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investigação

Traficante que se exibe em redes sociais com armas, vendendo e consumindo drogas teve prisão decretada suspeito de balear PM na cabeça no Morro São João (CV)

A polícia já sabe qual o traficante do Comando Vermelho que baleou o sargento Cláudio Luiz Simões dos Santos, atingido na cabeça em confronto no Morro do São João, no Engenho Novo, no dia 2 de maio. Ele teve a prisão temporária decretada, O suspeito foi identificado como Caio do Amaral Duarte. Colegas de Cláudio identificaram ele por meio de um mosaico de fotos. A polícia obteve um link acesso à página de “Instagram” do perfil pessoal do representado em que se depreende que ele se auto intitula “Filhote de Indio CPX SJ”, da “Equipe Índio – Ódio da Farda”, havendo “diversas postagens de foto de Caio portando material bélico (pistolas e fuzis), e vendendo e consumindo droga”. Constam, também, fotos extraídas do perfil pessoal do representado, na mesma rede social, em que é possível depreender sua associação criminosa evidente. Os policiais militares que estavam na mesma patrulha do policial vitimado na ação, Sgt. Claudio Luiz Simões dos Santos, em sede inquisitorial, foram uníssonos em afirmar que o disparo de arma de fogo que atingiu o colega de farda foi efetuado por Caio, tendo inclusive entregue a delegacia, a identificação e a fotografia do suspeito. FONTE: TJ-RJ

Traficante do TCP escondido em Acari mandava seus subordinados enviarem mensagens de áudio e texto para comerciantes de Cabo Frio exigindo dinheiro

Comerciantes de Unamar, segundo distrito de Cabo Frio, sofreram muito nas mãos de traficantes do Terceiro Comando Puro comandados por um bandido vulgo Rato que se esconde na Favela de Acari, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma das vitimas foi o dono de uma lanchonete. Os criminosos obrigaram ele a transferir uma quantia por mês para eles para deixá-lo trabalhar. Os bandidos enviaram mensagens de áudio e texto para comerciantes locais, exigindo o pagamento ara permitir o funcionamento de seus estabelecimentos, ameaçando-os de morte e de represálias como disparos de arma de fogo contra seus comércios como forma de constrangê-los ao pagamento. Uma mulher foi alvo de tais mensagens tendo efetivado o pagamento em duas ocasiões. A extorsão praticada era mais uma forma de angariar dinheiro para o tráfico e de exercer o poder local no Segundo Distrito de Cabo Frio. A investigação mostrou que Rato era a maior liderança local do TCP após o óbito de Chico Bala. Sua base territorial primária é a comunidade do Arroz em Barra de São João/RJ, mas explorava o comércio ilegal de entorpecentes também no território de Cabo Frio na área de fronteira (Unamar). Os dados de inteligência reportaram que Rato se mantém habitualmente encastelado na comunidade de Acari, na Zona Norte do Rio de Janeiro, de onde mantem seus negócios no Segundo Distrito de Cabo Frio com o auxílio dos seus subordinados. FONTE: TJ-RJ

Bonde dos Crias (CV) tenta tomar três favelas da milícia na Zona Oeste do Rio

Alvo de operação policial ontem, o Bonde dos Crias, de acordo com investigações da polícia, é chefiado por traficante Rodney Lima de Freitas, o RD, contra quem há dois mandados de prisão em aberto expedidos pelo Tribunal de Justiça do Rio. Também chamado de Tropa do RD, o grupo é formado por cerca de dez integrantes que se dedicam a tentar tomar regiões controladas pela milícia. Atualmente, os Crias estariam em guerra com paramilitares, além do Catiri, de outras duas comunidades da Zona Oeste: Antares, em Santa Cruz, e a Favela do Barbante, em Inhoaíba. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Saiba quais são as principais rotas de armas e drogas até chegar ao RJ e SP

Segundo investigações da Polícia Federal, as drogas que abastecem traficantes dos grandes centros brasileiros como Rio de Janeiro e São Paulo chega ao país de três maneiras: Por via terrestre na fronteira seca, principalmente através do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Acre. A entrada mais ativa é por Ponta Porã (MS), na fronteira com Pedro Juan Caballero (Paraguai). Os entorpecentes entram no país também via fluvial pelos rios da Amazônia, como o Solimões e o Madeira, que são usados por narcotraficantes para escoar drogas do Peru e da Colômbia. Há também casos de chegarem por via áerea quando pequenas aeronaves carregadas de drogas pousam em pistas clandestinas em fazendas do interior, especialmente no Centro-Oeste. Estima-se que 70% da cocaína consumida no Brasil venha pela fronteira com o Paraguai e Bolívia. O Porto de Santos também é usado por facções para exportar drogas para a Europa, especialmente via contêineres. Já as armas ilegais que abastecem facções criminosas e milicianos vêm principalmente de dois tipos de fontes: Um deles é o contrabando internacional. O Paraguai é a maior rota de entrada de armas ilegais no Brasil. O país tem leis de controle mais frouxas, e cidades como Ciudad del Este são polos de comércio clandestino. As armas entram pela fronteira com Foz do Iguaçu (PR), Ponta Porã (MS) e são distribuídas para todo o país. Os criminosos também são abastecidos por furtos e desvios de arsenais legais, como os das polícias, Exército e seguranças privadas, além de fabricantes e colecionadores (CACs) mal fiscalizados, cujas armas caem nas mãos de facções criminosas. Uma vez dentro do território brasileiro, drogas e armas seguem para os grandes centros por meio de caminhões, carros e ônibus, muitas vezes escondidas em cargas regulares. Um dos principais corredores são as rodovias BR-163 e BR-262 que cortam o Mato Grosso do Sul e ligam a fronteira com São Paulo. Outra estrada muito usada é a Rodovia Régis Bittencourt (BR-116): liga o Sul do país ao Sudeste, utilizada por caminhões que vêm do Paraguai e Argentina. E a principal delas, a Rodovia Presidente Dutra: faz a ligação direta entre São Paulo e Rio de Janeiro — muitas armas e drogas que chegam ao Rio passam antes por SP. FONTE: Polícia Federal

Traficante do CV que vem liderando ataques a redutos da milícia na Zona Oeste do Rio responde por latrocínio contra policial penal em Santa Cruz

O ex-miliciano RD que foi para o Comando Vermelho e tem sido o responsável por ataques a redutos de grupos paramlitares na Zona Oeste do Rio é réu no processo que vai julgar os culpados pelo assassinato do policial penal Henry dos Santos Oliveira ocorrido em dezembro em Santa Cruz.Nos autos disponíveis não foi explicada a participação de RD no caso. O crime ocorreu em 19/12/2024.. Na ocasião, PMs foram para verificar um latrocínio no bairro. Ao chegarem ao local, souberam que houve uma tentativa de assalto a um depósito de bebida, chamado HD, onde um policial penal comprava um refrigerante, que reagiu a ação criminosa, sendo baleado e vindo a óbito. Posteriormente, a vítima fatal foi reconhecida como sendo Henry Na troca de tiros, um transeunte foi ferido, baleado na perna, e socorrido ao Hospital Pedro II, O crime foi praticado por um grupo de criminosos, composto por, no mínimo 07 pessoas, fortemente armadas com fuzis e pistolas, ostentando armas de grosso calibre, com ânimo de praticar a conduta delituosa, o que culminou na morte do agente penal. Um dos autores, chamado Hiago, foi identificado através de imagens obtidas do circuito de imagens da loja, subtraindo mercadorias no interior do estabelecimento e, posteriormente, do lado de fora, atirando contra o rosto da vítima, Henry. Outrossim, constam dos autos que ele ostenta diversas anotações criminais pelos delitos de tráfico de drogas, roubo e latrocínio consumado.As câmeras de segurança captaram ainda outro envolvido, chamado Caio, portando um fuzil e rendendo funcionários no interior da loja e, posteriormente efetuando disparos contra a vítima. O terceiro autor, Fabiano, foi flagrado ainda pelas câmeras de segurança em posse de uma pistola no interior da loja subtraindo mercadorias, encontra-se ainda evadido do sistema penitenciário, possuindo anotação criminal pelo crime de tráfico de drogas, além de ter informação nos autos de que possui expedido contra si um mandado de prisão condenatória Durante a empreitada criminosa, alguns indivíduos usavam coletes da prefeitura, situação que exige medidas mais urgentes no sentido de apurar os delitos praticados, considerando o risco para a sociedade. FONTE: TJ-RJ

Bandidos que atacaram policiais e mataram motorista de aplicativo na Bahia estariam escondidos em favelas do Rio. Saiba quem são eles

Bandidos de alta periculosidade, incluindo líderes de facções criminosas responsáveis pelos ataques recentes à segurança pública na cidade de Eunápolis, no interior da Bahia, se encontram foragidos em comunidades da capital fluminense.  Os criminosos procurados fazem parte do “Baralho do Crime”, uma ferramenta utilizada pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia para divulgar, nos meios de comunicação, informações sobre foragidos da Justiça envolvidos em crimes graves, facilitando a colaboração da população na localização e prisão desses indivíduos. Os policiais buscam capturar lideranças da facção envolvida diretamente no ataque ao diretor do presídio de Eunápolis, a um atentado contra uma viatura da Polícia Militar, também em Eunápolis, que foi atingida por disparos de armas de fogo, além do assassinato de um motorista de aplicativo na Região do Extremo Sul. A tortura e morte foram filmadas pelos integrantes da facção. A campanha de busca e captura será apoiada pelo serviço de Disque Denúncia (2253-1177) carioca, que oferece um canal seguro e confidencial para que cidadãos possam fornecer informações relevantes às autoridades. Os alvos da campanha são Ednaldo Pereira Souza, o “Dadaˮ, Anderson Souza de Jesus, vulgo “Buelˮ, Sandro Santos Queiroz, apelidado “Realˮ, José Carlos Ferreira dos Santos, o “Zói de Gatoˮ e Manoaldo Falcão Costa Júnior, conhecido como “Gordo Paloso. Todos com mandados de prisão expedidos pela Justiça do Estado da Bahia.  Quem tiver informações sobre sobre a localização desses criminosos, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Polícia tenta prender bandidos em Teresópolis que torturaram e mataram vítima só porque ela achou um celular e quis devolver ao proprietário sendo que os criminosos queriam ficar com o aparelho

A Polícia Civil faz operação hoje para prender criminosos que torturaram moradores da Comunidade das Paineiras, em Teresópolis.A ação acontece depois da investigação de um homicídio, ocorrido em abril, na localidade. Até o momento, três pessoas foram detidas. As investigações começaram em 22 de abril, quando uma das vítimas morreu. A pessoa foi torturada pelo simples fato de ter achado um celular na rua e querer entregar ao proprietário, enquanto os criminosos queriam ficar com o telefone. Na época, a pessoa parou em um bar na comunidade e comentou que o proprietário do aparelho estava mandando mensagem e iria devolvê-lo.Os autores, contudo, queriam quebrar o telefone e, diante da resistência da vítima, iniciou-se uma sessão de tortura. As agressões foram brutais, utilizando-se de pedaços de madeira, a ponto da vítima ficar desacordada no chão. Dois dias depois, ela faleceu. Não contentes com a tortura e subtração do celular, os criminosos ainda roubaram o dinheiro que estava com a vítima, que havia acabado de receber seu salário. As investigações apontam que os torturadores ainda tentaram se justificar para a família do agredido, dizendo que ele teria roubado um telefone na favela e eles teriam recebido ordem para aplicar um castigo no morador, para servir de exemplo. As ações desta quinta visam esses criminosos que impõe o terror nos moradores da comunidade. Agentes cumprem mandados de prisão e também de busca e apreensão contra menores infratores. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia faz operação contra traficantes da Vila Kennedy (CV) envolvidos em guerra com a milícia no Catiri, em execuções sumárias e extorsão a moradores e comerciantes

A Polícia Civil faz hoje operação contra o grupo criminoso conhecido como “Bonde dos Crias”, alinhado ao Comando Vermelho e com forte atuação na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio. Até o momento, 10 pessoas foram presas. A ofensiva policial é uma resposta direta à intensificação dos confrontos armados entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos do Catiri, comunidade vizinha em Bangu, nos últimos meses. Segundo apurado, moradores relatam execuções sumárias, toque de recolher e bloqueio ao transporte alternativo imposto por criminosos. As investigações identificaram os alvos como envolvidos com o tráfico de drogas, homicídios, organização criminosa, extorsão de motoristas e comerciantes, além do uso sistemático de veículos irregulares para prática de delitos. Por conta disso, equipes foram mobilizadas, com peritos criminais e reboques da Polícia Civil, para realizar verificação técnica em veículos, principalmente motocicletas adulteradas ou roubadas. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, já foi solicitado bloqueio de mais de R$ 6 bilhões em bens e valores da facção criminosa. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

PF prendeu envolvido com tráfico internacional de drogas em apartamento de luxo na Barra da Tijuca

L Na manhã de ontem 11/6, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mare Salis com o objetivo de desarticular uma organização criminosa responsável por promover o tráfico internacional de drogas entre o Brasil e a Europa. No decorrer da ação, policiais federais prenderam um dos principais alvos da investigação em um apartamento de luxo na Barra da Tijuca, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. No mesmo local, também foram cumpridos um mandado de busca e apreensão e ordens de sequestro de bens e valores, tanto em nome do preso quanto de empresas envolvidas no esquema criminoso, utilizadas para dissimular a origem ilícita dos recursos e operacionalizar as remessas ilegais. Além da prisão e da apreensão de diversos itens de interesse investigativo, também foi apreendido um veículo utilizado pelo homem. Os elementos reunidos reforçam o vínculo do preso com organizações transnacionais voltadas ao tráfico de drogas em larga escala, com atuação sofisticada e utilização de logística portuária. As investigações foram iniciadas após a apreensão de mais de 300 kg de cocaína e ácido bórico no Porto do Rio de Janeiro, na área do Píer Mauá, em 17 de julho de 2024. O ácido bórico consiste em insumo químico controlado, por ser amplamente utilizado em fases do processamento da cocaína. Os materiais estavam escondidos em um contêiner carregado com sal marinho e tinham como destino o porto de Antuérpia, na Bélgica, um dos principais pontos de entrada de entorpecentes na Europa. As diligências realizadas pela Delegacia de Repressão a Drogas (DRE/PF/RJ) permitiram identificar que o preso foi o principal articulador da tentativa de exportação criminosa, sendo o responsável por intermediar, organizar e dissimular a remessa das drogas. O contêiner partiu de um fornecedor sediado em Mossoró/RN, e todo o embarque foi cuidadosamente estruturado para mascarar a presença dos entorpecentes em meio à carga lícita. O preso possui antecedentes criminais por estelionato e apropriação indébita, demonstrando reincidência em práticas fraudulentas com elevado grau de articulação. Ele responderá pelo crime de tráfico transnacional de drogas. FONTE: Polícia Federal

Justiça tenta confirmar se vapor do tráfico que usa tornozeleira eletrônica foi autor de homicídio de homem que foi comprar droga em boca de fumo em São Gonçalo. Ele teria dito “era doido pra pegar ele, agora eu consegui”

A Justiça enviou ofício à Secretaria de Administração Penitenciária para que envie dados do monitoramento da tornozeleira eletrônica usada por um vapor do tráfico suspeito de cometer um homicídio em São Gonçalo. Os resultados deverão ser entregues para a Delegacia de Homicídios da região prosseguir com as investigações sobre o assassinato. A vítima foi Victor Guilherme Lima Vianna, cujo cadáver foi encontrado em 11 de janeiro de 2025, por volta das 03 horas e 20 minutos, na Rua Salvatori, nº 1532, bairro Centro em São Gonçalo. O corpo de Guilherme, vítima de disparos de arma de fogo, foi achado no interior de um caminhão baú pequeno, da marca da Volkswagen, placa QYB-1C24, modelo 5-140 e cor branca. Uma testemunha contou que soube por meio de populares, que não quiseram se identificar por receio de represálias do tráfico , vulgo “Feio”, que exerce a função de vapor no tráfico, teria sido o executor dos disparos que atingiu a vítima e teria dito na comunidade Malafaia que “era doido pra pegar ele, agora eu consegui”. O suspeito estaria emliberdade condicional, pois anda com tornozeleira pela comunidade. Declarou ainda que no dia do fato Guilherme havia ido comprar droga em uma boca da Comunidade Malafaia, onde estavam, além de Moisés, os indivíduos vulgos Stive e Bernah Guinancio Patrizi e o vulgo “DVD”, que trabalha como “recolhe” para as bocas de “Paulinoh Madureira”, liderança local.A polícia apresentou relatório final indiciando os três suspeitos pelo crime “ Ocorre que o Ministério Público, entendeu ainda existirem diligências relevantes a serem realizadas com vistas à plena formação do caso, inclusive para confirmação da informação de que o indiciado vulgo “Feio”, usava tornozeleira eletrônica, para, em seguida, avaliar a medida de afastamento do sigilo de dados de monitoramento eletrônico. Em prosseguimento às investigações, foi acostada aos autos do IP informação do Setor de Controle Inspeção e Fiscalização e Monitoração Eletrônica da SEAP no sentido de que Feio teve a sua monitoração eletrônica iniciada em 08 de julho de 2024, cujo equipamento encontra-se ativo e comunicando normalmente até o presente momento. Diante disso, o Ministério Público ”’requereu a quebra de sigilo para obter dados de geolocalização do monitoramento dos dados da tornozeleira eletrônica do indiciado Moisés de Souza Carvalho, vulgo “Feio”, relativos aos dias 10 e 11 de janeiro de 2025, frisa-se dia anterior e dia do encontro do cadáver da vítima, a fim de analisar se o indiciado estava próximo ao local dos fatos a reforçar os indícios sobre sua participação do crime em apreço.Assim, para a obtenção dos referidos dados, para fins de identificação de autoria delitiva e prosseguimento frutífero das investigações, mostra-se imprescindível a quebra de sigilo de dados. FONTE: TJ-RJ

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