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PMERJ

Bandidos da Serrinha (TCP) que participavam da guerra no Morro dos Macacos foram feridos em confronto com PMs. Um deles morreu

Devido a confronto armado no Morro dos Macacos, equipes do 6°,BPM (Tijuca) foram alertadas sobre possível fuga de traficantes da comunidaade. PMs em comboio, avistaram um veículo num dos acessos ao Macacos com quatro indivíduos armados em seu interior. Foi dado a ordem de parada, mas o motorista não a obdedeceu e foram feitos disparos em direção à guarnição. Diante disso, os policiais revidaram. Mais à frente, o veículo colidiu com uma lixeira no local conhecido como Chelsea e os ocupantes empreenderam fuga. No entanto, o carro foi encontrado com um suspeito baleado, 1 fuzil calibre 5.56mm e 1 pistola calibre 9mm em seu interior. Num estacionamento na Rua Senador Nabuco, outro elemento baleado foi localizado. Ambos foram encaminhados para o Hospital do Andarai mas um veio a óbito. Ele tinha o vulgo de Neca. Os elementos feridos seriam oriundos da Comunidade da Serrinha, em Madureira, controlada pelo TCP, e estariam em retirada da comunidade. FONTE: PMERJ .

PM confirmou três mortos e dois feridos em guerra do tráfico no Fubá e Campinho

A Polícia Militar confirmou três mortos e dois feridos na guerra entre traficantes nos morros do Fubá e do Campinho que começou ontem de noite e se alastrou pela madrugada. Na noite de quarta-feira (21/5), policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) foram acionados após a informação de que duas pessoas teriam dado entrada na UPA de Madureira com ferimentos. No local, os policiais confirmaram a entrada das vítimas, que relataram ter sido atingidas enquanto estavam na Comunidade do Campinho. De acordo com o comando do 9º BPM, após receberem a informação dos feridos e do confronto entre grupos criminosos rivais na comunidade, equipes da unidade foram mobilizadas para a região. A Polícia Militar realizaram uma ação emergencial para reprimir a atuação dos envolvidos no tiroteio.  Ainda de acordo com a unidade, nesta quinta-feira (22/5), três indivíduos foram localizados em óbito durante patrulhamento dos policiais. A área foi isolada para a realização da perícia.  Não houve confronto envolvendo os agentes. FONTE: PMERJ

Barricadas com fogo para impedir atuação da PM na Pedreira (TCP)

Por ordem de traficantes, barricadas com fogo foram colocadas em ruas nas imediações do Complexo da Pedreira, em Costa Barros, para impedir a atuação da polícia. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que,  quinta-feira (22/5), policiais militares do 41ºBPM,com apoio de equipes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (RECOM), realizam operação na Comunidade da Pedreira. A ação tem como principal objetivo coibir a atuação criminosa na região.  Até o momento, um homem foi preso. Um fuzil, munições, rádio comunicador e drogas foram apreendidas. Ocorrência em andamento. 

Facções criminosas costumam pagar R$ 50 mil por fuzis quem vêm dos EUA

Informações da Subsecretaria de Inteligência da PMERJ apontam que muitos fuzis que chegam ao território nacional em peças avulsas, também compradas nos EUA ao custo de aproximadamente R$ 6 mil, na cotação atual do dólar, depois de montadas por armeiros, são vendidas às facções criminosas por cerca de R$ 50 mil. Dos 638 fuzis apreendidos durante o ano passado por policiais militares, 604, ou seja 94,68, foram fabricados no exterior. De acordo com o levantamento da SSI, a maioria das armas de guerras retiradas das mãos de criminosos por policiais militares foi fabricada nos Estados Unidos, de onde foram contrabandeadas 295 unidades da plataforma Colt. Por ter licença para ser comercializada em outros países, o armamento da plataforma Colt entra de forma clandestina no Brasil pelas fronteiras de países sulamericanos, como Paraguai, Bolívia e Colômbia. Além dos Estados Unidos, os fuzis apreendidos no ano passado no Rio foram fabricados também em outros países, como Israel, Alemanha, Áustria e República Theca. Um levantamento preliminar feito pela SSI, ao analisar a procedência dos fuzis apreendidos neste ano de 2025, mostra que 60% foram fabricados nos Estados Unidos, indicando uma tendência semelhante à constatada no ano passado. Além da procedência dos fuzis, o estudo da SSI também mapeou o destino das armas apreendidas no ano passado no território fluminense, especialmente na região metropolitana. Dos 604 fuzis, 365 foram apreendidos em comunidades sob influência da organização criminosa Comando Vermelho. Os demais 239 fuzis, foram apreendidos em áreas sob influência do Terceiro Comando Puro (204), de milícias (48) e da facção Amigos Para o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o trabalho incansável dos policiais militares, que apreendem uma média de quase dois fuzis por dia no estado, salva muitas vidas.

Bandidos do CV atacaram o Dendê (TCP) e mataram um rival. Na fuga, bateram de frente com a PM. Teve tiroteio com três baleados

Traficantes do Comando Vermelho atacsram os rivais Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Na ação, um bandido vulgo Vulcão acabou sendo morto. Durante a fuga dos invasores, PMs fizeram um cerco Houve reação e tiroteio. Três suspeitos foram baleados Três fuzis foram apreendidos. Um dos feridos foi identificado como Trix, considerado um “homem de guerra” do Comando Vermelho. Levou um.tiro de fuzil.na barriga e encontra-se em estado grave. O veículo onde estava os criminosos atingiu um motociclista que foi arremessado de um viaduto, caiu sobre um carro e morreu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 17º BPM (Ilha), na tarde desta quarta-feira (21/05), policiais militares do serviço de inteligência se depararam com criminosos armados na saída da Ilha do Governador, próximo à Ponte Velha. Foi feito o cerco e houve confronto. Dois criminosos ficaram feridos e o veículo onde estavam atingiu um motociclista que passava na via. Com o impacto o condutor caiu do viaduto.   Foram apreendidos 3 fuzis, um equipamento de transmissão e dois coletes balísticos. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ e rede social do jornalista Bruno Assunção

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ se entregaram

A Polícia Militar confirmou a prisão de dois PMs denunciados por suspeita de fazerem parte do ‘Novo Escritório do Crime’, quadrilha de matadores por recompensa que foi alvo de operação do Ministério Público Estadual do Rio na semana passada. Segundo a corporação, os dois policiais se entregaram e estão na Unidade Prisional da PMERJ. São eles Diogo Briggs Climaco e Alessander Ribeiro Estrella Rosa. Um outro PM envolvido no bando, Bruno Marques da SIlva, o Bruno Estilo, já estava preso. As denúncias do GAECO/MPRJ apontam o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes, surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  FONTE: PMERJ e MPRJ

Saiba como foi planejado um dos homicídios cometidos pelo ‘Novo Escritório do Crime’. Conversas mostraram envolvidos combinando o assassinato

Leia agora como foi o planejamento de um dos homicídios cometidos pelo Novo Escritório do Crime_ o de Fábio Romualdo Mendes, morto em 2021. Em 28 de agosto daquele ano, Rodriginho mandou mensagem para o PM Bruno Estilo indagando-lhe se Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, ” teria lhe “passado a visão” de um “trab” em “vargem”, ou seja, se teria lhe avisado sobre um trabalho relacionado àVargem (Grande e/ou Pequena), bairros da Zona Oeste carioca: Bruno, então, respondeu que Batata havia mencionado que teria uma “missão” (leia-se homicídio), mas que não teria dito quando seria: Rodriguinho, então, confirmou que se trata da mesma “missão”, então encomendada por Batata e indagou Estilo quando ele estaria de serviço, de modo a possibilitar o agendamento da “missão” para data da sua folga: Estilo, então, informou sua escala de trabalho na PMERJJ. Rodriguinho pediu a Bruno comparecer, no dia seguinte, que estaria de folga, no bairro de Curicica, onde iriam “alinhar com o amigo” os detalhes da “missão”. O tal amigo seria o miliciano Playboy da Curicica (já falecido), comparsa de André Boto. Bruno manifestou na ocasião necessidade de esclarecimento se estariam saindo apenas para conversar e combinar a empreitada ou se já iam “resolver a situação”, pois isso implicaria na necessidade de ajustes na sua vestimenta e, principalmente, na separação de “material”, ou seja, armas e munições.. ““Vai lá agora o que? Conversar com ele ou vai resolver alguma coisa? Entendeu? Me explica aí pra eu saber com que roupa eu vou separar e se tem que separar material aqui. Fala aí.” Até então não se tinha convicção de quem seria a futura vítima monitorada pelos criminosos. Contudo, com o avanço do diálogo, pode-se perceber que o alvo da citada missão seria Fábio, morto em 29/09/21, que era personagem diretamente ligado à contravenção fluminense e vinculado ao grupo rival de “Batata. Tal conclusão emerge do fato de que Fábio fora justamente morto dias após o referido diálogo, justamente em Vargem Pequena e era morador de Vargem Grande, de modo que a referência feita no início do diálogo se coaduna perfeitamente com tal cenário. Rodriguinho chegou a indagar Bruno em 06/09/2021, quando eles poderiam partir para a “missão”, que se sabe se tratar do cometimento de homicídio. “Bruno”, então, respondeu que poderiam ir na quarta ou sexta (dias 08 e 09 de setembro) Bruno enviou um áudio evidenciando com clareza que a “missão” se destinaria à prática de homicídio, inclusive revelando a intenção de seguir a vítima após a visita ao BEP onde ela se encontrar com Márcio Araújo de Souza, rival de Batata. Mas Papa, outro envolvido no grupo, disse que achava melhor na sexta porque na quarta ficaria muito “na cara” que seria o Batata, o mandante do crime: ““Quarta é visita? Quarta é visita não dá pra seguir ele? Vim seguindo e o c….. tentar na quarta? Que o mano quer que siga ele e pegue ele de preferência de pistola fora do carro ou com a janela aberta. Vê aí o que que tu acha melhor vocês aí. Se quarta dá pra tentar ou se vai na sexta, tu que sabe. Vê aí, disse Bruno. Tais homicídios são praticados mediante prévia encomenda e em razão de vultosos pagamentos, como muito bem elucida o diálogo em que Rodriguinho disse que Batata irá “deixar forte”, em clara referência ao fato de haver um grande pagamento: FONTE: MPRJ

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