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operação policial

Polícia frustra plano do PCC de atentado contra autoridades em SP

Uma ação integrada entre as Polícias Civil, Militar e Penal e o Ministério Público frustrou um plano de atentado do PCC contra autoridades públicas na região de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. As equipes das forças de segurança estaduais deflagraram, nesta sexta-feira (24), a operação Recon, para cumprir 25 mandados de busca domiciliar em endereços relacionados aos envolvidos no crime. Das ordens judiciais, 11 foram cumpridas na cidade de Presidente Prudente, seis em Álvares Machado, dois em Martinópolis, dois em Pirapozinho, dois em Presidente Venceslau, um em Presidente Bernardes e um em Santo Anastácio.Durante a ação, dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas. No total, a polícia apreendeu quatro veículos, um simulacro de arma de fogo, munições, celulares, notebooks, computadores, tablets, cerca de R$ 7,6 mil, quatro quilos de drogas e petrechos para a fabricação dos entorpecentes.  As investigações, conduzidas pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic), apontaram a atuação de uma célula do crime organizado estruturada para realizar levantamentos sobre a rotina das autoridades públicas e de seus familiares.  A quadrilha planejava atentados contra alvos previamente selecionados, com um esquema rígido de sigilo e divisão de tarefas entre os integrantes. Segundo os investigadores, os criminosos já haviam mapeado e monitorado hábitos diários das vítimas. A troca de informações entre os setores de inteligência das forças de segurança estaduais foi crucial para interromper o plano antes da execução, bem como identificar os suspeitos envolvidos. Além dos agentes da DIG,participaram da operação policiais Batalhão de Ações Especiais (Baep), da Polícia Militar, e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Os itens que foram apreendidos durante as buscas devem colaborar para as próximas etapas da investigação, voltadas especialmente para identificar outros participantes do esquema criminoso.  FONTE: Secretaria de Segurança de São Paulo

Bandido do Dendê (TCP) preso disse que se arrisca a trabalhar no tráfico para ganhar R$ 50 por dia

Durante patrulhamento na Ilha do Governador, uma guarnição do GAT do 17BPM percebeu dois homens em uma motocicleta em atitude suspeita. Após a abordagem, os policiais desconfiaram do possível envolvimento de um dos detidos com o tráfico de drogas e o conduziram à 37ª DP. Na delegacia, após análise da autoridade policial, foi determinada a prisão em flagrante por associação para o tráfico de drogas. O acusado declarou aos policiais militares e civis de plantão que integra o tráfico de entorpecentes do Morro do Dendê, sendo membro da facção TCP (Terceiro Comando Puro). Segundo ele, exerce a função de “atividade” na “boca da Barricada” — ponto de venda localizado na Rua Cali —, atuando no turno da noite e recebendo R$ 50 por dia. O suspeito é conhecido pelo apelido de “América”. FONTE; redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Para Pedro (TCP) virou base para transbordo e armazenamento de cargas roubadas. Polícia fez operação e prendeu sete

,Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP), com apoio de agentes da 27ª DP (Vicente de Carvalho), realizam, nesta sexta-feira (24/10), uma ação na comunidade Para Pedro, em Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro. O objetivo é desarticular um braço da facção Terceiro Comando Puro, especializada em roubos de carga, principalmente carretas que trafegam no entorno do Ceasa de Irajá.S Sete criminosos foram presos. As investigações apontam que a comunidade Para Pedro vem sendo utilizada como base estratégica para o transbordo e armazenamento de mercadorias roubadas, com participação de receptadores locais. Os narcotraficantes utilizam-se dos crimes patrimoniais para financiar atividades ilícitas, incluindo a compra de armas e drogas e sustentar a chamada “caixinha” da facção. A especializada apurou que o grupo criminoso atua de forma organizada, sempre violenta, aliciando caminhoneiros para que entreguem voluntariamente as cargas em comunidades sob o controle da facção, como Para Pedro e Amarelinho, em troca de comissões financeiras. Aqueles que se recusam são ameaçados e obrigados a levar os veículos até os pontos de transbordo, onde o material é descarregado e distribuído.Na ação desta sexta, são cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão, além de diligências para checar informações de inteligência. FONTE: PCERJ

Moradora há 40 anos no Complexo do Chapadão (CV) contou à polícia que parentes considerados X9 pelos traficantes foram convocados para uma reunião no alto do morro e nunca mais apareceram

Uma mulher que vive há cerca de 40 anos na comunidade do Final Feliz, em Anchieta, no Complexo do Chapadão, disse para a polícia que alguns de seus parentes, em passado recente, envolveram-se com o tráfico de drogas local após a tomada da região pela facção criminosa Comando Vermelho (CV). Segundo relato prestado, tais parentes foram posteriormente rotulados como “X-9” e, em razão disso, convocados para uma reunião na parte alta do Morro do Chapadão, não sendo mais vistos desde então, sem que suas famílias sequer tivessem o direito de velar seus corpos. Ressalte-se que a testemunha forneceu todas as informações de forma cautelosa, com a preocupação de preservar sua identidade, declarando não desejar expor detalhes que possam levar à sua identificação, razão pela qual optou pelo anonimato. Ainda assim, manifestou firme propósito de colaborar com a Polícia, visando subsidiar ações investigativas futuras. A testemunha disse ainda para os policaiis que na data de 12/08/2025 ocorreria reunião da cúpula do Comando Vermelho na comunidade do Final Feliz, precisamente, no estabelecimento conhecido como “Bar da Tia” . A testemunha frisou que, nessas ocasiões, há perceptível aumento do número de soldados armados do tráfico, fator que chama a atenção dos moradores. Destacou ainda que a reunião teria como objetivo uma prestação de contas da facção , contando com a presença de criminosos fortemente armados vindos de outras localidades. Entre os nomes citados, indicou como prováveis participantes: Pará – responsável por quase todas as bocas de fumo do Chapadão; DG “Pirata”; “Aladin” – da comunidade da Alvorada; “DN” – da comunidade do Himalaia, procurado por envolvimento no homicídio de um major do Corpo de Bombeiros; “PT”. Com base na informação recebida, o delegado determinou diligência cautelosa, com apoio da Polícia Militar. No dia 12/08/2025 foi desencadeada operação a partir das primeiras horas da manhã, empregando veículos descaracterizados, posicionamento estratégico de agentes da 31a DP e da P/2 do 41º BPM, além de viaturas blindadas em prontidão. Na Rua Severina de Oliveira , nas imediações do “Bar da Tia”, agentes visualizaram dois indivíduos em atitude suspeita. Estes, ao perceberem a presença policial, acionaram rádios transmissores, o que ocasionou o disparo de fogos de artifício em pontos da comunidade, típico sinal de alerta aos demais criminosos. Na sequência, os indivíduos tentaram empreender fuga, mas foram alcançados em um imóvel, Foram apreendidos 473 (quatrocentos e setenta e três) pinos de cocaína;188 (cento e oitenta e oito) trouxinhas de maconha;160 (cento e sessenta) pedras de crack;02 (dois) rádios transmissores;02 (dois) aparelhos celulares;02 (duas) folhas com anotações financeiras expressivas, vinculadas a movimentações por PIX em nomes de integrantes da facção. Os entorpecentes estavam embalados em invólucros plásticos com inscrições alusivas ao Comando Vermelho, tais como: “CPX DO FINAL FELIZ CV CRACK R$10 PÂNICO ORIGINAL C.V. RETORNO SEMANA MALUCA PÓ 3” . As anotações apreendidas revelaram movimentações financeiras vultosas, demonstrando a robustez econômica da organização criminosa. Consta que: Em uma das folhas, registrou-se o montante de quatrocentos e vinte e um mil, setecentos e vinte e cinco reais e setenta e oito centavos). Em outra, foram identificadas anotações vinculadas a prestações do Banco doBrasil, que, somadas, totalizaram trezentos e doze mil, oitocentos e vinte e sete reais e setenta e seis centavos). Por fim, em folha diversa, verificou-se o total de cento e cinquenta e oito mil, novecentos e cinquenta e oito reais Esses valores, quando analisados em conjunto, conforme Laudo ICCE-RJ-SPE- 042648/2025, evidenciam que a contabilidade paralela apreendida guarda relação direta com o expressivo fluxo de capitais movimentados pela facção criminosa, demonstrando não apenas a elevada capacidade financeira da organização, mas também a sofisticação empregada na gestão de seus recursos ilícitos. Nos mesmos laudos periciais elaborados às folhas indicadas, a perícia técnica da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro identificou a existência de terminais telefônicos e respectivos IMEIs diretamente vinculados à facção criminosa e relacionados às anotações financeiras movimentadas via PIX. Diante de tais evoluções investigativas, para o avanço das apurações mostra-se imprescindível a análise dos aparelhos apreendidos. Com a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante nº 031-05054/2025, verifica-se que a prisão dos nacionais, somada ao contexto e às circunstâncias delituosas em que se deu, oportunizou a abertura de relevante linha investigativa. Os materiais arrecadados com os conduzidos apresentam-se como peças fundamentais à elucidação dos fatos, porquanto revelam não apenas o liame criminoso que os envolve, mas também fornecem subsídios concretos acerca da dimensão da força financeira da organização criminosa, tendo em vista as expressivas cifras já identificadas durante a análise preliminar. Ressalte-se que não há outra forma eficaz de aprofundar as investigações, uma vez que, nessas localidades, impera a lei do silêncio e do medo. Qualquer tentativa de aproximação de testemunhas às forças de segurança do Estado é rapidamente percebida pelos criminosos, que as rotulam como “X-9” e as executam sumariamente. Dessa forma, mostra-se imprescindível a decretação de medidas judiciais específicas, seja para o afastamento do sigilo de dados telemáticos dos aparelhos apreendidos, seja para a quebra de sigilo dos terminais identificados na perícia documentoscópica, bem como para o rastreamento e análise das movimentações financeiras evidenciadas nas anotações colhidas. FONTE: TJ-RJ e PCERJ

Traficantes do CV estão colocando explosivos em barricadas

Um cone com um artefato explosivo, que pode ser detonado remotamente, foi encontrado no Morro do Barbante, na Ilha do Governador. Os traficantes do Comando Vermelho passaram a usar explosivos escondidos em barricadas, como minas terrestres, para atacar policiais. Um desses artefatos feriu três PMs no mês passado no Morro do Barrnte O Esquadrão Antibombas foi acionado e o comandante do 17º BPM classificou a tática como um “ataque covarde” e incomum. FONTE: PMERJ

Sequestrado em setembro por traficantes do CV ao ser confundido com miliciano, homem permanece desaparecido

Ligado ao Comando Vermelho, o “Bonde dos Crias do Catiri” foi estruturado com o objetivo de realizar ofensivas armadas e expandir o domínio da facção sobre áreas de interesse estratégico. Preso essa semana, o traficante Papâo da 48 que integra o grupo teve participação direta em um ataque a um veículo ocorrido em 15 de setembro de 2025, registrado sob o nº 034-16308/2025, tendo como vítima Vinícius Heinen Bernardo Cavalvante. A investigação revelou que o ataque foi executado com apoio de monitoramento por drone, e que a vítima teria sido confundida com um miliciano. O telefone celular da vítima sequestrada foi posteriormente encontrado em posse de um parente de “Papão da 48”, reforçando os indícios de envolvimento do grupo no crime. Vinícius Heinen permanece desaparecido desde a tentativa de homicídio. O inquérito policial reúne imagens de drones, registros de redes sociais e depoimentos de testemunhas, comprovando o envolvimento de Daniel Augusto e de outros integrantes da facção nas ações armadas que vêm aterrorizando os moradores do Catiri. FONTE: Portal dos Procuradis do Disque Denúncia

PM envolvido com a milícia e suspeito do homicídio de ex-chefe de grupo paramilitar em Búzios é alvo de operação do MP

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro cumpre, na manhã desta quinta-feira (23/10), mandado de busca e apreensão contra um policial militar investigado por envolvimento com milicianos da Zona Oeste do Rio de Janeiro nos homicídios de Horácio Souza Carvalho e Maicon Batista Passos, ocorridos em 3 de maio de 2023, em Armação dos Búzios. A operação Segurança Ingrata tem como objetivo desarticular uma rede criminosa composta por milicianos e agentes públicos suspeita de participação direta e indireta nas execuções. O nome da operação faz referência à principal linha investigativa do GAECO/MPRJ, segundo a qual o policial militar, que inicialmente prestava serviços de segurança privada às vítimas, teria se aliado ao grupo criminoso responsável por ordenar suas mortes. O investigado é lotado no 12º BPM (Niterói) e foi integrante do 25º BPM (Região dos Lagos). O mandado foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Búzios. A operação conta com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.  FONTE: MPRJ

Preso homem de confiança do chefe da milícia de Rio das Pedras

Policiais civis da 72ª DP (São Gonçalo) prenderam, ontem (22/10), um dos principais homens de confiança do chefe da milícia da comunidade do Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. Durante a ação, os agentes apreenderam armamento, munições e duas granadas de alto poder destrutivo. A ação ocorreu a partir de um intenso trabalho de inteligência e investigação que tinha como objetivo a captura de narcotraficantes escondidos na comunidade da Zona Oeste. Durante as diligências, os agentes localizaram e prenderam um miliciano de alta periculosidade, conhecido por atuar como chefe de segurança de um dos líderes da milícia do Rio das Pedras. As investigações apontaram que o preso integrava o núcleo armado da milícia em Rio das Pedras e era homem de confiança da liderança da milícia do Campinho. O criminoso já havia sido preso em 2021 com um grande carregamento de armas em fuga para uma comunidade. Durante as diligências, os policiais localizaram um imóvel utilizado para armazenar armamentos e munições da milícia. No local, foram apreendidas armas de fogo, farta quantidade de munições e duas granadas de alto poder bélico, evidenciando o grau de estrutura e poderio militar da organização. Contra ele, os agentes cumpriram um mandado de prisão pelos crimes de organização criminosa, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e milícia privada. FONTE: PCERJ

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