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tentativa de homicídio

Menina de 11 anos e sua mãe foram baleadas em Jacarepaguá. Teria sido ataque do CV contra um miliciano

Uma menina de 11 anos foi baleada com 5 tiros durante um ataque a tiros na Colônia, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio, na noite de ontem (30). A mãe da criança também foi baleada. Elas foram socorridas. O carro em que estavam foi metralhado. Segundo revelou uma fonte à reportagem, teria sido um ataque do Comando Vermelno contra um miliciano que estava no veículo. A regiâo vive uma disputa entte quadrilhas rivais nos últimos meses. FONTE: Fogo Cruzado e Milícia RJ News (Twitter)

Justiça arquivou processo em que Peixão (TCP) era acusado de tentar matar policiais

A Justiça arquivou processo contra o traficante Peixão que foi suspeito de tentar matar policiais militares em 2022. O Inquérito Policial nº 038-03360/2022, apurava a suposta prática dos crimes de tentativa de homicídio qualificado, resistência qualificada e associação para o tráfico de drogas, imputados, em tese, a Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como ‘Peixão’, tendo como vítimas os policiais militar W.P.S e M.R.S.S que teriam sofrido disparos de arma de fogo efetuados por traficantes não identificados, vinculados à facção criminosa Terceiro Comando Puro. Contudo, o MP determinou o arquivamento dos autos, diante da ausência de elementos probatórios capazes de demonstrar a coautoria ou participação do indiciado nas ações descritas. FONTE: TJ-RJ

Veja o histórico de contraventor suspeito de ser mandante de tentativa de homicídio na Ilha do Governador

O contraventor que é suspeito de ser o mandante de uma recente tentativa de homicídio contra um homem considerado desafeto na Ilha do Governador, é figura conhecida dos órgãos de segurança por explorar jogos na região. .Conhecido como Baixinho, o bicheiro utiliza-se de seu subordinado vulgo Passarinho para a execução dos crimes. Ele era dono de um patrimônio milionário e bastante conceituado no submundo da máfia do bicho”, O contraventor tinha uma empresa de onde as ações eram comandadas, eram feitos os acertos financeiros e também promovidas reuniões e encontros entre os integrantes do grupo, constituindo um verdadeiro escritório do crime. O caráter empresarial da exploração do jogo imprimido por Passarinho, chefe imediato do bando ficava claro também na autorização de pagamentos de gratificações como retribuição ao desempenho e estimulação ao trabalho. Tudo visando o fomento dos lucros como numa autêntica empresa privada. Anos atrás, a quadrilha fazia em média de R$ 300.000,00 por mês com a exploração do jogo. Além da Ilha do Governador, o bando explorava o jogo também em Paraíba do Sul, Três Rios, Itaguaí, e Petrópolis, além de TeresópolisCentenas e centenas de selos identificativos de máquinas caça-níqueis, timbrados com o nome da empresa do contraventor foram encontrados no escritório em Teresópolis e também no interior das máquinas apreendidas. Ele era inclusive detentor da “concessão” outorgada pelos banqueiros do jogo do bicho para a exploração das máquinas caça-níqueis na cidade.Foi veiculada a possível ligação do contraventor com um político influente nesta cidade da Região Serrana. O grupo usava uma revendedora de veículos para lavar o dinheiro do crime. O contraventor foi alvo de operação hoje pela Polícia Civil onde foram apreendidos cerca de R$ 300 mil. A tentativa de homicídio citada foi cometida por um policial militar, que foi ferido na ocasião e está preso. FONTE: TRF2 e Polícia Civil do RJ

Rapper Oruam é solto. VIDEO

O rapper Oruam, filho do traficante Marcinho VP, foi solto no final da tarde desta segunda-feira (29). Preso suspeito de tentativa de homicídio contra dois policiais civis, Oruam foi beneficiado por uma decisçao do Superior Tribunal de Justiça na última sexta-feira (26) que decidiu pela sua liberdade. Apesar de ter sido solto, Oruam terá que usar tornozeleira eletrônica. Uma multidão foi até o Complexo Penitenciário de Bangu acompanhar a saída do artista da cadeia, Chegou a ser divulgado nas redes sociais que traficantes fariam um baile no Complexo da Penha para festejar a ‘soltura do filho do chefe’. ]

Atentado contra bicheiro foi briga na contravenção, aponta MP, que denunciou cinco à Justiça

Invesstigações indicam que a tentativa de homicídio contra o bicheiro Vinicius Drummond em 11 de julho na Barra da Tijuca estaria relacionada com a atividade da contravenção. A vítima, filho do falecido contraventor Luizinho Drumond, é considerado seu principal sucessor e apontado como integrante da nova cúpula do jogo do bicho, ao lado de Adilson Oliveira Coutinho Filho e Rogério de Andrade. O Ministério Público Estadual denunciou à Justiça Adriano Carvalho de Araújo; o policial militar Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como Piloto; Jorge Affonso Martins de Assis; o ex-policial militar Luís César da Cunha, vulgo Madimbu; e Rafael Ferreira Silva, apelidado de Cachoeira. Os cinco denunciados atuaram em conjunto com os executores, sendo responsáveis pelo planejamento do crime, pelo monitoramento da vítima e pela cobertura durante o ataque. Segundo a denúncia, os atiradores seguiram Vinícius Drumond até a altura da estação BRT Ricardo Marinho, na Avenida das Américas, onde efetuaram dezenas de disparos contra a vítima. A denúncia ressalta que o homicídio só não se consumou por conta da blindagem do veículo, que chegou a ser perfurada. O carro foi atingido por cerca de 30 tiros de armas de fogo de grosso calibre. A denúncia descreve que Deivyd Bruno participou do planejamento do crime e ainda prestou resgate aos comparsas após o atentado. Rafael Ferreira, por sua vez, foi responsável por monitorar a vítima. Luís César da Cunha e Adriano Carvalho de Araújo participaram do planejamento e deram cobertura ao ataque. Já Jorge Affonso de Assis atuou no planejamento, no monitoramento e no apoio à execução no dia do crime. As apurações sobre o caso foram desmembradas e seguem em andamento para responsabilizar o mandante e outros envolvidos no crime. A ação penal foi recebida pela 1ª Vara Criminal da Capital.

Milicianos invadiram hospital em Santa Cruz para matar paciente

Na madrugada desta quinta-feira (18), o Hospital Municipal Pedro II foi invadido por oito indivíduos armados, que renderam um segurança na entrada da garagem e se dirigiram ao Centro Cirúrgico em busca de um paciente internado. A Polícia Militar foi acionada imediatamente, compareceu ao local e, a pedido da direção, reforçou a escolta. O paciente foi transferido para outra unidade de saúde, e foi solicitado o reforço da segurança nas duas unidades envolvidas. Segundo o que saiu na mídia, a invasão partiu de milicianos que pretendiam matar paciente que estava baleado e teria sido testemunha em algum crime cometido por eles. Sabe-se que na região de Santa Cruz e Campo Grande está ocorrendo uma guerra entre as milícias do Waguinho e do Varão contra o grupo comandado por PL e Naval.

Polícia encontra um morto e dois feridos no Catiri

Um homem foi encontrado morto a tiros dentro de um carro na altura do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na manhã de sábado (13), na Estrada do Engenho, com a área sendo isolada e a perícia acionada. Durante a varredura na região, a polícia encontrou dois suspeitos feridos por arma de fogo, que foram levados ao hospital e posteriormente à delegacia, com uma pistola apreendida, e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A região vive há muito tempo uma guerra entre milicianos e Comando Vermelho.

Pensando se tratar de um policial em viatura descaracterizada, traficantes sequestraram homem em Honório Gurgel, o agrediram e jogaram gasolina em seu corpo para tacar fogo. Vítima aproveitou distração e fugiu

Há quase um ano, criminosos abordadaram um homem que trafegava com seu veículo VW/Voyage, cor branca junto à Rua Doutor Areolino de Abreu, altura do nº 65, em Honório Gurgel, Rio de Janeiro, acreditando que se tratava de policial e que o veículo seria uma viatura descaracterizada. Os bandidos teriam levado a vítima para outro local e, então, iniciado uma série de agressões físicas. Jogaram gasolina em seu corpo sob a ameaça de atear fogo. A vítima, residente na comunidade, os teria identificado como agentes do tráfico local. Os investigados teriam entrado em contato com a liderança da criminalidade no local solicitando autorização para praticar o homicídio da vítima quando, em momento de distração, ela conseguiu evadir-se, pulando pela janela do terceiro andar do imóvel em que se encontrava. Então, a vítima correu até a UPA de Honório Gurgel, onde recebeu atendimento médico. Segundo o relato da vítima (fls. 09), os fatos ocorreram no dia 13/09/2024, mas ela só teria conseguido comparecer à Delegacia de Polícia, dia 20/09/2024, para comunicar os crimes, em razão, primeiro, de seu estado de saúde, que demandou atendimento médico e, segundo, da necessidade de retirar sua família da comunidade local por temer represálias. Os suspeitos foram formalmente identificados pela vítima em sede policial, sendo certo que eles integram o tráfico na comunidade em que, todos, residem. Ao todo, seis envolvidos tiveram as prisões preventivas decretadas.

TOCAVA O TERROR EM ITAGUAÍ: Preso ontem, líder do TCP na cidade tentou matar mãe e filho que instalaram câmeras para monitorar criminosos e participou de tentativa de homicídio contra ex-comparsa que mudou de facção

Preso ontem, o chefe do tráfico do Morro do Engenho, em Itaguái, vulgo Balotelli, aterrorizou mãe e filho na cidade por meio de ligações telefônicas exigindo que retirassem, a câmeras de monitoramento/vigilância por eles instaladas e mantidas no imóvel em que residiam. Balotelli e comparsas ainda tentaram matar as vitímas tentaram, o que não se consumou por ter uma das vítimas ainda antes de desembarcar do veículo em que estava e guiava, percebido que havia sido chamado para uma emboscada. Ele se evadiu do local em alta velocidade com seu veículo enquanto eram alvejados, já que se encontrava acompanhado no carro pela mãe conseguindo fugir em direção ao Centro, buscando proteção na Delegacia, ficando ainda parte do percurso sendo a família alvo dos diversos disparos de arma de fogo que os miravam, mas que pelo acaso e erro de pontaria não chegaram a acertar. A intenção de matar as vítimas era de impedir que continuasse na casa daquelas e na de vizinhos câmeras particulares de moradores que captasse a rotina de crimes que eles, traficantes de drogas, praticam como meio de vida, profissão na localidade. As vítimas foram atraídas para o local do atentado e atacadas por algozes em grande superioridade numérica e que agiram empregando armas de fogo, com diversos disparos efetuados pelos criminosos e seus comparsas tão logo perceberam que uma das vítimas havia notado que estaria indo para a morte e buscava rota para fugir no carro em que seguia. O descrito crime doloso contra a vida foi, ainda, cometido por meio que podia resultar perigo comum a terceiras pessoas, pois praticado com diversos disparos de armas de fogo desde via pública em localidade habitada, rua repleta de imóveis residenciais e local em que, por já ser no final da tarde, horário em que os moradores estariam em suas casas, gerou a considerável possibilidade de serem alvejados terceiros com “balas perdidas”. Como as vítimas escaparam, os bandidos se dirigiram a casa daquelas e efetuaram mais de cinquenta disparos 1 contra o caminhão Mercedes-Benz, modelo 1938S, de placas GXM-3G18, e o caminhão Kia, modelo K2500, de placas LTD-3I04, ambos que ficavam normalmente ali estacionados e eram bens que sabiam de propriedade de uma das vítimas. Em janeiro do ano passasdo, Balotelli e comparsas fizeram diversos disparos contra A.A.S fazendo acredita que atiravam também contra C.E,N.S Carlos Eduardo Nascimento dos Santos, filho de A E e ex-integrante do grupo criminoso a que pertenciam, indivíduo este que teve a morte decretada pelas lideranças do “morro do carvão e acreditavam estar no carro com vidros escurecidos junto ao pai Na ocasião, o criminoso Redbull este o “dono do morro”, ou seja, chefe maior do citado esquema delinquente nas comunidade Morro do Carvão, Jardim Uêda e Engenho ao lado do não identificado de vulgo “Amoroso”, Balotelli e Wilbert foram os mandantes do crime e articuladores das ações dos executores por eles escalados, autores mediatos e com domínio final sobre o crime. Partiu de Redbull para que o alvo fosse morto, homicídio motivado em razão de acerto de contas no seio exatamente da engrenagem criminosa organizada, quadrilha de tráfico ilícito de drogas, a que comandava, detendo ele o poder decisório, e de veto, sobre todas as questões de relevo, sobretudo de morte planejada de desafeto do esquema, como era C.E , a quem desejava matar pois antigo integrante da facção que mudou para outro grupo criminoso, rival ao dele, “pulando” de quadrilha com informações relevantes. Balotelli e Wibert enquanto “frentes” do esquema de tráfico, ou seja, os homens de confiança que em campo lideravam as operações e a rotina de funcionamento da violenta quadrilha de traficantes, cumprindo as orientações do primeiro acusado, foram quem arregimentaram e armaram os executores dentre seus asseclas, fazendo a orientação da ação homicida em campo. O homicídio só não se consumou por ter o pai do alvo, que é mecânico e realizava revisão em um automóvel blindado, ao perceber que sua oficina estava cercada e ele seria alvo de uma emboscada, ingressado em veículo blindado e se evadido do local em alta velocidade, sendo perseguido por cerca de dois quilômetros enquanto era alvo de diversos disparos de fuzis e pistolas pelas ruas de Itaguaí, conseguindo fugir em direção ao Centro e buscando proteção na Delegacia, disparos estes que pelo acaso, por sorte, e erro de pontaria é que não chegaram a atingir a vítima. Os bandidos pretendiam matar C.E para enfraquecer quadrilha delinquente rival, demonstrar poder criminoso na localidade e impor respeito pelo temor, tratando-se de acerto de contas no seio de engrenagem criminosa organizada, quadrilha da qual fazem parte eles, mandantes, e seus asseclas executores materiais, a facção criminosa autointitulada “Terceiro Comando Puro – TCP”, o qual desejavam matar em razão daquele ser antigo comparsa naquele grupo criminoso e ter mudado para outro grupo criminoso rival ao deles.

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