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tentativa de homicídio

Preso agiota que mandou matar mulher em Sulacap

Policiais civis prenderam um criminoso, na última sexta-feira (22/08) acusado de ser o mandante de uma tentativa de homicídio contra uma mulher que ocorreu em Jardim Sulacap, na Zona Oeste do Rio. O autor foi detido em Jacarepaguá, após trabalhos dos setores de Inteligência e troca de informações entre as unidades. O crime ocorreu na última quarta-feira (20/08). Na ocasião, um homem desceu de um carro e efetuou mais de 13 disparos em direção à vítima, quando ela entrou no próprio veículo com os filhos. De acordo com as investigações, o mandante do crime é agiota e, dois dias antes da ação, ameaçou a mulher sobre uma dívida financeira. Por meio de mensagens, ele informou que, se ela não o pagasse até certo horário, seria o último dia que ele iria cobra-lá pelo celular. A vítima sobreviveu ao ataque e está hospitalizada. Contra o homem, foi cumprido um mandado de prisão preventiva por tentativa de homicídio. As investigações continuam para identificar e prender o autor dos disparos e outros  envolvidos na ação criminosa.

Mulher sofreu atentado em Sulacap

A produtora Bianca Santos Villaça Caetano, de 36 anos, foi atingida por 13 tiros . Ela está internada no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em estado gravíssimo. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a vítima entrando em um carro. Em seguida, passou um veículo, desceu um homem encapuzado que começou a efetuar disparos contra o automóvel onde estava a vítima. O atirador abriu a porta do carro e fez mais disparos. O caso ocorreu em Sulacap, na Zona Oeste do Rio. A mulher sobreviveu até o momento; A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 14º BPM, nesta quarta-feira (20/08), policiais foram acionados para uma ocorrência em que uma mulher foi atingida por disparos de arma de fogo quando entrava em seu veículo no bairro Sulacap, zona oeste do Rio de janeiro. A vítima foi socorrida e a ocorrência está em andamento. O caso foi registrado na 33ª DP (Realengo). Agentes realizam diligências para apurar a autoria e a motivação do crime

PM foi baleado em Irajá e seu estado é grave

Um policial militar foi baleado em Irajá, durante uma tentativa de assalto, sendo atingido na boca e no peito. Júlio César Garcia foi levado para o PAM de Irajá e será transferido para o Hospital Getúlio Vargas em estado grave, com o porta-voz da PM destacando o aumento da violência contra policiais militares, com 32 mortes registradas este ano.

Policia prendeu integrante de núcleo que praticava crimes violentos da quadrilha do Faraó dos Bitcoins. Relatório da Justiça traz descrição completa do bando. SAIBA DETALHES

A policia prendeu hoje Thiago Julio Galdino suspeito de participar do núcleo da quadrilha do Faraó dos Bitcoins Glaidson Acácio dos Santis encarregado de homicídios de concorrentes do grupo no negócio das criptmoedas e outros alvos que supostamente atrapalhariam os negócios da empresa dr Glaidson. Houve o oferecimento de três denúncias de homicídio ocorridos em 2021 na Região dos Lagos: A primeira, referente ao homicídio tentado contra o investidor Nilsinho. A segunda, em relação ao homicídio consumado contra o investidor Wesley Pessano em São Pedro da Aldei. E a terceira, referente ao homicídio tentado contra o investidor João.Victor. Um homem conhecido como Campanha  figurava  como um dos responsáveis pelos disparos que resultaram na morte de Wesleyb e nos ferimentosem uma outra pesdoa. Ele teria sido figura importante tanto na execução direta, quanto no planejamento dos crimes de homicídio. Ele foi transportado da Baixada Fluminense até Rio das Ostras por Luzardo  na véspera dos fatos, onde se reuniu com outros integrantes do grupo, como Branquinho e para ajustar os detalhes da execução.  Após o homicídio, Campanha recebeu uma recompensa de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), entregue por Luzardocomo pagamento por sua participação no crime. Além disso, Campanha  mantinha fortes ligações com outros integrantes do grupo, incluindo seu cunhado Chingler e Fábio Natan. que o apresentou à organização. Sua relação próxima com os executores e sua presença em reuniões preparatórias reforçam claramente seu papel como um dos principais operadores da organização, com uma atuação ativa e significativa nos planos e ações do grupo. Além do mais, após ser preso, Campanha  confessou sua participação em sede policial, identificando outros membros envolvidos, como os denunciados Luzardo, Branquinho, e Vader. Registros de câmeras de segurança captaram a movimentação de Campanha  no local dos fatos e sua interação com outros membros do grupo criminoso. Na captura de imagens, o denunciado  aparece sendo resgatado em um ponto de ônibus, após abandonar um dos veículos utilizados na ação criminosa. A presença dele nos locais citados foi confirmada tanto pelas gravações das câmeras, quanto pela análise da quebra de sigilo telefônico, que indica sua comunicação com outros membros do grupo no momento da execução. Branquinho ou Felipe Playboy teria a função de pistoleiro e executor das empreitadas criminosas do grupo criminoso, ressaltando que, no “Caso Pessano.foi ele quem efetuou diretamente os disparos contra as vítimas durante a emboscada, contribuindo eficazmente para o homicídio debPessano. Além disso, foi ele quem conduziu o veículo Voyage , utilizado para perseguir e cercar o carro da vítima, um Porsche vermelho. Além disso, ele também participou do planejamento do crime, participando de reuniões com outros executores, como FB e Campanha na véspera do ataque, em Rio das Ostras. A quebra de sigilo telefônico evidenciou ainda que, no dia do crime, o denunciado Branquinhoestava em constante comunicação com outros membros da organização criminosa, inclluindo FB”. Dados de estações Rádio Base (ERB) apontaram a localização de Branquinho  em pontos estratégicos vinculados à execução da vítima, tanto no momento dos fatos, como nos dias anteriores e ocasião da fuga, demonstrando sua atuação coordenada com os demais denunciados. O denunciado Luzardo integrava a presente organização criminosa na função de motorista e auxiliar direto nas empreitadas criminosas, além de ter participado do planejamento do crime, no dia anterior. Luzardo foi quem transportou o denunciado Campanha  da Baixada Fluminense até o encontro com os demais integrantes, no dia anterior ao crime, e efetuou o pagamento da recompensa de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) a Campanha  consolidando-se como intermediário financeiro e executor de ordens diretas da organização. Luzardotambém foi apontado como o proprietário do HB20 que levou Campanha ao encontro dos demais criminosos executores no Caso Pessano. Nesre crime,  ele conduziu o veículo de apoio (modelo Versa, marca Nissan, cor preta) aos executores no momento do crime, tendo em sua companhia FB. Apesar de Luzardo ter negado a participação no crime, bem como que tenha estado na região dos lagos, a autoridade policial conseguiu demonstrar, durante as investigações, através do celular do denunciado, que Luzardo., de fato, esteve em Rio das Ostras, em 04/08/2021, data do crime – O denunciado Edson seria o responsável pelas funções de coordenação e preparação das empreitadas criminosas da organização criminosa, ora denunciada. No “Caso Pessano, Edson  foi que ficou com a função de monitorar a rotina da vítima Wesley, observando sua residência e local de trabalho nos dias que antecederam o crime. No dia 29 de julho de 2021, Edson foi flagrado por policiais militares vigiando a casa da vítima em Cabo Frio, onde permaneceu por várias horas, em contato constante por telefone, coletando informações sobre os hábitos da vítima – conforme depoimento prestado em sede policial por PMa vítima o percebeu sentado no banco da calçada, situado exatamente em frente ao apartamento dele, de frente para o canal, e acionou o referido policial, que após abordagem, logrou êxito em obter sua identificação (Inquérito Policial nº 125-01594/2021).  Em monitoramento, foi apurado que, no dia 31/07/2021, mesmo após ter sido ser abordado, dois dias antes, por policiais militares em frente à casa da vítima, o celular de Edson  aparece próximo ao escritório de Pessano.mantendo diálogo com o terminal utilizado por FB. O denunciado Thiago Julio foi quem emprestou o veículo modelo Versa, da marca Nissan, cor preta, com vistas a sua utilização na execução das vítimas, atuando como auxiliar direto dos demais integrantes da ORCRIM. Embora o veículo estivesse registrado em nome de uma  empresa,  as investigações revelaram que o automóvel havia sido vendido em 23 de maio de 2019 para o denunciado Thiago. que, no entanto, não efetuou a transferência de propriedade do veículo, mantendo assim uma situação irregular de registro. Valder  exercelia a função de motorista do grupo criminoso, tendo sido apurado, também, que ele conduziu o veículo modelo Nissan Versa, preto, da região metropolitana do Rio de Janeiro até a Região dos Lagos, entregando-o aos executores que o utilizaram diretamente na perseguição e emboscada da vítima Wesley. Além disso, Valter  participou ativamente da logística de transporte, garantindo o suporte necessário para a movimentação dos membros da organização

Ex-candidato a vereador foi baleado em Itaboraí

O ex-candidato a vereador nas eleições de 2024, Carlão da Segurança, do PRTB, foi baleado no início da noite da última quinta-feira (07), nas proximidades do Posto de Saúde de Agro Brasil, na Rua Amélia Guimarães Fernandes, bairro Agro Brasil, em Sambaetiba, Itaboraí. Segundo informações preliminares, o crime causou grande movimentação de moradores e curiosos na região.

Justiça decreta mais uma vez a prisão preventiva de Doca por tentativa de homicídio durante guerra entre milícia e tráfico na Gardênia Azul (CV)

Sem revelar o nome da vítima e a data que ocorreu o crime, a Justiça decretou mais uma vez a prisão do traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, por homicídio tentado e lesão leve.  Além dele, são acusados os bandidos vulgos Gardenal, GL, China e Filezinho.  O crime ocorreu no contexto de guerra entre a milícia e o tráfico na região da Gardênia Azul, em Jacarepaguá  Os acusados são  apontados como integrantes do movimento dotráfico, da facção criminosa “Comando Vermelho”, que teria como líderes Doca e Gardenal. Três dos acusados – já respondem a pelo menos mais um processo na mesma vara judicial por crimes do mesmo tipo, que, igualmente, teriam sido praticados no contexto da disputa entre o tráfico e a milícia na região da Gardênia Azul, Zona Oeste da cidade. A exceção de GL e China, os demais acusados se encontram na condição de “procurados” no BNMP (Banco Nacional de Mandados de Prisão)

Saiba mais sobre traficante do CV que participou de ataque a QG do TCP em Cabo Frio e foi baleado e preso

Policiais militares realizaram uma operação, nesta quarta-feira (06), na localidade conhecida como “Boca do Mato”, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde conseguiram localizar e prender o traficante, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV),  e considerado de Alta Periculosidade, João Gabriel Figueiredo Marciano, vulgo “Haxixe ou Canelão do Tangará”, de 25 anos.  De posse de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAP), juntamente com equipe do Serviço Reservado (P/2), procederam ao Beco da Cristal, para verificar a venda de drogas onde ocorreu um confronto armado, sendo o criminoso “Haxixe”  baleado e socorrido para o Hospital Jardim Esperança, em Cabo Frio, onde ficou sob escolta policial.  Considerado um dos criminosos mais perigosos da região, ele é apontado como responsável pela execução de Paulo Henrique, de 24 anos, na madrugada do dia 10 de outubro de 2024, no bairro Tangará. Durante o ataque, uma criança de apenas 1 ano, filho da vítima, também foi baleada. Ele também é um dos envolvidos na tentativa de homicídio em Tangará, quando teria disparos diversos tiros contra a vítima, na porta de sua casa. Ele é um traficante conhecido por seu histórico violento e por suas atividades de alta periculosidade. Ele começou sua carreira criminosa no Terceiro Comando Puro (TCP), onde liderava o tráfico de drogas no Tangará. No entanto, em busca de mais poder, ele se aliou ao Comando Vermelho (CV), da comunidade Boca do Mato. Desde então, tem promovido uma série de execuções contra ex-aliados, demonstrando sua disposição para eliminar qualquer um que considere uma ameaça à sua nova posição.  Contra ele constavam dois mandados de prisão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio/TJRJ, pelo crime de Homicídio Qualificado. A VTR da P/2 do 25º BPM fora alvejada, porém equipes intactas, conduzirão à ocorrência à 126ªDP para registro e execução das medidas cabíveis sobre o caso.

Traficantes do TCP têm mais uma preventiva decretada suspeitos de tentar matar rival do CV no Terreirão

Os traficantes do.TCP vulgos RB e Chibata tiveram msis uma prisão preventiva decretada pela Justiça pela tentativa dr homicidio contra um rival do CV na comunidsde do.Terreirão, no.Recreio dos Bandeirantes. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, o comércio ilegal de drogas na comunidade do Terreirão, localizada no bairro do Recreio dos Bandeirantes, onde ocorreram os fatos narrados na denúncia, é disputado pelas facções rivais Comando Vermelho e TCP, numa intensa guerra com o intuito de que somente uma delas assuma o controle do tráfico nesta comunidade, e que Gabriel. teria sido mais uma vítima deste confronto. Consta nos autos que a vítima sobrevivente se encontra custodiada, prestou depoimento no dia 4 de abril qual afirmou que os ora denunciados “Chibata” e “RB” tentaram lhe matar no ano de 2023. Segundo a vítima, ela estava na Rua HW, no Recreio dos Bandeirantes, por volta de 10 horas, acompanhado por dois amigos, quando o “bonde do TCP” passou em um carro branco e os três ocupantes do veículo, todos armados, efetuaram disparos em sua direção.Gabriel informa que estava de costas quando sofreu o atentado e que foi alvejado por sete disparos de arma de fogo. Afirma ainda o depoente que conhecia os denunciados desde criança e que o crime foi motivado por disputa territorial, já que ele integra a facção rival Comando Vermelho.

“Quero ver vocês me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam”, disse Oruam quando a polícia estava a sua procura

“Quero voer vocês virem aqui, pô, me pegar aqui dentro do complexo, não vai me pegar, sabe por quê? Vocês peidam, Vai tnc, sou filho do Marcinho, seus fdps, vem me pegar aqui agora, estou na Penha, entra aqui para você vê Essas foram as palavras literais feitas pelo rapper Oruam depois que a polícia estava atrás dele após a tentativa de homicídio contra policiais em julho. Os dizeres constam nos autos de decretação da prisão preventiva do cantor. Ao todo, sete pedras foram lançadas contra os policiais do peitoril da primeira janela do andar superior de 4,5m (quatro metros e cinquenta centímetros) de altura, vindo a serem jogadas de cima para baixo por Oruam e comparsas. Pedras atingiram diretamente o policial Alexandre (uma pedrada acertou as costas e a outra atingiu o calcanhar esquerdo) e em relação ao delegado Moyses Santana,uma das pedras passou a poucos centímetros de seu rosto, sendo necessário se abrigar atrás da viatura, movimento também realizado pelo seu colega. Oruam persistiu na escalada criminosa e buscou atrair os agentes de segurança para local com maior garantia de resultado morte dos mesmos, no caso a fuga para o Complexo da Penha, Convém observar que as vítimas estavam desprovidas de capacete, colete e equipamentos de segurança, o que ingressou na esfera de conhecimento dos acusados durante a ação criminosa, contribuindo para o agravamento do risco Concluiu que a 1ª pedra, ao atingir o solo (ou um alvo humano), atinge força de impacto superior a 9000 N, valor muito acima do limiar de fratura óssea craniana, podendo resultar em lesões letais imediatas. Em relação às demais (2ª à 7ª pedra), utilizando-se das mesmas bases de cálculos e dados observou através do gráfico constante no bojo da denúncia que, em se tratando de caso de múltiplos lançamentos, a análise dos fatos narrados, envolvendo o lançamento sucessivo de pedras de uma sacada situada a 4,5 metros de altura, com direcionamento a pessoas e locais habitados, indica que os denunciados assumiram o risco de produzir o resultado morte. Oruam e os demais indivíduos também lançaram pedras na viatura utilizada pelo declarante, danificando-a. O rapper também deu socos na viatura.Os policiais optaram por sair do local, tendo em vista que naquele momento havia risco real de que alguma pedra acertasse os mesmos, pondo em perigo suas vidas e integridade física; que assim entraram rapidamente na viatura e se posicionaram mais a frente, se distanciando dos autores, enquanto o reforço era solicitado, inclusive da PMERJ; Segundo a Justiça, a posição audaciosa de Oruam desacato e ameaças aos agentes das forças policiais não se deu somente pelas redes sociais, mas também pessoalmente, consoante mídia publicada nas redes sociais, referente ao dia dos fatos, sendo extremamente grave e dela se denota que em futuras ocasiões atuará da mesma forma, sendo necessária a prisão para a garantia da ordem pública. Frise-se que, por força das ações eleitas pelo próprio acusado, o caso ganhou notoriedade e imprescindível que o Poder Judiciário garanta que a segurança estatal retome a ordem diante do caos gerado pelas ações dos denunciados. Percebe-se que as ações dos acusados, em especial acusado “Oruam”, repercutem de modo tão negativo na sociedade que incitam a população à inversão de valores estabelecida contra as operações feitas por agentes de segurança pública, conforme se depreende pelo início da ação legítima de apreensão do adolescente “Menor Piu” e também pelas demais repercussões, causando profundo abalo social. Assim, a Ordem Pública restou extremamente abalada pelos fatos em comento, demandando rápida ação estatal a fim de conter as futuras e prováveis ações de escalada delituosa. Por fim, ressalte-se que o acusado Oruam, com visibilidade em razão de suas apresentações como “artista”, é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências

PM forneceu informações sobre colega de farda a bandidos. Vítima sofreu atentado em Paraty mas sobreviveu

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) prenderam, nesta quinta-feira (31/07) cinco criminosos envolvidos na tentativa de homicídio de um policial militar em Paraty, na Costa Verde. O crime ocorreu em 17 de junho deste ano, quando a vítima foi atacada ao chegar em casa. Na ocasião, os autores passaram em um veículo e efetuaram os disparos, inclusive de fuzil. O policial reagiu e sobreviveu ao atentado. As investigações da DRE identificaram os envolvidos, inclusive o mandante da execução, que está no sistema prisional. Segundo os agentes, durante a apuração dos fatos, ficou evidenciado o envolvimento de um policial militar, que teria fornecido informações estratégicas sobre a rotina da vítima, favorecendo o planejamento do crime. O material apreendido na operação passará por perícia, a fim de subsidiar e buscar novos elementos para a investigação.

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