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investigação

DRACO está monitorando chefões do tráfico na Vila Kennedy (CV)

Um inquérito da DRACO busca identificar o maior número possível de integrantes da quadrilha de traficantes da Vila Kennedy e as circunstâncias com que são praticados os crimes de roubo, sequestro e associação para a prática dos delitos na região A investigação aponta que a Vila Kennedy fica em uma área estratégica para o Comando Vermelho já que se situa próxima do Complexo Penitenciário de Bangu e a Avenida Brasil. Quando o inquérito foi aberto, houve uma intensficação do conflito entre facções criminosa principalmente contra as comunidades do Santo André E 48, áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Foram objetos de representação os celulares usados pelos traficantes vulgos Sombra e Tia Néia, apontados como líderes da quadrilha sendo que o segundo era o responsável pelos assuntos de guerra e administração das receitas oriundas das atividades ilícitas. Outros integrantes que tiveram os terminais interceptados foram Fabinho VK, Novinho, Andressa, Rômulo, Graxinha, Guilherme, Fiel, Joyce, Tiriça, Viviane,

Mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a instalar aplicativo criado pelo CV. Quem não usava, não podia trabalhar

Segundo a Polícia Civil, os mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a se cadastrar no aplicativo criado por traficantes do Comando Vermelho.Só podia entrar na comunidade quem estava cadastrado no sistema. No aplicativo havia os dizeres: “O único aplicativo que passa pelas barricadas e deixa na porta de casa”. Circulou também uma mensagem ameaçadora.  “Só para lembrar que é para todo mundo baixar. Isso não é uma decisão minha e sim de força maior. Quem não baixar para se adaptar ao sistema pode parar de trabalhar”. Depois que os mototaxistas baixavam o aplicativo, quando a corrida era aceita, eles eram obrigados a repassar os valores para os traficantes.  O aplicativo funcionou por três meses e tinha 300 mototaxistas cadastrados.

Tenentes-coronéis do Exército foram denunciados por desvio de dezenas de armas entregues pelas instituições policiais para fins de destruição

Segundo denúncia do Ministério Público Militar,  o tenente-coronel Alexandre de Almeida, chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar, bem como o tenente-coronel César Augusto Pereira de Mattos, que servia no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, foram responsáveis pela subtração e desvio de dezenas de armas encaminhadas pelas Polícias Civil e Federal, para fins de destruição, bem como de armas entregues por ocasião do Estatuto do Desarmamento e/ou armas devolvidas para fins de retorno à cadeia de suprimento da Força Terrestre. Na época do crime (2018), milhares de armas foram entregues ao Batalhão de Manutenção eSuprimento de Armamento, para fins de destruição, muitas delas sem especificação de origem, decorrente do Acordo de Cooperação Técnica assinado entre o Comandante do Exército e a Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, em 21 de outubro de 2017, que permitiu a destruição de armas de fogo e munições apreendidas que estavam sob a guarda do Poder Judiciário (acauteladas em fóruns e delegacias de polícia) e que fossem consideradas desnecessárias pelos juízes para a continuidade e instrução dos processos, com fundamento na Resolução n° 134 do Conselho Nacional de Justiça.1 Assim, milhares de armas foram entregues pela Polícia Federal e pela Polícia Civil ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar e encaminhadas ao Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, para fins de destruição. A investigação demonstrou que parte das armas entregues para fins de destruição, foram desviadas no próprio ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar, pelo tenente- coronel Alexandre de Almeida, outras foram desviadas pelo Tenente-Coronel César Augusto Pereira de Mattos,quando este servia no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento. As diligências demonstraram que muitas das armas foram desviadas após ingressarem no patrimônio sob administração militar, para fins de destruição, entre elas pistolas, revólveres, carabinas, espingardas e garruchas. . Diversas destas armas foram trasnferidas para o nome de um colecionador, que é primo de um militar também envolvido no esquema.

Polícia investiga denúncias de possível sequestro de presidente do Vasco

A Delegacia Antissequestro (DAS) apura a veracidade de denúncias de sequestro contra o presidente do.Vasco, Pedrinho. A especializada está seguindo todos os protocolos previstos, inclusive no que diz respeito ao suposto alvo. A delegacia comunicou ao ex-jogador e atual dirigente sobre as supostas ameaças, recebidas nos dias 27 de julho e 1º de agosto, e recomendou que ele reforçasse sua segurança. A denúncia trazia até uma previsão de data para o crime: até o dia 6 de agosto.

CV criou um aplicativo de transporte clandestino na Zona Oeste do Rio

,Um esquema de transporte clandestino operado pela facção Comando Vermelho na comunidade da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio é alvo de operação hoje da Policia Civil. A investigação revelou que mototaxistas da região eram coagidos a instalar e utilizar um aplicativo desenvolvido pela facção, que funcionava como uma plataforma de mobilidade urbana com aparência legal, mas utilizada para financiar o tráfico de drogas. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A associação criminosa era formada por dois núcleos bem estruturados. O primeiro é responsável por coagir e controlar os profissionais do transporte alternativo, mediante ameaças e extorsões. O segundo é encarregado de receber e gerenciar os valores arrecadados, que eram integralmente revertidos ao chefe do tráfico local. As investigações apontaram que mais de 300 mototaxistas estavam cadastrados no sistema, gerando lucros mensais para a organização criminosa que podem chegar a R$ 1 milhão. Além disso, empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.Durante a operação, são cumpridos sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de fachada e residências localizadas na Zona Oeste do Rio, no município de Niterói e no interior do estado A ação — para desmantelar a estrutura logística e financeirausada pelo Comando Vermelho para explorar economicamente os profissionais e controlar territorialmente a mobilidade urbana na região

Saiba mais sobre traficante do CV que participou de ataque a QG do TCP em Cabo Frio e foi baleado e preso

Policiais militares realizaram uma operação, nesta quarta-feira (06), na localidade conhecida como “Boca do Mato”, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde conseguiram localizar e prender o traficante, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV),  e considerado de Alta Periculosidade, João Gabriel Figueiredo Marciano, vulgo “Haxixe ou Canelão do Tangará”, de 25 anos.  De posse de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAP), juntamente com equipe do Serviço Reservado (P/2), procederam ao Beco da Cristal, para verificar a venda de drogas onde ocorreu um confronto armado, sendo o criminoso “Haxixe”  baleado e socorrido para o Hospital Jardim Esperança, em Cabo Frio, onde ficou sob escolta policial.  Considerado um dos criminosos mais perigosos da região, ele é apontado como responsável pela execução de Paulo Henrique, de 24 anos, na madrugada do dia 10 de outubro de 2024, no bairro Tangará. Durante o ataque, uma criança de apenas 1 ano, filho da vítima, também foi baleada. Ele também é um dos envolvidos na tentativa de homicídio em Tangará, quando teria disparos diversos tiros contra a vítima, na porta de sua casa. Ele é um traficante conhecido por seu histórico violento e por suas atividades de alta periculosidade. Ele começou sua carreira criminosa no Terceiro Comando Puro (TCP), onde liderava o tráfico de drogas no Tangará. No entanto, em busca de mais poder, ele se aliou ao Comando Vermelho (CV), da comunidade Boca do Mato. Desde então, tem promovido uma série de execuções contra ex-aliados, demonstrando sua disposição para eliminar qualquer um que considere uma ameaça à sua nova posição.  Contra ele constavam dois mandados de prisão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio/TJRJ, pelo crime de Homicídio Qualificado. A VTR da P/2 do 25º BPM fora alvejada, porém equipes intactas, conduzirão à ocorrência à 126ªDP para registro e execução das medidas cabíveis sobre o caso.

Traficantes do Quitungo (CV) e Complexo de Israel (TCP) exploram provedores de internet irregulares. Polícia faz operação

Policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) realizam, nesta terça-feira (05/08), a “Operação Rede Obscura” que mira a exploração clandestina do serviço de internet em regiões da Zona Norte do Rio, com ligação direta às facções criminosas. Ao todo, são cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos alvos, na Zona Norte e na Baixada Fluminense. A ação conta com o apoio de agentes do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da 38ª DP (Brás de Pina). Até o momento, foram apreendidos um fuzil, duas pistolas, dinheiro em espécie, equipamentos eletrônicos e cabos utilizados pelas empresas. Duas pessoas foram conduzidas à delegacia. A operação é um desdobramento de investigação em andamento, que teve início a partir da análise de dados técnicos e relatos encaminhados à especializada, indicando a existência de provedores atuando de forma irregular em comunidades dominadas por facções criminosas. No decorrer da apuração dos fatos, foi possível determinar a atuação de empresa, vinculada ao Comando Vermelho, operando na região do Morro do Quitungo, e outra empresa com ligação ao Terceiro Comando Puro, com atuação predominante em Cordovil, Cidade Alta e adjacências. De acordo com os agentes, a investigação demonstrou que ambas atuam com apoio logístico de criminosos armados, que impedem a entrada de operadoras licenciadas, promovendo, inclusive, o vandalismo de redes técnicas e a destruição de cabos de fibra óptica. Com apoio da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil, a distrital mapeou as conexões clandestinas. Na região do Morro do Quitungo foi constatada a existência de postos de vigilância armada e grande restrição à mobilidade institucional, o que reforçou que as atividades empresariais ocorriam sob proteção armada da organização criminosa. Em fevereiro deste ano, minutos após técnicos de uma das empresas clandestinas serem flagrados atuando na rede, próximo ao Morro do Quitungo, a operadora licenciada reportou queda abrupta de sinal na região. Posteriormente, foi confirmado o rompimento dos cabos instalados. Além disso, foi verificado que materiais subtraídos de operadoras regulares estavam sendo utilizados no interior da sede da empresa clandestina. O responsável pela empresa ligada ao Comando Vermelho possui anotações criminais por tráfico de drogas, furto de energia e receptação. Em depoimento, declarou já ter recebido propostas de facções criminosas para assumir o serviço de internet em outras comunidades, inclusive relatando repasses periódicos a lideranças do tráfico em forma de doações e contribuições “comunitárias”. Em relação a empresa ligada ao Terceiro Comando Puro, o proprietário já foi autuado em flagrante por receptação qualificada, quando foi encontrado grande volume de cabos pertencentes a operadoras regulares no interior de um galpão. Também foi apurada a existência de equipes de instalação formadas por indivíduos sem vínculo formal, utilizando veículos de terceiros e operando sem habilitação. Em uma das diligências, em março, sete pessoas foram presas, inclusive uma funcionária em plena atividade de instalação clandestina na região de Brás de Pina. O material arrecadado na operação desta terça será submetido à análise forense, com acompanhamento do setor de inteligência da unidade, a fim de subsidiar novas diligências e robustecer a investigação em andamento, bem como a responsabilização de todos os envolvidos no esquema criminoso.

Lideranças do CV em Alagoas estariam escondidas no Complexo do Alemão

A força-tarefa integrada que une a Secretaria de Estado da Segurança Pública, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Estadual, a Polícia Civil, por meio da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), e a Polícia Militar do Estado de Alagoas e as Forças de Segurança do Rio busca informações que levem à prisão dos criminosos Kayo Nascimento de Magalhães, conhecido pelos vulgos de 99 ou Cabra ou Rafinha”, de 25 anos e José Emerson da Silva, vulgo “Nem Capenga”, de 41 . Todos dois são ligados a Organização Criminosa Comando Vermelho, que atua no Estado de Alagoas,  “Kayo Nascimento” controla o crime organizado especialmente, em Rio Largo, Satuba, Santa Luzia do Norte, na Região Metropolitana, e na capital Maceió. “Nem Capenga”, foragido da justiça, comanda o tráfico de drogas nas regiões da Cambona, Levada e Vila Brejal, em Maceió,. Segundo investigações, teria enviado um fuzil T4, da marca Taurus, do estado do Rio de Janeiro para a capital alagoana. A arma, que pode custar cerca de R$ 50 mil no mercado ilegal, foi apreendida em junho de 2024, dentro de uma máquina de lavar, no bairro da Cambona. Ela estava sendo transportada do bairro do Clima Bom para Levada/Brejal, região sob influência do traficante. De acordo com a Inteligência da SSP/AL, tanto “99” quanto “Nem Capenga”, que em 2016, que estava preso quando o irmão foi morto, foi colocado em liberdade e, desde então, fugiu para a capital fluminense. Ambos estariam vivendo no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, sob a proteção do narcotraficante Luciano Martiniano da Silva, vulgo “Pezão”, chefe do tráfico no Complexo. Ambos são considerados peças-chave na expansão das ações da facção CV em Alagoas, com atuação direta no planejamento de execuções, tráfico de drogas e articulação de ataques a grupos rivais naquele estado e onde funciona a base estratégica do grupo no Brasil.  Contra o traficante “Kayo”, constam sete mandados de prisão, pelos crimes de Tráfico de Drogas, Homicídio, Lesão Corporal, Latrocínio. E contra o criminoso, “Nem Capenga”, sete mandados pelos mesmo crimes de “Kayo”, sendo todos expedidos pelo Tribunal de Justiça de Alagoas. Os mandados de prisão já foram encaminhados às forças de segurança fluminenses, que enfrentam um grande número de foragidos de outros estados refugiados nos morros do RJ, especialmente, no Complexo do Alemão e da Penha, Complexo da Maré, ambos na Zona Norte do Rio e Rocinha, na Zona Sul do Rio.  Quem tiver informações sobre sobre a localização de foragidos da Justiça do Rio e/0u foragidos de outros estados, escondidos no RJ, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Traficante do CV apontado como mandante de ataque que matou criança em Caxias tem outros homicídios pelas costas. Justiça confirma que ele manda em atirar em policiais

Apontado como mandante do ataque que deixou uma criança morta em Duque de Caxias, o traficante Bochecha Rosa ou BX é réu em quatro processos por homicídios abertos no ano passado. Uma das vítimas foi Pedro Henrique de Almeida Silva, morto em 15 de setembro de 2023. As outras foram Marlon Luiz Saué e Marcos Paulo Santos Saué Os processos revelaram ainda que BX determinou que seus subordinados  alvejassem quaisquer policiais que tentassem adentrar a comunidade para a repressão das atividades que ali desenvolviam. Em junho de 2022, seus soldados por exemplo efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais militares. Os crimes de homicídio  não se consumaram por razões alheias às suas vontades, haja vista que, por erro de pontaria, as vítimas, que repeliram a injusta agressão, não foram atingidas. BX controla  as comunidades da Mangueirinha, Corte Oito, Santuário Sapo,  Lagoinha, Morro da Favelinha de Caxias (Escadão, Curva da Morte, J. Seabra e Caixa D ́água) e do São Pedro,região conhecida como Complexo da Mangueirinha. O bando conforme restou apurado, espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo, subjugando moradores daquelas localidades, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas ilícitas a partir da prática de atividades criminosas como homicídios, roubos, extorsões, porte ilegal de arma de fogo, sequestro, tortura, tudo isso utilizado como meio de assegurar a continuidade da atividade central, qual seja, o tráfico de drogas.BX  quem autorizava ou proibia os roubos na região da Mangueirinha, bem como ordenava a execução de desafetos. Determina também a colocação de barricadas nas vias de acesso. Um vídeo gravado no interior da Comunidade do Corte Oito, onde é possível verificar homens armados com pistolas e fuzis, ostentando o poderio bélico de umas das Comunidades que formam o Complexo da Mangueirinha. Em tal vídeo observa-se uma aglomeração de pessoas, provavelmente em um baile funk no interior da comunidade, onde se vê no palco um homem cantando, cercado de criminosos fortemente armados com pistolas com carregadores alongados e fuzis com lunetas. Da audição dos áudios, extrai-se: “… mano”Bochecha… é o chefe pelos “crias” e os “crias” pelo chefe… nós vai pula na alta p… é o Bonde do “Bochecha… o elenco tá em campo, o” BX “convocou soldado perigoso preparado pro caô, seleção do Corte oito.”

Polícia matou três traficantes em confronto em São Gonçalo. Um deles havia mandado incendiar viatura

Policiais civis da 72ª DP (São Gonçalo) neutralizaram, nesta sexta-feira (01/08), a liderança do Comando Vermelho que atua na Comunidade da Força, em São Gonçalo. O narcoterrorista, conhecido como G da Força, ordenou o incêndio criminoso que atingiu uma viatura da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São Gonçalo, em outubro de 2024. Ele estava acompanhado de cinco seguranças. Destes, dois também morreram no confronto e três foram presos em flagrante. Com o bando, foram apreendidos dois fuzis, pistola, drogas e duas motos. A operação ocorreu após levantamento de informações de inteligência, investigação e monitoramento.   Na semana passada, durante ação da delegacia contra o mesmo grupo, o chefe do Morro do Querosene, também naquele município, foi morto em confronto com os agentes. Ele era braço direito do narcoterrorista mandante do crime e atuava como segurança dele. De acordo com as investigações, o ataque à viatura foi uma represália à prisão de 10 traficantes da Comunidade da Força, em uma ação da 72ª DP para combater roubos de veículos na região. O crime ocorreu durante a madrugada, horas depois da operação. Segundo os policiais, o alvo dos bandidos era o veículo da distrital. No entanto, incendiaram a viatura da Deam, que estava estacionada na frente da edificação, onde funcionam ambas as delegacias. Desde então, diligências ocorrem a fim de localizar e prender os envolvidos. O Setor de Inteligência da 72ª DP fazia o monitoramento do grupo.Nesta sexta, após intenso trabalho de investigação, o narcoterrorista foi interceptado no momento em que chegava à Comunidade da Força, em um comboio de motos. Os criminosos atacaram os policiais civis e houve confronto. Além dos três neutralizados, um dos presos ficou ferido e está internado em unidade hospitalar sob custódia. Um dos fuzis apreendidos ostenta a letra G, em alusão ao vulgo do líder da facção que morreu na ação.

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