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MILICIA

Milícia de Nova Iguaçu tinha dois grupos de WhatsApp para receber informações sobre movimentação policial

A milicia comandada por Juninho Varão que age no bairro do Cabuçu, em Nova Iguaçu, usa dois grupos de Whatsapp ‘Estudo Coletivo’ e ‘Familia Nova’ para receber informacões sobre a movimentacão policial. A descoberta ocorreu em maio durante a prisão dr uma espécie de batedor da quadrilha que usava uma motocicleta preta, para seguir  a viatura policial.acessando as mesmas ruas, em função característica de “batedor”, função típica da milícia, na qual o indivíduo monitora as equipes de segurança pública. Após a aproximação, o suspeito foi abordado, oportunidade em que tentou se evadir, mas foi contido pelos policiais. Em revista pessoal, constatou-se que o acusado portava um aparelho celular e que a motocicleta por ele conduzida possuía registro de furto ocorrido em Queimados/RJ, conforme o Registro de Ocorrência nº 055-04825/2024 (fls. 39/40). Além disso, em sede policial, o acusado confirmou que exerce a função de “batedor” para milicianos da localidade, recebendo R$ 500,00 semanais para seguir viaturas da polícia e informar seus deslocamentos por meio de grupos de WhatsApp 

Justiça transfere de Belford Roxo julgamento de irmãos PMs (um deles envolvido com a milícia) acusados de duplo homicídio contra vítimas que praticavam estelionato e que tiveram os corpos carbonizados

Dois policiais militares que são irmãos foram pronunciados perante o Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Belford Roxo, por suposta prática de duplo homicídio qualificado em 2021 e irão a júri popular. Entretanto, o Ministério Público solicitou o deslocamento do julgamento de competência do Tribunal do Júri para outra cidade alegando que sendo feito na Comarca de Belford Roxo ou vizinhas da Baixada Fluminense não será revestido da indispensável imparcialidade exigida por lei, uma vez que os acusados, além de serem policiais militares, há forte indicação de um deles ser integrante da milícia atuante no mesmo bairro onde os pronunciados residiam e por onde as vítimas passaram antes de serem levadas ao local em que foram brutalmente executadas. O pedido foi aceito pela Justiça.  Dos autos de origem é possível verificar que a denúncia narra que os requeridos são acusados de serem mandantes de duplo homicídio qualificado, crimes cometidos para assegurar a impunidade de outro crime, eis que os ambos e as vítimas estavam envolvidos na prática de delito de estelionato, ocorrido dias antes dos fatos em exame. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados, tendo uma das testemunhas dito que os irmãos  são policiais militares, e que já tinha ouvido comentários de que o primeiro era “um cara mau e sinistro”. Situação demonstrada que vincula os homicídios para “queima de arquivo” a respeito de crime de estelionato praticado contra terceiro.  E tais circunstâncias fáticas, que sinalizam para a necessidade de preservar o interesse e a ordem pública, uma vez que geram dúvida de que não só as testemunhas, como também os jurados locais possam ser influenciados ou coagidos, comprometendo a imparcialidade do julgamento perante o Júri Popular. O processo tramita em sigilo. FONTE: TJ-RJ

Somente depois de quatro anos do crime, Justiça decretou preventiva de miliciano suspeito de matar homem que teve envolvimento com o tráfico em São Gonçalo

Depois de quatro anos, a Justiça decretou a prisão no ano passado de um suposto miliciano vulgo Mãozinha que matou um homem no bairro do Gradim, em  São Gonçalo em agosto de 2020. A vítima foi Vilson Oliveira Neto, o Dentinho, e foi executada como retaliação a atuação deste junto ao tráfico ilícito de entorpecentes no passado. Dentinho já havia pertencido ao Comando Vermelho. Além de ter sido espancada na região da cabeça, a vítima foi alvo de diversos disparos.” Na época dos fatos, estava um contexto de muitas mortes ligadas à milícia. Que as pessoas que eram mortas eram relacionadas ao tráfico, ou praticavam furtos, essas coisas. Um comerciante foi morto na mesma ocasião. Ele morava no local há 40 anos e ele se recusou a pagar taxa para os paramilitares.  A milícia agia no Gradim, Porto Velho, Campo da Brahma, Paraíso.   Vilson acreditava que, por na época dos fatos já não estar mais no tráfico, estar trabalhando legalmente, que não aconteceria nada. Que na época, a filha da vítima tinha acabado de fazer 01 aninho. FONTE: TJ-RJ

Supostos milicianos são suspeitos de matar homem em Anchieta por ele ter entrado na Justiça contra empresa de segurança

Supostos milicianos são suspeitos de matar Moisés Alves Ramos em Anchieta por ele ter ajuizado reclamação trabalhista contra uma empresa de segurança. Eles tiveram as prisões preventivas decretadas.  Foram colhidas imagens de câmeras de segurança da rua onde ocorreu a morte e elas apontam que um automóvel aparentemente Hyundai HB 20, de cor branca, com vidros escurecidos, placa Mercosul, em alta velocidade, passou no local e executou a vítima.  Foi apurado que um dos suspeitos do crime teria alugado este veículo, na data dos fatos, e que ele trabalhava prestando serviços de segurança para algumas lojas do Mc Donalds.  A esposa da vítima narrou que ela também já havia exercido esta função e que tinha pendências trabalhistas com a empresa de segurança. Solicitadas as informações do rastreador do veículo acima que estava alugado, apurou-se que ele rondou a casa da vítima e que teria passado em uma oficina de propriedade de outro suspeito do crime. Ocorre que as imagens do rastreador foram corrompidas no horário apontado pelas câmeras de segurança como o da suposta ocorrência do crime, indicando que foi manipulado.  Surgiu boato de que Moisés teria sido morto  por ter sido confundido com o policial militar, conhecido por “Bil , que tinha o mesmo porte físico e um carro da mesma cor, muito parecido com o carro de Moisés.  Os denunciados conhecem o local onde a vítima morava e onde residem seus familiares que temem por suas vidas FONTE: TJ-RJ

Santíssimo, bairro da Zona Oeste do Rio, tinha milícia

Uma milícia vinha atuando no bairro de Santíssimo, na Zona Oeste do Rio. O bando praticava extorsões a comerciantes. O chefe do grupo era um indivíduo conhecido como João da Jacutinga. Uma das áreas onde ocorriam as extorsões era a Rua Itaquê. A polícia flagrou um homem entrando e saindo de uma barbearia. O suspeito foi abordado e admitiu que era cobrador da milícia mas não usava armas de fogo. Com ele, foi encontrado cerca de R$ 2.000 FONTE: TJ-RJ

Relatório do TJ-RJ aponta que havia um grupo que extorquia garotas de programa e ambulantes no Centro de Niterói. Criminosos foram condenados

Segundo a Justiça fluminense, havia um grupo intitulado ‘Milícia de Niterói’ constituindo para o fim específico de cometer crimes de extorsão, roubo e lesão corporal na região do Centro da ex-capital do Estado do Rio de Janeiro tendo como vítimas garotas de programa que laboram no local. Eles também cobravam vantagem indevida dos trabalhadores ambulantes e autônomos da rua São João. Três integrantes foram condenados a penas de 10 e 12 anos de prisão. Os criminosos em janeiro de 2024 usando uma faca assaltaram duas mulheres e roubaram delas R$170,00 (cento e setenta reais) em espécie e um aparelho celular, O líder do grupo realizava o -monitoramento e segurança de algumas das ruas no Centro de Niterói, tais quais a Visconde do Uruguai, São João e Visconde de Itaboraí.partir da contratação de ambulantes do local e algumas lojas e mediante o pagamento de “taxas” O bando instalou o medo na região, cometendo crimes de roubo e lesão a fim de constranger as vítimas a realizarem os pagamentos futuros ou puni-las, quando não o fazem. As garotas de programa, por exemplo, afirmaram que pagavam a “taxa de segurança”, entre R$ 100,00 (cem reais) e R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para o grupo autodenominado “Milícia de Niterói” e, diante da sua não aceitação em realizar o pagamento, os criminosos passaram a receber valores para ameaçar, agredir e roubar as vítimas. Momentos antes do roubo citado acima, um dos bandidos com o nítido intuito de intimidar as vítimas a respeito da cobrança dos valores semanais, se aproximou das mulheres e disse; “É né? Vocês estão fazendo programa né? Não pagam nada, acho melhor vocês saírem daí, os caras estão vindo aí, fiquem espertas Cinco minutos depois das ameaças, outros homens chegaram e as abordaram,; “Não corre não, senão vou furar as duas”.com uma faca nas mãos. Um dos integrantes do grupo disse que lhe ordenaram que ameaçasse pessoas na rua, para que elas se sentissem com medo da rua e de possíveis roubos. Falou que o bando exigia R$150,00 para as meninas que trabalham na rua; e que havia sempre grave ameaça para as pessoas pagarem estes valores, sob a ameça de poderem ser roubadas ou agredidas; Um policial civil afirmou que quando ainda estava lotado na 76ª, que se recorda da investigação do grupo ”milícia de Niterói”, que inicialmente teve um registro de roubo contra uma das vítimas, que ai começaram a ter denúncias de comerciantes e pessoas que trabalhavam na rua, que estavam sendo vítimas de extorsão, que estava sendo cobrado valores para que seja possível trabalhar ali; que as próprias meninas – 14 – começaram a ir lá na delegacia, e elas falaram de mais alguns casos, então foram alguns episódios de violência contra elas; que era proposto para elas o valor de 150 reais por semana para que pudessem trabalhar tranquilamente; que elas disseram que já trabalhavam lá há muito temo, que em outros momentosoutras pessoas já tentaram cobrá-las, que elas nunca pagaram, mas que dessa vez tiveram que recorrer à delegacia, que todas tiveram depoimentos muito coerentes, que todas reconheceram sem muita dificuldade os autores, FONTE: TJ-RJ

Traficante Flamengo (TCP) e membros de sua quadrilha tiveram as prisões decretadas por homicídio de suposto X9 vinculado a milícia

O traficante Flamengo do Barro Três em Duque de Caxias e membros de sua quadrilha vulgos Sagaz e Di Ouro, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por um homicídio cometido em março deste ano e tiveram as prisões preventivas decretadas. O crime ocorreu em dia 06 de março de 2025, por volta das 03h30min, os denunciados, em comunhão de ações e desígnios com o adolescente vulgo Abençoado”), invadiram a residência da vítima Edson Ramos Guimarães, localizada no bairro Parque Samiropólis, em Duque de Caxias/RJ, e o executaram com disparos de arma de fogo de calibre restrito (9mm), sob a alegação de que a vítima seria “X9” e teria vínculos com milicianos Segundo a autoridade policial e o Ministério Público os acusados integram organização criminosa armada com domínio territorial (facção TCP), o que evidencia risco de reiteração delitiva; “ Surgiram nas redes sociais hoje a informação que dois jovens teriam sido sequestrados por traficantes do Bairro 3 após serem confundidos com bandidos rivais. FONTE: TJ-RJ

CV representa 63% dos fuzis apreendidos no RJ este ano

A facção criminosa Comando Vermelho teve 63% dos fuzis apreendidos pelas polícias no Rio de Janeiro este ano seja eles em redutos da facção ou que tinham como destino suas áreas , segundo um.levantanento feito pela reportagem com.base no que vem sendo divulgado pelas corporações Dos 434 fuzis recolhidos em 2025, o CV teve 275 contra 119 do Terceiro Comando Puro, 37 da milícia e 3 da ADA (Amigos dos Amigos) O 41° BPM (Iraja) foi a unidade que mais apreendeu. armas este ano (62) seguido pelo 21° BPM (Meriti) com 40, 15• BPM (Caxias,) com 37, 9° BPM (Roohá Miranda) com 28 e BOPE com 26. No.ano.passsdo, o Estado do Rio de Janeiro registriu uma marca histórica e emblemática para a Segurança Pública. Em doze meses, as polícias Civil e Militar retiraram 732 fuzis de circulação, uma média de dois por dia. Dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram um aumento de 20% nas apreensões entre 2023 e 2024 – esse número é o maior da série histórica, iniciada em 2007. Foram 610 armas de longo alcance recolhidas em 2023, contra 732 no ano passado.

Quatro regiões da capital tiveram 57% do total de confrontos entre facções criminosas no Rio no primeiro semestre deste ano. SAIBA QUAIS SÃO

Segundo a plafaforma Fogo Cruzado, os tiroteios ocorridos no Morro dos Macacos, Complexo do Fubá, Catiri e Complexo do Juramento representaram mais da metade (57%) dos 154 tiroteios entre facções rivais mapeados no primeiro semestre deste ano, no Rio de Janeiro, além de 36% das vítimas atingidas no período Favela do Catiri: 16 tiroteios, sendo 8 (50%) em disputas entre grupos armados. Morro dos Macacos: 57 tiroteios, sendo 24 (42%) em disputas entre grupos armados Complexo do Fubá: 54 tiroteios, sendo 22 (41%) em disputas entre grupos armados Morro do Juramento: 54 tiroteios, sendo 34 (63%) em disputas entre grupos armados Os dados do relatório semestral do Instituto Fogo Cruzado apontam um crescimento no número de tiroteios envolvendo disputas entre diferentes grupos armados na região metropolitana do Rio. Houve aumento de 48% nos registros em comparação com os primeiros seis meses de 2024. Com média de três registros por dia, o primeiro semestre de 2025 acumulou 1.233 tiroteios/disparos de arma de fogo na região metropolitana do Rio de Janeiro. O número indica uma queda de 8%, em comparação com o mesmo período de 2024, que acumulou 1.346 tiroteios. Neste primeiro semestre, o número de pessoas baleadas na região metropolitana do Rio voltou a crescer. Ao todo, 816 pessoas foram atingidas por disparos de arma de fogo: 406 morreram e 410 ficaram feridas. Houve aumento de 6% no número de mortos e de 14% no de feridos, em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 744 baleados, sendo 383 mortos e 361 feridos. Acompanhando a tendência dos anos anteriores, o primeiro semestre de 2025 também revelou que mais da metade das vítimas foram baleadas durante ações/operações policiais. Foram, ao menos, 424 pessoas atingidas nessas circunstâncias. O número representa 52% das vítimas de disparos de armas de fogo registradas no período. Entre as seis regiões que compõem o Grande Rio, a Zona Norte concentrou 44% do total de tiroteios mapeados no ano. A Baixada Fluminense teve o maior número de mortos por arma de fogo, com 142 vítimas. A distribuição da violência armada no primeiro semestre de 2025 aconteceu da seguinte forma: Zona Norte (Capital): 542 tiroteios, 112 mortos e 135 feridosBaixada Fluminense: 245 tiroteios, 142 mortos e 84 feridosZona Oeste (Capital): 238 tiroteios, 90 mortos e 95 feridosLeste Metropolitano: 143 tiroteios, 43 mortos e 75 feridosZona Sul (Capital): 35 tiroteios, 13 mortos e 15 feridosCentro (Capital): 30 tiroteios, 6 mortos e 6 feridos FONTE: Instituto Fogo Cruzado

Como a quadrilha de contraventor fez parcerias com a milícia e o tráfico no Rio

Saiba agora como anos atrás a quadrilha do contraventor Adilsinho buscou aproximação com milicianos e traficantes de drogas. O bando se valia da estrutura de medo e coação que tais grupos exercem em suas áreas de domínio para conseguir obrigar os comerciantes daquelas áreas a, apenas, venderem as marcas e cigarros da organização. Sobre a milícia, o conluio foi com bandidos da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Em uma mensagem, um integrante da quadrilha, vulgo Serginoh, Francisco Sergio Simões deixou evidente que havia se reunido com o responsável da área conhecida como “Terreirão” e negociado a inclusão do cigarro Club One. Há menção de que na Avenida Gilka Machado, que margeia a comunidade do “Terreirão” tudo seria Club One. “Ae, hoje eu fui no terreirão lá, eu, Renata. A gente conversou com o cara lá, o p… lá. O cara vai botar o onix lá mané, esse Club One lá. Entendeu? Porque lá, na Gilka Machado, é tudo Club One. Eu acho que a gente vai começar o seguinte, a levar para ele lá, entendeu? Ele disse que vai começar com pouca, vai começar com umas dez, quinze, entendeu?! Para começar. Depois ele vai ver se amplia lá, entendeu? Mas o … esse Club One é o seguinte, é só lá mesmo, entendeu? Esse outro aí, em Curicica, nego só quer esse outro aí mané, não tem jeito” Os integrantes do bando de Adilsinho que exploravam máquinas caça-níqueis também buscaram aproximação com os milicianosEm uma situação, um homem chegou a uma comunidade da milícia e perguntou quem era o dono ou o frente. Um outro respondeu que não era o dono que eram dois policiais. O mensageiro, porém, havia ido propor a eles um negócio que poderia aumentar as receitas da milícia. E fez a oferta: “Seguinte, a gente quer colocar umas maquininhas de caça-níquel aqui. Vocês fazem o recolhe, ganham um porcentual”. Em relação ao tráfico de drogas, a aproximação foi com bandidos da comunidade Nova Campinas, em Duque de Caxias. No começo, os traficantes não deixaram os cigarros entrarem lá. Houve atrito mas entrarem em um acordo e botaram um membro lá para fazer o trâmite de buscar mercadoria e levar o dinheiro. FONTE: MPRJ

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