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Mulher morreu baleada a caminho do trabalho durante tiroteio no Catiri, diz página

Segundo informações divulgadas pela página Realengo TV no Facebook, Maria da Ajuda Santans do Nascimento, de 58 anos morreu baleada durante um confronto entre bandidos na comunidade do Catiri, em Bangu. A vítima estava a caminho do trabalho quando foi atingida. De acordo com informações preliminares, outra pessoa também foi atingida no Jardim Bangu e socorrida para uma unidade de saúde. O estado de saúde da vítima não foi divulgado. Relatos iniciais apontam que o confronto teria ocorrido durante uma invasão promovida por traficantes ligados ao Comando Vermelho oriundos da Vila Kennedy, o que provocou pânico entre moradores. Muitos relataram disparos intensos e correria na região. Procuradas pela reportagem, as polícias Civil e Militar ainda não responderam mas a página informou que equipes da Polícia Militar foram acionadas para conter a situação e reforçar o policiamento na área. O local foi isolado para a realização da perícia, e o caso será investigado pela Delegacia de Homicídios. Assista vídeo do local – Instagram

Peixão (TCP) foi absolvido em processo que respondia por ter se unido à uma milícia em Cordovil

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, foi absolvido pela Justiça do Rio de Janeiro de um processo que respondia junto a outros 13 réus acusados de integrarem uma milícia no ano de 2020 na região de Cordovil, na Zona Norte do Rio, que teria cometido ao menos dois homicídios. Na ocasião, dois corpos foram encontrados carbonizados. Segundo os autos, Peixão havia feito uma espécie de acordo com uma parte de uma milícia para poder dividir o território e usar aquilo ali para poder alcançar novas áreas do Comando Vermelho. Uma outra parte do grupo paramilitar não concordou e, aí começou uma guerra entre os milicianos. Um lado da milícia ficou a favor do Quitungo apoiado pela Cidade Alta que é reduto de Peixão, e do outro a parte de Tinta e Dourado. Os falecidos eram da parte do Dourado e Tinta, pois num desses ataques que eles estavam fazendo entre si, eles capturaram as duas vítimas de homicídios e as mataram. Por este acordo da época, Peixão exploraria o tráfico de drogas na mesma região e os paramilitares continuariam explorando o que eles já exploravam como milícia. O acordo seria mais ou menos esse, uma divisão do território, apelidada na época de União 5.3, 5 referente à milícia e 3 referente ao Terceiro Comando Puro. Para absolver os acusados, a Justiça concluiu que o arcabouço probatório não trouxe elementos contundentes a indicar a efetiva atuação dos réus no indicado grupo criminoso, na medida em que as provas apresentadas, apenas, apontam, em linhas gerais, a existência de uma organização criminosa na localidade, sem, contudo, esclarecer, com a participação dos denunciados.

Influencer digital especulado como morto após ser supostamente espancado por traficantes da Rocinha (CV) está internado em estado estável em hospital no Centro do Rio

A reportagem confirmou junto à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro que o influencer digital Iago Nascimento, o Rei da Jogada, está internado no Hospital Souza Aguiar, no Centro da cidade e tem quadro de saúde estável. “A direção do Hospital Municipal Souza Aguiar informa que o estado de saúde do paciente é estável.”, diz a nota. Circulou desde ontem nas redes sociais que ele havia sido morto por traficantes da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, mas a informação não se confirmou. O que se sabe é que ele teria sido supostamente espancado pelos criminosos a mando do chefe do tráfico local, vulgo Johny Bravo. As circunstâncias não foram esclarecidas. Um morador relatou à reportagem que ele teria sido espancado durante alguns dias em um barraco porque teria supostamente instalado GPS em mochilas de bandidos para PMs. Mas circulou outras informações de que ele teria sido agredido por conta de mulher ou inveja. A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil e aguarda resposta.

Circula boato que influenciador digital teria sido morto por traficantes da Rocinha (CV) mas nada foi confirmado até agora

Circula desde ontem nas redes sociais que um influenciador digital conhecido como Rei da Jogada teria sido morto na Favela da Rocinha a mando de traficantes. A informação, porém, ainda não está confirmada. A Polícia Civil foi questionada a respeito mas perguntou para a reportagem quando teria ocorrido o fato e respondemos que o boato circula desde ontem e não tivemos mais retorno. Um morador da Rocinha disse que o fato ocorreu e que o influenciador teria sido morto por estar supostamente ajudando PMs a obter informações de traficantes. Contou que ele teria passado cinco dias dentro de um barraco apanhando até decidirem pela sua morte, mas nada foi confirmado até agora. Sobre o corpo, falou: “Aqui não acha corpo de ninguem” Outras especulações dizem que ele teria sido morto por causa de mulher ou inveja. O influenciador está a mais de 6 dias sem postar nada no Instagram e no Tiktok,. Segundo relatos, ele nunca ficou mais que 2 dias sem postar desde o seu começo. O.repórter Bruno Assunção também divulgou a informação em suas redes socias escrevendo que uma das hipóteses seria que o influenciador teria se envolvido com a amante do chefe do Comando Vermelho (CV) na área, identificado como John Wallace da Silva Viana, conhecido como Jhony Bravo. Ele é considerado foragido da Justiça e apontado como responsável por diversos homicídios e pelo tráfico de drogas. A segunda hipótese levantada é a de que teria sido armada uma suposta “mancada” contra o influenciador — gíria usada na favela para indicar que alguém estaria “no erro”. Ainda de acordo com a apuração, nessa versão, ele teria sido acusado de ser “X9”, termo utilizado no mundo do crime para designar informantes da polícia ou de grupos rivais, o que teria motivado a decretação de sua morte. Em contato com uma fonte da Delegacia de Homicídios da Capital, o.jornalista postou que a informação foi confirmada como de conhecimento através das redes sociais, mas a polícia afirmou que, até o momento, não foi oficialmente acionada para investigar o caso.

Justiça decreta prisão preventiva de Adilsinho por homicídio relacionado à máfia dos cigarros

A Justiça do RIo de Janeiro decretou hoje a prisão preventiva do bicheiro Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, por um homicídio supostamente relacionado a máfia de cigarros, segundo informações que constam no site do TJ-RJ. Segundo os autos, Adislinho agiu dolosamente, comandando as atividades ilícitas dos demais denunciados, concorreu para o crime, induzindo os executores a matarem Fabricio Alves Martins de Oliveira. O crime em análise foi realizado de forma organizada, mediante tocaia para surpreender a vítima, com a utilização de vestes da polícia, em um local público (posto de combustível), com armas de grosso calibre, inclusive fuzil (Auto de apreensão id. 866 – munições, inclusive calibre 7.62), tendo sido efetuados 14 disparos (Laudo de exame em local de morte violenta. O crime, está relacionado a disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio clandestino de cigarros.O teor das interceptações telefônicas revela a atividade da organização voltada ao comércio ilegal de cigarros. Foram coletados elementos de informação acerca da participação dos acusados no crime. Um dos acusados, Alex de Oliveira Mattos atia no comércio ilegal de cigarros e a investigação apontou sua relação com a morte de FabrícioHá conversas entre Alex e sua esposa sobre Fabrício, indicando repulsa em relação a este diante de supostos “botes” praticados em transações anteriores. Em conversa com Alex, outro suspeito, José Ricardo Gomes Simões, há menção a homicídios praticadosinclusive mediante paga, além de tratarem sobre a possibilidade de morte de outro sujeito que também estaria envolvido no comércio ilegal de cigarros. Na mesma conversa, os acusados falam especificamente de Fabrício e de sua companheira, , com questionamentos acerca da razão de Fabrício estar vivo. Salienta-se que o diálogo se deu aproximadamente 5 (cinco) meses antes da morte do assassinato. Os autos apontam ainda Daniel Maia como envolvido e um trecho de conversa com Simões que indica o envio de foto de um homem chamado Rafael discutindo-se a sua localização. Em seguida, Danielnforma que está buscando informações sobre o indivíduo. A investigação apurou que Rafael ” estaria envolvido no comércio de cigarros. Cumpre ressaltar que Rafael nha relação com Fábio, sujeito que foi executado ao sair do enterro de Fabrício. Ademais, Fábio era primo de Rafael. Rafael disse que Fábio , lhe falou que Fabrício atuava no comércio ilegal de cigarros. Ainda no que se refere a Daniel, este possuía em sua galeria de fotografias imagens dos documentos de Fabrício no dia da sua morte. Em relação a Adilsinho, ele é apontado como “01”, responsável pela tomada de decisões, sendo possível concluir que a morte de desafetos exigiria sua concordância ou ordem. Ainda sobre ele,, este é citado por Rafael em suas declarações que não descartava a possibilidade de Fabrício ter sido morto pela “máfia de Caxias” Os envolvidos são pessoas perigosas e voltadas para o cometimento de ilícitos penais encaixados na alta criminalidade. A investigação revelou que os acusados integram uma organização criminosa que explora, ilegalmente, o comércio de cigarros contrabandeados ou fabricados em território nacional sem autorização do órgão competente. A constituição de organização criminosa armada e estruturada para a exploração ilegal de cigarros contrabandeados, por si só, evidencia a gravidade concreta do crime e justifica a decretação da prisão preventiva, especialmente para a garantia da ordem pública, objetivando tanto a interrupção das atividades ilegais da organização, bem como tutelar a saúde pública dos consumidores.

Nove ônibus foram feitos como barricadas em Madureira durante confronto entre traficantes e PMs. VIDEOS

Um intenso tiroteio entre PMs e traficantes foi registrado na tarde de hoje em Madureira, na Zona Norte do Rio. Os bandidos fecharam o trânsito na Avenida Ministro Edgar Romero com ônibus feitos com barricadas. O Rio Ônibus informa que nove ônibus tiveram suas chaves retiradas e foram utilizados como barricadas em Madureira. Dado o cenário, 21 linhas estão sofrendo desvios preventivos em seus itinerários: Ônibus utilizados como barricadas:D86300 – 918 Jardim Violeta x BonsucessoC44697 – 712 Cascadura x IrajáB32563 – 298 Acari x CasteloB27154 – 639 Jardim América x Saens PeñaB27184 – 774 Jardim América x MadureiraC27035 – 775 Jardim América x MadueiraD33054 – 737 Santissimo x CascaduraB44550 – 685 Irajá x MeierB32573 – 298 Acari x Castelo Linhas impactadas:298 (Acari x Castelo)355 (Madureira x Praça Tiradentes)SR355 (Madureira x Praça Tiradentes)639 (Jardim América x Saens Peña)685 (Irajá x Méier)SVA685 (Irajá x Méier)SVB685 (Irajá x Méier)737 (Santíssimo x Cascadura)774 (Madureira x Jardim América)SV774 (Madureira x Jardim América)775 (Madureira x Jardim América)712 (Irajá x Cascadura)721 (Vila Cruzeiro x Cascadura)SV777 (Padre Miguel x Madureira)778 (Pavuna x Cascadura)918 (Bangu – Jd. Violeta x Bonsucesso)928 (Marechal Hermes x Bonsucesso)940 (Madureira x Ramos)975 (Madureira x Fundão)790 (Campo Grande x Cascadura)SV790 (Campo Grande x Cascadura) A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, desde a manhã desta terça-feira (27/01), policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) realizam uma ação em apoio às equipes do Programa Barricada Zero, nas comunidades do Morro da Congonha, Cajueiro, Morro do Terço e Faz Quem Quer, localizadas nos bairros de Madureira, Turiaçu e Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Ao todo, sete homens foram presos e três pistolas apreendidas durante as ações do 9º BPM nessas localidades. Além disso, dez toneladas de barricadas foram retiradas pelas equipes da Operação Barricada Zero, que atuaram no conjunto de localidades. Cabe informar, ainda, que agentes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) conseguiram resgatar um motorista de aplicativo que era mantido refém por um grupo de criminosos armados, na comunidade do Faz Quem Quer, em Rocha Miranda. Após as ações policiais, indivíduos ligados ao tráfico de drogas da região realizaram uma série de atos em retaliação, utilizando ônibus como barricadas e provocando a obstrução parcial de vias. De imediato, equipes de moto patrulhas do 9º BPM (Rocha Miranda) atuaram na liberação das vias, com o objetivo de garantir a integridade física dos passageiros, dos trabalhadores do setor rodoviário e o retorno seguro dos cidadãos que transitavam pela Avenida Ministro Edgard Romero. O policiamento permanece reforçado na região por unidades subordinadas ao 2° Comando de Policiamento de Área (2° CPA) e por agentes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM). Os presos e todos os materiais apreendidos foram apresentados na 29ª DP (Madureira), onde o caso foi registrado.

Traficantes do TCP na Tijuca teriam pulado para o CV levando fuzis

Segundo informações que circulam nas redes sociais nesta terça-feira, dois traficantes insatisfeitos, anteriormente ligados ao tráfico de drogas nas comunidades da Chácara e do Morro do Cruz (facção TCP), na Tijuca, pularam para o Morro do Borel (facção CV). Durante essa movimentação, os criminosos levaram consigo um arsenal composto por dois fuzis, duas pistolas e uma granada, ampliando o poder de fogo do grupo. Eles postaram as fotos das armas na Internet e debochada.”Adoramos os presentes”.

Policiais civis ficaram feridos em operação nos morros dos Prazeres e Escondidinho (CV)

Dois policiais civis ficaram feridos sem gravidade durante um intenso tiroteio em uma operação nas comunidades dos Prazeres e do Escondidinho, na região central do Rio, na manhã desta terça-feira. Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) deflagraram mais uma ação da “Operação Torniquete”, nesta terça-feira (27/01). Os agentes estão nas comunidades dos Prazeres e do Escondidinho, na Região Central do Rio, para combater criminosos do Comando Vermelho envolvidos em roubos de veículos. O local é apontado como uma base operacional da facção para receptação dos automóveis roubadAs diligências têm o apoio de unidades dos DepartamentoGerais de Polícia Especializada (DGPE), da Capital (DGPC) e da Baixada (DGPB) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). A operação é fruto de trabalho de investigação e inteligência que identificou uma rede de criminosos que atua naquela localidade. Além do cumprimento de medidas cautelares contra os investigados pelos roubos, o objetivo é recuperar veículos subtraídos e reunir informações para auxiliar nas investigações.

Entenda a treta de vizinhos que terminou com homem baleado em Caxias no último fim de semana, caso que repercutiu muito na mídia carioca. VIDEO

Leia o relato relato postado no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro da briga de vizinhos que terminou com um homem baleado durante o fim de semana em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O autor dos disparos se apresentou à polícia nesta segunda-feira, O caso teve grande repercussão na imprensa carioca. A irmã da vítima contou que no local onde ocorreu o fato existem dois terrenos com imóveis sendo um localizado na Avenida Darci Vargas, nº 276, bairro Gramacho, o qual foi vendido a Manoel Saturnino da Sllva Neto, acusado de ser o atirador. O outro terreno, de propriedade dela fica na na Rua Joaquim José Soares, nº 276 possuindo entrada e porta independentes Informou que terreno de Manoel, possui uma entrada que dá acesso ao terreno dos fundos de sua propriedade. Ela disse que Manoel construiu um muro com a finalidade de impedir esse acesso mas que ela possuia autorização judicial que a autorizava a quebrar o referido muro; Então, ela acessou seu seu imóvel pela Rua Joaquim José Soares e procedeu à quebra do muro que dava acesso ao terreno. Em seguida, dirigiu-se à frente do imóvel de Manoel onde solicitou a presença de um chaveiro para abrir a porta do referido imóvel, tendo em vista que o proprietário havia trocado a fechadura para impedir seu acesso; Na hora que o muro seria quebrado, Manoel não se encontrava no local no momento em que o muro foi quebrado, Ele só chegou ao local no instante em que o chaveiro iniciava a retirada do miolo da fechadura, ocasião em que pediu para que parassem; A irmã da vítima, de imediato, a declarante solicitou que cessassem os trabalhos, informando que resolveria a situação diretamente com Manoel. Os vizinhos passaram a conversar sobre o terreno e a declarante explicou que precisava acessar o local, pois sempre utilizou aquela passagem durante toda a sua vida para acesso ao imóvel dos fundos; Manoel ecusava-se, há muito tempo, a permitir o acesso, Ele passou a ficar nervoso e afirmou que iria entrar em sua residência para pegar um revólver. A declarante afirmou que desejava resolver a situação de forma amigável; Nesse momento, Manoel disse “Espera ai, Espera ai”,subiu até sua residência, retornando em seguida portando um revólver; Nesse instante, a vítima, J.F,R.L A chegou ao local e começou a filmar o autor armado. passou a efetuar diversos disparos de arma de fogo contra J.F, que foi atingido por três disparos de arma de fogo, passando a gritar e pedir socorro, Os populares socorreram a vítima e a conduziram ao Hospital Municipal Dr. Moacyr do Carmo, onde se encontra internada e submetida a procedimento cirúrgico; Manoel evadiu-se do local antes da chegada da polícia. Posteriromente, teve a prisão temporária decretada.

Um dos presos que tentou fugir de cadeia em Bangu foi condenado por homicídio contra um suposto informante da polícia e chegou a dizer que era do alto escalão do CV

Um dos detentos que tentaram fugir do presídio Plácido Sá Carvalho, em Bangu, na madrugada de hoje, vulgo Aranha, responde a processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, acusado de um homicídio cometido em 2009 na comunidade da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense.. Ele foi condenado a 14 anos de prisão após ser julgado por júri popular. Na ocasião, comparsas levaram Aranha até a residência da vítima, que foi atingida por vários tiros. A vítima Ivanildo Alves dos Santos Filho ficou gravemente lesionada na cabeça. Ela foi colocada em um carrinho de mão e jogada no Rio Sarapuí,, não sendo mais localizada. O crime foi praticado sob alegação de que Ivanildo seria informante da polícia, segundo o que consta no processo. De acordo com os autos, Aranha detinha várias anotações criminais em sua folha penal e confessou na época por iniciativa própria que gerenciava boca de fumo e participava do alto escalão do Comando Vermelho. Os presos chegaram a render um policial penal, mas um dos agentes de segurança percebeu a ação e acionou o alarme.

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