Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

PMERJ

PM foi morto no Recreio

O tenente Jonathan Francisco da Silva, lotado no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), morreu após ser baleado na comunidade Beira Rio, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio, durante a madrugada deste sábado (15). Ele foi atingido no pescoço durante um confronto com criminosos armados. A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamenta a morte do tenente Jonathan Francisco da Silva, lotado no 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes), ocorrida na madrugada deste sábado (15/11). O policial foi ferido durante uma ação na Comunidade Beira Rio, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O policial chegou a ser socorrido com vida para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos. O militar foi ferido durante uma tentativa de abordagem policial, quando agentes do 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes), foram atacados por um grupo de criminosos armados com fuzis. Após o confronto, os agentes encontraram um dos acusados de participar do ataque às equipes da Corporação, ferido no local da troca de tiros. Com ele, os agentes apreenderam um fuzil. A ocorência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). O tenente Jonathan Francisco da Silva tinha 34 anos e ingressou na Corporação em maio de 2019. Ele deixa esposa e uma filha de 3 anos. Até o momento, não há confirmação sobre o horário e o local do sepultamento do militar. FONTE: PMERJ

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

MP se negou a passar para nossa reportagem detalhes dos depoimentos de PMs envolvidos em megaoperação na Penha e Alemão mas divulgou relatório para emissora de TV

O Ministério Público Estadual do Rio se negou a passar para a reportagem relatório com os depoimentos de policiais envolvidos na megaoperaçâo nos complexos do Alemão e da Penha. Entretanto,  enviou as informações para uma emissora de televisão. Segundo o que foi divulgado pela emissora, o documento informa que menos da metade dos policiais usavam câmeras corporais e que dois casos de mortes foram fora do padrão de confrontos A Promotoria se limitou em informar em nota que as informações requeridas pelo relator foram entregues nesta quarta-feira (12/11) e estão disponíveis no processo da ADPF. O MPRJ prestará esclarecimentos após a conclusão das investigações. Vale lembrar que o MPRJ sempre passa conteúdo de denúncias de suas operações exclusivamente para esse canal de TV e quando a reportagem vai pedir o documento, a assessoria de imprensa diz que não divulga denúncias. .FONTE: MPRJ

Homem que ia na padaria com a mulher grávida foi baleado durante operação policial em São Gonçalo

Um homem foi baleado durante uma operação policial no Jardim Catarina, em São Gonçalo, nesta manhã (13). Ele ia a uma padaria com a mulher, que está grávida, quando os tiros começaram. O intenso tiroteio interditou os dois sentidos da BR-101, na altura do Jardim Catarina FONTE: Fogo Cruzado

Bandidos baleados e fuzil ponto 50 apreendido em São Gonçalo

Policiais do serviço reservado do 7° BPM foram recebidos a tiros durante uma operação de coleta de dados no Jardim Catarina, em São Gonçalo. O confronto começou após os agentes identificarem criminosos armados que bloqueavam a Rua Albino Imparato. Durante a ação, foram apreendidos um fuzil calibre.50 arma antiaérea , um fuzil AR 5.56mm, três pistolas e drogas. Dois suspeitos ficaram feridos e foram levados ao HEAT. Um veículo blindado foi utilizado para garantir a segurança dos policiais e dos moradores. FONTE: PMERJ

CV domina mais da metade das comunidades do Estado do Rio

Levantamento da Polícia Militar divulgado pela imprensa carioca neste domingo aponta que das 1.648 comunidades mapeadas, 62,8% são controladas pelo Comando Vermelho (CV), 20,6% pelo Terceiro Comando Puro (TCP), 13,9% por milícias e 2,6% pelo ADA. O CV domina sozinho 36 cidades, enquanto apenas 15 municípios estão livres do controle de facções. A facção também se expandiu para 25 dos 27 estados do país. No Rio, o CV tomou áreas antes dominadas pelo TCP e por milicianos, como os morros dos Macacos, Campinho, Fubá, Gogó da Ema e Gardênia Azul. Em 2024, a PM removeu 4.400 toneladas de barricadas e desobstruiu 2.300 ruas. As denúncias sobre bloqueios cresceram 50,5% no ano, com destaque para São Gonçalo, responsável por mais de 34% dos registros. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Envolvidos com o TCP foram chamados para uma reunião com milicianos em Itaborai e acabaram mortos. PM e ex-PM presos recentemente são suspeitos do crime

No dia 24/06/2025, por volta das 21h30min, Diego Siqueira da Silva Ferraz e Cristiano Caldeira foram mortos a tiros em Itaborai. Na ocasião, as vítimas, apontadas como integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro, teriam sido atraídas ao local sob o pretexto de uma reunião com milicianos, ocasião em que teriam sido surpreendidas e executadas por estes.  Os indícios colhidos no curso da investigação, notadamente as imagens de câmeras de segurança, apontam para a participação de um PM e um ex-PM presos recentemente  Câmeras de segurança instaladas nas proximidades do local dos fatos registraram, logo após o crime, o veículo GM/Prisma, como características semelhantes ao pertencente ao do PM  empreendendo fuga pela Rua Padre Mariano de Castro Araújo, em direção à Avenida São Miguel, acompanhado de outro automóvel não identificado. Por sua vez, câmeras de segurança situadas na Rua Desembargador Saturnino de Albuquerque registraram, momentos após o crime, a saída do veículo Toyota Corolla, cor prata, placa LQS-4204, vinculado ao mex-PM (fls. 208-211). Conforme ressaltado pela Autoridade Policial, as mencionadas vias são paralelas, circunstância que indica que ambos os veículos se encontraram nas imediações do local onde ocorreram as execuções. Ressalte-se, ainda, que, logo após o crime, o PM  deu entrada no Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, , apresentando ferimento por projétil no joelho esquerdo. Com o intuito de justificar o ferimento – possivelmente decorrente de confronto com as vítimas -,o PM  teria apresentado versão inverídica perante a autoridade policial, relatando suposta tentativa de roubo ocorrida na BR-493.  Tal narrativa foi desmentida pelo ofício da Polícia Rodoviária Federal o qual confirmou não haver registro de passagem do veículo GM/Prisma no local e horários indicados. No que concerne ao veículo Toyota Corolla, placa LQS-4204, registrado pelas câmeras no entorno do local do crime, verifica-se que, embora formalmente pertencente a uma empresa.informações de inteligência colhidas pela Autoridade Policial apontam que o automóvel pertence, de fato, ao ex-PM. Durante vigilância velada, policiais civis lotados na DH-NSG identificaram o referido veículo estacionado na garagem do condomínio onde a companheira do ex-PM. Moradores do local, que preferiram não se identificar por receio de represálias, confirmaram que o automóvel pertence ao ex-PM   e relataram que ambos residem juntos no endereço mencionado. Por fim, pesquisas em fontes abertas revelaram postagens que associam o PM e ao ex-PM  ia um grupo miliciano atuante nos bairros Retiro São Joaquim, Joaquim de Oliveira e Vale do Sol, o que reforça os fortes indícios de que ambos participaram dos homicídios. FONTE: TJ-RJ

PM apura morte de motorista que não obedeceu ordem de parada de policiais e acabou baleado

O comando do 41º BPM (Irajá) instaurou procedimento para apurar a morte de um motorista na madrugada de hoje próximo ao Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. Segundo a corporação, ocupantes de três motocicletas passaram e efetuaram disparos contra PMs em patrulhamento. Na sequência, o condutor de um veículo, que não obedeceu a ordem de parada, avançou pelo cerco policial. Um dos agentes efetuou um disparo, vindo a ferir o motorista. Ele foi socorrido pela equipe ao Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu aos ferimentos . Ocorrência registrada na 31ª DP. Hoje de tarde, foi feita manifestação sobre o caso em Ricardo de Albuquerque, O homem que morreu foi identificado como Andrew Andrade do Amor Divino, de 29 anos. Ele foi atingido com um tiro de fuzil na cabeça. Segundo testemunhas, Andrew dirigia com o som do carro alto e não teria ouvido a ordem de parada dos policiais. O carro da vítima foi apreendido para perícia, e as armas dos policiais envolvidos foram recolhidas para exame balístico. Andrew, que trabalhava desde os 14 anos, deixa dois filhos — um de 6 anos e outro de apenas 23 dias de nascido. Ele recebeu homenagem dos atletas que teve como objetivo pedir justiça e lembrar o jovem, descrito por familiares e amigos como trabalhador e dedicado à família. FONTE: PMERJ

Operação para prender assassinos de PM tem dois baleados em Itaboraí

Na manhã desta sexta-feira (07/11), policiais militares do 35º BPM (Itaboraí), e equipes do 4° Comando de Policiamento de Área (4° CPA), com apoio do Comando de Operações Especiais (COE), realizaram uma operação conjunta no Complexo da Reta Velha, em Itaboraí. Houve confronto e dois criminosos ficaram feridos e foram socorridos ao Hospital Leal Junior. Com eles os agentes apreenderam um fuzil, uma espingarda e farto material entorpecente. De acordo com o comando da unidade, a ação teve como objetivo localizar os suspeitos de participar do assassinato de um policial militar. Os agentes também atuaram para reprimir as práticas de roubo de cargas e veículos, nas vias que dão acesso à localidade e removeram barricadas que impediam a circulação de vias públicas. A ação contou com o apoio dos batalhões de São Gonçalo, Niterói e do Batalhão de Ações com Cães (BAC).Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima