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operação policial

Prefeitura descreve como eram os imóveis de luxo construídos por traficantes do CV na Rocinha e que foram demolidos hoje. Tinha até passagem secreta

A Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura do Rio deu detalhes dos três prédios construídos irregularmente na Comunidade da Rocinha por traficantes do Comando Vermelho. Cálculos feitos por engenheiros da Prefeitura do Rio estimam que as obras, realizadas sem licença ou autorização municipal, custaram cerca de R$ 6 milhões aos responsáveis. As construções, localizadas na região da Dionéia, em uma área de aproximadamente 2 mil m², tinham de dois a sete andares e apresentavam risco de desabamento após o desmatamento de uma encosta .Os imóveis possuíam acabamento interno de alto padrão, incluindo piscinas e área gourmet. Em um deles, os agentes encontraram churrasqueira, freezer abastecido e uma esteira de corrida. O espaço era todo monitorado internamente por câmeras de segurança. Já no segundo imóvel, situado em um edifício de sete andares, havia uma piscina com cascata e uma parede falsa, que funcionava como túnel e dava acesso à mata. No edifício, os agentes também localizaram uma área de lazer, que continha piscina e churrasqueira. Toda a área foi demolida. “Essa é mais uma operação da Prefeitura do Rio, através da Secretaria de Ordem Pública, para combater construções ilegais, especialmente aqui na Rocinha, que é uma área que sofre influência do crime organizado armado. O foco dessa operação é a demolição de três imóveis, que, segundo as investigações do Ministério Público, são usados por traficantes de drogas e, do ponto de vista administrativo, são construções absolutamente ilegais, sem licença, que colocam em risco não só o cumprimento da legislação urbanística, mas também o meio ambiente. Com esse trabalho conseguimos não só preservar a vida das pessoas, como manter a ordem urbanística e asfixiar financeiramente o crime organizado”, destaca o Secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale. Os prédios serviram de abrigo para integrantes da facção criminosa Comando Vermelho do Ceará, que foram alvo de uma ação integrada do MPRJ com o MP do Ceará (MPCE) e a PMERJ, no último dia 31 de maio. Na ocasião, foram cumpridas ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão contra lideranças do tráfico cearense que se ocultavam no Rio de Janeiro. FONTE: Secretaria de Ordem Pública do Rio

TCP vem atacando o Juramento (CV) para forçar rivais a deixarem o Fubá e o Campinho

Segundo relatos nas redes sociais, os traficantes do Terceiro Comando Puro têm promovido novos ataques ao Morro do Juramento (CV) em Vicente de Carvalho para forçar os rivais a deixarem os morros do Fubá e do Campinho. Os bandidos estão recebendo apoio da Tropa do Corinthians do Bairo 3, em Duque de Caxias e de refugiados do Morro dos Macacos. O traficante Doca da Penha (CV) mandou reforços para o Juramento, Barão e Saçu. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que na madrugada desta quinta-feira (26/06), policiais militares do 41° BPM (Irajá) foram acionados para uma ocorrência de disparos de arma de fogo na área de mata, da localidade do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, agentes do Grupamento de Ações Táticas da unidade foram deslocados até o local do fato. Os policiais realizaram buscas na parte alta da comunidade, no entanto, os suspeitos fugiram no momento da chegada das equipes. O policiamento permanece reforçado na região. FONTE: PMERJ e Apuração Informe BR News (Whatsapp)

Rocinha (CV) tem operação para demolir prédios de luxo construídos por traficantes. VIDEO

O.MPRJ , a PM e a Ptefeitura do Rio realizam, nesta quinta-feira (26/06), uma operação conjunta para a demolição de três prédios irregulares erguidos na Rocinha por traficantes. As construções, localizadas na região da Dionéia, em uma área de aproximadamente 2 mil m², tinham de dois a sete andares e apresentavam risco de desabamento após o desmatamento de uma encosta. Os imóveis possuíam acabamento interno de alto padrão, incluindo piscina e área gourmet. Cálculos feitos por engenheiros da Prefeitura do Rio estimam que as obras, realizadas sem licença ou autorização municipal, custaram cerca de R$ 6 milhões aos responsáveis. Os prédios também serviram de abrigo para integrantes da facção criminosa Comando Vermelho do Ceará, que foram alvo de uma ação integrada do MPRJ com o MPCE, PMERJ e Polícia Civil do Ceará, no último dia 31 de maio. Na ocasião, foram cumpridas ordens judiciais de prisão e de busca e apreensão contra lideranças do tráfico cearense que se ocultavam no Rio de Janeiro. FONTE: MPRJ

Apreendido menor que matou a tiros os pais e o irmão em Itaperuna. Ele jogou os corpos na cisterna

A policia aprreendeu um adolescente de 14 anos por assassinar os pais e o irmão enquanto dormiam . De acordo com os agentes, o crime ocorreu no último sábado (21/06), em Itaperuna, quando o menor, ao ser contrariado sobre ir a um encontro em outro estado, pegou a arma do pai e atirou contra as vítimas. Após as mortes, ele ainda jogou os corpos dentro da cisterna da casa para ocultar os cadáveres. Na tarde de terça (24/06), a avó do adolescente foi com ele até a delegacia para registrar o desaparecimento das vítimas, após não conseguir contatá-los. Na manhã desta quarta, após perícia na casa, os agentes identificaram manchas de sangue no colchão do casal, vestes com sangue e pontos queimados. Durante as diligências, os policiais sentiram forte odor e encontraram os corpos na cisterna da casa. O menor foi conduzido à delegacia, onde confessou o crime. Ele vai responder por fato análogo aos crimes de triplo homicídio e ocultação de cadáver. FONTE: Polícia Civil do RJ

Policiais civis suspeitos da morte do adolescente João Pedro em São Gonçalo irão a júri popular

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) obteve na Justiça a aceitação do recurso apresentado para que os policiais civis envolvidos na morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto sejam julgados por júri popular. A decisão unânime foi proferida, nesta terça-feira (24/06), pelos desembargadores da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. João Pedro foi morto em maio de 2020, durante uma operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Federal no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. As investigações apontaram que o tiro que matou o adolescente de 14 anos partiu da arma de um policial. O GAESP/MPRJ denunciou os policiais civis Mauro José Gonçalves, Maxwell Gomes Pereira e Fernando de Brito Meister por homicídio duplamente qualificado. Segundo a denúncia, os acusados assumiram o risco de matar um inocente ao efetuarem disparos em direção a uma residência com vidros espelhados, sem visibilidade de quem estava no interior. O documento também ressaltou que a perícia da própria Polícia Civil não comprovou que houve disparos vindos de dentro da casa, afastando a hipótese de legítima defesa por parte dos agentes. FONTE: MPRJ

Muito medo no Complexo do Alemão (CV) devido a troca de tiros por conta de operação policial

Moradores do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, viveram momentos de terror na manhã de hoje. Disparos foram ouvindo desde as 6h da manhã nas regiões da Fazendinha, Praça do Sagaz e Relicário. A Polícia Civil realizou uma operação com foco no combate a instalações clandestinas de internet dentro da favela. Três veículos blindados do CORE circularam pelas vias da comunidade. A movimentação de caveirões e o barulho de disparos causaram medo e impactou a rotina dos moradores nas primeiras horas do dia. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), três unidades de saúde que atendem à região mantêm o atendimento. Apenas as atividades externas realizadas no território, como as visitas domiciliares, foram suspensas. Já a Secretaria Municipal de Educação (SME), informou que, na região do Complexo do Alemão, 18 unidades escolares foram impactadas pelas operações policiais em curso. Foi muito tira mesmo , ao sair pra trabalhar estava ouvindo e o som dos tiros vinha da FZD, disse um morador. FONTE: Voz das Comunidades

Suposto PM estaria junto com Pulgão quando ele foi preso

Policiais responsáveis pela prisão do ex-policial civil Rafael Pulgão afirmaram que, após terem dado ordem de parada ao condutor do veículo no qual o criminoso se encontrava, tal ordem não foi obedecida, ensejando perseguição policial em via pública, havendo, inclusive, relato dos policiais de que outro indivíduo, que seria PM, e estaria com Pulgão no veículo referido, teria se utilizado de uma arma de fogo para tentar disparar contra a guarnição policial, em que pese não haver, nos autos, auto de apreensão de tal arma de fogo. Os autos não informaram o que aconteceu com esse suposto policial. Uma mulher que estaria no veículo em que Pulgão foi capturado, e que teria se declarado namorada dele , afirmou que o ex-policial e o suposto PM teriam conversado sobre a abordagem policial, mas que “Rafael disse que não pararia e que aceleraria” Ela disse ainda que o PM colocou uma arma de fogo para fora e disse que apontaria para o veículo que estava mandado que parasse”. Segundo os auto, Pulgão estaria, supostamente, associado a outros indivíduos para o fim de “tomar o controle da Comunidade do Catiri”, pois teria, supostamente, “passado a integrar a facção narcoterrorista do ‘Comando Vermelho Pulgão teve a prisão preventiva decretada mas, em razão de sua situação de saúde do custodiado, foi determinado o seu encaminhamento para atendimento médico, em até 24 horas de seu ingresso na unidade prisional, em que permanecerá acautelado, sem prejuízo da disponibilização da medicação necessária, a critério do médico responsável Segundo relatos, Pulgão estava na conexão direta com o Doca da Penha e alguns milicianos de Campo Grande que eram ligados ao pessoal do Catiri, essa ligação era para assumir os transportes alternativos mas o miliciano Montanha não quis passar os transportes de Bangu. O outro plano também era matar o PL ou Jorjão, um dos responsáveis pela milícia de Santa Cruz e Paciência. FONTE: TJRJ e Milícia RJ News (Twitter)

Investigação revela como funciona esquema de monopólio de internet montado pelo CV em comunidades do Rio. Polícia faz operação

A Policia Civil do RJ faz operacão hoje para desarticular um esquema criminoso de monopólio forçado de serviços de internet em comunidades dominadas pela facção Comando Vermelho. As investigações revelaram que provedores clandestinos, com suporte logístico e operacional da facção, vinham impondo seus serviços de forma coercitiva e violenta à população, mediante sabotagem de redes concorrentes, ameaças a moradores e comerciantes e utilização de equipamentos furtados e veículos descaracterizados para atuação ilícita. Equipes documentaram em vídeo e fotografias a ação de “operários” destruindo cabos de fibra óptica de provedores legítimos em Jardim Primavera, Duque de Caxias. Os envolvidos estavam vinculados a empresas apontadas como instrumentos do esquema.Na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, novos flagrantes indicaram que uma empresa estava retirando concorrentes à força. Um veículo da organização foi observado em patrulhamento irregular pela região, sempre associado a zonas onde provedores rivais tinham sido silenciados. Em outro ponto investigado, foi localizado um depósito contendo equipamentos de rede oriundos de furtos, além de peças automotivas de procedência duvidosa. A análise patrimonial identificou a aquisição de veículos provenientes de leilões de seguradoras, tática comum para dificultar o rastreio e camuflar bens utilizados em crimes.A estrutura criminosa era composta por divisão clara de tarefas, desde a execução operacional, passando pela logística de sabotagem, até o controle territorial da oferta de internet. Essa configuração se enquadra como organização criminosa, além dos crimes de interrupção ou perturbação de serviço de telecomunicações, receptação e lavagem de dinheiro.O controle criminoso sobre a infraestrutura de internet em comunidades fere o direito fundamental à comunicação, ao acesso à informação e à cidadania digital. Ao impedir a atuação de empresas legítimas, o crime exclui populações inteiras de serviços básicos de conectividade, essenciais para estudo, trabalho, acesso a serviços públicos e liberdade de expressão. Além disso, ao eliminar concorrentes à força, esse modelo distorce o mercado, aumenta os preços e submete moradores a serviços precários e sem qualquer regulação ou proteção legal, favorecendo o lucro de facções criminosas e a perpetuação de sua influência territorial. A operação desta terça busca apreender documentos, mídias digitais, equipamentos de rede e registros financeiros capazes de comprovar os crimes praticados e ampliar o mapeamento da rede criminosa. O material arrecadado será analisado e poderá embasar novas diligências e responsabilizações penais e civis. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Gonçalo e Cabo Frio. As diligências contam com o apoio da da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). FONTE: Polícia Civil do RJ

Três ficaram feridos em confronto com a PRF em Caxias

Três suspeitos foram feridos em confronto com a PRF em Duque de Caxias. Os agentes faziam acompanhamento de veículo roubado e trocaram tiros com suspeitos. O tiroteio foi na Rua Major Correa de Melo, na altura do número 65 Dois feridos foram removidos pela PMERJ e um permanece no local e ambulância em deslocamento. FONTE: PRF

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