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operação policial

Líder do novo ‘Escritório do Crime’ é suspeito de ser braço-direito de integrante da cúpula da quadrilha de Rogério Andrade

O ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, apontado como o líder do novo´Escritório do Crime´ alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual, foi apontado em investigações como sendo braço-direito de Flávio Mocidade, que integra a quadrilha do contraventor Rogério Andrade. Batata teria dado a ordem para o assassinato de Fábio Romualdo Alves. O crime seria fruto da disputa pelo domínio na exploração de máquinas “caça-níqueis” em regiões controladas por Rogério Andrade, tendo ocorrido uma desavença dentro da própria organização criminosa – ao que se denomina, vulgarmente, como “racha. O grupo que pertencia Flávio e Batata (supostos controladores da área que abrange o bairro de Bangu) pretendia tomar para si os postos ocupados por Márcio Araújo, vulgo “Araújo”, que, por sua vez, é apontado como a liderança que domina os bairros de Vargem Grande e Recreio, e para quem a vítima trabalhava. O bando planejou o homicídio através de rodas de conversas que ocorriam na Praça na Caixa D’agua, local de encontro para reuniões, base de saída para as atividades criminosas e entrega de armamentos, o declarante obteve informações sobre a empreitada que culminou no homicídio. Uma semana antes do crime, uma testemunha ouviu uma conversa entre integrantes do grupo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata.Segundo o declarante, que os responsáveis pela execução do crime foram Papa, Muniz, Vitinho e Bruno. Quando Bruno retornou o ouviu comentando que ele, Papa, Muniz e Vitinho tinham ‘pego o cara’.Todas as mortes que ocorrem a mando de Batata são realizadas por estes quatro indivíduos. Além disso antes, do crime, Bruno estava sem dinheiro e, depois, apareceu com muita grana. Papa é o mais cruel e geralmente executa. Falou acreditar que ele tenha sido responsável pelos disparos que mataram Fábio. Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, pode dar carteirada. O grupo teria duas pistolas Glock, calibre 9 mm, com kit rajada. As armas não ficam uma pessoa específica, mas circulam entre todos os integrantes do grupo. Possivelmente essas armas foram utilizadas na morte de Fábio”. Os acusados Batata, Rodriguinho e Bruno, atualmente, encontram-se recolhidos em estabelecimento penal por fatos alheios aos aqui tratados, enquanto Papa (foragido), segundo consulta junto ao banco nacional de mandados de prisão, possui em seu desfavor diversos mandados de prisão em aberto. FONTE: TJ-RJ

Líder do CV no Ceará foi preso no Rio. Se escondia na Rocinha e tinha vida de luxo

A policia prendeu no Rio um homem apontado como líder da facção criminosa Comando Vermelho no Ceará, vulgo Pacote. Ele ostentava uma vida de luxo. Foi encontrado, nesta quinta-feira (15/05), no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da capital fluminense. O bandido chegou à cidade em 2023, buscando refúgio na Comunidade da Rocinha, quando conseguiu liberdade condicional. Do local, ele comandava o tráfico de drogas no estado nordestino. Além disso, ele planejava e liderava uma guerra entre facções na cidade de Novo Oriente, que resultou em pelo menos 15 homicídios. O traficante também era responsável pelo envio de entorpecentes para Crateús e cidades próximas, onde também ordenava assassinatos. Os policiais civis conseguiram capturar o narcotraficante enquanto ele se dirigia para uma consulta médica.  Ele tem extensa ficha criminal, ele possui passagens por tráfico de drogas, homicídio, roubos, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa. FONTE,: Polícia Civil do RJ

Integrantes do ‘Novo Escritório do Crime’ alvo de operação do MP hoje pagavam para obter informações de unidades policiais

Uma testemunha confirmou que o novo ‘Escritório do Crime’ comandado pelo ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, cometeu uma série de homicídios por encomenda e que usava fuzis nas operações. A testemunha relatou ainda que os integrantes da quadrilha pagavam para receber informações privilegiadas de unidades policiais. “Há notadamente os indícios do funcionamento de uma organização criminosa miliciana fortemente armada, com integrante da Polícia Militar, funcionando mediante paga, com indícios de patrimônio ilícito”, disse a Justiça. Uma das vítimas do bando foi morta com cerca de 39 projéteis de fuzil e pistola 9mm, em ação delitiva típica de grupos de extermínio, cujo modus operandi revela os indícios da alta periculosidade. Batata foi acusado de planejar, encomendar e pagar a seus comparsas para executarem o crime, com vistas a garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. Houve indícios de que o bando planejou outras execuções. FONTE: TJ-RJ

Operação do MPRJ mira mais um ‘Escritório do Crime’ no Rio do qual faz parte PMs. Quadrilha cometeu homicídios a mando da contravenção

O Ministério Público Estadual do Rio faz operação para cumprir nove mandados de prisão contra denunciados por integrarem uma organização criminosa armada que atua nos moldes do antigo ‘Escritório do Crime’. Entre os alvos estão três policiais militares, lotados no 9º BPM (Honório Gurgel), no 39º BPM (Belford Roxo) e um preso no Batalhão Especial Prisional (BEP). Um deles é capitão da PM.  A quadrilha atuava sob ordens de lideranças da contravenção penal. As investigações revelaram um esquema de venda de armas e munições apreendidas em operações da Polícia Militar. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  Parte dos homicídios atribuídos à organização teve como pano de fundo disputas entre grupos criminosos. O denunciado Thiago Soares Andrade Silva, conhecido como Ganso ou Batata, é apontado J como líder do bando. . A denúncia aponta o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. FONTE: Minisério Público do RJ

Quadrilha nacional de traficantes de drogas sintéticas pagava taxas a bandidos de facções do Rio. PF fez operação

A Polícia Federal fez hoje uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada na produção e distribuição de drogas sintéticas que atua em âmbito nacional e possui capacidade estimada para fabricar mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy por ciclo de produção. A quadrilha operava sob a proteção de facções criminosas locais, mediante o pagamento de um “tributo territorial”, que na prática funciona como um sistema informal de alvará de funcionamento ilícito. Em contrapartida, parte da droga produzida era destinada ao tráfico local. A ação ocorreu nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e no Distrito Federal. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio e o sequestro de bens, imóveis, contas bancárias, criptoativos e veículos de luxo, com valor estimado em R$ 50 milhões. O bando contava com laboratórios clandestinos instalados em comunidades do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e no interior do Paraná, além da utilização de empresas de fachada para a aquisição de insumos químicos e movimentação de recursos ilícitos. As substâncias químicas empregadas na produção dos entorpecentes eram adquiridas com notas fiscais emitidas por empresas de “fachada” desvinculadas de suas atividades reais, como perfumarias e barbearias. Segundo laudo pericial da Polícia Federal, uma única empresa de fachada vinculada ao líder do grupo adquiriu cerca de 4,6 toneladas de DMSO, insumo essencial à síntese de MDA, o que permitiria a produção de mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy. O suposto líder da organização criminosa foi preso na data de ontem, 13/5, em um apartamento de luxo no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos de luxo, dinheiro em espécie, drogas sintéticas e documentos relevantes para a investigação contra o grupo criminoso. Outros dois integrantes da organização também foram presos na última terça-feira, sendo um deles no Recreio dos Bandeirantes e o outro no bairro de Cordovil, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ao longo das apurações, foram realizadas apreensões e prisões significativas, entre as quais se destacam: a prisão de um investigado com 67.000 comprimidos de ecstasy, apreendidos em novembro/2023; prisão em flagrante de outro investigado, também em novembro/2023, no interior de um laboratório clandestino em Duque de Caxias/RJ com farta quantidade de insumos, drogas e equipamentos; e prisão em flagrante de uma integrante da organização em agosto/2023, na Rodoviária Novo Rio, durante o transporte de drogas com destino ao Espírito Santo. BALANÇO DA OPERAÇÃO Operação Cartel – Balanço Final Nove prisões: Além disso, mais três homens que se encontravam sob custódia no sistema prisional também foram alvos de mandados de prisão preventiva, os quais foram cumpridos na data de hoje. Apreensões: FONTE: Polícia Federal

Ladrão de carros e homem de guerra do TCP foi preso em Belford Roxo

Foi preso nesta quarta-feira (14/05), escondido na casa de familiares, na Comunidade Gogó da Ema, em Belford Roxo, um traficante do Terceiro Comando Puro que faz parte do grupo que mais realizava roubos de veículos na região e atuava como “homem de guerra” nas disputas territoriais. Ele atua na comunidade da Guacha, em Belford Roxo. Ele integra o “braço” responsável por realizar roubos, que era liderado pelo traficante Genaro morto pela polícia no ano passado. Além de atuar nos assaltos, ele participava de tentativas de invasão em comunidades dominadas por facções criminosas rivais. Pelas redes sociais, o bandido ostentava diversas fotografias portando fuzis e pistolas. Ele era procurado por um homicídio praticado em julho de 2024, durante o confronto entre facções criminosas no Morro da Caixa D’Água, e por uma  tentativa de latrocínio, em fevereiro deste ano, quando atirou no peito de um motociclista durante um assalto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Preso um dos bandidos mais violentos do Rio especializado em roubos a bancos e condomínios de luxo e que se disfarçava de pedreiro

Foi preso ontem um homem considerado um dos criminosos mais violentos em atividade no Rio de Janeiro, especializado em roubos a agências bancárias e condomínios de luxo, principalmente na Zona Sul. Ele trabalhava como pedreiro para ter acesso aos prédios e facilitar a prática dos crimes. A ocupação era uma estratégia para ter conhecimento da rotina dos moradores e monitorar a estrutura dos edifícios, com o objetivo de identificar possíveis vítimas e planejar os roubos. Ele é apontado como autor de pelo menos cinco roubos violentos, sendo um deles o ataque a uma agência bancária na Penha, em 11 de dezembro de 2024. Na ocasião, a quadrilha utilizou armas de fogo e até uma granada para ameaçar funcionários e clientes, com o intuito principal de subtrair o cofre do banco. Outro crime que chocou pela ousadia ocorreu em 21 de dezembro de 2024, no bairro de Copacabana. Moradores de um prédio residencial foram feitos reféns e mantidos sob forte ameaça. Um vizinho foi utilizado como escudo humano pelos criminosos, que o forçaram a tocar os interfones de outros apartamentos para enganar as vítimas e facilitar a entrada do grupo. Um comparsa do criminoso chegou a ser preso em flagrante, mas ele conseguiu fugir. O bandido também está envolvido no roubo de uma cobertura no Leblon, em 14 de dezembro de 2024, assim como de outros apartamentos no mesmo bairro, dois dias antes. Ele teria ainda empreendido novos esforços em ações criminosas que culminaram com o roubo de outro apartamento em Copacabana, em 20 de dezembro de 2024. Em uma das ações, inclusive, uma moradora idosa foi agredida e ameaçada para revelar onde guardava joias e valores em espécie. O criminoso reunia comparsas experientes e utilizava extrema violência nas abordagens. O uso de fardamentos, rádios comunicadores e armamento pesado era comum nas ações do grupo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Dono de apartamento de luxo na Barra onde foram encontradas 240 armas em operação contra o CV denunciou em 2017 esquema de extorsão a camelôs da Uruguaiana

O dono do apartamento de luxo na Barra da Tijuca onde foram encontradas as 240 armas durante operação contra o Comando Vermelho Jhonnatha Schimitd Yanowich havia denunciado em 2017 à DRACO um esquema de extorsão por parte de uma associação no camelódromo da Uruguaiana. Ele disse na ocasião que ao adquirir nove boxes teria que pagar R$ 5.000 para manter cada um aberto. Se não pagasse, os espaços seriam fechados. Em 2018, Jhonnatha teve sua casa assaltada na Barra da Tijuca. Na ocasião, os bandidos levaram, 08 (oito) relógios, 680 munições de 380 e .38, R$ 38.000,00. US$ 40.000,00 (quarenta mil dólares), 01 (uma) pistola Taurus 838, 01 (uma) pistola Glock 380, numeração 001, 03 (três) pares de brincos, 05 (cinco) anéis, 01 (um) RG, 01 (um) CPF, 01 (uma) CNH e 01 (uma) carteira funcional de juiz arbitral, de propriedade de Jhonnatha que foi abordado, com sua esposa e três filhos, mediante grave ameaça consistente em emprego de armas de fogo, de ver a cabeça de seu filho cortada, ocasião em que tiveram suas liberdades restringidas e foram mantidas em poder dos roubadores dentro de sua residência por cerca de três horas,. Na época, Jhonnatha alegou que era colecionador e possuía diversas armas, de vários calibres. Entre os dez presos na operação de ontem, um deles, Sérgio Sinigalha Alvarez, foi condenado anos atrás acusado de ser armeiro do CV.Ele atuava tanto em Niterói e São Gonçalo como também no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. Sidney Emerson da Silva foi investigado em um inquérito da Polícia de São Paulo sobre tráfico de drogas e armas. Um dos integrantes da quadrilha era membro do PCC sendo responsável pela guarda e distribuição de armas e drogas na zona norte da cidade de São Paulo e em alguns bairros em Guarulhos. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ, TJ-RJ e TJ-SP

PM foi morto em São Gonçalo

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa a morte do cabo da Polícia Militar Maximiliano Ferreira Costa, de 41 anos, ocorrida na tarde desta terça-feira (13/05), em São Gonçalo. De acordo com as informações do comando da unidade, policiais militares realizavam uma ação de inteligência no Colubandê, quando foram atacados por criminosos armados. No local houve confronto e um policial foi ferido e imediatamente socorrido ao Hospital Alberto Torres, mas não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos e um suspeito foi detido e outro foi ferido e socorrido para a mesma unidade de saúde, onde permanece custodiado. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Das 240 armas apreendidas hoje em operação contra o CV, cerca de 60 eram longas, como fuzis

A Policia Civil do Rio informou que das 240 armas apreendidas hoje durante operacão contra o Comando Vermelho, cerca de 60 delas eram longas, como fuzis . Também foram arrecadadas 43 mil munições e US$ 24 mil em espécie. Dos dez presos estão um armeiro do tráfico, um dono de loja de armas e um homem com licença de CAC, além de outros envolvidos no esquema de tráfico de armas e de lavagem de dinheiro. As capturas ocorreram nos quatro estados onde a operação foi realizada. A investigação revelou que o armamento seria usado no fortalecimento e em expansões territoriais da facção no Rio, inclusive na Zona Oeste da capital, e em outros estados da federação. A apuração teve início a partir de uma simples prisão em flagrante por tráfico. Ao analisar a atuação do preso e sua relação com outros criminosos, os policiais descobriram um grande esquema que envolvia até lavagem de dinheiro .Um dos pontos que chamou atenção foi o envolvimento de criminosos de outros estados. Se antes eles buscavam o Rio de Janeiro para se abrigar, agora eles ganhavam relevância dentro da facção, chegando a chefiar comunidades, como a Muzema. E, daqui, escolhiam sucessores em seus estados de origem para comandar a organização por lá. “Vimos hoje mais uma ação emblemática da ‘Operação Contenção’, que busca justamente conter essa polícia expansionista do CV na Zona Oeste. Identificamos e prendemos pessoas que passavam despercebidas. Apreendemos armas em uma casa de luxo na Barra da Tijuca, e também prendemos um integrante da quadrilha que tinha empresa de comércio de armas de aparência lícita, mas que desviava para vender para a facção. Essas armas seriam usadas para cometer crimes e para atacar a polícia”, afirma o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração da 60ª DP, com o apoio do Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) da Polícia Civil, desvendou toda a organização criminosa interestadual que abastece o CV. O grupo tinha um esquema minucioso e sofisticado com núcleos operando em diversas comunidades do Rio de Janeiro e integrantes atuantes em outros estados do país. Foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões em cerca de um mês, por exemplo. Por conta disso, os agentes representaram pelo bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Além das prisões dos alvos e da coleta de evidências para robustecer as investigações, a ação também buscou a asfixia financeira do grupo, para interromper essa engrenagem. A consequência imediata esperada é a interrupção na logística para obtenção de armas e de drogas pelas lideranças do CV que atuam em diversas comunidades. FONTE: Polícia Civil do RJ

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