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operação policial

Saiba como funcionava esquema milionário de pagamento de resgate de veículos produtos de roubo e furto no RJ. Quadrilha é alvo de operação

A Polícia Civil faz operação hoje contra integrantes de uma quadrilha que promovia “pagamento de resgate” de veículos produtos de roubo e furto. ]O inquérito revelou que empresas recuperadoras de veículos, conhecidas como “pronta resposta” ou “pronto emprego”, contratadas por associações e cooperativas de proteção veicular, negociavam diretamente com roubadores, traficantes e receptadores o pagamento de valores para a devolução dos veículos. O objetivo desse esquema é evitar que essas associações precisem indenizar seus clientes com base na tabela Fipe. Foi possível comprovar que esse modelo impactou diretamente no aumento do número de roubos de veículos ocorridos no segundo semestre do ano passado e nos dois primeiros meses deste ano em todo o Estado do Rio de Janeiro, principalmente na capital e na Baixada Fluminense. O esquema criminoso envolveu cifras milionárias. As investigações demonstraram que quatro empresas receberam, de apenas duas associações, mais de R$ 11 milhões em menos de um ano. Nesse mesmo tempo, só por essas empresas, mais de 1,6 mil veículos foram recuperados. Chama a atenção também o ínfimo tempo decorrido entre a data do roubo e a data da recuperação que, em algumas empresas, em média, é de apenas quatro dias. Como funcionava o esquema? Quando um veículo protegido por uma associação ou cooperativa era roubado, os funcionários dessas empresas de “pronta resposta” entravam em contato diretamente com criminosos, traficantes ou roubadores para negociar a devolução. Esse contato, muitas vezes, era feito dentro das próprias comunidades dominadas por facções. Para os criminosos, trata-se de uma forma rápida, segura e altamente rentável de obter dinheiro. O mesmo vale para essas empresas, pois, em média, foram pagos mais de R$ 6 mil por veículo recuperado, sendo que uma parte desses valores era pago pelo resgate e boa parte ficava para a empresa. Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão contra sócios e funcionários dessas empresas, com o objetivo de apreender celulares, computadores e documentos que comprovem a participação no esquema, além de identificar os responsáveis, do lado dos criminosos, pelas negociações. FONTE: Polícia Civil do RJ

Quadrilha de ‘171’ ligada a chefão do CV foi desarticulada na Baixada

A policia desarticulou uma quadrilha de estelionatários que atuava na região de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense e era vinculada ao traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, uma das principais lideranças do Comando Vermelho. O grupo operava sob a alcunha de “Bonde do Urso”. O líder do bando foi identificado em registros recentes no camarote do baile funk realizado na Cidade de Deus no último fim de semana, onde ocorreu a morte de um agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Ele estava acompanhado de membros da liderança do tráfico e artistas ligados à facção. Outros integrantes da quadrilha também estavam presentes no evento, misturados entre os “soldados” da organização criminosa. Durante a operação, os agentes localizaram camisas personalizadas com o nome do “Bonde do Urso”, acessórios e imagens que mostram os criminosos ostentando joias, ouro e tirando fotos com traficantes. Os criminosos tinham alugado uma residência que era utilizada como base para diversas fraudes financeiras. No local, os policiais encontraram drogas e equipamentos eletrônicos, como computadores e máquinas de clonagem de cartões, além de um laboratório improvisado para falsificação de dados bancários. As investigações apontam que o grupo não apenas utilizava cartões clonados, mas também fraudava plataformas digitais e atuava com golpes em site de apostas esportivas. A casa funcionava como uma verdadeira “empresa clandestina do crime”, com forte estrutura tecnológica para praticar os delitos. FONTE: Polícia Civil do RJ

PM confirmou três mortos e dois feridos em guerra do tráfico no Fubá e Campinho

A Polícia Militar confirmou três mortos e dois feridos na guerra entre traficantes nos morros do Fubá e do Campinho que começou ontem de noite e se alastrou pela madrugada. Na noite de quarta-feira (21/5), policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) foram acionados após a informação de que duas pessoas teriam dado entrada na UPA de Madureira com ferimentos. No local, os policiais confirmaram a entrada das vítimas, que relataram ter sido atingidas enquanto estavam na Comunidade do Campinho. De acordo com o comando do 9º BPM, após receberem a informação dos feridos e do confronto entre grupos criminosos rivais na comunidade, equipes da unidade foram mobilizadas para a região. A Polícia Militar realizaram uma ação emergencial para reprimir a atuação dos envolvidos no tiroteio.  Ainda de acordo com a unidade, nesta quinta-feira (22/5), três indivíduos foram localizados em óbito durante patrulhamento dos policiais. A área foi isolada para a realização da perícia.  Não houve confronto envolvendo os agentes. FONTE: PMERJ

Há sete anos havia estourado escândalo de extorsão a comerciantes no camelódromo da Uruguaiana. Personagem daquela época foi preso hoje em operação. Veja o que se descobriu na ocasião

Há sete anos tendo como personagem um dos presos na operação de hoje, o Ministério Público Estadual do Rio havia denunciado cinco pessoas acusadas de fazer parte de uma organização criminosa no Camelódromo da Uruguaiana, no Centro do Rio. O bando na época promovia em conluio com agentes públicos, extorsão de comerciantes, a venda e cessão irregular de espaço público permissionário, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, dentre outroscrimes, além de inúmeras outras irregularidades que colocavam em risco avida de comerciantes e frequentadores do local. Na ocasião,, além de gerenciar o aluguel e comércio irregular dos boxes, o bando cobrava taxas semanais dos comerciantes, sendo aproximadamente R$ 30,00 referentes à segurança e limpeza do local (média de R$ 120,00 por mês), e aproximadamente R$ 95,00 mensais, referentes ao suposto rateio de conta de luz. Haviam outras taxaas, como taxa de obras para cumprir exigências do Corpo deBombeiro (R$ 610,00 por mês de cada box) e além de taxas eventuais de obras. Considerando o universo de aproximadamente 1.600 boxes, o montante arrecadado ultrapassa em muito o valor cobrado para realização doserviço prestado pela empresa. Além do mais, a prova produzida corrobora a informação de que a obra contratada sequer foi concluída e que os valores excedentes foram indevidamente apropriados pelos envolvidos no esquema criminoso. Um comerciante que fez aquisição de nove boxes, e para mantê-los abertos era exigida uma quantia no valor de R$ 5.000,00, por box. No curso das investigações foi apurado que os comerciantes que pagassem o valor cobrado, eram expulsos, perdiam suas mercadorias e tinham seus boxes “vendidos” ou “entregues” a terceiros pela quadrilha. Ressalta-se que a atuação do grupo por vezes contava com a presença de elementos que ostentavam armas de fogo, a pretexto de fazer a segurança do local e dos administradores do centro comercial. Naquela época, foi falado que o grupo atuava como uma milícia. A denúncia dizia que organizações criminosas rivais se revezam na administração da associação comercial que cuida do Mercado Popular da Uruguaiana com a ativa participação de agentes públicos ainda não identificados, que integram a malta, sempre[ objetivando fins espúrios e colocando em risco não só os comerciantes como os frequentadores do local haja vista o crescimento desordenado e sem controle dos boxes permissionários. Desde a época da ACAC, Associação dos Comerciantes, cujo presidente foi assassinado em 201413, até a vigência da sucessora, CCU, que a disputa pela liderança da entidade era palco da mais espúria e criminosa atuação de “grupos” de interesses, com evidente participação de agentes públicos envolvidos na deliberada omissão no exercício do poder de polícia em espaço público. O MPRJ chegou a relatar que o espaço destinado ao camelódromo representava verdadeiro caos organizacional, com ambiente propício para abrigar toda sorte de criminalidade, desde contrabando, receptação, falsificação de produtos e até mesmo vinculação com milícia1 roubo de cargas, tráfico de drogas e armas. O preso na operação de hoje era na época, tesoureiro da quadrilha sendo o responsável pelas decisões administrativas e financeiras do Centro Comercial. Além disso, era o braço contábil da organização, auxiliando a manter ocultos os proveitosfinanceiros da cúpula, e promovendo a aparência de legalidade para fins de prestação de contas. tinhaainda a função de catalogar todas as receitas e indicar as sobras, sendoainda responsável por tudo que entrava através do recolhimento da “taxa de luz”, da “taxa da associação” dos boxes e ainda arrecadava o dinheiro pela utilização do banheiro situado na sede Com a prisão de comparsas, esse homem acabou por promover sua própria ascensão política dentro da estrutura da CCU e, após a prisão temporária e afastamento de três parceiros em maio de 2018, assumiu a presidência e foi recentemente reeleito, constituindo atual “oposição” aos demais comparsas FONTE: MPRJ

Barricadas com fogo para impedir atuação da PM na Pedreira (TCP)

Por ordem de traficantes, barricadas com fogo foram colocadas em ruas nas imediações do Complexo da Pedreira, em Costa Barros, para impedir a atuação da polícia. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que,  quinta-feira (22/5), policiais militares do 41ºBPM,com apoio de equipes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (RECOM), realizam operação na Comunidade da Pedreira. A ação tem como principal objetivo coibir a atuação criminosa na região.  Até o momento, um homem foi preso. Um fuzil, munições, rádio comunicador e drogas foram apreendidas. Ocorrência em andamento. 

Preso traficante suspeito de matar idoso de 74 anos com alzheimer por suspeita que ele era pedófilo

A polícia prendeu hoje um dos responsáveis pelo assassinato de Andir José de Barros, de 74 anos, diagnosticado com alzheimer em estágio avançado. O idoso teria sido falsamente acusado de pedofilia, julgado e morto pelo “tribunal do tráfico”, ligado a uma facção de narcotraficantes. O criminoso foi localizado em uma casa, no bairro de Inhaúma, Zona Norte do Rio. Segundo as investigações, a vítima foi subjugada por traficantes da comunidade da Coréia após uma falsa acusação de pedofilia, sem qualquer comprovação. O criminoso preso nesta quinta, junto com seus comparsas, espancou o idoso ainda na rua. Em seguida, já ferido, ele foi levado à comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão, onde foi novamente agredido e morto. Seu corpo permanece desaparecido, configurando também o crime de ocultação de cadáver. A ordem para o assassinato brutal, segundo apurado, veio do líder da facção criminosa na região, vulgo Professor do Alemão . As investigações continuam para identificar os demais envolvidos no crime. FONTE: Polícia Civil do RJ

Operação em Teresópolis contra traficantes que torturaram homem como punição por suposto furto de carga de drogas

O Ministério Público Estadual e as polícias Civil e Militar fazem operação para prender oito do Comando Vermelho que atuam no Complexo PPR, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Os denunciados são integrantes do Comando Vermelho e, em 2021, submeteram uma vítima a intensa sessão de tortura como punição pelo suposto furto de uma carga de drogas. A apuração também revelou que os acusados mantinham atuação estruturada no tráfico de drogas no Complexo PPR, composto pelas comunidades Perpétuo, Pimentel e Rosário. Foram denunciados, ao todo, oito investigados no âmbito da operação: cinco deles pelo crime de associação para o tráfico de drogas, enquanto outros três respondem por tortura e associação para o tráfico. As investigações identificaram a prática de tráfico de drogas e a imposição de torturas como forma de punição a moradores da região. Os mandados foram expedidos pelos Juízos da 1ª e da 2a Vara Criminal da Comarca de Teresópolis e estão sendo cumpridos na comunidade do Rosário. Entre os alvos está Carlos Eduardo Santos da Silva, apontado como chefe do tráfico local. FONTE: Ministério Públikco Estadual do Rio

Grupo que extorque comerciantes no Camelódromo da Uruguaiana é alvo de operação. Oito já foram presos

O Ministério Público e a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO-IE) da Polícia Civil fazem operação para prender integrantes de uma quadrilha que age no Cameldóromo da Uruguaiana, no centro da capital fluminense. Entre os alvos estão um policial civil aposentado e um policial penal. Eles tentam cumprir 11 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão. Ao todo, 14 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão, usurpação de função pública e lavagem de dinheiro. Oito já foram presos. Segundo as investigações, o grupo se apropriou da administração da Associação Comercial da Uruguaiana, utilizando segurança armada e ameaças para extorquir comerciantes, mediante a cobrança de “taxa social” e “taxa de segurança”. Em caso de inadimplência, os comerciantes eram submetidos a cortes de energia e expulsões. Além das extorsões, o bando razia a gestão ilegal de espaços públicos, promovendo a venda e locação irregular de boxes. Também praticava lavagem de dinheiro, utilizando empresas de fachada e laranjas, inclusive uma lavanderia, para mascarar a origem dos recursos. A denúncia descreve a atuação de integrantes responsáveis pela contabilidade, intimidação armada e administração das extorsões, além da participação de agentes públicos. Foi apurado, ainda, que eram realizadas vendas de boxes de forma irregular, uma vez que o espaço do camelódromo é público, só podendo ser cedido seu uso por ordem e autorização da Prefeitura do Rio. Os valores variavam entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Os mandados são cumpridos no próprio camelódromo e em endereços na Barra da Tijuca, no Recreio dos Bandeirantes e na Baixada Fluminense. Durante as diligências, os agentes obtiveram informação de que o líder do grupo estaria no estado do Ceará. Com o apoio da Polícia Civil daquele estado, ele foi capturado em Fortaleza. FONTE: Ministério Público Estasdual e Polícia Civil

Facções criminosas costumam pagar R$ 50 mil por fuzis quem vêm dos EUA

Informações da Subsecretaria de Inteligência da PMERJ apontam que muitos fuzis que chegam ao território nacional em peças avulsas, também compradas nos EUA ao custo de aproximadamente R$ 6 mil, na cotação atual do dólar, depois de montadas por armeiros, são vendidas às facções criminosas por cerca de R$ 50 mil. Dos 638 fuzis apreendidos durante o ano passado por policiais militares, 604, ou seja 94,68, foram fabricados no exterior. De acordo com o levantamento da SSI, a maioria das armas de guerras retiradas das mãos de criminosos por policiais militares foi fabricada nos Estados Unidos, de onde foram contrabandeadas 295 unidades da plataforma Colt. Por ter licença para ser comercializada em outros países, o armamento da plataforma Colt entra de forma clandestina no Brasil pelas fronteiras de países sulamericanos, como Paraguai, Bolívia e Colômbia. Além dos Estados Unidos, os fuzis apreendidos no ano passado no Rio foram fabricados também em outros países, como Israel, Alemanha, Áustria e República Theca. Um levantamento preliminar feito pela SSI, ao analisar a procedência dos fuzis apreendidos neste ano de 2025, mostra que 60% foram fabricados nos Estados Unidos, indicando uma tendência semelhante à constatada no ano passado. Além da procedência dos fuzis, o estudo da SSI também mapeou o destino das armas apreendidas no ano passado no território fluminense, especialmente na região metropolitana. Dos 604 fuzis, 365 foram apreendidos em comunidades sob influência da organização criminosa Comando Vermelho. Os demais 239 fuzis, foram apreendidos em áreas sob influência do Terceiro Comando Puro (204), de milícias (48) e da facção Amigos Para o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o trabalho incansável dos policiais militares, que apreendem uma média de quase dois fuzis por dia no estado, salva muitas vidas.

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