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Entenda as guerras que ocorrem na Zona Oeste do Rio

Depois de mais uma semana de conflitos na Zona Oeste do Rio, em Campo Grande, Santa Cruz e Paciência, com mortes, vamos contextualizar o que ocorre na região. Atualmente acontecem três guerras na Zona Oeste, segundo os fatos que vêm ocorrendo na região há vários meses. e oque tem saído nas redes sociais. Uma delas é entre as milícias do Juninho Varão e do Waguinho contra a do PL, sucessor de Zinho, que chegaram a ensaiar um acordo de paz que não foi para a frente. Nas últimas semanas, aconteceram ataques de Varão à Manguariba, em Paciência, com mortes. A segunda disputa é entre o Comando Vermelho e a milícia do PL. O ex-miliciano RD, hoje homem de guerra do CV, vem realizando ataques em Campo Grande, Santa Cruz e Inhoaíba, o que tem resultado também em mortes. Há sempre também um entreveiro entre a Vila Kennedy (CV) e a Carobinha, que também pertence ao grupo de PL. E a terceira guerra ocorre entre os traficantes do Comando Vermelho e a milícia do Catiri, em Bangu, que é comandada por um bandido conhecido como Montanha. Essa semana, uma mulher morreu baleada quando ia para o trabalho em razão desta disputa.A A região de Guaratiba também tem sido foco da guerra que ser entre as milícias mesmo ou do grupo do PL contra o CV;

Milícias voltaram a se enfrentar na Zona Oeste do Rio

Guerra de milícias na Zona Oeste do Rio. Segundo informações que circulam nas redes sociais durante a madrugada, integrantes do bando de Juninho Varão teriam armado uma emboscada nos acessos de Manguariba, em Paciência, e interceptaram um carro, onde estaria alguns milicianos do GAT do Chevette. De acordo com relatos, um miliciano teve a cabeça fuzilada, e seu carro foi completamente destruído. Uma foto do corpo caido foi exibiida na internet. Ele seria o responsa´vel pela Favela do Rodo, em Santa Cruz. . O miliciano conhecido como “Primavera” já teria feito parte do CV mas pulou para a milícia do Zinho e era um dos nomes importantes no grupo. A dimensão do tiroteio foi tão grande que foi possível ouvir de diversas regiões próximas à Manguariba.

Homem que foi alvo de milicianos que invadiram hospital em Santa Cruz contou detalhes sobre a ação. Disse que um dos homens que foram até a unidade de saúde para matá-lo é cunhado de um dos líderes do maior grupo paramilitar do RJ e falou que o bandido que o baleou foi aquele achado morto

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o homem que foi alvo de milicianos que invadiram o Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em setembro, contou à polícia que, antes de ser internado, foi convocado para uma reunião entre paramilitares ligados a Zinho na comunidade Nova Jersey, em Paciência Ele disse que no encontro, um miliciano vulgo Orelha, que foi identificado como Erlan Oliveira de Araújo, realizou diversos disparos em sua direção, lhe acertando quatro vezes. Contou que Orelha integrava a milícia do Zinho sendo frente da Nova Jersey. Ele falou que que viu guns vídeos que circularam nas redes sociais dos marginais que invadiram o Hosp. Pedro II, na madrugada do dia 18/09/2025, com a finalidade de ceifarem sua vida, reconhe cendo um deles, um homem de cor branca, com idade entre 25 a 35 anos, que trajava bermuda de cor bege, casaco preto e possui duas tatuagens na panturrilha da perna direita, como vulgo Pudim, cunhado do miliciano Naval, um dos atuais líderes do bando de Zinho ao lado de PL. Orelha foi achado morto dias após a invasão ao hospital;. Um policial civil contou à Justiça que agentes foram até o hospital conversar com o alvo da invasão,; que realizaram diligências nas proximidades de onde o fato ocorrera, sito rua Aporuna, 55, bairro Paciência, com a finalidade de identificarem câmeras de monitoramento de condomínios e residências. Eles viram nas imagens do condomínio, o alvo saindo de um beco, baleado e portando uma arma de fogo, de onde ele foi socorrido. Segundo o policioal, vários homens fortemente armados, possivelmente milicianos, portando fuzis, em dois veículos, ainda não identificados, entraram no Hospital Municipal Pedro II, com a finalidade de matarem o alvo mas eles não o localizaram na unidade hospitalar. Isto porque a direção do hospital o transferiu para outra unidade de saúde.dando continuidade aos procedimentos médicos. O policial tomou conhecimento que o alvo trocou tiros com Orelha, quem o baleou; que além de “Orelha, estavam presentes na ação os milicianos Pivete e Jotinha. Após ser baleado, o alvo entrou armado em um condomínio e obrigou um morador que não o deixasse morrer e o levasse até a um hospital. O alvo ainda teria dito que ele e Orelha eram amigos integravam a mesma facção criminosa, que inclusive ficaram presos, durante um período, juntos; O polical exibiu para ele uma fot de Erlon e ele reconheceu como sendo o, autor dos tiros que o atinngiram;. O alvo afirmou ainda que que jogou fora a arma de fogo, quando estava sendo socorrido para o Hospital Mun. Pedro II .”

Confira detalhes de um dos roubos cometidos pelo maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio que foi preso hoje

O criminoso preso hoje suspeito de ser o maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio de Janeiro se autodenominava “Assaltante omicida” e “Terro da Gávea” em perfis de redes sociais. Segundo um processo no Tribunal de Justiça, em 30 de dezembro, Luan Moore Aguiar Martins de Mello teria invadido uma residência na Rua Capuri, em São Conrado, após escalar o muro e arrombar a janela da cozinha, de onde ele e comparsas subtraíram joias avaliadas em aproximadamente R$ 200.000,00. As imagens do sistema de monitoramento interno da residência registraram a dinâmica da invasão e a presença de dois agentes no imóvel. De forma ainda mais incisiva, a autoria é corroborada por postagens feitas pelo próprio indiciado em sua rede social Instagram (“luanzs751”) poucas horas após o crime, nas quais ele ostentava diversas joias que foram prontamente reconhecidas pela funcionária do imóvel e pela vítima O relatório de vida pregressa do indiciado indica uma contumácia delitiva alarmante, ostentando Luan Moore 45 registros de ocorrência e 16 prisões ou apreensões anteriores, o que denota que ele faz do crime o seu meio de vida. O modus operandi empregado – caracterizado pelo acesso aos imóveis através de áreas de mata limítrofes, seguido de escalada e arrombamento – coincide com o padrão atribuído ao investigado em inúmeros outros furtos ocorridos em bairros da Zona Sul, como Gávea, Jardim Botânico e Lagoa.Luan ffoi capturado escondido na comunidade de Manguinhos, na Zona Norte da capital. As investigações tiveram início em setembro de 2025, a partir de uma sequência de furtos registrados em imóveis dos bairros do Jardim Botânico, Gávea e São Conrado. O criminoso agia de forma recorrente e escolhia residências próximas a áreas de mata, por onde acessava os imóveis durante o período noturno, aproveitando-se da menor circulação de pessoas e da dificuldade de vigilância nesses locais. Ele escolhia casas que teriam potencial de possuir objetos de alto valor em seu interior. De acordo com o apurado, após invadir as casas, o criminoso percorria todos os cômodos em busca de bens de alto valor, como joias, relógios e bolsas de luxo. O material subtraído era posteriormente repassado a receptadores, com preferência por artigos em ouro e relógios de marcas renomadas, vendidos por valores muito abaixo do preço de mercado. As diligências da 15ª DP identificaram que, após os furtos, o criminoso ostentava nas redes sociais os objetos furtados. O objetivo da ação era desafiar as forças de segurança e atrair receptadores interessados em adquirir peças de alto valor por preços bem abaixo do mercado. O dinheiro obtido com os crimes era gasto, principalmente, em restaurantes e hotéis de luxo, quase sempre pago em espécie e servia para o bandido divulgar uma vida falsa de luxo na internet.

Membro do PCC foi preso no Rio

Policiais militares da Equipe de Buscas da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio (SSI/PMERJ), em ação conjunta com policiais do 41º BPM (Colégio) e policiais da Inteligência da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP), após trabalho de monitoramento, coleta de dados e informações passadas pela Central Disque Denúncia (2253-1177), prenderam na tarde desta quinta-feira (29), na Estrada Pedro Borges de Freitas, em Irajá, Zona Norte do Rio, criminoso, membro da Organização Criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC),  Maike Yoran Alves Da Silva, vulgo “Puro Calma”, de 32 anos.  Munidos de informações sobre o procurado, os policiais foram até o endereço mencionado, e conseguiram localizar e prender o traficante, que não ofereceu resistência no ato da prisão.  Contra ele constava um Mandado de Prisão, expedido pela 2ª Vara de Execuções Criminais de Campinas/Tribunal de Justiça do Estado de Estado de São Paulo, Espécie de prisão: Suspensão de regime, Tipificação Penal: Tráfico de Drogas e Lei das Drogas, onde cumpria pena em Liberdade Condicional, com pena restante: 2 ano(s) 4 mês(es) 0 dia(s). Regime Prisional: Semiaberto, referente a um processo instaurado no ano de 2019.   Diante dos fatos, ele foi levado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), onde foi confirmado o mandado de prisão e, depois dos trâmites legais, foi conduzido a uma unidade prisional de SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça do Estado de São Paulo.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça de outros estados, escondidos no Rio.,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

PM da ativa que foi flagrado em conversa com policial aposentado acusado de fazer segurança de bicheiro recebendo oferta de propina foi recentemente condenado por extorsão em outro processo, diz TJ-RJ

O policial militar Gutemberg Dantas da Silva que foi citado na denúncia do Ministério Público Estadual do Rio recebendo oferta de propina de um policial aposentado suspeito de participar da segurança do bicheiro Rogério de Andrade foi recentemente condenado a três anos de prisão pelo crime de concussão (corrupção praticada por servidor público). O processo é de 2019. Segundo o MPRJ, a conversa de Gutemberg com o policial aposentado envolvido com o contraventor foi em 2019. Na época, ele era lotado na Subsecretaria de Inteligência. Sobre o crime que o levou a condenação, de acordo com o TJ-RJ, Gutemberg junto a comparrsas exigiram de um comerciante a entrega da quantia de R$ 12.000,00. Na ocasião, disseram estar realizando uma operação policial, se identificando incialmente como policiais civis da DRCPIM e posteriormente assumindo serem policiais militares lotados na Subsecretaria de Inteligência da PMERJ (SSint/PMERJ). O comparsa de Gutemberg abordou a vítima om o uso de arma de fogo, informando-lhe que “perderia toda a sua mercadoria e que esta seria levada pela DRCPIM”, exigindo, à princípio, a quantia de trinta mil reais para que a referida mercadoria não fosse apreendida. Em determinado momento, chegou ao local terceiro ainda não Identificado, mas referido como “Tenente”, afirmando ser da SSint/PMERJ, passando a exigir da vítima a quantia de vinte mil reais, e que, diante de sua negativa, aceitou obter a quantia de quinze mil reais. Diante disso, foi então acertada a entrega da quantia na passarela da Estação de Trem de Madureira, não tendo a vítima conseguido reunir a quantia de quinze mil reais e tendo entregue a um dos PMs, vujlgo Betinho, a quantia de R$ 12.000,00 (doze mil reais) acima referida. Segundo o processo, Gutemberg também foi acusado de se envolver em outro caso de extorsão contra um comerciante em Nova Iguaçu. Na ocasião, exigiram R$ 10 mil da vítima tendo por fim recebido R$ 4 mil. Na ocasião, eles se identificaram como como policiais militares da SSint/PMERJ e afirmando que fariam uma fiscalização em seu estabelecimento por conta de uma “denúncia” acerca de mercadorias piratas que teriam recebido. De acordo com os autos, Gutemberg também teria participado de outra extorsão na cidade quando ele e comparsas teriam exigido R$ 40 mil de um comerciante tendo no final recebido R$ 4 mil. Na ocasião, os suspeitos tanbém se identificaram como agentes da DRCPIM. A vítima foi até uma agência bancária sacar o dinheiro enquanto Gutemberg e outro PM permaneceram no estabelecimento aguardando seu retorno.

PMs foram baleados em tiroteio no Morro do Fubá (CV). VIDEOS

Dois policiais militares, sendo eles um capitão e um sargento, teriam sido baleados em um confronto com traficantes do Morro do Fubá, em Cascadura, na Zona Norte do Rio, na tarde de hoje, de acordo com informações que circulam na internet. Segundo o que foi divulgado em grupos de Whatsapp, o capitão teria sido ferido no tórax e o sargento na cabeça, Ambos foram socorridos. O tiroteio no local é intenso. Um helicóptero dá apoio a ação, Há relatos também de banddios baleados. A informação que circula é que criminosos levaram um caminhão com carga roubada para dentro da favela e por isso teve tiroteio. A reportagem entrou em contato com a corporação para obter mais detalhes sobre o ocorrido e aguarda retorno.

Narcomilcianos que aterrorizam Pedra de Guaratiba foram presos com um arsenal de guerra. Um foi morto

Agentes da Delegacia de Repressão às Acões Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação contra uma narcomílicia que aterroriza moradores na Comunidade do Piraquê, em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (29/01). Três narcoterroristas foram presos em flagrante com armamento pesado e típico de guerra e um bandido foi neutralizado. Com eles, foi apreendido um fuzil, duas espingardas, uma pistola e materiais típicos do crime organizado. Os agentes foram à localidade para realizar diligências investigativas. Ao chegarem ao local, a equipe foi atacada pelos criminosos. Durante o confronto, um dos milicianos foi neutralizado. Um agente da Draco ficou ferido no confronto, sem gravidade, e já teve alta da unidade hospitalar. A ofensiva foi pontual e fruto de um trabalho investigativo minucioso voltado para a repressão dos conflitos armados e as disputas territoriais na região. Os policiais apreenderam com os criminosos um verdadeiro arsenal de guerra, composto por um fuzil AK-47, duas espingardas, uma pistola, roupas táticas, anotações criminosas, registros operacionais e outros equipamentos utilizados na disputa violenta por território. As investigações apontaram que os criminosos possuem uma extensa ficha criminal, com passagens por crimes graves, como tentativa de homicídio, roubo, tráfico de drogas, estupro e outros delitos de alta gravidade. Parte desses criminosos já havia sido presa anteriormente, em ações da própria Draco, o que reforça o cenário de reincidência e a dificuldade enfrentada pelas forças de segurança diante de uma legislação frágil.

PMs aposentados foram denunciados por fazerem parte da segurança pessoal de Rogério Andrade. Um deles tentou subornar policia da ativa para obter informações sobre quadrilha rival

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça Rogério de Andrade, atualmente custodiado em presídio federal, e dois policiais militares aposentados, por constituição de organização criminosa voltada à exploração ilegal de jogos de azar e à corrupção ativa. Os mandados de prisão obtidos pelo GAECO/MPRJ na segunda fase da operação Petrorianos estão sendo cumpridos nesta quinta-feira (29/01), em endereços na cidade do Rio de Janeiro e na Penitenciária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).A investigação decorre de Procedimento de Investigação Criminal (PIC) próprio do GAECO/MPRJ contra integrantes do jogo do bicho. De acordo com a denúncia, Marcos Antonio de Oliveira Machado, conhecido como Machado, e Carlos André Carneiro de Souza, identificado como Carneiro, fazem parte da equipe de segurança pessoal do contraventor e prestam serviços diretos a Rogério de Andrade e a seus familiares.Ainda segundo o GAECO/MPRJ, Carlos André, em conjunto com Rogério de Andrade, foi denunciado por subornar um policial militar da ativa para obter informações sigilosas sobre operações policiais e para direcionar ações contra estabelecimentos de jogos clandestinos explorados por grupos criminosos rivais. A denúncia foi recebida pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital.

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