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Notícias

Miliciano que foi fazer denúncias na DRACO foi morto na Taquara

Um integrante da milícia foi morto na comunidade Cabeça de Porco, na Taquara, na tarde de hoje Segundo relatos, ele era conhecido como TH da Invasão e teria ido à DRACO fazer denúncia contra milicianos da região, levando áudios e conversas. Jacarepaguá vive uma nova guerra entre milicianos. Hoje, teve outra morte, no Anil. A briga ocorre entre milicianos ligados a André Boto e Rio das Pedras contra aqueles que estão na Taquara e têm o apoio de grupos do Catiri e Santa Cruz, FONTE: Página Milícai RJ News (Twitter)

Seis mortos em guerra de facções em Guadalupe

Uma guerra entre traficantes deixou seis mortos no Parque Madureira, em Guadalupe. As vítimas estavam em uma festa. Segundo relatos, teria sido um ataque de traficantes do Muquiço (TCP) aos da Palmeirinha (CV). A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Matheus Gomes da Silva Andrade, Moisés Custodio da Silva, Yuri de Andrade Reis, Caio José Ballerini de Oliveira Lopes, Kayky Roberto Lino dos Santos e de um sexto homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, outro homem ficou ferido. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para identificar e responsabilizar os envolvidos no crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 41º BPM (Irajá), na quinta-feira (13/11), policiais da unidade foram acionados para verificar informações sobre disparos de arma de fogo em Guadalupe. No local, os militares encontraram os corpos de cinco vítimas e isolaram a área para perícia.  FONTE: PMERJ e PCERJ

BELFORD ROXO: Tráfico matou mototaxista e agrediu outro e espancou jovem por desconfiar do envolvimento dela com milicianos

Moradores das comunidades Favela do Sapo e Morro do Avião, em Nova Aurora, em Belford Roxo, relatam um aumento significativo nos episódios de violência na região. Dois casos recentes mobilizaram a população e acenderam alertas sobre a atuação de grupos criminosos. Segundo relatos encaminhados ao jornal, dois mototaxistas teriam sido levados à força por homens armados que atuam no tráfico local. Ambos foram agredidos; um conseguiu escapar, enquanto o outro não resistiu aos ferimentos e morreu. A vítima fatal teria sido deixada em uma área de mata acima da Favela do Sapo — ponto frequentemente citado por moradores como rota de circulação de veículos roubados. Após denúncias, equipes policiais realizaram buscas na área. No domingo, uma jovem foi espancada após participar de um evento no Miltirão. Testemunhas afirmam que ela teria sido acusada, sem comprovação, de envolvimento com milicianos. Segundo moradores, a vítima não possui qualquer ligação com grupos paramilitares. Ela foi levada para o Morro do Avião, onde sofreu agressões graves. A jovem permanece internada em estado crítico. O bairro relata medo e crescente sensação de insegurança, além de suspeitas de que criminosos estejam recebendo algum tipo de apoio local. Moradores pedem resposta imediata das forças de segurança para conter os episódios de violência que vêm se intensificando. FONTE: Página Nova Aurora (Facebook).

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

Morador morreu baleado durante guerra de facções em Meriti

Um morador conhecido como Tio Hélio morreu baleado durante um tiroteio entre traficantes na localidade de Trio de Ouro, em São João de Meriti, na noite de ontem. “Covardia que fizeram com meu pai, esse lugar tá ridículo, a guerra deles afeta os moradores. Ninguém faz nada, ficam assistindo a gente ser aterrorizado TODOS os dias” A área é dominada pelo Terceiro Comando Puro e vem sendo atacada constantemente por traficantes do Comando Vermelho.ç Moradores relataram que não há presença frequente da polícia no local. e quando há patrulhamento, o tráfico continua atuando inclusive praticando extorsões FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Ui Meriti (Facebook)

Pistolas usadas em assassinato de policial civil em Niterói foram utilizadas em outros dois homicídios ligados à contravenção

A investigação sobre o.homicidio do policial civil. Jose Carlos Queiroz Vianna mês passado em Niterói revelou que duas das pistolas apreendidas com os primeiros presos foram usadas em outros dois homicídios, ambos ocorridos na cidade do Rio de Janeiro, em junho. O primeiro foi a morte do dono de uma tabacaria, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, e o outro foi o assassinato do dono de um bar, em Vila Isabel, os dois ligados à contravenção. Na morte de Cristiano de Souza, 50 anos, do dono de uma tabacaria no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, em 2023, e no assassinato de Antônio Gaspazianni Chaves, de 33 anos, do proprietário de um bar em Vila Isabel, na Zona Norte, em 2024. Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itabora prenderam ontem mais um suspeito do crime.  O criminoso foi localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.Contra ele, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão. Ele já tinha anotações anteriores por porte ilegal de arma de fogo. No dia do homicídio, três criminosos já tinham sido capturados em flagrante. Com o avanço das investigações, foi possível identificar que os atiradores contaram com o apoio de um batedor, que foi o alvo da ação desta quinta. Foi também possível apurar que o homem foi um dos responsáveis pela clonagem do veículo usado no crime e posteriormente queimado no município de Duque de Caxias. As diligências também apontaram que a vítima teve sua rotina monitorada desde, pelo menos, o início do mês de setembro. A defesa dos acusados preferiu o silêncio. FONTE: PCERJ

Há semanas, polícia monitorava possível chegada de carregamento de armas para o CV no Rio

Há semanas, policiais civis monitoravam possíveis rotas de envio de armamentos ao Rio de Janeiro. A apuração apontou para a existência de um carregamento oriundo do bairro do Brás, em São Paulo, com destino à capital fluminense. Rapidamente, as equipes articularam uma operação, resultando na interceptação do veículo suspeito — um ônibus de turismo — no Posto Fiscal de Nhangapi, em Itatiaia, Sul Fluminense. Durante a revista no interior e no bagageiro do ônibus, foram localizadas três caixas de papelão contendo seis almofadas, cujo peso excessivo levantou suspeita dos agentes. Ao serem abertas, revelaram um arsenal composto por 30 pistolas semiautomáticas de diversas marcas e calibres e 63 carregadores, cuidadosamente embalados e ocultos no interior das almofadas. A quantidade expressiva de armamento demonstra a sofisticação logística e o elevado poder ofensivo das quadrilhas armadas que atuam no tráfico de drogas no Rio de Janeiro. De acordo com as investigações preliminares, a presa teria sido contratada por uma intermediária para transportar o material bélico até o Rio de Janeiro, onde um motorista de aplicativo entraria em contato para recolher as caixas e entregá-las no Complexo do Alemão, reduto histórico da facção Comando Vermelho. A investigação prossegue para identificar os demais integrantes da cadeia criminosa responsável pelo transporte e distribuição das armas. O êxito desta ação reafirma a importância da integração entre agências de segurança e do emprego da inteligência policial como principal vetor de combate ao narcoterrorismo armado no Estado do Rio de Janeiro. FONTE: PCERJ

Polícia apreendeu 30 pistolas que vinham de São Paulo para o Alemão (CV). VIDEO

A Polícia Civil RJ, por meio da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), realizou uma ação de inteligência que interceptou um arsenal que seria levado para o Complexo do Alemão, na Zona Norte RJ. Uma pessoa foi presa em flagrante, e armas de fogo que vinham de São Paulo com destino à comunidade foram apreendidas. A ação contou com o apoio da Operação Foco e da 17ª DP (São Cristóvão). Durante a revista em um ônibus, os agentes encontraram três caixas com almofadas que escondiam 30 pistolas semiautomáticas de diversas marcas e 63 carregadores cuidadosamente embalados. FONTE: PCERJ

Suposta Japinha do CV dada como morta na megaoperação se pronunciou nas redes sociais. VIDEO

FIM DO MISTÉRIO OFICIALMENTE! Penélope Charmosa também conhecida como suposta Japinha do CV, se pronunciou oficialmente em sua conta no Instagram, onde mostrou não estar morta e explicou a situação. Na época da megaoperaçâo na Penha e no Alemso circulou que ela havia morrido mas a polícia não encontrou o corpo.

Suposta mandante de homicídio de mulher para ficar com a filha dela tinha fixação na criança e exigia que ela a chamasse de mãe

Leia agora informações a respeito de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, suposta mandante do assassinato de Laís Oliveira Gomes Pereira, ocorrido na semana passada, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Tudo isso com base em relatos de testemunhas.  Gabrielle mandou executar o crime para ficar com a filha da vítima, tinha fixação pela criança. Ela exigia que a menina a chamasse de mãe. Gabrielle chegou a ameaçar Laís  por meio de mensagens nas redes sociais, há muito tempo. Laís, no entanto, nunca mencionou estar sendo seguida, ameaçada ou observada recentemente. Não demonstrava medo.  Mas a única pessoa com quem teve desavença foi Gabrielle.  A suspeita, no entanto, falou que não faz ideia do que aconteceu com Laís nem da motivação nem de quem seria o autor;  Gabrielle foi mencionada por testemunhas como muito controladora e queria tomar conta de tudo;  A suspeita  sempre queria a atenção da vítima, ligava e quando não era atendida mandava várias mensagens ficando de mal; A investigada fazia favores mas sempre deixava a entender que era ela que estava no controle da situação. Ela era possessiva com a menina e sempre queria mostrar que pode dar mais a garota do que a vítima;. Laís ficava incomodada mas não dizia nada pois queria paz;  Sempre que a criança faltava a escola por qualquer motivo, quando estava com a vítima Gabrielle arrumava confusão com a vítima. Gabrielle chegou a ser proibida de pegar a menina na escola pela escola, após fazer uma confusão por não terem deixado a garota sair mais cedo sem a autorização do pai ou da mãe;  Depois que começou a se envolver com o primeiro marido de Laís, Gabrielle arrumou muita confusão com a vítima, em 2022, tendo ameaçado ir no curso da vítima e bater nela (…)”. A vida de Laís virou um inferno.  FONTE: TJ-RJ

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