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PMERJ

CV voltou a invadir a Carobinha (milícia) e parece que dominou a comunidade

Traficantes do Comando Vermelho voltaram a invadir a comunidade da Carobinha, em Campo Grande e segundo relatos teriam assumido o controle de toda a favela sem precisar disparar um tiro. Os invasores vasculharam casas de moradores a procura de milicianos. Os paramilitares já sabiam que o CV entraria na região com força total e decidiram recuar. A movimentação começou por volta das 6h. Às 10h, o CV já havia tomado toda a área sem resistência. Ainda não se sabe se a facção permaneceu na região A PM foi ao local e apreendeu carros usados na invasão. Guarnições do GAT 1 e GAT 2 do 14º BPM recuperaram, na Estrada Guandu do Sena, altura do Largo do Guandu, três veículos usados por soldados do Comando Vermelho na invasão da comunidade da Carobinha. Na chegada das equipes teve tiroteio. Os agentes revidaram, e o grupo fugiu em direção à área de mata. A ação terminou sem presos ou feridos. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunçâo .

PM foi morto no Recreio

O tenente Jonathan Francisco da Silva, lotado no 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), morreu após ser baleado na comunidade Beira Rio, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio, durante a madrugada deste sábado (15). Ele foi atingido no pescoço durante um confronto com criminosos armados. A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamenta a morte do tenente Jonathan Francisco da Silva, lotado no 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes), ocorrida na madrugada deste sábado (15/11). O policial foi ferido durante uma ação na Comunidade Beira Rio, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O policial chegou a ser socorrido com vida para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas não resistiu aos ferimentos. O militar foi ferido durante uma tentativa de abordagem policial, quando agentes do 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes), foram atacados por um grupo de criminosos armados com fuzis. Após o confronto, os agentes encontraram um dos acusados de participar do ataque às equipes da Corporação, ferido no local da troca de tiros. Com ele, os agentes apreenderam um fuzil. A ocorência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). O tenente Jonathan Francisco da Silva tinha 34 anos e ingressou na Corporação em maio de 2019. Ele deixa esposa e uma filha de 3 anos. Até o momento, não há confirmação sobre o horário e o local do sepultamento do militar. FONTE: PMERJ

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

MP se negou a passar para nossa reportagem detalhes dos depoimentos de PMs envolvidos em megaoperação na Penha e Alemão mas divulgou relatório para emissora de TV

O Ministério Público Estadual do Rio se negou a passar para a reportagem relatório com os depoimentos de policiais envolvidos na megaoperaçâo nos complexos do Alemão e da Penha. Entretanto,  enviou as informações para uma emissora de televisão. Segundo o que foi divulgado pela emissora, o documento informa que menos da metade dos policiais usavam câmeras corporais e que dois casos de mortes foram fora do padrão de confrontos A Promotoria se limitou em informar em nota que as informações requeridas pelo relator foram entregues nesta quarta-feira (12/11) e estão disponíveis no processo da ADPF. O MPRJ prestará esclarecimentos após a conclusão das investigações. Vale lembrar que o MPRJ sempre passa conteúdo de denúncias de suas operações exclusivamente para esse canal de TV e quando a reportagem vai pedir o documento, a assessoria de imprensa diz que não divulga denúncias. .FONTE: MPRJ

Homem que ia na padaria com a mulher grávida foi baleado durante operação policial em São Gonçalo

Um homem foi baleado durante uma operação policial no Jardim Catarina, em São Gonçalo, nesta manhã (13). Ele ia a uma padaria com a mulher, que está grávida, quando os tiros começaram. O intenso tiroteio interditou os dois sentidos da BR-101, na altura do Jardim Catarina FONTE: Fogo Cruzado

Bandidos baleados e fuzil ponto 50 apreendido em São Gonçalo

Policiais do serviço reservado do 7° BPM foram recebidos a tiros durante uma operação de coleta de dados no Jardim Catarina, em São Gonçalo. O confronto começou após os agentes identificarem criminosos armados que bloqueavam a Rua Albino Imparato. Durante a ação, foram apreendidos um fuzil calibre.50 arma antiaérea , um fuzil AR 5.56mm, três pistolas e drogas. Dois suspeitos ficaram feridos e foram levados ao HEAT. Um veículo blindado foi utilizado para garantir a segurança dos policiais e dos moradores. FONTE: PMERJ

CV domina mais da metade das comunidades do Estado do Rio

Levantamento da Polícia Militar divulgado pela imprensa carioca neste domingo aponta que das 1.648 comunidades mapeadas, 62,8% são controladas pelo Comando Vermelho (CV), 20,6% pelo Terceiro Comando Puro (TCP), 13,9% por milícias e 2,6% pelo ADA. O CV domina sozinho 36 cidades, enquanto apenas 15 municípios estão livres do controle de facções. A facção também se expandiu para 25 dos 27 estados do país. No Rio, o CV tomou áreas antes dominadas pelo TCP e por milicianos, como os morros dos Macacos, Campinho, Fubá, Gogó da Ema e Gardênia Azul. Em 2024, a PM removeu 4.400 toneladas de barricadas e desobstruiu 2.300 ruas. As denúncias sobre bloqueios cresceram 50,5% no ano, com destaque para São Gonçalo, responsável por mais de 34% dos registros. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Envolvidos com o TCP foram chamados para uma reunião com milicianos em Itaborai e acabaram mortos. PM e ex-PM presos recentemente são suspeitos do crime

No dia 24/06/2025, por volta das 21h30min, Diego Siqueira da Silva Ferraz e Cristiano Caldeira foram mortos a tiros em Itaborai. Na ocasião, as vítimas, apontadas como integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro, teriam sido atraídas ao local sob o pretexto de uma reunião com milicianos, ocasião em que teriam sido surpreendidas e executadas por estes.  Os indícios colhidos no curso da investigação, notadamente as imagens de câmeras de segurança, apontam para a participação de um PM e um ex-PM presos recentemente  Câmeras de segurança instaladas nas proximidades do local dos fatos registraram, logo após o crime, o veículo GM/Prisma, como características semelhantes ao pertencente ao do PM  empreendendo fuga pela Rua Padre Mariano de Castro Araújo, em direção à Avenida São Miguel, acompanhado de outro automóvel não identificado. Por sua vez, câmeras de segurança situadas na Rua Desembargador Saturnino de Albuquerque registraram, momentos após o crime, a saída do veículo Toyota Corolla, cor prata, placa LQS-4204, vinculado ao mex-PM (fls. 208-211). Conforme ressaltado pela Autoridade Policial, as mencionadas vias são paralelas, circunstância que indica que ambos os veículos se encontraram nas imediações do local onde ocorreram as execuções. Ressalte-se, ainda, que, logo após o crime, o PM  deu entrada no Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, , apresentando ferimento por projétil no joelho esquerdo. Com o intuito de justificar o ferimento – possivelmente decorrente de confronto com as vítimas -,o PM  teria apresentado versão inverídica perante a autoridade policial, relatando suposta tentativa de roubo ocorrida na BR-493.  Tal narrativa foi desmentida pelo ofício da Polícia Rodoviária Federal o qual confirmou não haver registro de passagem do veículo GM/Prisma no local e horários indicados. No que concerne ao veículo Toyota Corolla, placa LQS-4204, registrado pelas câmeras no entorno do local do crime, verifica-se que, embora formalmente pertencente a uma empresa.informações de inteligência colhidas pela Autoridade Policial apontam que o automóvel pertence, de fato, ao ex-PM. Durante vigilância velada, policiais civis lotados na DH-NSG identificaram o referido veículo estacionado na garagem do condomínio onde a companheira do ex-PM. Moradores do local, que preferiram não se identificar por receio de represálias, confirmaram que o automóvel pertence ao ex-PM   e relataram que ambos residem juntos no endereço mencionado. Por fim, pesquisas em fontes abertas revelaram postagens que associam o PM e ao ex-PM  ia um grupo miliciano atuante nos bairros Retiro São Joaquim, Joaquim de Oliveira e Vale do Sol, o que reforça os fortes indícios de que ambos participaram dos homicídios. FONTE: TJ-RJ

PM apura morte de motorista que não obedeceu ordem de parada de policiais e acabou baleado

O comando do 41º BPM (Irajá) instaurou procedimento para apurar a morte de um motorista na madrugada de hoje próximo ao Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. Segundo a corporação, ocupantes de três motocicletas passaram e efetuaram disparos contra PMs em patrulhamento. Na sequência, o condutor de um veículo, que não obedeceu a ordem de parada, avançou pelo cerco policial. Um dos agentes efetuou um disparo, vindo a ferir o motorista. Ele foi socorrido pela equipe ao Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu aos ferimentos . Ocorrência registrada na 31ª DP. Hoje de tarde, foi feita manifestação sobre o caso em Ricardo de Albuquerque, O homem que morreu foi identificado como Andrew Andrade do Amor Divino, de 29 anos. Ele foi atingido com um tiro de fuzil na cabeça. Segundo testemunhas, Andrew dirigia com o som do carro alto e não teria ouvido a ordem de parada dos policiais. O carro da vítima foi apreendido para perícia, e as armas dos policiais envolvidos foram recolhidas para exame balístico. Andrew, que trabalhava desde os 14 anos, deixa dois filhos — um de 6 anos e outro de apenas 23 dias de nascido. Ele recebeu homenagem dos atletas que teve como objetivo pedir justiça e lembrar o jovem, descrito por familiares e amigos como trabalhador e dedicado à família. FONTE: PMERJ

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