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tentativa de homicídio

Justiça decreta mais uma vez a prisão preventiva de Doca por tentativa de homicídio durante guerra entre milícia e tráfico na Gardênia Azul (CV)

Sem revelar o nome da vítima e a data que ocorreu o crime, a Justiça decretou mais uma vez a prisão do traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, por homicídio tentado e lesão leve.  Além dele, são acusados os bandidos vulgos Gardenal, GL, China e Filezinho.  O crime ocorreu no contexto de guerra entre a milícia e o tráfico na região da Gardênia Azul, em Jacarepaguá  Os acusados são  apontados como integrantes do movimento dotráfico, da facção criminosa “Comando Vermelho”, que teria como líderes Doca e Gardenal. Três dos acusados – já respondem a pelo menos mais um processo na mesma vara judicial por crimes do mesmo tipo, que, igualmente, teriam sido praticados no contexto da disputa entre o tráfico e a milícia na região da Gardênia Azul, Zona Oeste da cidade. A exceção de GL e China, os demais acusados se encontram na condição de “procurados” no BNMP (Banco Nacional de Mandados de Prisão)

Saiba mais sobre traficante do CV que participou de ataque a QG do TCP em Cabo Frio e foi baleado e preso

Policiais militares realizaram uma operação, nesta quarta-feira (06), na localidade conhecida como “Boca do Mato”, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde conseguiram localizar e prender o traficante, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV),  e considerado de Alta Periculosidade, João Gabriel Figueiredo Marciano, vulgo “Haxixe ou Canelão do Tangará”, de 25 anos.  De posse de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAP), juntamente com equipe do Serviço Reservado (P/2), procederam ao Beco da Cristal, para verificar a venda de drogas onde ocorreu um confronto armado, sendo o criminoso “Haxixe”  baleado e socorrido para o Hospital Jardim Esperança, em Cabo Frio, onde ficou sob escolta policial.  Considerado um dos criminosos mais perigosos da região, ele é apontado como responsável pela execução de Paulo Henrique, de 24 anos, na madrugada do dia 10 de outubro de 2024, no bairro Tangará. Durante o ataque, uma criança de apenas 1 ano, filho da vítima, também foi baleada. Ele também é um dos envolvidos na tentativa de homicídio em Tangará, quando teria disparos diversos tiros contra a vítima, na porta de sua casa. Ele é um traficante conhecido por seu histórico violento e por suas atividades de alta periculosidade. Ele começou sua carreira criminosa no Terceiro Comando Puro (TCP), onde liderava o tráfico de drogas no Tangará. No entanto, em busca de mais poder, ele se aliou ao Comando Vermelho (CV), da comunidade Boca do Mato. Desde então, tem promovido uma série de execuções contra ex-aliados, demonstrando sua disposição para eliminar qualquer um que considere uma ameaça à sua nova posição.  Contra ele constavam dois mandados de prisão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio/TJRJ, pelo crime de Homicídio Qualificado. A VTR da P/2 do 25º BPM fora alvejada, porém equipes intactas, conduzirão à ocorrência à 126ªDP para registro e execução das medidas cabíveis sobre o caso.

Traficantes do TCP têm mais uma preventiva decretada suspeitos de tentar matar rival do CV no Terreirão

Os traficantes do.TCP vulgos RB e Chibata tiveram msis uma prisão preventiva decretada pela Justiça pela tentativa dr homicidio contra um rival do CV na comunidsde do.Terreirão, no.Recreio dos Bandeirantes. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, o comércio ilegal de drogas na comunidade do Terreirão, localizada no bairro do Recreio dos Bandeirantes, onde ocorreram os fatos narrados na denúncia, é disputado pelas facções rivais Comando Vermelho e TCP, numa intensa guerra com o intuito de que somente uma delas assuma o controle do tráfico nesta comunidade, e que Gabriel. teria sido mais uma vítima deste confronto. Consta nos autos que a vítima sobrevivente se encontra custodiada, prestou depoimento no dia 4 de abril qual afirmou que os ora denunciados “Chibata” e “RB” tentaram lhe matar no ano de 2023. Segundo a vítima, ela estava na Rua HW, no Recreio dos Bandeirantes, por volta de 10 horas, acompanhado por dois amigos, quando o “bonde do TCP” passou em um carro branco e os três ocupantes do veículo, todos armados, efetuaram disparos em sua direção.Gabriel informa que estava de costas quando sofreu o atentado e que foi alvejado por sete disparos de arma de fogo. Afirma ainda o depoente que conhecia os denunciados desde criança e que o crime foi motivado por disputa territorial, já que ele integra a facção rival Comando Vermelho.

“Quero ver vocês me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam”, disse Oruam quando a polícia estava a sua procura

“Quero voer vocês virem aqui, pô, me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam, Vai tnc, sou filho do Marcinho, seus fdps, vem me pegar aqui agora, estou na Penha, entra aqui para você vê Essas foram as palavras literais feitas pelo rapper Oruam depois que a polícia estava atrás dele após a tentativa de homicídio contra policiais em julho. Os dizeres constam nos autos de decretação da prisão preventiva do cantor. Ao todo, sete pedras foram lançadas contra os policiais do peitoril da primeira janela do andar superior de 4,5m (quatro metros e cinquenta centímetros) de altura, vindo a serem jogadas de cima para baixo por Oruam e comparsas. Pedras atingiram diretamente o policial Alexandre (uma pedrada acertou as costas e a outra atingiu o calcanhar esquerdo) e em relação ao delegado Moyses Santana,uma das pedras passou a poucos centímetros de seu rosto, sendo necessário se abrigar atrás da viatura, movimento também realizado pelo seu colega. Oruam persistiu na escalada criminosa e buscou atrair os agentes de segurança para local com maior garantia de resultado morte dos mesmos, no caso a fuga para o Complexo da Penha, Convém observar que as vítimas estavam desprovidas de capacete, colete e equipamentos de segurança, o que ingressou na esfera de conhecimento dos acusados durante a ação criminosa, contribuindo para o agravamento do risco Concluiu que a 1ª pedra, ao atingir o solo (ou um alvo humano), atinge força de impacto superior a 9000 N, valor muito acima do limiar de fratura óssea craniana, podendo resultar em lesões letais imediatas. Em relação às demais (2ª à 7ª pedra), utilizando-se das mesmas bases de cálculos e dados observou através do gráfico constante no bojo da denúncia que, em se tratando de caso de múltiplos lançamentos, a análise dos fatos narrados, envolvendo o lançamento sucessivo de pedras de uma sacada situada a 4,5 metros de altura, com direcionamento a pessoas e locais habitados, indica que os denunciados assumiram o risco de produzir o resultado morte. Oruam e os demais indivíduos também lançaram pedras na viatura utilizada pelo declarante, danificando-a. O rapper também deu socos na viatura.Os policiais optaram por sair do local, tendo em vista que naquele momento havia risco real de que alguma pedra acertasse os mesmos, pondo em perigo suas vidas e integridade física; que assim entraram rapidamente na viatura e se posicionaram mais a frente, se distanciando dos autores, enquanto o reforço era solicitado, inclusive da PMERJ; Segundo a Justiça, a posição audaciosa de Oruam desacato e ameaças aos agentes das forças policiais não se deu somente pelas redes sociais, mas também pessoalmente, consoante mídia publicada nas redes sociais, referente ao dia dos fatos, sendo extremamente grave e dela se denota que em futuras ocasiões atuará da mesma forma, sendo necessária a prisão para a garantia da ordem pública. Frise-se que, por força das ações eleitas pelo próprio acusado, o caso ganhou notoriedade e imprescindível que o Poder Judiciário garanta que a segurança estatal retome a ordem diante do caos gerado pelas ações dos denunciados. Percebe-se que as ações dos acusados, em especial acusado “Oruam”, repercutem de modo tão negativo na sociedade que incitam a população à inversão de valores estabelecida contra as operações feitas por agentes de segurança pública, conforme se depreende pelo início da ação legítima de apreensão do adolescente “Menor Piu” e também pelas demais repercussões, causando profundo abalo social. Assim, a Ordem Pública restou extremamente abalada pelos fatos em comento, demandando rápida ação estatal a fim de conter as futuras e prováveis ações de escalada delituosa. Por fim, ressalte-se que o acusado Oruam, com visibilidade em razão de suas apresentações como “artista”, é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências

PM forneceu informações sobre colega de farda a bandidos. Vítima sofreu atentado em Paraty mas sobreviveu

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) prenderam, nesta quinta-feira (31/07) cinco criminosos envolvidos na tentativa de homicídio de um policial militar em Paraty, na Costa Verde. O crime ocorreu em 17 de junho deste ano, quando a vítima foi atacada ao chegar em casa. Na ocasião, os autores passaram em um veículo e efetuaram os disparos, inclusive de fuzil. O policial reagiu e sobreviveu ao atentado. As investigações da DRE identificaram os envolvidos, inclusive o mandante da execução, que está no sistema prisional. Segundo os agentes, durante a apuração dos fatos, ficou evidenciado o envolvimento de um policial militar, que teria fornecido informações estratégicas sobre a rotina da vítima, favorecendo o planejamento do crime. O material apreendido na operação passará por perícia, a fim de subsidiar e buscar novos elementos para a investigação.

Homem que baleou e manteve passageiros reféns dentro de ônibus na Rodoviária do Rio foi condenado a 25 anos de prisão

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), obteve, nesta terça-feira (29/07), a condenação de Paulo Sérgio de Lima, vulgo “Paulinho”, pela tentativa de homicídio de duas pessoas e por manter reféns passageiros no interior de um ônibus, na Rodoviária do Rio, no dia 12 de março de 2024. O réu foi condenado a 25 anos e três meses em regime fechado por tentativa de homicídio triplamente qualificado (emprego de meio que resultou perigo comum, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de arma de fogo de uso restrito), sequestro e cárcere privado. De acordo com a promotoria, o denunciado atirou contra as duas vítimas pois acreditava que eram policiais à paisana que estavam no coletivo para prendê-lo. Em seguida, impediu que os outros 15 passageiros, entre eles uma criança de dois anos, saíssem do ônibus. Ele ainda usou uma das vítimas como “escudo humano”. A decisão judicial destaca que a conduta do acusado, na prática e no itinerário do crime, demonstra que lhe faltou qualquer sentimento de empatia para com o semelhante ao manter as vítimas restritas de sua liberdade, dentro de um ônibus, sob os holofotes da imprensa, durante várias horas. “Em plenário, hoje, o acusado, em sua autodefesa, chegou a dizer que gostaria de ser diretor de filme, a indicar que tirou felicidade e gozo pela situação de palco que vivenciou com a sua dramática colocação das vítimas sob seu comando”, pontuou o Juízo.

Oruam foi denunciado por tentativa de homicídio contra policiais

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, pelos crimes de tentativa de homicídio, lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público. O MP aponta que ele e outros três homens, também denunciados, teriam atacado com pedras e ameaçado policiais civis durante uma ação na parte externa de sua residência, no bairro do Joá, Zona Oeste do Rio. A Promotoria ofereceu denúncia contra Oruam e Willyam Matheus Vianna, na segunda-feira (28/07), no inquérito referente à tentativa de homicídio. Foi apreentada denuncia em outro inquérito que trata dos crimes de lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público. Nesta segunda ação respondem Oruam, Willyam e outros dois denunciados: Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais e Victor Hugo Vieira dos Santos.. As denúncias detalham os fatos ocorridos na noite de 21 de julho, quando policiais civis foram até a residência de Oruam para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente. Segundo as investigações, o menor foi localizado saindo da casa de Oruam, acompanhado de um grupo de pessoas. No momento da abordagem, os denunciados tentaram impedir a ação policial com ofensas verbais, ameaças de morte e agressões físicas.Na ocasião, um policial civil foi atingido por pedradas e ficou ferido. Um delegado também foi alvo das pedras, mas não se feriu. Os veículos descaracterizados utilizados na operação também foram danificados. Ainda de acordo com as ações ajuizadas, durante a confusão, MC Oruam afirmou aos policiais que era filho de “Marcinho VP”, numa tentativa de intimidação. A declaração também foi registrada nas redes sociais após o episódio. Com a ajuda do grupo, o adolescente conseguiu fugir e, apenas um dos envolvidos, Pablo Morais, foi preso em flagrante no local. O MPRJ também solicitou à Justiça a manutenção e decretação das prisões preventivas, além do pagamento de indenização pelos danos causados ao A investigação que resultou na denúncia por tentativa de homicídio qualificado apurou que algumas das pedras arremessadas por Oruam e Willyam Matheus possuíam grande peso e poderiam causar lesões letais imediatas. A perícia identificou sete pedras lançadas, com massas variando entre 130 gramas e 4,85 quilos. Ainda segundo a denúncia, os objetos foram arremessados de uma altura de 4,5 metros, e houve repetição da conduta, mesmo diante da potencial letalidade das agressões. Um dos policiais foi golpeado nas costas e no calcanhar esquerdo, enquanto outro conseguiu abrigar-se atrás da viatura.

Oruam está na mesma cadeia que chefões do CV

Preso na Penitenciária Dr. Serrano Neves, no Complexo de Gericinó, o rapper Oruam está na mesma cadeia que os traficantes My Thor do Santo Amaro, Choque do Manguinhos e Léo Barrão da Vila Kennedy. Todos citados são apontados como lideranças do Comando Vermelho em suas áreas de domínio. Segundo informação que consta no site do TJ-RJ, houve pedido de prisão temporária contra Oruam.por suposta tentativa de homicídio contra um delegado e um policial civil.

Traficantes do TCP tentaram matar sete pessoas em um bar em Nova Iguacu em abril porque elas foram até o Chapadão (CV). Duas morreram e duas ficaram feridas. Quatro tiveram prisão decretada mas mandante se livrou

A,Justica decretou as prisões preventivas de quatro  traficantes do Terceiro Comando Puro vulgos Cathau, WL e Chato, além de Vitor  que estão sendo acusados de abrir fogo contra sete pessoas em um bar em Nova Iguaçu em abril.deste ano matando duas delas (Bruno Thiago de Souza e Lucas Santos Azevedo)  e deixando dois feridos que sobreviveram porque receberam socorro médico eficaz. Os demais alvos  nãoforamm atingidos pelos disparos efetuados pelos criminosos, porque lograram êxito em se proteger e se abrigar do ataque. Segundo os autos, o traficante Sheik, na condição de líder da facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, atuante na Comunidade conhecida como “Três Campos”, Nova Iguaçu/RJ, determinou a execução das vítimas pelos autores imediatos, seus subordinados. O mandante, porém, não teve prisão decretada. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, controle social paralelo imposto pela facção TCP, tendo os denunciados, todos integrantes do grupo criminoso, praticado os crimes pelo fato das vítimas supostamente frequentarem a Comunidade do Chapadão, local dominado por facção criminosa rival – “Comando Vermelho “CV”.  Os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo em direção ao interior de um estabelecimento comercial, o qual era frequentado por outras pessoas que também poderiam ter sido atingidas pelos disparos realizados. Os atiradores chegaram ao local em duas motocicletas e passaram a efetuar disparos de arma de fogo contra as vítimas, as quais foram surpreendidos quando estavam em um momento de descontração no interior de um estabelecimento comercial. O delito foi praticado com emprego de arma de fogo de uso restrito, qual seja, de calibre .40 S&W (10 x 22) Uma testemunha disse que duas motos se aproximaram do local com os garupas portando armas de fogo, mais especificamente pistolas; O declarante se recorda que a primeira motocicleta possuía cor vermelha; Que acredita que a marca/modelo seria uma Honda CG 160; Que as motos vieram da rua Doná Madalena e chegaram na Rua Dr. Mário Pinotti manobraram em frente ao mercado Maringá e voltaram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que viu o garupa da primeira moto disparando contra todos os frequentadores do bar e que neste momento o declarante foi atingido quatro vezes e caiu ao solo;  Que após estar caído, falou que os atiradores eram da comunidade dos “Três Campos”, dominda pela facção “Terceiro Comando”; Que acredita que a motivação de deu pelo fato dos frenquantadores do bar e o dono Patrick, frequentam a comunidade do Chapadão, que é dominada pela facção “Comando Vermelho”, para beber e ir ver “pegas de moto”; Contou que o crime vitimou pessoas trabalhadoras como seus amigos Bruno e Lucas.  O declarante ficou internado no hospital Geral de Nova Iguaçu, tendo recebido alta no dia 13/04/2025 e só hoje conseguiu comparecer nessa unidade especializada para prestar esclarecimentos; Um.outro sobrevivente disse que mais cedo foi até a comunidade do chapadão, dominada pela facção criminosa comando vermelho, como costumava fazer; Que o declarante costuma beber em um bar na comunidade e aprecia os “rolézinho” de moto que lá ocorrem.Nesse dia o declarante foi com, dono do bar onde ocorreu o crime investigado por essa especializada; Que por volta de 23:00 horas do corrente dia, o declarante retornou com o amigo e decidiram beber em seu bar; Que a cerca de 00:15 duas motos se aproximaram do local com os garupas portando arma de fogo;  Que o declarante afirma que eram pistolas; Que as motos manobraram e vieram em direção ao bar; Que nesse momento o declarante correu para o interior do estabelecimento; Que na frente do declarante correramquatro vitinas ; Que em ato contínuo o rapaz percebeu que havia sido baleado no ombro esquerdo;. A testemunha conseguiu identificar todos os autores da empreitada criminosa, haja vista o declarante morar na região e já os terem visto andando de motos armados impondo medo nos moradores; Disse ainda que o mandante foi Sheik líder da comunidade três campos, dominada pela facção TCP; Que acredita que devido ao declarante ir até a comunidade do chapadão, tirar fotografias fazendo o sinal do número dois e postar nas redes sociais e gostar as músicas pertencentes a outra facção, o declarante acredita que esse teria sido o motivo da empreitada criminosa; Uma moça que escapou disse q acreditar que a motivação do crime seria pelo fato dos traficantes não aceitarem que outras pessoas tirem fotos, ou façam gestos em comunidades da facção comando vermelho;  FONTE,: TJ-RJ

Ex-PM foi preso suspeito de participar de atentado contra bicheiro

A Policia Civil prendeu um suspeito do atentado contra o contraventor Vinicius Drumond. Deivyd Bruno Nogueira Vieira que é ex-policial militar, foi localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele foi expulso da corporação após praticar receptação de veículo roubado e tráfico de drogas. Além do cumprimento do mandado de prisão temporária expedido a partir da investigação da DHC, ele também foi autuado em flagrante por porte de arma de uso restrito. De acordo com investigações da Delegacia de Homicídios da Capital, também participaram do atentado Rafael Ferreira Silva, o Cachoeira, Adriano Carvalho de Araújo, e o policial militar da ativa Luís César da Cunha, lotado no 15º BPM. De acordo com as investigações, dois veículos seguiram o carro do contraventor após ele deixar um shopping center da Barra. Enquanto transitava pela Avenida das Américas, o carro da vítima foi atacado por pelo menos 30 disparos de fuzil. Os tiros partiram do interior de um automóvel blindado, com estrutura especialmente preparada para ação, incluindo “seteiras” nos vidros das quatro portas. A vítima do atentado sofreu apenas lesões leves, devido à blindagem do veículo que conduzia. Os automóveis diretamente envolvidos na ação criminosa seguiram pela Avenida das Américas e acessaram a Avenida Lúcio Costa, a partir de onde passaram a traçar caminhos distintos. O carro de onde partiram os tiros foi encontrado no bairro de Guaratiba, abandonado, com um dos pneus estourado, enquanto o outro foi para o município de Duque de Caxias. Após abandonarem o automóvel em Guaratiba, seus ocupantes, todos portando armas longas e balaclavas, abordaram a proprietária de um outro veículo e a obrigaram a transportá-los até Nova Iguaçu, às margens da Rodovia Presidente Dutra .Lá, eles foram “resgatados” por outro integrante da organização criminosa.  A investigação demonstrou que os autores iniciaram a empreitada criminosa em Duque de Caxias e para lá retornaram, percorrendo uma distância superior a 60 quilômetros. Houve a arrecadação e análise de diversas imagens de câmeras de segurança, que permitiram demonstrar, até o momento, que os envolvidos monitoraram a vítima nos dias que antecederam à ação, e permitiram, também, refazer todo o percurso dos veículos antes e após o crime. Identificou-se, ainda, que dois dos indivíduos alvos da ação deste sábado fazem parte de uma organização criminosa atuante em Caxias, sendo ambos investigados também pela participação na execução do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrida em fevereiro de 2024, no Centro do Rio.

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