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Dono de empresa de internet em Paracambi que foi ameaçado por traficantes por não pagar taxa tenta obter porte de arma para se defender

Um empresário do setor de internet em Paracambi, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, afirma estar sob ameaça de uma organização criminosa após se recusar a pagar extorsões para manter suas atividades na cidade. Diante da escalada de violência, ele solicitou, em março deste ano, a concessão de porte de arma de fogo por meio de requerimento administrativo junto à Polícia Federal. Segundo o relato, o empresário é proprietário de uma empresa provedora de internet que atua regularmente no município, com carteira de clientes ativa, geração de empregos e cumprimento de obrigações fiscais. Ainda assim, passou a ser alvo de cobranças ilegais, conhecidas como “arrego”, supostamente feitas por criminosos ligados a um indivíduo identificado pelo apelido de “Russão”. Após se negar a pagar as quantias exigidas, o empresário afirma ter recebido ameaças diretas contra sua vida e a de seus familiares. Um dos registros de ocorrência foi formalizado sob o número 051-00457/2026. Em mensagens enviadas por meio do aplicativo WhatsApp, os autores teriam afirmado: “Cara, vou tacar fogo em tudo e onde parar vai fogo”. A ameaça se concretizou no dia 25 de março de 2026, quando um veículo da empresa foi interceptado e incendiado. O carro, um Fiat Mobi branco, ano 2020, de propriedade da empresa, foi destruído na ação. O caso foi registrado em nova ocorrência policial, sob o número 051-00476/2026-01, e também teve repercussão na imprensa. Diante da gravidade da situação, o empresário relata viver sob constante temor, afirmando que as ameaças não se restringem ao ambiente de trabalho, mas se estendem a qualquer local que frequente. No mesmo dia do ataque ao veículo, ele compareceu à sede da Polícia Federal para relatar os fatos e solicitar urgência na análise do pedido de porte de arma, mas, segundo ele, não obteve retorno. A defesa sustenta que o caso envolve risco iminente à vida e à integridade física do empresário e de sua família, motivo pelo qual foi ajuizada ação com pedido de tutela de urgência. O objetivo é garantir a análise célere do requerimento administrativo, protocolado em 21 de março de 2026, e possibilitar ao autor o exercício do direito à legítima defesa. Ainda de acordo com os advogados, apesar dos registros de ocorrência, o empresário não conta com proteção integral do Estado, o que reforçaria a necessidade de uma resposta rápida das autoridades. Eles argumentam que a demora na análise do pedido pode resultar em consequências irreparáveis, diante da gravidade das ameaças. O empresário afirma que não pode interromper suas atividades sem comprometer sua subsistência e o cumprimento de contratos com clientes. Para ele, a ausência de resposta do poder público diante da urgência do caso o deixa vulnerável à ação criminosa. A defesa também aponta possível omissão estatal, alegando que a burocracia não pode se sobrepor ao direito à vida. Segundo os advogados, cabe ao Estado agir com celeridade em situações excepcionais como essa, sob risco de agravar ainda mais o cenário de insegurança enfrentado pelo empresário.

Da década de 90 aos dias atuais: o rastro de sangue da família Avelino

A família Avelino voltou ao centro das atenções da mídia fluminense nesta quarta-feira, após uma operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro que cumpriu 21 mandados de busca e apreensão contra integrantes do grupo no interior do estado e também em outras unidades da federação. A fama de intimidação atribuída ao clã não é recente. Um episódio ocorrido na década de 1990 ilustra o clima de medo que cercava a atuação da família. Na ocasião, um dos integrantes, conhecido como Julinho Avelino, seria levado a julgamento pela morte de um jovem em Miguel Pereira. Antes da sessão, um jurado procurou um promotor de Justiça para relatar que, nos bastidores, comentava-se em Vassouras que sequer haveria quórum para a realização do júri, já que os jurados poderiam não comparecer. Segundo o relato, mesmo que a sessão fosse instalada, havia o temor de que os jurados não tivessem coragem de condenar o réu, apesar da existência de provas nos autos, por receio de represálias. Diante desse cenário, chegou-se a cogitar a transferência do julgamento para outra comarca. Documentos da época já classificavam integrantes da família Avelino como pessoas de “índole extremamente violenta”. O grupo era descrito como influente não apenas em Vassouras, mas em toda a região do Médio Paraíba, com forte presença econômica e política. Ainda segundo esses registros, diversos membros estariam envolvidos em crimes graves. Histórico de homicídios Ao longo dos anos, diferentes casos reforçaram essa reputação. Em 23 de setembro de 2011, um integrante da família foi acusado de efetuar disparos contra Edson Presotto Marcondes, no bairro Madruga, em Vassouras. De acordo com a denúncia, o crime teria sido motivado por uma desavença envolvendo a negociação de um imóvel e o não ressarcimento de um trator dado como parte do pagamento. A acusação aponta que a vítima foi surpreendida por dois homens em uma motocicleta enquanto estava dentro do carro, sem possibilidade de defesa. Outro caso ocorreu em 28 de maio de 2000, no Parque de Exposições Narciso Dias, também em Vassouras. Durante um rodeio, integrantes da família se envolveram em uma confusão com peões. Segundo a denúncia, a vítima Ronaldo da Silva Soares foi atraída até a cerca que separava o público da arena, onde foi agredida e baleada. Ele morreu no local. Um dos acusados foi condenado a 14 anos de prisão. Há ainda o caso de Thiago Borges do Rêgo, morto em 30 de dezembro de 1996. De acordo com relatos, ele teria passado a sofrer ameaças após um desentendimento banal — teria esbarrado em um copo de cerveja de um dos integrantes da família. O acusado pelo crime acabou absolvido pela Justiça. Já em 23 de setembro de 1995, outro episódio violento foi registrado no centro de Vassouras. Um integrante do clã foi acusado de matar Luiz Augusto Costa Monteiro após uma discussão de trânsito. Nesse caso, houve condenação, com pena fixada em 14 anos de prisão. Os episódios, registrados ao longo de décadas, ajudam a dimensionar o histórico de violência atribuído à família Avelino e explicam por que o grupo continua sendo alvo de investigações e operações das autoridades.

Denúncia explosiva de ex-governador: PMs teriam ligação com milícia em Santa Cruz

Após a divulgação de um áudio que mostraria um policial militar conversando com um traficante — caso que resultou na expulsão do agente da corporação dias depois — o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, voltou a utilizar as redes sociais para fazer novas denúncias envolvendo a Polícia Militar. Desta vez, Garotinho afirmou ter recebido relatos de moradores de que policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 27º BPM estariam supostamente alinhados à milícia do PL, em confronto com a quadrilha de Juninho Varão, na região de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. De acordo com o ex-governador, os agentes teriam implantado um suposto regime de RAS compulsório na localidade conhecida como João 23, área recentemente dominada pelo grupo paramilitar. Garotinho também relatou que um cabo da PM teria sido flagrado participando de uma reunião com milicianos em Itaguaí, o que teria resultado em punição disciplinar. Ainda segundo ele, o policial levaria uma vida de alto padrão, com viagens internacionais — incluindo destinos como a Tailândia — sem autorização oficial. O ex-governador citou ainda outros dois policiais: um deles apontado como responsável pela arrecadação de dinheiro junto a comerciantes da região, e outro descrito como o suposto “cérebro” da milícia local. Em seu blog, Garotinho acrescentou que, segundo denúncias, milicianos forneceriam apoio logístico a policiais, como água e alimentação, enquanto a população viveria sob forte intimidação. Ele afirma que o grupo criminoso controlaria atividades como a venda de botijões de gás, o transporte alternativo, serviços ilegais de TV a cabo (“gatonet”), além da comercialização e aluguel de imóveis. A milícia do PL teria expulsado o Bonde do Varão das comunidades do Alvorada, João 23, Reta, Liberdade, Guandu, São Fernando e Higienópolis, em Santa Cruz – na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Procurada para comentar as acusações, a Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) ainda não se manifestou. Em casos semelhantes, a corporação costuma questionar se as denúncias foram formalizadas junto aos órgãos de controle interno, como a Corregedoria, ou orienta que sejam encaminhadas à Ouvidoria.

Milícia pode estar envolvida em assalto à casa de MC Poze do Rodo

Segundo informações divulgadas pelo jornalista Bruno Assunção,, existe a suspeita de que milicianos estejam envolvidos do assalto do cantor MC Poze do Rodo.ovorrido em sua residência, localizada em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ainda segundo o relato, os assaltantes afirmaram agir a mando de chefes do tráfico de drogas, numa tentativa de colocar o foco do roubo em cima das facções TCP e CV. O artista afirmou que foi mantido refém e agredido pelos criminosos durante a ação. Segundo o cantor, cerca de oito homens participaram do crime. Quatro deles, armados com fuzis e pistolas, invadiram o imóvel por uma área de mata nos fundos do condomínio por volta das 2h30, enquanto outros comparsas reviravam a casa. Poze estava com amigos no momento da invasão e disse que foi amarrado e agredido com socos e chutes. Os criminosos levaram aproximadamente R$ 15 mil em espécie, além de celulares, roupas, perfumes, relógios e joias. O prejuízo total é estimado em cerca de R$ 2 milhões. De acordo com levantamento, parte das joias roubadas integrava um lote de cordões apreendido pela Polícia Civil em novembro de 2024 e devolvido por decisão judicial meses depois. O caso foi registrado na 42ª DP (Recreio) como roubo a residência. A Polícia Civil informou que realizou perícia no local e segue com diligências, incluindo a análise de imagens de câmeras de segurança, para identificar os envolvidos e esclarecer as circunstâncias do crime.

PM impediu ataque do CV contra a milícia e matou três

Três suspeitos foram mortos durante um tiroteio com PMs em Campo Grande na Estrada do Rio do A. Segundo a PM, os agentes impediram um ataque de traficantes do Comando Vermelho a uma facção rival, a milicia . Dois fuzis foram apreendidos, além de uma pistola e carregadores. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de três homens, ainda não identificados. De acordo com informações preliminares, policiais militares estavam em patrulhamento quando flagraram um veículo com criminosos. Ao tentarem realizar a abordagem, foram atacados e houve confronto. Os três ocupantes do automóvel morreram no local. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.

“Empresa de comunicação multimídia” de Juninho Varão movimentou pouco mais de R$ 6 milhões em um ano mesmo com seu pequeno capital declarado

Investigação da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) da Polícia Civil do Rio de Janeiro revelou que a quadrilha do milciiano Juninho Varão usava duas empresas de fachada, sendo uma delas provedor de internet para dissimular a real origem e o destino dos recursos obtidos, a fim de lhes conferir uma aparência lícita. Segundo a apuração, Varão figurava como sócio de uma das empresas junto ao cadastro na JUCERJA. A empresa atua no setor de serviços de comunicação multimídia e, no período compreendido entre julho de 2022 e julho de 2023, movimentou o total de R$ 6.091.559,00, montante aparentemente incompatível com seu pequeno capital social registrado e faturamento declarado. O procurador da empresa foi beneficiário de uma transação bancária efetuada pela firma no valor de R$ 440.972,00, sem justificativa lícita aparente. Além disso, foram observadas transações pelas duas empresas, sendo que a segunda firma tinha como titular a esposa e a sogra do tal procurador. A segunda empresa não possui nenhum funcionário cadastrado, tem capital social modesto e apresenta como endereço, um local residencial, sem qualquer aparência de atividade empresarial. No entanto, em apenas sete meses (entre janeiro e agosto de 2023), movimentou R$ 1.172.918,00. Ainda segundo a investigação, a quadrilha de Varão ratica, em tese, diversas atividades ilícitas, tais como, exploração de serviços de gás, água e internet, comercialização de gelo, agiotagem, operação de vans, cobrança de taxas condominiais ilícitas e gestão de aterros clandestinos.

“Sentença de morte”: integrante do CV preso no RJ diz à Justiça que será executado se voltar para Minas”. Família também correria risco

A defesa de um integrante do Comando Vermelho preso no Rio de Janeiro recorreu à Justiça para tentar impedir sua transferência para um presídio de Minas Gerais, estado de origem do detento. O principal argumento é o risco concreto de morte, tanto para ele quanto para familiares, caso o retorno seja efetivado. Segundo os autos, o preso é apontado pela polícia mineira como um dos maiores traficantes do estado — apesar de alegar ter rompido vínculos com o crime. Ainda assim, sua associação passada com o Comando Vermelho o tornaria um alvo prioritário de facções rivais que atuam em Minas Gerais, dentro e fora do sistema prisional. Ele foi preso pela Polícia Federal em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes ano passado. Um dos pontos centrais apresentados no processo envolve um episódio ocorrido em 19 de dezembro de 2023. Na ocasião, durante saída temporária e trabalho extramuros, o filho do detento teria sido alvo de um atentado junto com a ex-esposa. Segundo a defesa, ambos escaparam por pouco de serem mortos. Após o episódio, o filho não retornou ao sistema prisional, sendo posteriormente localizado e também está preso no Rio de Janeiro. Os advogados também destacam que a família do preso está estabelecida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde mantém sua principal rede de apoio. Segundo a defesa, o vínculo familiar é ativo, com visitas frequentes ao detento na unidade prisional fluminense. A decisão de transferência teria sido fundamentada, entre outros pontos, na alegação de insuficiência de vagas no sistema penitenciário do Rio de Janeiro, que enfrenta um déficit estimado em cerca de 15 mil postos. Para a defesa, no entanto, trata-se de uma questão administrativa que não pode se sobrepor ao direito fundamental do preso à integridade física e ao convívio familiar. Outro argumento apresentado é o cenário de violência em Minas Gerais, descrito como uma “guerra” entre facções. Segundo a defesa, haveria uma aliança entre PCC (Primeiro Comando da Capital), Família AR (AR-118) e TCP (Terceiro Comando Puro), grupos que teriam emitido ameaças diretas contra integrantes do Comando Vermelho — facção predominante na unidade onde o detento está atualmente custodiado no Rio. Para reforçar o pedido, os advogados anexaram ao processo uma carta escrita por uma familiar, que relata o medo e a angústia diante da possibilidade de transferência, apontando risco real de que membros da família sejam mortos caso retornem a Minas Gerais.

Quatro jovens que faziam live foram baleados durante ataque do TCP no Juramento (CV). Um deles que fazia aniversário morreu

Quatro jovens foram baleados no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, no último fim de semana. Um deles morreu.Segundo relatos, houve um ataque de traficantes do Terceiro Comando Puro à comunidade, que é dominada pelo Comando Vermelho. Os autores teriam saído da Favela Para-Pedrol, em Colégiio,. Os jovens faziam uma live no Instagram momentos antes de serem atingidos. Em determinado momento do vídeo, um seguidor comentou “CV”, em referência ao grupo criminoso que domina a região. Em seguida, todos rebateram: “nem CV, nem TCP, somos moradores, só somos do Juramento”. O vídeo circula nas redes sociais. O jovem que morreu se chamava Leonardo Sino Mendes de Oliveira, que comemorava seu aniversário de 27 anos. Policiais do 41º BPM encontraram o jovem já sem vida, e o corpo foi levado para o IML do Centro. Ele não possuía anotações criminais. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Leandro Sino Mendes de Oliveira, de 27 anos. A perícia foi feita no local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 41º BPM (Irajá), no domingo (29/03), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de homicídio no Morro do Juramento, na Zona Norte do Rio de Janeiro. No local, os agentes constataram o fato, sendo um homem vítima de disparos de arma de fogo. De acordo com informações repassadas aos agentes, um indivíduo, no interior de um veículo, efetuou diversos disparos contra a vítima e fugiu. Posteriormente, policiais militares foram verificar a entrada de três vítimas baleadas no Hospital Getúlio Vargas (HGV).

Cinco suspeitos feridos e quatro fuzis apreendidos na Gardênia Azul (CV)

Policiais do 18º BPM apreenderam quatro fuzis e três granadas durante uma ação na Av. Ten-Cel Muniz de Aragão na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. Criminosos reagiram e houve confronto Cinco suspeitos ficaram feridos e foram socorridos ao hospital Dois veículos utilizados pelo grupo permanecem no local. De acordo com a unidade, equipes foram acionadas para verificar informações sobre um confronto entre criminosos de facções rivais na região da Gardênia Azul. Ao chegarem ao local indicado, os policiais visualizaram indivíduos armados que, aoperceberem a aproximação das equipes, efetuaram disparos contra os agentes.Houve confronto e, após cessados os disparos, foi realizada varredura na área. Cinco suspeitos, com diversas anotações criminais, foram encontrados feridos no interior de um veículo e socorridos ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. Na ação, foram apreendidos dois fuzis AK-47, um fuzil G3, um fuzil R10, além de três granadas. Também foram recuperados dois veículos utilizados pelos criminosos.

Video mostram clientes de supermercado fugindo de tiros em Rio das Pedras. ASSISTA

Clientes e funcionários do Supermarket em Rio das Pedras viveram momentos de pânico. Durante um intenso confronto entre criminosos na região, várias pessoas precisaram se esconder dentro do estabelecimento para se proteger dos disparos. Vídeos que circulam mostram o desespero e a correria no local, com todos buscando abrigo até a situação se acalmar Não há informações de feridos dentro do mercado. A orientação é para que moradores evitem a região e redobrem a atenção. Há relatos ainda não oficiais que Rio das Pedras um miliciano ligado à Tropa do Tailon da Equipe PSG teria sido baleado por bandidos ligados à Tropa do Zeus do Comando Vermelho. Foi divulgado nas redes sociais mais cedo que traficantes do CV estavam planejando dar um baque forte no Rio das Pedras. O ataque seria para tentar forçar os milicianos do RP à recuar seus soldados das regiões de Curicica (Dois Irmãos, Colônia e Vila Sapê), os milicianos do RP estão reforçando aliados de Curicica e Camorim contra o CV. Os traficantes do CV das tropas do Urso da Penha e Maromba do Lins irão partir da Gardênia Azul (Urso) e da Muzema (Maromba).

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