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operação policial

Três PMs deverão ser expulsos da corporação suspeitos de cobrar propina para liberar motorista que estava com documentação atrasada do carro

Três PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá expulsá-los da corporação suspeitos de exigir propina de um motorista que estava com documentação atrasada do carro. O fato ocorreu em 2023. Foi insaturado procedimento com escopo de apurar o conteúdo da Denúncia MOV – Rio no 24864.2023, cujos relatos são alusivos às condutas dos policiais militares da motopatrulha do 4o BPM, os quais estariam, constantemente, realizando operações policiais AREP II, naAvenida Castelo Branco, Praça da Bandeira e em frente ao Instituto Nacional de Traumatologia (INTO), onde ao constatarem irregularidades no veículo ou do condutor era imposta a exigência de vantagem indevida para deixar de atuar. Diligências constataram constatada a presença de 03 (três) motopatrulhas e dois caminhões reboques. Em seguida, foi percebida a abordagem ao automóvel Fiat/ Punto, de cor preta, placaonde o condutor, após entregar os documentos requisitados a um PM, componente da motopatrulha do 41o BPM, permaneceu do lado de fora do auto. Ao observar que os policiais continuavam abordando outros veículos, a equipe correicionalfoi até o local da operação para apurar o que estava ocorrendo. Ao questionar o condutor do veículo, este, relatou que seu veículo se encontrava com a documentação atrasada (CRLV-2019), todavia, foi exigida, como condição paraser liberado, a importância de R$ 200,00 (duzentos reais), tendo em vista que os R$ 108,00 (cento e oito reais) em sua conta, seria insuficiente para a guarnição. Em razão de não possuir a quantia exigida pelos policiais, o condutor do veículo imediatamente enviou mensagem de Whatsapp para seu chefe, , às 14h51min, relatando que precisava daquele valor para poder ser liberado. Às 14h54min, a transferência no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) foi realizada para conta do motorista. Contudo, ao informar que a importância já se encontrava disponível, tomou ciência de que nada poderia ser feito, pois a Corregedoria estava no local. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM é investigado por fazer ameaça a colegas da Corregedoria que prenderam suspeitos envolvidos com a milícia em Jacarepaguá. LEIA TRECHO

Um PM está sendo investigado por fazer ameaças a colegas da Corregedoria da corporação após estes levarem para a delegacia suspeitos de envolvimento coma milícia da comunidade Asa Branca, em Jacarepaguá. O fato ocorreu em junho de 2023. Quando estavam na delegacia, o pai dos suspeitos detidos recebeu uma ligação em seu telefone celular. Um dos agentes da Corregedoria lhe tomou o celular e atendeu. A pessoa do outro lado da linha se identificou como sendo um PM do 18º Batalhão e indagou se a supervisão já tinha conhecimento da ocorrência, perguntando ainda se seria possível “fazer por menos”. Diante da proposta, o agente correcional respondeu: “Chefe, aqui é Corregedoria”, sendo então surpreendido com a afirmação do policial: “Ah! Estou ligado em vocês! Uma hora vocês vão se machucar!”, em tom de ameaça. Nesse momento, o militar retirou seu próprio celular do bolso e fotografou o núme-ro exibido na tela do telefone do pai dos suspeitos, logrando êxito em identificar o número como pertencente ao 1o sargento do 18º BPM. Os detidos estavam com 02 (duas) armas de fogo, 02 (dois) carregadores e cartuchos de munição. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM suspeito de ajudar ex-bombeiro envolvido no caso Marielle a atrapalhar investigações sobre quadrilha que praticava homicídios entrou em conselho de disciplina e deverá ser expulso da corporação

Um terceiro sargento da PMERJ lotado no 15º Batalhão (Duque de Caxias) está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá expulsá-lo da corporação. Ele é suspeito junto do ex-bombeiro Maxwell Simões Correa, envolvido no caso Marielle Franco, de embaraçar investigação penal envolvendo organização criminosa armada, instaurada para apurar seu envolvimento em crimes de homicídios consumados. A denúncia diz que, no dia 11 de março de 2019, houve troca de mensagens entre os envolvidos no aplicativo WhatsApp, . As condutas perpetradas causaram sérios prejuízos à Administração da Justiça, na medida em que comprometeram o êxito do cumprimento das diligências pelo Ministério Público epela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, na madrugada do dia 12 de março de 2019. Tem-se, então, que as investigações continuaram no bojo do IP no 901- 00266/2019 no afã de apurar a existência de outros personagens envolvidos em crimes contra a vida, bem como o entrelaçamento deles numa organização criminosa armada, deferidos pelo juízo então competente. Por meio da quebra de sigilo de dados e telemático da conta de e-mail do PM constatou-se que foram transmitidas, por aplicativos de mensagens, informações sigilosas sobre operação policial voltada à elucidação de crimes de homicídio e organização criminosa. Analisando os dados obtidos a partir do afastamento do sigilo da referida conta telemática,foram fortuitamente encontradas conversas travadas via WhatsApp em que os denunciados e terceiros ainda não identificados tratam expressamente sobre deflagração de operação policial. Vale destacar que foram encontradas fotografias de conversas de WhatsApp, travadas nas últimas horas do dia 11 de março de 2019, as quais, indubitavelmente, encerram vazamento da operação policial. Um dos envolvidos informou ao PM ocorrência da operação policial que se avizinhava, deixando claro que havia recebido “informe” advindo de pessoa, por ora, ainda não identificada. Seguindo a cronologia dos fatos, o graduado em tela encaminhou mensagem para Maxwellindagando-lhe se já havia repassado a informação para terceira pessoa (ou terceiras pesso-as), ao que ele responde que “sim”, confirmando que difundiu o vazamento da Operação. Notou-se, a partir do teor das mensagens, que os interlocutores (ora denunciados) nutriam a especial preocupação de repassar a informação a personagem específico e/ou ao maior número de personagens integrantes da organização criminosa armada naqueles autos investigada e envolvidos no cometimento dos crimes. Frise-se, ainda, que o vazamento ora em apreço causou concretos prejuízos à busca da ver-dade real almejada não só com a deflagração de Operação Policial, como também com a instauração do IP no 901-00266/2019, o qual, como já dito, teve sua gênese com o desmembramento do IP no 901-00385/2018 no escopo de apurar os mandantes e terceiros até então não identificados e o envolvimento deles com organização criminosa em crimes de homicídios consumados. Evidente, pois, que o vazamento confirmado pelos “prints” ora ilustrados dilatou o tempo de conclusão e dificultou sobremaneira as investigações a respeito dos crimes dolosos contra a vida de que ora se trata, bem como de outros a ele conexos, todos praticados em inequívoco contexto de organização criminosa armada. FONTE: Boletim interno da PMERJ

Integrantes da quadrilha de 171 ligados a Doca (CV) presos na sexta-feira disseram ter sido agredidos por policiais civis

Integrantes de uma quadrilha de estelionatários ligados ao traficante Doca e que foram presos na última sexta-feira em Nova Iguaçu disseram ter sido agredidos por policiais civis. O líder do bando, vulgo WL, relatou ter sido agredido por um policial civil que participou de sua prisão com joelhadas e tapas. Um segundo disse que levou chutes. Um terceiro contou que levou tapas no rosto. Consta do auto de prisão em flagrante que o setor de inteligência da polícia recebeu informações de que uma quadrilha de estelionatários ligado ao Comando Vermelho atuaria usando como base um imóvel na Rua Ubatan, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Segundo os depoimentos, a equipe policial iniciou uma vigilância velada a fim de verificar a veracidade da informação, notando que, no local, havia a movimentação de quatro indivíduos, que utilizavam uma motocicleta de alta cilindrada e valor de mercado elevado com a placa de identificação suprimida. Foi constatado que no imóvel em que o grupo atuaria havia ligação direta de água e luz, o que fundamentou a abordagem. De acordo com os policiais, no local foi constatado furto de energia e água, sendo localizados e apreendidos drogas, celulares produto de furto/roubo, máquinas de cartão, cartões aparentemente clonados, motocicleta com sinal de identificação suprimido e um veículo que já havia sido apreendido nos autos do inquérito policial nº. 920-00339/2023, que apura os crimes de associação criminosa, lavagem de capitais, crimes contra a economia popularFoi determinado pela Justiça a realização de um novo exame de corpo de delito independentemente da existência de laudo no sistema, já que narraram agressões no curso da audiência de custódia não relatadas no exame anterior. FONTE: TJ-RJ

Bandidos da Serrinha (TCP) que participavam da guerra no Morro dos Macacos foram feridos em confronto com PMs. Um deles morreu

Devido a confronto armado no Morro dos Macacos, equipes do 6°,BPM (Tijuca) foram alertadas sobre possível fuga de traficantes da comunidaade. PMs em comboio, avistaram um veículo num dos acessos ao Macacos com quatro indivíduos armados em seu interior. Foi dado a ordem de parada, mas o motorista não a obdedeceu e foram feitos disparos em direção à guarnição. Diante disso, os policiais revidaram. Mais à frente, o veículo colidiu com uma lixeira no local conhecido como Chelsea e os ocupantes empreenderam fuga. No entanto, o carro foi encontrado com um suspeito baleado, 1 fuzil calibre 5.56mm e 1 pistola calibre 9mm em seu interior. Num estacionamento na Rua Senador Nabuco, outro elemento baleado foi localizado. Ambos foram encaminhados para o Hospital do Andarai mas um veio a óbito. Ele tinha o vulgo de Neca. Os elementos feridos seriam oriundos da Comunidade da Serrinha, em Madureira, controlada pelo TCP, e estariam em retirada da comunidade. FONTE: PMERJ .

Saiba quanto o chefão da Muzema (CV) pagava por fuzis, munições e carregadores a seus fornecedores. Fuzil chegava a custar R$ 85 mil

Uma planilha com a relação de armas e munições que seriam adquiridas pelo chefe do tráfico na comunidade da Muzema, no Itanhangá, Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, mostra quanto ele costumava pagar pelos artefatos bélicos. Uma das anotações mostra uma metralhadora ponto 50, arma antiaérea, que custaria R$ 240 mil. Zeus ia pagar R$ 110 mil pela aquisição de dois fuzis Colt calibre 556 (R$ 55 mil cada); mais R$ 100 mil para comprar mais duas armas deste tipo (R$ 50 mil cada( e outros R$ 275 mil por mais cinco da mesma arma (R$ 55 mil cada). Já um Colt calibre 762 custava R$ 85 mil. Está na tabela mais de 34 mil munições de fuzil AK-47 que sairiam R$ 36 a unidade; Já a munição calibre 223 está anotado que ele compraria 10 mil unidades com o preço de R$ 25 cada uma. Munição 762, seriam 183 unidades saindo 30 reais cada. Zeus também iria adquirir carregadores anotados na tabela como pentes. Pente AR 10- 307 unidades – R$ 725 cada Pente AR-15 – 183 unidades – R$ 544 cada Ao todo, eram cinco os fornecedores de Zeus conhecidos como Justino, Bazzana, Gordão, Barba e Aleatório. A tabela previa investimentos que somados chegavam a mais de R$ 5 milhões. FONTE: MPRJ

Apreendido adolescente do alto escalão do CV suspeito das mortes de dois ex-candidatos a vereadores que tinham fama de matadores e tentavam impedir a expansão da facção na cidade de Japeri. Menor também é acusado de matar criança de cinco anos

A polícia apreendeu um adolescente suspeito de envolvimento nas mortes de dois ex-candidatos a vereadores em Japeri e uma tentativa de homicídio ocorridos em dezembro de 2024. Na abordagem, o menor foi detido na posse de uma pistola de calibre 9mm, com numeração de serie suprimida. Vale destacar que, conforme apurado na investigação da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, o adolescente e dois comparsas realizaram diversos disparos de armas de fogo contra as vitimas que conversavam na rua.  Na ação, duas pessoas morreram e uma terceira foi ferida em um dos braços em razão dos disparos de arma de fogo efetuados pelos criminosos.A motivação do crime é que os autores, traficantes do alto escalão da facção Comando Vermelho no município, pretendiam expandir os negócios da facção com a instalação de novas bocas de fumo na Comunidade da Chacrinha, mas encontravam resistência das vítimas fatais, que eram conhecidas por serem matadores na região. As duas vítimas mortas eram ex-candidatos a vereador. De acordo com os agentes, o menor é do alto escalão do tráfico do CV em Japeri. Ele ainda é apontado como o autor do homicídio de uma criança de 5 anos em novembro/2024, fato em investigação pela DHBF. FONTE: Polícia Civil do RJ

Braço do TCP da Maré na Região dos Lagos foi preso

Um dos principais nomes ligados à facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro), Matheus Gonçalves, conhecido no meio do crime como ‘Perninha’, foi capturado pela Polícia Civil/40ª. DP do Rio de Janeiro na última quinta-feira (22). Ele é apontado como o responsável direto pelas ações de confronto armado da quadrilha na Região dos Lagos, onde atuava como braço operacional de TH da Maré, chefão da facção recentemente morto pela polícia, . Oriundo do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, Perninha estava foragido e tinha contra si dois mandados de prisão em aberto. Os crimes atribuídos a ele incluem associação ao tráfico de drogas e homicídios. FONTE: Pega Visão RJ (Telegram)

Saiba como traficante Zeus se tornou o ‘dono’ da comunidade da Muzema (CV). Confira também negociações do bandido para a compra de armas e drogas

O traficante Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus, se tornou o dono das bocas de fumo da comunidade da Muzema, no Itanhangá após ampla participação ao financiar a guerra de expansão territorial da facção criminosa contra os milicianos estabelecidos anteriormente naquelanlocalidade. Após o sucesso da empreitada organizada por Zeus, a cúpula do Comando Vermelho_ Doca, Pezão e Abelha_ decidiram recompensá-lo com o controle territorial e econômico da região da Muzema. Com isso, toda a rentabilidade das atividades criminosas voltadas para o tráfico de drogas, roubo de veículos e cargas, cobranças de taxas de moradores e comerciantes, exploração de “gatonet” e expropriação ilegal de imóveis praticadas nesta região, são auferidas por Zeus e e parte desses lucros destinam-se à caixinha da facção. Após o aumento expressivo nas suas fontes de renda ilícitas, Zeus com visão ambiciosa, passou a financiar a tentativa de expansão territorial pelo Comando Vermelho sobre a comunidade Rio das Pedras – Jacarepaguá, ora dominada por milicianos, desencadeando uma guerra territorial travada entre distintos polos de guerrilha, com fortes armamentos, despontando no sofrimento da população carioca. Em recente postagem na rede social Whatsapp, Zeus ofereceu dinheiro para informantes que expusessem a localização de milicianos que atuam na Comunidade Rio das Pedras. O intuito do investigado não difere das práticas covardes comuns a essa facção, o homicídio de seus desafetos. Zeus tambén é responsável por comprar armas e drogas de fornecedores interestaduais para revender para outras lideranças do Comando Vermelho, no Estado do Rio de Janeiro e nos recortes abaixo. Em uma conversa com o comparsa Vini 21, Zeus mencionou Doca como devedor de determinado valor e posteriormente, envia para Doca”, uma lista atualizada de valores pendentes de quitação, o que demonstrou que traficantes de alta patente têm recorrido a Zeus” para abastecer seus redutos na guerra do tráfico. Em um grupo de Whatsapp ‘Amigos do Transporte’, Zeus dialogou com Paulista da 50, sobre acerto de finanças relacionadas à compra de munições e armamento e nesse contexto, uma chave PIX foi ilustrada por meio de um comprovante de transferência, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), As cifras de Zeus com a compra de armas e drogas impressionam, eis que, em outro recorte, está discriminada a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (Em outra escuta, Zeus se reportou a Oclinho 24, um dos seus fornecedores, o levantamento do valor da dívida referente à compra de fuzis e na mesma oportunidade, menciona o traficante Doca”, líder do Complexo da Penha, como interessado no carregamento do “óleo”25 que estava para chegar. No grupo ‘Filhos de Deus’, apurou-se uma mensagem enviada por Zeus direcionando uma boa parte do armamento do seu acervo para emprego na Comunidade da Muzema, onde possui total comando ” A polícia localizou uma imagem de um caderno de anotações do escritório de Zeus, com valores referentes ao carregamento de “maconha”, que somados totalizam o valor de R$ 1.748.450,00 fazendo menção ao nome de um homem chamado Adriano César como responsável por acolher valores em conta corrente dopagamento do referido carregamento.. Outros grupos usados por Zeus como GP e Articulados, ele o controle das finanças sobre a compra e venda de armas e drogas, para o qual recebe auxílio de vários interlocutores. Por meio das janelas de diálogos nesses dois grupos, apurou-se milhares de munições negociadas, carregadores de fuzil e 100 kg (cem quilos) de cocaína, somente em uma única encomenda. Há diálogos em que Zeus, afirmou para Oclinho” a encomenda de fuzis, munições de calibres .762 e .380, carregadores de G3 e, demonstrando o poder bélico ostentado nas comunidades cariocas dominadas pelo tráfico, negociam o pedido de uma metralhadora .50, pelo valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais). Em um perído de quarenta dias, um dos envolvidos no esquema obteve a quantia de superior a R$ 1.600.000,00 decorrente da venda de carregadores e munições a pessoas interpostas desta facção, além de receber depósitos em sua conta pessoal e das duas empresas em seu nome. Esse suspeito estava em uma planilha financeira obtida na quebra de sigilo telemático da nuvem de Zeus que contabilizou a compra de mais de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) em material bélico e drogas no período de um mês. Em um outrro diálogo captado pela políca, Doca foi atuallizado por Zeus sobre os valores pendentes de quitação referente à compra de munições e drogas. Os fornecedores Oclinho e Paulista chegaram a ir ao Complexo do Alemão o para receber o pagamento de R$150.000,00 em espécie, na companhia das duas respectivas esposas Zeus mostra um criminoso organizado, inteirado sobre cada entrada e saída de caixa, exigente quanto ao controle das finanças, levando a crer que talperfil seja um dos motivos que justificam a rápida ascensão de um traficante, natural de outro estado, em território carioca, já tão conflagrado por disputas sangrentas que envolvem todos os setores da criminalidade do estado: facções do tráfico, contravenção e milícia Os funcionários de Zeus exercem seu trabalho em um escritório localizdo no Complexo do Alemão f, de onde recebem as mercadorias ilícitas de traficantes de outros estados, contabilizam, planilham os valores gastos, revendem o material para traficantes locais e fazem a cobrança periódica das dívidas, no que se pode denominar de “Call-center ” do tráfico. FONTE: MPRJ

MC do CV no Ceará foi preso em Magé

Um MC do tráfico, foragido da Justiça do Ceará e autor de funks proibidões de apologia ao Comando Vermelho, foi preso em Magé Ele estava escondido no Complexo da Lagoa. Carlos Eduardo de Almeida Pires tinha papel relevante na difusão da ideologia criminosa”. “Como MC, o criminoso utilizava as redes sociais e plataformas digitais para produzir e divulgar canções que fazem apologia explícita ao tráfico de drogas e a traficantes do Comando Vermelho cearense, enaltecendo o poder bélico e as ações da facção. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

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