua casa como esconderijo de armas e drogas. Depois que Celsinho deixou a cadeia em 2022, os presos vulgos Quito ou Cérebro e Cimar ou Veludo), que eram homens de sua confiança, assumiram a liderança da ADA na prisão. Quito, por exemplo, teria participado ativamente no planejamento e execução da ação que ensejou a fuga da unidade prisional Bangu 6. Ainda segundo tais dados, a cúpula da facção teria autorizado a fuga para suposta retomada de pontos de venda de drogas na capital fluminense. Celsinho fundou a ADA nos anos 90 junto com Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê. Com a morte deste em 2002 em uma rebelião dentro do presídio de segurança máxima Bangu 1, houve um racha na união entre a ADA e o Terceiro Comando, propiciando a formação do Terceiro Comando Puro. Sobre a rebelião,, Celsinho da Vila Vintém alegou que, no dia do crime, tentou se proteger do ataque dos presos e não viu Fernandinho Beira-Mar participando da invasão a cela de Uê. Celsinho foi acusado de traidor e isso foi um dos motivos do rompimento do TC e da ADA. Celsinho permaneceu com a ADA ao lado de Paulo César Silva dos Santos, o Linho, que comandava o Complexo da Maré, além de traficantes do São Carlos, Dendê, Serrinha, Muquiço e Pedreira. Do outro lado, com o TCP, ficaram bandidos de Acari, Senador Camará, Parada de Lucas e parte do Complexo da Maré (morros do Timbau e Baixa do Sapateiro). FONTE: Informações de processos do TJ-RJ obtidas no site jurídico Jusbrasil

Traficantes do TCP atacaram reduto do CV em Niterói

Noite de guerra em Niterói. Traficantes do TCP oriundos do Complexo da Maré atacaram o Morro da Boa Vista, no bairro do São Lourenço, reduto do CV. Segundo relatos, o bonde invasor foi comandado pelo criminoso vulgo Dril. Vídeos com o som dos tiros foram divulgados na Internet. . FONTE: Pega Visão RJ (Telegram) .

Traficantes do TCP estariam exigindo taxa de R$ 1.800 de moradores de condomínio em Madureira

O síndico de um condomínio residencial que fica no Morro do São José, em Madureira, convocou moradores para uma assembleia que vai debater uma suposta cobrança de uma taxa de R$ 1.800 mensais que estaria sendo.imposta por traficantes do Terceiro Comando.Puro a partir de maio. A Polícia Civil já tem conhecimento do fato e está investigando. O Morro São José é controlado por bandidos do Complexo da Serrinha, que tem como chefes os criminosos vulgos Lacoste e Coelhão. Hoje, circulou informação nas redes sociais que um integrante da quadrilha pulou para onComando Vermelho e levou um fuzil. FONTE: Pega Visào RJ (Telegram)

Ataque do TCP em área do CV no Engenho Novo deixou um morto e mulher ferida

A PMERJ informa que, nesta quarta-feira (7/5), criminosos ligados ao Terceiro Comando Puro realizaram disparos de arma de fogo contra um bar localizado na esquina da Av. Barão do Bom Retiro com Rua Açaré, no Engenho Novo, no Morro do São João, área do CV. Um homem foi atingido e não resistiu aos ferimentos. Uma mulher que passava pelo local foi ferida e socorrida ao Hospital Salgado Filho, no Méier. Equipes da UPP São João foram deslocadas ao local e o Corpo de Bombeiros foi acionado. Ocorrência em andamento. O morto era um ex-cria da comunidade dos Macacos que havia pulado pro Morro do São João (CV). FONTE: PMERJ e Baú do Rio OFC (Telegram)

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