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operação policial

Preso chefe do tráfico de comunidade de Caxias

Policiais civis da 60ª DP – Campos Elíseos, prenderam em flagrante o vulgo “Di Menor”, apontado como frente do tráfico na comunidade Nova Campina, em Duque de Caxias. Durante a ação, houve confronto armado e os agentes apreenderam uma submetralhadora, granada, rádio transmissor, drogas, colete balístico e fardas camufladas utilizadas por criminosos. O preso, que possui várias anotações criminais por roubo, furto e tráfico, foi autuado por Associação para o Tráfico (Art. 35 da Lei 11.343/06). A operação é mais um duro golpe contra o crime organizado na Baixada Fluminense. FONTE: PCERJ

Governo do RJ diz que plano de retomada de territórios ainda está sendo elaborado mas adiantou para um único canal de TV quais as primeiras comunidades afetadas. SAIBA QUAIS

O Governo do Rio de Janeiro diz oficialmente que o plano de retomada de territórios ainda está sendo elaborado e deve ser apresentado em breve mas já informou a um canal de televisão que as primeiras comunidades que deverão ser afetadas são Rio das Pedras, Muzema e Gardênia Azul, na região de Jacarepaguá. Rio das Pedras é dominada pela milícia mas é alvo de cobiça de traficantes do Comando Vermelho. Já Muzema e Gardênia eram controladas por paramillitares mas foram tomadas pela facção do tráfico. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, já foi entregue a primeira etapa das medidas determinadas pelo Supremo Tribunal Federal no âmbito da ADPF 635. Dos 18 itens previstos pela Corte, três tinham prazo de 180 dias, e foram cumpridos. O documento foi encaminhado ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que o levará ao STF. No eixo da presença de ambulâncias em operações, a Polícia Militar possui 15 ambulâncias, sendo duas blindadas, quando necessário, conta com o apoio da Secretaria de Estado de Defesa Civil (SEDEC). Para agilizar o deslocamento, foram definidas cinco bases estratégicas para atender todo o estado do Rio de Janeiro. As ambulâncias permanecem de sobreaviso próximo às áreas de operação. Além disso, todos os policiais diretamente envolvidos nas operações recebem capacitação em atendimento pré-hospitalar (APH), reforçando a preservação da vida dos agentes e de civis. Com relação às câmeras embarcadas em viaturas policiais, o contrato assinado com a empresa vencedora da licitação, prevê a instalação em 2.839 viaturas operacionais da Polícia Militar até o final de novembro. Cada viatura contará com três câmeras, duas externas e uma interna. As externas terão funções específicas: uma com software de reconhecimento facial e outra com leitura de placas. No que diz respeito aos cuidados com a saúde mental dos policiais, a SESP aderiu ao programa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Escuta SUSP, que oferece atendimento psicológico, gratuito e confidencial aos policiais e agentes penitenciários. A Diretoria Geral de Saúde da PM já disponibiliza acompanhamento psicológico em todas as unidades, incluindo psiquiatras do Departamento Médico-Pericial, o Hospital Central da PM, a Unidade de Saúde Mental do 4º BPM (São Cristóvão) e três clínicas credenciadas. A corporação possui ainda instruções normativas para situações específicas, como protocolos pós-incidente crítico, crises psiquiátricas graves e ocorrências com potencial risco de estresse pós-traumático. A instituição oferece atendimento em saúde mental para agentes ativos e inativos, além de dependentes e pensionistas, por meio de equipes de psicólogos e psiquiatras na Policlínica. Além disso, realiza ações preventivas e educativas, e disponibiliza atendimentos remotos para ampliar o acesso em todo o estado. O Governo do Rio de Janeiro segue realizando avanços. Desde o fim das restrições, as polícias vêm aumentando a produtividade operacional. De abril até hoje, mais de 20 mil prisões de criminosos foram efetuadas em todo o estado, incluindo a prisão e neutralização de líderes das organizações criminosas. Nos demais itens previstos pelo Supremo Tribunal Federal, um deles é o monitoramento das Mortes por Intervenção de Agentes do Estado (MIAE) que vem apresentando queda significativa desde o início da ADPF, em 2020, caindo de 1.245 casos para 703 em 2024 (queda de 43%). FONTE: Governo do RJ

Quadrilha de Adilsinho teria ligações com o PCC. Polícia faz operacâo contra jogos de azar online

Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta quinta-feira (16/10), a “Operação Banca Suja”, uma ação de grande porte destinada a desmantelar uma estrutura criminosa sofisticada, atuante no ambiente digital e na economia paralela fluminense. A quadrilha alvo da ação é liderada pelo contraventor conhecido como Adilsinho e teria ligações com o PCC. O esquema de exploração de jogos de azar on-line, fraudes contra apostadores e lavagem de dinheiro movimentou mais de R$ 130 milhões em apenas três anos. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e outras medidas judiciais na capital, Duque de Caxias e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A ação inclui ainda bloqueios de R$ 65 milhões em contas bancárias e de R$ 2,2 milhões em bens (oito automóveis), além de autorização para sequestro de outros bens localizados no decorrer da operação. O objetivo é desestruturar toda a base financeira do grupo.A “Operação Banca Suja” integra a política institucional de “seguir o dinheiro” (follow the money) e atacar os alicerces econômicos das organizações criminosas. A meta é interromper fluxos financeiros ilícitos, proteger consumidores de fraudes, impedir a reciclagem de capitais criminosos e recuperar ativos para o estado, atingindo diretamente o financiamento de facções e redes criminosas com base territorial na Baixada e na capital. “Empresas que operam dentro da legalidade acabam dividindo o mesmo espaço competitivo com estruturas que atuam simultaneamente na legalidade e na ilegalidade, tornando-se prejudicadas por esse desequilíbrio. Essa é uma das pegadas importantes da investigação. Ao seguir o dinheiro, atacar os fluxos financeiros e descapitalizar estruturas criminosas, a Polícia Civil vai além da repressão direta e enfraquece os alicerces econômicos que sustentam facções e redes organizadas”, afirmou o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. As apurações revelaram fortes ligações entre o grupo e estruturas criminosas de grande porte na Baixada Fluminense, em especial a chamada “máfia do cigarro”, responsável por extensas redes de contrabando, corrupção e financiamento de atividades ilícitas. Também foram identificadas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas que comercializam filtros de cigarro e recebiam transferências de pessoas jurídicas vinculadas ao núcleo principal — evidenciando um elo interestadual e nacional, em um nível de articulação raramente identificado no estado. “Operações como esta, que resultaram no bloqueio de dezenas de milhões de reais, assumem relevância especial ao se considerar que esses valores poderão ser revertidos em favor da Polícia Civil, financiando o próprio combate ao crime organizado. Ao mesmo tempo, fortalecem o estado e enfraquecem as organizações criminosas”, destacou o diretor do Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), delegado Henrique Damasceno. De acordo com as investigações, para dissimular os valores ilícitos, o grupo utilizava empresas de fachada, transferências fracionadas e operações simuladas, espalhando as transações por diversas contas e ramos de atividade. Além dos crimes financeiros, os núcleos investigados são suspeitos de ordenar homicídios de desafetos e concorrentes, como forma de manter o controle sobre territórios e negócios ilegais, ampliando o potencial de periculosidade da organização.“Identificamos empresas que, aparentemente, atuam como de fachada, mas que movimentaram milhões de reais em um período muito curto — de seis meses a um ano — na tentativa de conferir aparência de legalidade às suas operações. Essas empresas se inserem no mercado formal, realizando transações financeiras de volume extremamente elevado e inflado por recursos provenientes de atividades criminosas, o que distorce a concorrência e prejudica o mercado legítimo”, explicou o delegado Renan Mello, da DCOC-LD. FONTE: PCERJ

PM apreendeu 10 fuzis na Zona Norte do Rio ontem

Somente ontem 10 fuzis foram apreendidos por policiais militares na Zona Norte do Rio : 6 pelo 9° BPM (Serrinha), 2 pelo 41° BPM (Ficap e Chapadão), 1 pelo16° BPM (Kelson) e 1 pelo BOPE (Dendezinho). De janeiro até hoje, 561 fuzis foram retirados das ruas por policiais militares. No ano passado, 638 fuzis de guerra foram apreendidos. Desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira, a Secretaria de Estado de Polícia Militar desencadeou diversas ações em comunidades da Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro, com foco no enfrentamento ao crime organizado e suas disputas territoriais, assim como na repressão a crimes como os roubos rua, de cargas e veículos. No bairro de Madureira, policiais militares do Comando de Operações Especiais (COE) e do 9º BPM (Rocha Miranda) realizaram uma operação nas Comunidades da Primavera e Serrinha, onde detiveram um suspeito e apreenderam fuzis, uma pistola e material entorpecente. Durante confronto em área de mata, dois suspeitos foram feridos. Cerca de quatro toneladas de materiais usados como barricadas foram retiradas das vias, restabelecendo a circulação da população e o acesso de serviços públicos essenciais. O Batalhão de Ações com Cães (BAC) também participou da operação e apreendeu aproximadamente 13 quilos de drogas durante buscas na comunidade da Serrinha. A ocorrência foi registrada na 29ª DP. Paralelamente, no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, policiais do 41º BPM (Irajá) detiveram três suspeitos e apreenderam um fuzil e duas granadas. A ocorrência foi encaminhada à 31ª DP. Em outra frente, durante patrulhamento na comunidade da Kelsons, na Penha, equipes do 16º BPM (Olaria) apreenderam um fuzil e detiveram um suspeito. A ocorrência foi apresentada na 22ª DP No combate às obstruções viárias, até 15 de outubro, 4.165 toneladas de barricadas foram removidas de mais de 3.525 pontos em todo o estado. No acumulado de 2024, a corporação desmobilizou mais de 6.900 pontos com barricadas, totalizando a retirada de mais de 7.700 toneladas de materiais diversos. FONTE: PMERJ

Bandidos, um do CV e outro do TCP, exibiam armas em redes sociais. Um deles foi preso

O criminoso conhecido como “Léo Bala”, apontado como um dos maiores assaltantes do estado do Rio de Janeiro, fez e publicou diversos vídeos nas redes sociais. Integrante do Terceiro Comando Puro (TCP), ele é ligado ao tráfico do Morro da Primavera, em Cavalcanti, na Zona Norte da cidade, e é conhecido por comandar e participar de roubos de carros e cargas. Durante patrulhamento na comunidade Kelsons, policiais do GAT do 16º BPM prenderam Matheus Ferreira da Silva, conhecido como “Kika”, apontado como segurança de chefe do tráfico local e que exibia armas nas redes sociais. Ele foi levado à 22ª DP após se recusar a informar seus dados. Durante a ação, os agentes apreenderam um fuzil calibre 5,56. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Veja apreensões anteriores feitas pela PF de armas que pertenciam a quadrilha alvo de operação de hoje em que sete foram presos

Na operação de hoje contra uma quadrilha que fabrica fuzis e vende a traficantes do Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu sete pessoas.: 2 no RJ e 5 em SP. Foeam apreendidos R$ 158 mil, em espécie, com o casal, líder do bando, em um apartamento de luxo, em frente à praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Segundo a PF, houve a apreensão de cerca de 80 fuzis apreendidos em Agosto/25 em Santa Bárbara do Oeste/SP. Na ocasião, foram apreendidas centenas de peças e componentes para fabricação de armas. Em 09 de setembro de 2024, a PF apreendeu 13 fuzis 5.56, na Via Dutra, enviados de São Paulo pela organização criminosa investigada. O armamento seria entregue no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro. FONTE: Polícia Federal

Três fuzis foram apreendidos na Serrinha (TCP). No Chapadão (CV) mais uma arma de guerra foi recolhida

Três fuzis e drogas foram apreendidos no Complexo da Serrinha, em Madureira. Policiais do 9° BPM apreenderam as armas e os entorpecentes durante uma operação na comunidade, na Zona Norte do Rio. Um suspeito foi detido. Ocorrência em andamento. Um fuzil e duas granadas foram apreendidos no Final Feliz Policiais do 41° BPM apreenderam o material bélico durante uma operação na comunidade do Complexo do Chapadão, na Zona Norte do Rio. Na ação, três suspeitos foram detidos. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Relembre detalhes da apreensão de fuzis que levou a condenação de chefe de quadrilha que é alvo de operação da PF hoje no Rio. Armas foram ilegalmente fabricadas com destino à comercialização

O chefe da quadrilha responsável pela fabricação de fuzis que eram negociados com traficantes da Rocinha e do Complexo do Alemão que é alvo de operação da Polícia Federal hoje, Silas Diniz Carvalho, foi condenado recentemente a 13 anos e seis meses de prisão por uma apreensão ocorrida em um apartamento de luxo na Barra da Tijuca em 2023 de 47 fuzis, 40 carregadores e 267 cartuchos, além de maquinário para montagem de armas de fogo, munições, bens de luxo e comprovantes de depósito; Na ocasião, não foram apresentados certificados, registros, notas ficais ou quaisquer outros documentos correspondentes que pudesse sugerir a legalidade do porte das armas ou, ainda, a tentativa de regularização. Na realidade, além de serem de uso restrito, os laudos periciais atestaram que as armas foram fraudulentamente fabricadas, circunstância que evidencia a impossibilidade de sua legalização ou uso regulamentar. “O logo e demais informações inscritos na armação da arma de fogo questionada estão fora dos padrões de gravação da fabricante indicada”, concluindo, em resposta ao segundo quesito, que: “Trata-se de armas de fogo com características distintas das produzidas pelo fabricante indicado. Sendo assim, não é possível determinar suas características originais”. Foi concluído que as armas foram ilegalmente fabricadas para serem destinadas à comercialização, não sendo crível sustentar que seriam para uso ou porte pessoal. No caso dos autos, havia indicativos da existência de uma associação criminosa organizada para a distribuição de armamento de alto poder vulnerante.Acrescente-se que a prova oral colhida em audiência demonstra que o indivíduo não identificado, que chegou à residência em automóvel, transportava, de uma única vez, dez fuzis. FONTE: TJ-RJ

Traficante do CV que sobreviveu em tiroteio que terminou com quatro mortos na Baixada continuará preso. Justiça deu mais detalhes do confronto

A Justiça deu mais detalhes sobre o tiroteio ocorrido no último domingo em Olinda, em Nilópolis, que terminou com as mortes de quatro bandidos do Comando Vermelho. Consta do auto de prisão em flagrante que, no dia 12 de outubro de 2025, por volta das 9h30min, policiais militares do 20º BPM realizavam patrulhamento na Avenida Almirante Batista das Neves, em Nilópolis, quando observaram um veículo Honda HR-V de cor cinza, placa SRL-6F30, trafegando em direção à comunidade da Chatuba.Ao ser determinada a parada, os ocupantes do veículo desobedeceram à ordem e passaram a efetuar disparos de arma de fogo contra a guarnição. Os policiais revidaram a injusta agressão e acionaram outra equipe para cerco na Avenida Getúlio Vargas. No local, os suspeitos voltaram a trocar tiros com os agentes, sendo cessados os disparos após alguns minutos. Ao se aproximarem do automóvel, os policiais encontraram cinco indivíduos, sendo quatro deles feridos por projéteis de arma de fogo, três mortos no interior do veículo e um socorrido ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, e um ileso, identificado como Diego do Livramento Araujo, conhecido como “Benzemar”. Este estava abraçado a um fuzil AK-47, número de série FJ-7771, contendo sete munições intactas, arma que teria sido usada nos disparos contra as guarnições. A gravidade da conduta é extremamente acentuada, sendo certo que o custodiado promoveu verdadeiro cenário de guerra em vias públicas, já que entrou em confronto com policiais militares, utilizando-se de um fuzil, que foi apreendido em sua posse. Benzemar teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Destaque-se que o custodiado já ostenta diversas anotações em sua folha de antecedentes, figurando como indiciado em inquérito por roubo majorado e processo suspenso na forma do artigo 366 do CPP, mas volta a ser preso em flagrante pela prática de novo crime. Nesse sentido, torna-se necessária a custódia cautelar para evitar a reiteração delitiva. Durante a ação, também foram apreendidos o seguintes materiais, 01 fuzil ak-47, cal. 762mm; 01 fuzil ar-10, cal. 762mm; 01 pistola sarsilmaz, cal. 9mm; 01 pistola emtan, cal. 9mm; 04 munições intactas cal. 9mm; 01 munição intacta cal. 762mm e 01 automóvel honda hr-v, cor prata, roubado. Dentro do veículo, também haviam outros quatro criminosos, dentre eles Antonio Silva Neto, também de alta periculosidade, vulgo “TN”, que contra ele constava os crimes art. 129 do cp; art. 33 da lei 11.343/06; e 01 anotação na lei de trânsito (lei 9.503/97), esse sendo o segundo na hierarquia do tráfico da vila norma, que veio a óbito, assim como os outros três traficantes, Leonardo Ferreira Rodrigues dos Santos, que tinha 01 anotação no art. 33 da lei 11.343/06; 01 anotação no art. 21 da lcp, n/f da lei 11.340/06, Lucas Calmon dos Santos, vulgo Beterraba, que constava 01 anotação no art. 33, 35, 40 da lei 11.343/06; 01 anotação no art. 129 do cp, e Wallace Lucas Ramos vulgo Semente, contra haviam ele havia 04 anotações no art. 171 do cp; 01 anotação no art. 140 do cp. FONTE: TJ-RJ

Quadrilha que produz fuzis para traficantes do Alemão e Rocinha, ambos CV, é alvo de operação da PF

Na manhã desta quarta-feira, 15/10, a Polícia Federal deflagrou a Operação Forja, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na produção, montagem e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito, com capacidade estimada em 3.500 fuzis/ano. As armas produzidas eram destinadas a facções criminosas do Rio de Janeiro, com entregas coordenadas para o Complexo do Alemão e a Rocinha. A ação, desenvolvida em conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (GAECO/MPF), contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP). Cerca de 50 policiais federais cumprem 10 mandados de prisão preventiva e 8 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Além das prisões e buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de R$ 40 milhões em bens e valores dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. A investigação é um desdobramento da “Operação Wardogs”, de outubro de 2023, na qual o líder do grupo foi preso em flagrante com 47 fuzis, levando ao desmantelamento de uma primeira fábrica em Belo Horizonte/MG. Mesmo em prisão domiciliar, e após ser condenado a 12 anos de prisão pelo TJRJ, o investigado continuou a comandar a organização, reestruturando a operação e transferindo a produção para uma nova e mais sofisticada planta industrial no interior de São Paulo, que operava sob a fachada de uma empresa de peças aeronáuticas. Em agosto de 2025, a Polícia Federal conseguiu desarticular a fábrica em Santa Bárbara d’Oeste, onde foram apreendidos fuzis já montados e mais de 31.000 peças e componentes, material suficiente para a produção de dezenas de outras armas. O grupo criminoso também importava componentes de fuzis dos Estados Unidos e da China, utilizando maquinário industrial de alta precisão (CNC) para produzir as peças em território nacional. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa majorada, tráfico Internacional de arma de fogo de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo de uso restrito. Esta ação integra a Missão Redentor, um esforço permanente da Polícia Federal para desarticular organizações criminosas que atuam no Rio de Janeiro, em estrita conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635. O nome da operação, “Forja”, é uma referência direta à atividade principal do grupo: a fabricação (forja) clandestina de armamentos em escala industrial. FONTE: Polícia Federal

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