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Notícias

Mulher morreu baleada em São Gonçalo após carro que estava ter sido atingido por tiros disparado por traficantes

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 7º BPM (São Gonçalo), policiais militares foram até o Pronto Socorro Central de São Gonçalo para verificar a entrada de uma vítima, ferida por disparo de arma de fogo, neste domingo, 19/10.   No local foi constatado que uma mulher foi vítima de disparos na cabeça e não resistiu aos ferimentos. A investigação ficou a cargo da DHNSG. Ele foi atingida na cabeça. Verônica da Silva Barreto tinha 29 anos. Segundo o que circula, um traficante do Complexo do Salgueiro teria efetuado disparos contra o carro onde a vítima estava com uma criança, marido e a sogra. FONTE: PMERJ

A ascensão do CV no Norte do país e na região da Tríplice Fronteira

A cidade de Pucallpa, no Peru, localizada na região amazônica de Ucayali, é considerada um importante ponto estratégico do Comando Vermelho. A facção mantém laboratórios de produção de cocaína na Área de Mata, utilizados para o escoamento de drogas na Amazônia, que seguem para o Brasil e posteriormente para outros continentes. Após o CV consolidar quase total domínio no estado do Acre, Pucallpa passou a registrar intensos confrontos entre CV, Polícia e grupos criminosos peruanos. Segundo a polícia do Peru, nada ocorre na região sem a autorização do Comando Vermelho, e há indícios de que guerrilhas colombianas estejam oferecendo apoio ao CV para manter o controle das rotas de cocaína. Após a queda e enfraquecimento da Familia do Norte , suas áreas foram divididas entre o PCC e o CV, ficando a maior parte sob controle do Comando Vermelho. Isso permitiu que o grupo expandisse seu domínio no Norte e fortalecesse ainda mais suas conexões pra fora. A partir da derrota da FDN, o CV passou a investir pesado na Tríplice Fronteira entre Colômbia, Peru e Brasil, alcançando controle total da região, o que marcou o auge da sua expansão. Com o domínio consolidado no Acre, o CV ampliou sua presença em território peruano, atuando em rotas e disputas locais. Já na Colômbia, o grupo utiliza o país principalmente como rota, uma vez que as guerrilhas colombianas ainda controlam o tráfico interno. Na Bolívia, a situação é semelhante à do Peru, com forte presença logística do CV. A Guerrilha Colombiana do ELN, que antes se concentrava em sequestros, roubos, extorsões e etc, passou a investir diretamente no tráfico internacional de drogas, tendo o Comando Vermelho como um de seus principais aliados. Uma curiosidade interessante é que Fernandinho Beira-Mar teve um papel fundamental na expansão do Comando Vermelho, sendo um dos principais responsáveis por levar a facção até as fronteiras, Ele foi peça-chave na consolidação do grupo em nível nacional e Internacional, estabelecendo rotas de tráfico que traziam drogas e armas da Colômbia e do Peru até o Rio de Janeiro. Naquela época, o CV ainda não tinha o mesmo poder que possui hoje, mas já mantinha conexões com guerrilhas colombianas e facções peruanas. Por volta de 2010 (Se não me engano), a antiga Família do Norte (FDN), que chegou a ser a terceira maior facção do país e a maior da região Norte, passou a ser uma grande pedra no caminho do CV nesse ramo, pois dominava boa parte do território amazônico. Por conta disso, era comum que as guerrilhas estrangeiras negociassem com a FDN. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

MP recebeu denúncia de que Peixão (TCP) teria mandado matar nove pessoas em um único dia em junho de 2023

Denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual informou que o traficante Peixão teria mandado matar nove pessoas no dia 17 de junho de 2023 em Parada de Lucas. Segundo a notícia, Peixão ordenou as mortes do miliciano Allan Romariz Baista, Nenzinho da Pavuna e uma mulher chamada Débora, que era esposa do traficante Moisés Severino da Silva, o Dino, que foi durante um tempo seu braço-direito e teria sido morto também por Peixão em 14 de novembro de 2021. As outras supostas vítimas que teriam sido mortas naquele dia não foram identificadas. Ainda segundo a denúncia recebida pelo MP, as pessoas foram mortas porque Peixão achava que elas eram X9. Os corpos teriam sido jogados para jacarés comerem em um mangue que existe na Rua Doutor Adailton, em Vigário Geral. Um animal que não sumiu completamente com um cadáver acabou sendo morto . A família das vítimas não puderam dar um enterro digno e muito menos postar que está de luto senão Peixão iria matar também, de acordo com o que foi comunicado ao MP. A denúncia foi cadastrada sobre o número de protocolo 3679.6.2023 FONTE: MPRJ

Preso braço-direito de traficante que mandou matar jovem que se recusou a sair com ele

Policiais do GAT do 9º BPM (Rocha Miranda) prenderam cinco suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas, entre eles o número 2 da comunidade do Muquiço, em Deodoro, Zona Norte do Rio. Fábio Gomes da Silva, conhecido como “Fabão”, é apontado como braço direito de Bruno da Silva Lourenço, o “Coronel”, chefe do tráfico da região. ⚖ “Coronel” é acusado de ser o mandante do sequestro e espancamento que resultaram na morte de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos. A jovem foi sequestrada após sair de um baile funk 🎶 na comunidade da Coréia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Fabão, que já havia sido condenado a 15 anos de prisão por homicídio, estava foragido. Os suspeitos foram surpreendidos em uma boca de fumo e levados para a 30ª DP (Marechal Hermes) , onde o caso foi registrado. Durante a ação, os policiais apreenderam um fuzil, uma espingarda e duas pistolas. FONTE: PMERJ

Com o dinheiro do jogo do bicho e das máquinas caça-níqueis, Adilsinho montou a máfia de cigarros no Rio. Saiba como ele criou um império que movimenta cifras altíssimas

O contraventor Adilsinho é citado em processo da Justiça Federal como potencial mafioso que manda matar seus adversários ou pessoas que cruzam seu caminho clandestino, A máfia dos cigarros comandada por Adilsinho   foi responsável pela instalação e pelo funcionamento das fábricas desmanteladas em 2022, 2023 e 2024, mas foi em 2018 o marco inicial de toda a atividade desenvolvida pela máfia de cigarros instituída por Adilsinho, quando ele passou a fabricar e comercializar cigarros clandestinos utilizando-se de suas empresas e da parceria mantida com responsável contábil da empresa Cia Sulamericana de Tabacos, para dar aparência de legitimidade às ações criminosas perpetradas pela máfia, inclusive com manipulação contábil na emissão de notas fiscais fictícias e na falsa declaração de rendimentos.” O vínculo de Adilsinho  com a máfia do jogo do bicho e das máquinas caças níquel vem desde 2005. Já naquela época, o contraventor  já possuía poder para monopolizar a venda de cigarros clandestinos em territórios sob exploração da máfia do bicho, bem como carregava a bagagem teórica e relacionamentos para isso.   Com a renda obtida na prática dos crimes perpetrados na máfia do jogo de azar, além de aumentar seu estoque de riquezas, Adilsinho investiu valores, fomentou e iniciou a fabricação e comercialização de cigarros implementando, a partir de 2018, idêntico modo de atuar antes já desenvolvido na exploração de máquinas caça níquel, qual seja: monopólio territorial, corrupção de agentes públicos para atender aos interesses da máfia e fraude.Assim, desde 2018, ele comanda e fomenta intelectual e financeiramente as atividades criminosas desenvolvidas na fabricação e comercialização clandestina de cigarros, em regime de monopólio e mediante a corrupção de agentes públicos (inclusive da esfera federal), bem como recruta pessoas e as manda, direta ou indiretamente, executar ou concorrer para a prática de condutas penalmente proibidas, visando principalmente a obtenção e maximização do lucro, e a diminuição de riscos, momento em que aufere o lucro mais expressivo, no domínio funcional dos fatos perpetrados e resultados alcançados por demais componentes da máfia. Contudo, em 2021, depois que Adilsinho e suas empresas foram alvos de procedimentos fiscais da Receita Federal do Brasil e investigações criminais, ele desistiu de tentar atribuir aspecto de legitimidade às ações criminosas desenvolvidas e abandonou as operações realizadas através das suas empresas, tendo migrado e assumido a forma de atuação integralmente informal. Naquele ano,  ano de 2021, Adilsinho deu início a sua empreitada de montar um complexo industrial clandestino, com grande parte da operação em Duque de Caxias, onde possui poder e influência em razão de ter o domínio da região como integrante da “máfia do jogo do bichoSua quadrilha movimentou cifras altíssimas. Em  2020, uma de suas empresas movimentou “por dentro” do sistema financeiro, cerca de R$ 45.000.000,00 na Caixa Econômica Federal e R$ 30.000.000,00 no Santander, com a maioria das transações em espécie.  O acervo patrimonial de Adilsinho adquirido com os crimes perpetrados e encobertados mediante mecanismos característicos de lavagem de capital ultrapassa o valor de R$ 25.192.812,50 e US$ 1.000.000,00,    Adilsinho é o maior falsificador de cigarros e que ele teria a capacidade de falsificar qualquer cigarro. Estimam que ele em breve vai falsificar cigarros da empresa Souza Cruz, e não vai mais perder tempo fabricando o cigarro da marca Gift. Dizem ainda que têm medo de Adilsinho e que ele é inteligentíssimo e perigosíssimo” (Evento 1, INF32, fls. 34/54).   Uma das fábricas clandestina sde cigarros que pertencia ao contraventor Adilsinho tinha faturamento mensal de, no mínimo, R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais), tendo em vista a informação de que eram fabricados cerca de 150 (cento e cinquenta) caixas por dia, sendo que em cada caixa há 50 (cinquenta) pacotes, e em cada pacote há 10 (dez) maços de cigarros, os quais seriam vendidos cada um por R$ 4,00 (quatro reais). Nestas fábricas havia a utilização de trabalhadores paraguaios aliciados e de lá trazidos vendados e sem acesso ao celular, regime de escravidão, fabricação do cigarros paraguaios da marca GIFT, jornada de trabalho de 12h, ausência de emissão de nota fiscal, contexto de poderio bélico e ameaçador existente na localidade de Duque de Caxias/RJ e perpetrado por parte do grupo investigado contra os trabalhadores para restringir a liberdade de locomoção. Adilsinho é proprietário de uma empresa de comércio de cigarros, cigarrilhas e charutos,  uma outra de serviços de organização de férias, congressos, exposições e festas; e de um clube, além de agenciamento de profissionais para atividades esportivas e outras não especificadas.” Um ex-PM que tinha duas empresas que eram utilizadas para tentar, supostamente, dissimular os valores obtido com a Fábrica Clandestina de Cigarros, foi executado a tiros na tarde do dia 15/06/2023 na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma conversa entre um homem conhecido como Alex e uma mulher chamada Jordana evidencia que ele estava conduzindo negócios que poderiam contrariar os interesses do grupo de Adilsinho, mas que poderiam gerar à interlocutora uma oportunidade de comercialização de cigarros falsificados mais rentável, ocasião em que a interlocutora Jordana responde que teme a morte ao atuar em interesses contrários ao bando de Adislinho. Adilsinho era o patrão da quadrilha, .exercendo poder hierárquico sobre as demais pessoas e auferem os maiores lucros; Depois dele, havia os assessores, responsáveis pelas atividades administrativas e burocráticas. Realizam pagamentos e transferências de valores em favor do patrão e sua própria família, normalmente por meio de pessoas interpostas; Em seguida, os gerentes das fábricas, que eram. os responsáveis por coordenar os locais em que são produzidos os cigarros, bem como falsificam documentos que instruem a fabricação e o comércio do falso cigarro paraguaio (embalagens e comprovante de pagamento de tributos paraguaios), custeiam despesas das fábricas e dos alojamentos de trabalhadores escravos, mantém em depósito produto de crimes, fornecem maquinário, insumo e matéria prima para a fábrica; Em quarto, aparecia os comerciantes, que eram os responsáveis pela venda dos cigarros aos consumidores finais. Depois, vinham fornecedores de bens e insumos, encarregados por fornecer insumos, maquinários, matéria-prima e imóveis que permitem a instalação e operação das fábricas clandestinas de cigarro e a consequente produção de contrafeitos;

Mulher que era uma das lideranças da maior milícia do RJ mas acabou expulsa foi morta

A miliciana Martinha Sapatão foi morta durante a última madrugada. Ela era uma das lideranças da maior milícia do Rio, que era comandada por Zinho e agora por PL. Entretanto, por desavenças com os chefes, acabou sendo expulsa da quadrilha recentemente, A informação que circula foi que o próprio bando de PL matou ela. Outra versão diz que foi o grupo de Juninho Varão quem cometeu o crime. Existem vários relatos nas redes sociais sobre crimes supostamente cometidos por Martinha. RELEMBRE: https://www.fatospoliciais.com.br/trio-que-tentava-assumir-o-topo-da-maior-milicia-do-rj-foi-expulso-da-quadrilha/ FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Saiba detalhes como agia uma milícia em Seropédica que rivalizava com o grupo de Juninho Varão

Processo na Justiça revela como atuava uma milícia em Seropédica que é rival do grupo de Juninho Varão, que é o paramilitar mais procurado da Baixada Fluminense. O grupo tinha como cabeças um homem chamado Luiz Gabriel e um outro conhecido como Macabu e os falecidos Samuel Souza Correa Machado e Vitor Leal Crispim, o Vitinho. A milícia agia impondo o pagamento de valores semanais sob o pretexto de “taxa de segurança”, prática comum entre grupos paramilitares que atuam na região. Samuel e Luiz Gabriel exerciam a função de cobradores, sendo responsáveis por visitar semanalmente estabelecimentos comerciais para exigir o pagamento da chamada “taxa de segurança”. Vitinho era o chefe da milícia e Macabu atuava como chefe da cobrança, além de ser o responsável pelo recrutamento de novos integrantes para o grupo criminoso. Durante as investigações, foi apurado que os denunciados realizavam cobranças sistemáticas e rotativas em diversos pontos comerciais da região, utilizando-se de grave ameaça e intimidação, inclusive com o emprego de arma de fogo, para garantir o pagamento das quantias exigidas. Uma das vítimas, que era dono de uma barbearia relatou que desde a inauguração do seu estabelecimento, há cerca de um ano e meio, era obrigado a pagar semanalmente a quantia de R$ 30,00 à milícia local, valor que foi recentemente reajustado para R$ 80,00. Ele reconheceu Samuel como o miliciano que compareceu à sua loja para comunicar o aumento da cobrança. Uma outra comerciante, dona de uma mercearia, também confirmou que era coagida a pagar R$ 20,00 semanais à milícia. Ela relatou que, no mês de junho, dois indivíduos compareceram ao seu comércio para informar sobre um reajuste no valor da taxa. A vítima reconheceu Samuel e Luiz Gabriel como os autores da cobrança. Além dos relatos das vítimas, um indivíduopreso em flagrante por envolvimento com a mesma milícia, prestou depoimento confirmando que atuava como cobrador sob ordens de “Vitinho” e que recebia R$500,00 por semana para realizar as cobranças. Ele também identificou Macabu como o responsável pelos pagamentos e pelo recrutamento de novos membros. No momento da abordagem policial, Samuel foi flagrado com a quantia de R$ 1.550,00 em espécie, um celular da marca Redmi e uma chave de veículo tipo canivete da marca Fiat. Já Luiz Gabriel portava um celular Motorola. Ambos alegaram estar apenas “passeando pela cidade”, mas não souberam justificar a origem dos valores e dos objetos apreendidos. Macabu cumpriu a prisão temporária decretada, enquanto Luiz Gabriel permaneceu foragido. Ambos tiveram as prisões preventivas decretadas este mês. FONTE: TJ-RJ

Sobrevivente de ataque que matou dois moradores de rua em Irajá teve envolvimento com o tráfico da Favela Para Pedro (TCP)

O sobrevivente do ataque a moradores de rua em Irajá que terminou em duas mortes na madrugada de hoje tinha uma condenação antiga de três anos por associação para o tráfico de drogas. No dia 21 de outubro de 2009, por volta das 11:30 horas, policiai nilitares lotados no 9º BPM realizavam incursão na Favela “Para-Pedro”, situada em Irajá, quando na localidade conhecida como “Torre” lograram deter o denunciado, o qual carregava um rádio de comunicação de marca Motorola e de logo informou aos agentes que trabalhava para o tráfico de drogas ali instalado, sob a chefia de uma tal “Toulon” e sob a gerência do elemento alcunhado de “Play Boy”, exercendo a função de “olheiro” – pessoa encarregada de informar aos meliantes sobre a presença de policiais ou inimigos na comunidade – mediante o recebimento da quantia mensal de R$ 200,00 (duzentos Reais). Segundo um polical que fazia patrulhamento de rotina na favela “Para Pedro, o suspeito que estava sozinho e falava, através de seu rádio de comunicação; que presumiu que ele informava da presença da polícia na favela para seus companheiros de tráfico. Os PMs ouviram pelo rádio do preso os traficantes se comunicando, naquela freqüência, e falando “Pará, como é que ta aí na torre?”; que ainda ouviram “A P2 prendeu o Pará. Quando viram o réu informando da presença da polícia, se seguiram fogos. FONTE: TJ-RJ

Polícia achou laboratório de refino de drogas do CV em Rio das Ostras e apreendeu 200 kg de cocaína

Policiais civis da 123ª DP (Macaé) desmantelaram, nesta quinta-feira (16/10), um laboratório de refino e endolação de drogas da facção criminosa Comando Vermelho, em Rio das Ostras. Durante a ação, sete narcotraficantes foram presos de quase 200 kg de cocaína e 9 kg de maconha foram apreendidos. Essa é a maior apreensão de drogas já registrada pela Polícia Civil na região e o prejuízo estimado ao tráfico ultrapassa R$ 15 milhões. A ação contou com apoio de peritos do Instituto Criminal Carlos Ébole (ICCE) de Macaé. As diligências tiveram início após um intenso trabalho investigativo da unidade que identificou os locais usados pela facção para o preparo e distribuição de entorpecentes. As equipes localizaram uma residência no bairro Cantagalo, que funcionava como um verdadeiro centro de produção de drogas. No local, os agentes encontraram uma grande estrutura de produção, incluindo liquidificadores, peneiras, balanças de precisão, bobinas de plástico, cadernos de anotações, celulares e adesivos de identificação das drogas com nomes de comunidades exploradas pela facção. Também foram apreendidas 40 ampolas de hemitartarato de norepinefrina monoidratada, substância comumente usada no processo químico de refino da cocaína. Durante o cerco, os policiais foram atacados por um dos criminosos, que foi rapidamente contido. No interior do imóvel, sete homens foram presos, alguns deles oriundos da capital, responsáveis pelo refino e embalo das substâncias ilícitas. A ação representa um duro golpe nas finanças do Comando Vermelho e contribui diretamente para o enfraquecimento das organizações criminosas, refletindo na redução dos índices de letalidade violenta associados ao tráfico de drogas na região. O material foi analisado por peritos do ICCE, que confirmaram tratar-se de quase 200 kg de cocaína e 9 kg de maconha. Diante dos fatos, os criminosos foram autuados em flagrante e encaminhados ao sistema penitenciário. FONTE: PCERJ

Leia diálogo que mostra traficante convocando morador para fazer protesto em Jacarepaguá

Leia agora diálogo que mostra um suposto traficante convocando moradores para fazer protesto em Jacarepaguá em razão da operação no Morro do Tirol, na Freguesia. oliciais do Bope e do 18º BPM monitoravam o traficante Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, chefe do tráfico da Cidade de Deus, que estaria comemorando aniversário no Tirol. Após intenso confronto, a polícia acredita que ele tenha ordenado o sequestro de 9 ônibus. Dois fuzis, uma pistola, munições e drogas foram apreendidos. Duas pessoas foram presas, suspeitos ficaram feridos e Sardinha conseguiu fugir. FONTE: PMERJ e Band Net News (Twitter)

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