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Homem morto em guerra de milícias na Zona Oeste era braço-direito de Zinho

Daniel Oliveira de Souza, conhecido como Primavera, chefe da milícia da Favela do Rodo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, foi morto nesta madrugada de sábado (31). O criminoso era considerado o braço direito de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, que controlava a maior milícia da Zona Oeste, hoje sob o comando de PL . “Primavera” integrava o chamado GAT (Grupo de Ações Táticas) da milícia ligada a Zinho, O GAT é considerado o braço armado mais violento da milícia, responsável por ações de intimidação, ataques e execuções contra rivais ou desafetos internos. Informações apontam que o crime pode ter sido cometido por milicianos associados a “Juninho Varão”, nome que aparece com frequência em disputas recentes pelo controle territorial e financeiro na Zona Oeste. Em liberdade desde setembro de 2023, contra “Primavera” constavam três mandados de prisão. Como represália, um miliciano de vulgo Sucessinho foi executado por milicianos do GAT do Zinho no Morro do Cruzeiro por, no Jardim Laranjeiras, em Nova Iguaçu, dominado por Varão.

Guerra de facções deixou um morto e quatro baleados em Campos (RJ)

Cinco homens foram baleados e um deles não resistiu e morreu durante um confronto entre facções na madrugada deste domingo (01/02) na RJ 224, em Travessão de Campos. Uma arma de fogo foi apreendida no local, de acordo com a imprensa local. A polícia tem informações de que Pedro Henrique Gomes Alvarenga, vulgo Tchequinho ‘ teria se deslocado até a região com a intenção de atacar integrantes de uma facção rival. Durante o confronto, ele foi atingido por disparos e chegou a ser levado para a unidade de emergência de Travessão, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda de acordo com a polícia, ‘Tchequinho’ era apontado como homicida e costuma realizar ataques na Comunidade Santuário. Ele também tinha passagem por tráfico. As demais vítimas — W.S.M., de 41 e J.A.S., 21 anos, além de dois adolescentes L.A.C.N., de 16 e G.G.F., 15 anos — foram baleadas e encaminhadas para o Hospital Ferreira Machado (HFM), e não correm risco de morte. Todas as informações foram divulgadas pelo site Campos 24 Horas.

Menina de dez anos foi morta em ataque ocorrido em favela em guerra em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Sophia Loren Soares Camilo, de 10 anos. Na ação, o pai da vítima foi ferido e socorrido para um hospital. O autor do crime foi detido por policiais militares e conduzido para a delegacia. Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. O fato ocorreu na comunidade do Gogó da Ema, no bairro Bom Pastor, em Belford Roxo. A arma utilizada no crime foi apreendida. A ocorrência foi encaminhada à 54ª DP. A informação que circula é que teria ocorrido um atrito verbal entre o autor dos disparos e o pai da criança. O suspeito preso foi identificado como Weverson Gomes da Silva. O local tem sido o palco de uma guerra há alguns meses entre os traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro. A guerra começou depois que o traficante Esquilo, que era do TCP, deu golpe de estado e colocou o CV na comunidade. A partir daí, virou uma disputa sem fim. Na última sexta-feira, um mototaxista foi morto no Bom Pastor. Imagens do crime foram divulgadas na internet.

Miliciano preso pela DRACO em Guaratiba essa semana disse à Justiça que foi agredido por policiais. Falou que levou coronhadas de fuzil na barriga, peito e costela. Corregedoria será acionada

Um dos bandidos presos durante operação da DRACO contra milicianos nesta semana em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, relatou à Justiça que foi agredido por policiais, segundo processo do Tribunal de Justiça do Rio. Ele disse que levou chutes, socos e coronhadas de fuzil por policiais civis, na região da barriga, peito, costela. Contou que levou um chute no rosto, quebrando seus óculos. Segundo ele, as agressões ocorreram na casa em que foi apreendido. Disse que um comparsa também preso presenciou as agressões. Falou que os policiais eram morenos. Não foi conduzido por estes policiais, mas todos estavam na Delegacia. Ele foi apresentado com um aranhão na perna. Falou ainda que foi agredido por cerca de 20 minutos, que moradores viram as agressões. Acrescentou que um dos moradores da casa viu as agressões e foi agredido pelos agentes, mas não foi preso. Disse que estava com R$ 1.800,00 no momento da prisão e que os policiais pegaram este dinheiro, não sabendo se a quantia foi apresentada em Delegacia. Sobre as agressões, a Justiça determinou que fossen encaminhadas cópias dos autos para a Promotoria de Investigação Penal e para a Corregedoria da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Sobre a operação, policiais civis da DRACO realizavam diligência no bairro de Guaratiba, quando, aos passarem nas proximidades da Comunidade Piraquê foram alvo de disparos de arma de fogo. Os agentes progrediram para o interior da comunidade e viram um grupo de criminosos em duas direções. Assim, as equipes se dividiram. Uma das equipes, mesmo sob disparos de arma de fogo, avançou pela Rua Padre José Alves e, após acompanhamento, logrou capturar dois suspeitos. Um deles portava um fuzil AK, enquanto o outro portava uma arma de fogo calibre 12. No local também foram apreendidos materiais táticos, como roupas camufladas, duas facas, rádios comunicadores e telefones celulares. A segunda equipe policial seguiu pela Rua Oito de Novembro, onde um terceiro bandido foi capturado após realizar disparos contra os agentes e na posse de uma pistola calibre .9mm municiada. Na residência em que ele foi detido, foram encontrados um caderno de anotações de cobrança, farto material tático, como coturno, roupas camufladas e chapéu. Nesse ínterim, um dos policiais foi baleado e o resgate dificultado ante a forte resistência dos criminosos. Ato contínuo, os policiais foram até o local e se depararam com o agente alvejado e um criminoso portando uma arma de fogo do tipo escopeta, calibre 12 e apresentando forte resistência, com a realização de novos disparos contra a equipe policial. Durante o confronto, este homem acabou alvejado, foi socorrido e veio à óbito na unidade hospitalar.

Entenda as guerras que ocorrem na Zona Oeste do Rio

Depois de mais uma semana de conflitos na Zona Oeste do Rio, em Campo Grande, Santa Cruz e Paciência, com mortes, vamos contextualizar o que ocorre na região. Atualmente acontecem três guerras na Zona Oeste, segundo os fatos que vêm ocorrendo na região há vários meses. e oque tem saído nas redes sociais. Uma delas é entre as milícias do Juninho Varão e do Waguinho contra a do PL, sucessor de Zinho, que chegaram a ensaiar um acordo de paz que não foi para a frente. Nas últimas semanas, aconteceram ataques de Varão à Manguariba, em Paciência, com mortes. A segunda disputa é entre o Comando Vermelho e a milícia do PL. O ex-miliciano RD, hoje homem de guerra do CV, vem realizando ataques em Campo Grande, Santa Cruz e Inhoaíba, o que tem resultado também em mortes. Há sempre também um entreveiro entre a Vila Kennedy (CV) e a Carobinha, que também pertence ao grupo de PL. E a terceira guerra ocorre entre os traficantes do Comando Vermelho e a milícia do Catiri, em Bangu, que é comandada por um bandido conhecido como Montanha. Essa semana, uma mulher morreu baleada quando ia para o trabalho em razão desta disputa.A A região de Guaratiba também tem sido foco da guerra que ser entre as milícias mesmo ou do grupo do PL contra o CV;

Milícias voltaram a se enfrentar na Zona Oeste do Rio

Guerra de milícias na Zona Oeste do Rio. Segundo informações que circulam nas redes sociais durante a madrugada, integrantes do bando de Juninho Varão teriam armado uma emboscada nos acessos de Manguariba, em Paciência, e interceptaram um carro, onde estaria alguns milicianos do GAT do Chevette. De acordo com relatos, um miliciano teve a cabeça fuzilada, e seu carro foi completamente destruído. Uma foto do corpo caido foi exibiida na internet. Ele seria o responsa´vel pela Favela do Rodo, em Santa Cruz. . O miliciano conhecido como “Primavera” já teria feito parte do CV mas pulou para a milícia do Zinho e era um dos nomes importantes no grupo. A dimensão do tiroteio foi tão grande que foi possível ouvir de diversas regiões próximas à Manguariba.

Homem que foi alvo de milicianos que invadiram hospital em Santa Cruz contou detalhes sobre a ação. Disse que um dos homens que foram até a unidade de saúde para matá-lo é cunhado de um dos líderes do maior grupo paramilitar do RJ e falou que o bandido que o baleou foi aquele achado morto

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o homem que foi alvo de milicianos que invadiram o Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em setembro, contou à polícia que, antes de ser internado, foi convocado para uma reunião entre paramilitares ligados a Zinho na comunidade Nova Jersey, em Paciência Ele disse que no encontro, um miliciano vulgo Orelha, que foi identificado como Erlan Oliveira de Araújo, realizou diversos disparos em sua direção, lhe acertando quatro vezes. Contou que Orelha integrava a milícia do Zinho sendo frente da Nova Jersey. Ele falou que que viu guns vídeos que circularam nas redes sociais dos marginais que invadiram o Hosp. Pedro II, na madrugada do dia 18/09/2025, com a finalidade de ceifarem sua vida, reconhe cendo um deles, um homem de cor branca, com idade entre 25 a 35 anos, que trajava bermuda de cor bege, casaco preto e possui duas tatuagens na panturrilha da perna direita, como vulgo Pudim, cunhado do miliciano Naval, um dos atuais líderes do bando de Zinho ao lado de PL. Orelha foi achado morto dias após a invasão ao hospital;. Um policial civil contou à Justiça que agentes foram até o hospital conversar com o alvo da invasão,; que realizaram diligências nas proximidades de onde o fato ocorrera, sito rua Aporuna, 55, bairro Paciência, com a finalidade de identificarem câmeras de monitoramento de condomínios e residências. Eles viram nas imagens do condomínio, o alvo saindo de um beco, baleado e portando uma arma de fogo, de onde ele foi socorrido. Segundo o policioal, vários homens fortemente armados, possivelmente milicianos, portando fuzis, em dois veículos, ainda não identificados, entraram no Hospital Municipal Pedro II, com a finalidade de matarem o alvo mas eles não o localizaram na unidade hospitalar. Isto porque a direção do hospital o transferiu para outra unidade de saúde.dando continuidade aos procedimentos médicos. O policial tomou conhecimento que o alvo trocou tiros com Orelha, quem o baleou; que além de “Orelha, estavam presentes na ação os milicianos Pivete e Jotinha. Após ser baleado, o alvo entrou armado em um condomínio e obrigou um morador que não o deixasse morrer e o levasse até a um hospital. O alvo ainda teria dito que ele e Orelha eram amigos integravam a mesma facção criminosa, que inclusive ficaram presos, durante um período, juntos; O polical exibiu para ele uma fot de Erlon e ele reconheceu como sendo o, autor dos tiros que o atinngiram;. O alvo afirmou ainda que que jogou fora a arma de fogo, quando estava sendo socorrido para o Hospital Mun. Pedro II .”

Confira detalhes de um dos roubos cometidos pelo maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio que foi preso hoje

O criminoso preso hoje suspeito de ser o maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio de Janeiro se autodenominava “Assaltante omicida” e “Terro da Gávea” em perfis de redes sociais. Segundo um processo no Tribunal de Justiça, em 30 de dezembro, Luan Moore Aguiar Martins de Mello teria invadido uma residência na Rua Capuri, em São Conrado, após escalar o muro e arrombar a janela da cozinha, de onde ele e comparsas subtraíram joias avaliadas em aproximadamente R$ 200.000,00. As imagens do sistema de monitoramento interno da residência registraram a dinâmica da invasão e a presença de dois agentes no imóvel. De forma ainda mais incisiva, a autoria é corroborada por postagens feitas pelo próprio indiciado em sua rede social Instagram (“luanzs751”) poucas horas após o crime, nas quais ele ostentava diversas joias que foram prontamente reconhecidas pela funcionária do imóvel e pela vítima O relatório de vida pregressa do indiciado indica uma contumácia delitiva alarmante, ostentando Luan Moore 45 registros de ocorrência e 16 prisões ou apreensões anteriores, o que denota que ele faz do crime o seu meio de vida. O modus operandi empregado – caracterizado pelo acesso aos imóveis através de áreas de mata limítrofes, seguido de escalada e arrombamento – coincide com o padrão atribuído ao investigado em inúmeros outros furtos ocorridos em bairros da Zona Sul, como Gávea, Jardim Botânico e Lagoa.Luan ffoi capturado escondido na comunidade de Manguinhos, na Zona Norte da capital. As investigações tiveram início em setembro de 2025, a partir de uma sequência de furtos registrados em imóveis dos bairros do Jardim Botânico, Gávea e São Conrado. O criminoso agia de forma recorrente e escolhia residências próximas a áreas de mata, por onde acessava os imóveis durante o período noturno, aproveitando-se da menor circulação de pessoas e da dificuldade de vigilância nesses locais. Ele escolhia casas que teriam potencial de possuir objetos de alto valor em seu interior. De acordo com o apurado, após invadir as casas, o criminoso percorria todos os cômodos em busca de bens de alto valor, como joias, relógios e bolsas de luxo. O material subtraído era posteriormente repassado a receptadores, com preferência por artigos em ouro e relógios de marcas renomadas, vendidos por valores muito abaixo do preço de mercado. As diligências da 15ª DP identificaram que, após os furtos, o criminoso ostentava nas redes sociais os objetos furtados. O objetivo da ação era desafiar as forças de segurança e atrair receptadores interessados em adquirir peças de alto valor por preços bem abaixo do mercado. O dinheiro obtido com os crimes era gasto, principalmente, em restaurantes e hotéis de luxo, quase sempre pago em espécie e servia para o bandido divulgar uma vida falsa de luxo na internet.

Membro do PCC foi preso no Rio

Policiais militares da Equipe de Buscas da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio (SSI/PMERJ), em ação conjunta com policiais do 41º BPM (Colégio) e policiais da Inteligência da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP), após trabalho de monitoramento, coleta de dados e informações passadas pela Central Disque Denúncia (2253-1177), prenderam na tarde desta quinta-feira (29), na Estrada Pedro Borges de Freitas, em Irajá, Zona Norte do Rio, criminoso, membro da Organização Criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC),  Maike Yoran Alves Da Silva, vulgo “Puro Calma”, de 32 anos.  Munidos de informações sobre o procurado, os policiais foram até o endereço mencionado, e conseguiram localizar e prender o traficante, que não ofereceu resistência no ato da prisão.  Contra ele constava um Mandado de Prisão, expedido pela 2ª Vara de Execuções Criminais de Campinas/Tribunal de Justiça do Estado de Estado de São Paulo, Espécie de prisão: Suspensão de regime, Tipificação Penal: Tráfico de Drogas e Lei das Drogas, onde cumpria pena em Liberdade Condicional, com pena restante: 2 ano(s) 4 mês(es) 0 dia(s). Regime Prisional: Semiaberto, referente a um processo instaurado no ano de 2019.   Diante dos fatos, ele foi levado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), onde foi confirmado o mandado de prisão e, depois dos trâmites legais, foi conduzido a uma unidade prisional de SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça do Estado de São Paulo.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça de outros estados, escondidos no Rio.,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

PM da ativa que foi flagrado em conversa com policial aposentado acusado de fazer segurança de bicheiro recebendo oferta de propina foi recentemente condenado por extorsão em outro processo, diz TJ-RJ

O policial militar Gutemberg Dantas da Silva que foi citado na denúncia do Ministério Público Estadual do Rio recebendo oferta de propina de um policial aposentado suspeito de participar da segurança do bicheiro Rogério de Andrade foi recentemente condenado a três anos de prisão pelo crime de concussão (corrupção praticada por servidor público). O processo é de 2019. Segundo o MPRJ, a conversa de Gutemberg com o policial aposentado envolvido com o contraventor foi em 2019. Na época, ele era lotado na Subsecretaria de Inteligência. Sobre o crime que o levou a condenação, de acordo com o TJ-RJ, Gutemberg junto a comparrsas exigiram de um comerciante a entrega da quantia de R$ 12.000,00. Na ocasião, disseram estar realizando uma operação policial, se identificando incialmente como policiais civis da DRCPIM e posteriormente assumindo serem policiais militares lotados na Subsecretaria de Inteligência da PMERJ (SSint/PMERJ). O comparsa de Gutemberg abordou a vítima om o uso de arma de fogo, informando-lhe que “perderia toda a sua mercadoria e que esta seria levada pela DRCPIM”, exigindo, à princípio, a quantia de trinta mil reais para que a referida mercadoria não fosse apreendida. Em determinado momento, chegou ao local terceiro ainda não Identificado, mas referido como “Tenente”, afirmando ser da SSint/PMERJ, passando a exigir da vítima a quantia de vinte mil reais, e que, diante de sua negativa, aceitou obter a quantia de quinze mil reais. Diante disso, foi então acertada a entrega da quantia na passarela da Estação de Trem de Madureira, não tendo a vítima conseguido reunir a quantia de quinze mil reais e tendo entregue a um dos PMs, vujlgo Betinho, a quantia de R$ 12.000,00 (doze mil reais) acima referida. Segundo o processo, Gutemberg também foi acusado de se envolver em outro caso de extorsão contra um comerciante em Nova Iguaçu. Na ocasião, exigiram R$ 10 mil da vítima tendo por fim recebido R$ 4 mil. Na ocasião, eles se identificaram como como policiais militares da SSint/PMERJ e afirmando que fariam uma fiscalização em seu estabelecimento por conta de uma “denúncia” acerca de mercadorias piratas que teriam recebido. De acordo com os autos, Gutemberg também teria participado de outra extorsão na cidade quando ele e comparsas teriam exigido R$ 40 mil de um comerciante tendo no final recebido R$ 4 mil. Na ocasião, os suspeitos tanbém se identificaram como agentes da DRCPIM. A vítima foi até uma agência bancária sacar o dinheiro enquanto Gutemberg e outro PM permaneceram no estabelecimento aguardando seu retorno.

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