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investigação

Quadrilha de Doca (CV) usa aplicativo de mensagens para transmitir ordens. Bandido virou réu em 39 processos por homicídio e expandiu facção

Alvo principal da operação nos complexos da Penha e do Alemão, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, é o chefe” do Complexo da Penha e de outras comunidades menores, sendo um dos responsáveis pelas recentes “guerras expansionistas” do “Comando Vermelho”, nas áreas da Zona Oeste da cidade (Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Itanhangá e Rio das Pedras). Doca formou um grupo para invadir e dominar comunidades existentes na Zona Oeste, para implementar o tráfico de drogas. Só na região da Grande Jacarepaguá, Doca tomou nos últimos anos da milícia as comunidades da Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Morro do Banco, Sítio Pai João, Jordão, Teixeiras, Covanca, Bateau Mouche, Chacrinha, Fontela, Dois Irmãos, entre outros.Tomou também os morros do Campinho, do Fubá e Macacos. A quadrilha de Doca tem um extenso grupo de conversas pelo “Whatsapp”. Essas conversas eram, em sua maioria, sobre o monitoramento da movimentação de viaturas policiais, o comércio ilícito de drogas, contabilizando o lucro, planejando ações criminosas, negociando veículos roubados, entre outros. Investido pelo poder do dono, o traficante Marcinho VP, que está preso, Doca exerce o comando efetivo da organização criminosa nas comunidades, pondo em prática as ações determinadas pelo “dono” ou determinando outras com o fim de atingir os objetivos estabelecidos por ele. Exerce uma liderança mais intelectual e administrativa na estrutura da associação criminosa, gerenciando os recursos obtidos por meio das atividades criminosas e estabelecendo as ações dos “soldados” necessárias a garantir o domínio territorial da organização e a sua expansão. No TJ-RJ, chegaram a ser abertos contra Doca 39 processos por homicídio doloso. O caso de maior repercussão foi o dos médicos que não residiam no Rio e foram mortos na praia da Barra da Tijuca em outubro de 2023. As vítimas estavam na cidade encontravam em razão de suas participações em um congresso internacional de medicina, que ocorria naquele fatídico final de semana, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. Ocorre que, na noite em que ocorreu o crime, as vítimas -Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida, Diego Ralf de Souza Bomfim e Daniel Sonnewend Proença -, que eram amigos e aproveitaram o congresso para se reencontrar, decidiram confraternizar no “Quiosque do Naná”, situado em frente ao hotel Windsor, local em que também se encontravam hospedadas, quando, por volta da 1h manhã, foram abordadas por três elementos, fortemente armados, que desembarcaram de um automóvel (Fiat Pulse, cor branca, com teto preto), e, sem que nada dissessem, em típico ato de extermínio, desferiram mais de 30 (trinta) disparos de arma de fogo contra os quatro médicos, levando três deles a óbito naquele mesmo local, restando a vítima Daniel sobrevivente, colocando em risco exponencial todos os demais clientes e funcionários do estabelecimento, os quais ficaram profundamente abalados, Uma das vítimas fatais tinha características muito semelhantes às de Taillon de Alcântara Pereira Barbosa (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – líder da milícia que domina a região de Rio das Pedras, sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”. Os executores do crime em análise faziam parte da denominada “Equipe Sombra”, destacamento composto por ex-milicianos que foram acolhidos pela cúpula do“Comando Vermelho”, na intenção de eliminar os líderes da milícia da região da Grande Jacarepaguá e, assim, expandir o domínio da mencionada facção criminosa naquela localidade. Assim, agindo com erro em relação à pessoa, acreditando estarem executando o miliciano Taillon, integrantes do “Comando Vermelho” – a mando do denunciado Juan Breno Malta Ramos, vulgo BMW, subordinado a Doca e Gadernal chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Gadernal é homem de confiança de Doca e líder de suas tropas e chefe de sua segurança de ” do Complexo da Penha. Ele é responsável por definir estratégias de “guerra” contra facções rivais e pelas táticas de enfrentamento às forças de segurança do Estado. Também é responsável por coordenar as guerras expansionistas da facção criminosa FONTE: TJ-RJ

Disque Denúncia passa a pagar R$ 100 mil para quem prestar informações que levem à captura de Doca da Penha (CV)

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (28), um cartaz oferecendo uma recompensa de R$ 100 mil reais, pela captura do criminoso, membro de Organização Narcoterrorista Comando Vermelho (CV) e um dos traficantes mais procurados e considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema prisional, Edgard Alves Andrade, vulgo “Doca da Penha ou Urso”, de 55 anos. Evadido do sistema carcerário, ele é investigado por mais de 100 homicídios, incluindo execuções de crianças e desaparecimentos de moradores. Em outubro de 2023, Doca foi apontado como o mandante da execução de três médicos e da tentativa de homicídio de uma quarta vítima na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. As vítimas participavam de um congresso de medicina e foram confundidas com milicianos de Rio das Pedras. Contra ele há mais de 20 mandados de prisão expedidos em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), segundo dados do site do Conselho Nacional de Justiça. O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça e pontos de drogas, favor entrar em contato pelos seguintes canais de atendimento: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

MP denunciou 67 traficantes do Complexo da Penha (CV)

O MPRJ denunciou 67 integrantes do Comando Vermelho do Complexo da Penha pelo crime de associação para o tráfico, e três homens também foram denunciados por tortura. . De acordo com o GAECO/MPRJ, por estar localizado próximo a vias expressas e ser ponto estratégico para o escoamento de drogas e armamentos, o complexo de favelas se tornou uma das principais bases do projeto expansionista da facção criminosa, especialmente em comunidades da região de Jacarepaguá. O denunciado Edgar Alves de Andrade, o Doca, é apontado como a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e em outras comunidades da Zona Oeste, como Gardênia Azul, César Maia e Juramento — algumas recentemente conquistadas da milícia. Segundo a denúncia, também exercem liderança na associação criminosa Pedro Paulo Guedes, conhecido como Pedro Bala; Carlos Costa Neves, o Gadernal; e Washington Cesar Braga da Silva, o Grandão. Eles emitem ordens sobre a comercialização de drogas, determinam as escalas dos criminosos nas “bocas de fumo” e nos pontos de monitoramento, e ordenam execuções de indivíduos que contrariem seus interesses .Além deles, foram denunciados 15 homens que exercem funções de gerência do tráfico, responsáveis pela contabilidade, abastecimento e outras funções. Os outros denunciados, segundo a ação penal, atuavam como “soldados”, realizando o monitoramento e a segurança armada. A denúncia foi recebida e os mandados foram expedidos pelo Juízo da 42ª Vara Criminal da Capital. FONTE: MPRJ

Operação no Alemão e na Penha (CV) já tem quatro mortos e 25 presos. Delegado foi baleado e policial morreu

A operaçâo realizada nos complexos do Alemão e da Penha já teve 25 presos e registrou quatro mortos, quatro baleados até agora além de dez fuzis apreendidos. Um.delegado da DRE foi atingido por tiro mas passaria bem segundo as primeiras informações Um policial civil morreu. Ele era lotado na 53ª DP (Mesquita), e teria o apelido Máscara. Ele foi alvejado com um tiro no pescoço, porém não resistiu. Traficantes reagiram com tiros e incendiaram barricadas, provocando colunas de fumaça visíveis em váriospontos. Criminosos atiraram até bombas lançadas por drones. Um morador de rua foi baleado nas costas, sendo levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas. Um policial do Bope foi atingido de raspão. E outros dois nocentes ficaram feridos por balas perdidas. Durante a manhã, moradores relataram intensa movimentação policial nas entradas da Penha e do Alemão, com foco nas áreas da Itararé e do Morro do Alemão, onde houve breves incursões. Segundo nota da Secretaria Municipal de Educação, 17 escolas na Penha tiveram o funcionamento suspenso enquanto 28 unidades escolares do Alemão foram impactadas. A operação foi deflagrada a partir de mais de um ano de investigação e mandados de busca e apreensão e de prisão obtidos pela  Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). A ação visa capturar lideranças criminosas do Rio e de outros estados e combater a expansão territorial do Comando Vermelho. Os dois complexos abrigam 26 comunidades. Pelo menos 2.500 agentes participam de uma megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão para prender cerca de 100 traficantes do Comando Vermelho. A ação faz parte da Operação Contenção, que combate o avanço da facção no estad FONTE: PCERJ

Facção Tropa da Revolução agia para eliminar integrantes do PCC em Rondônia. Chefão foi preso no Rio

Investigação revela a existência de uma facção crimiinosa em Rondônia denominada Tropa da Revoulção (TDR01) que tinha como objetivo fomentar a prática de diversos delitos, dentre eles o tráfico de drogas, homicídios, porte e posse ilegal de armas, além de roubos, furtos e receptação de veículos bem como lavagem de capitais e a eliminação de integrantes do PCC . O líder do grupo tem vários vulgos , entre eles Patrão. Ele emitiu um salve no qual ele disse que estavam em conflito com determinados integrantes do PCC. Ele foi preso no Rio de Janeiro mas especificamente na Região dos Lagos em 2024. O bandido planejou um atentado ao Fórum de Vilhena contratando criminosos, a fim de executar rivais durante a saída do Júri, bem como, participou de tiroteios e ameaças contra rivais e agentes públicos e tem envolvimento em homicídios praticados sob o manto da facção. A esposa de Patrão era considerada como gerente do núcleo financeiro da organização, a denunciada fazia as movimentações financeiras vinculadas à facção e pagamentos via PIX para outros membros integrantes da TDR01, bem como era responsável pela aquisição de armamentos. Além disso, após a prisão do marido, a denunciada assumiu a liderança da organização. Patrão recebeu, movimentou e transferiu vultuosos valores provenientes de tráfico de drogas, tanto por meio de uma empresa de modas, quanto por terceiros faccionados. Havia um responsável promover a organização criminosa TDR01, por meio de redes sociais, com publicações com exposições de armas de fogo pertencentes ao” paiol “da facção. Os bandidos também atraíam rivais da facção para que fossem executados. Um integrante do grupo era do Comando Vermelho mas foi batizado pela facção; FONTE: TJ-RO

Peixão (TCP) usa telefones de familiares para tentar despistar a polícia

Investigação está em andamento para apurar o crime de associação para o tráfico de integrantes do Terceiro Comando Puro que atuam no Complexo de Israel, que abrange as comunidades de Viga@rio Geral, Parada de Nome, Cidade Alta, Cinco Bocas e Pica-Pau, em Cordovil, Rio de Janeiro. O foco da investigação recai sobre Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, líder do crime local. O caso investigado visa desarticular suposta rede de apoio a8s atividades do T. C.P. na região que incluem tráfico de drogas, roubos de carga, de veículos e outras ações criminosas para financiar suas operações. Ha indícios de atuação de indivíduos próximos de Peixão, como familiares e parentes, com a finalidade de facilitar tais atividades. O afastamento do sigilo telefoInico e telemátco dos alvos tem sido essencial para o progresso da apuração. Durante a investigação, foi possível estabelecer os números de telefones utilizados por Peixão e por seu núcleo familiar, sendo certo que o chefe do tráfico se vale da utilização de cadastros em nomes de terceiros para cadastrar as referidas linhas telefoInicas, a fim de atarpalhar as investigações. , o que pode configurar crime. Peixão seria autor de mais de 100 crimes, sendo investigado ou tendo sido denunciado por 61 homiicídis, ale5m de extorsões, roubos de veúculos, roubos de cargas, etc. Há relatos de que uma mulher gerencia duas empresas para Peixão, uma delas de cosméticos. Entre os telefones analisados estão de filhos do traficante,.

Polícia frustra plano do PCC de atentado contra autoridades em SP

Uma ação integrada entre as Polícias Civil, Militar e Penal e o Ministério Público frustrou um plano de atentado do PCC contra autoridades públicas na região de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. As equipes das forças de segurança estaduais deflagraram, nesta sexta-feira (24), a operação Recon, para cumprir 25 mandados de busca domiciliar em endereços relacionados aos envolvidos no crime. Das ordens judiciais, 11 foram cumpridas na cidade de Presidente Prudente, seis em Álvares Machado, dois em Martinópolis, dois em Pirapozinho, dois em Presidente Venceslau, um em Presidente Bernardes e um em Santo Anastácio.Durante a ação, dois homens foram presos em flagrante por tráfico de drogas. No total, a polícia apreendeu quatro veículos, um simulacro de arma de fogo, munições, celulares, notebooks, computadores, tablets, cerca de R$ 7,6 mil, quatro quilos de drogas e petrechos para a fabricação dos entorpecentes.  As investigações, conduzidas pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic), apontaram a atuação de uma célula do crime organizado estruturada para realizar levantamentos sobre a rotina das autoridades públicas e de seus familiares.  A quadrilha planejava atentados contra alvos previamente selecionados, com um esquema rígido de sigilo e divisão de tarefas entre os integrantes. Segundo os investigadores, os criminosos já haviam mapeado e monitorado hábitos diários das vítimas. A troca de informações entre os setores de inteligência das forças de segurança estaduais foi crucial para interromper o plano antes da execução, bem como identificar os suspeitos envolvidos. Além dos agentes da DIG,participaram da operação policiais Batalhão de Ações Especiais (Baep), da Polícia Militar, e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Os itens que foram apreendidos durante as buscas devem colaborar para as próximas etapas da investigação, voltadas especialmente para identificar outros participantes do esquema criminoso.  FONTE: Secretaria de Segurança de São Paulo

Para Pedro (TCP) virou base para transbordo e armazenamento de cargas roubadas. Polícia fez operação e prendeu sete

,Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP), com apoio de agentes da 27ª DP (Vicente de Carvalho), realizam, nesta sexta-feira (24/10), uma ação na comunidade Para Pedro, em Irajá, Zona Norte do Rio de Janeiro. O objetivo é desarticular um braço da facção Terceiro Comando Puro, especializada em roubos de carga, principalmente carretas que trafegam no entorno do Ceasa de Irajá.S Sete criminosos foram presos. As investigações apontam que a comunidade Para Pedro vem sendo utilizada como base estratégica para o transbordo e armazenamento de mercadorias roubadas, com participação de receptadores locais. Os narcotraficantes utilizam-se dos crimes patrimoniais para financiar atividades ilícitas, incluindo a compra de armas e drogas e sustentar a chamada “caixinha” da facção. A especializada apurou que o grupo criminoso atua de forma organizada, sempre violenta, aliciando caminhoneiros para que entreguem voluntariamente as cargas em comunidades sob o controle da facção, como Para Pedro e Amarelinho, em troca de comissões financeiras. Aqueles que se recusam são ameaçados e obrigados a levar os veículos até os pontos de transbordo, onde o material é descarregado e distribuído.Na ação desta sexta, são cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão, além de diligências para checar informações de inteligência. FONTE: PCERJ

Escondido na Rocinha (CV), traficante Abelha mantém controle da venda de drogas em bairro boêmio do Centro do Rio. SAIBA ESTRATÉGIAS DOS CRIMINOSOS

Inquérito confirma que o traficante Abelha, que atualmente estaria escondido na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, comanda a venda de drogas na Lapa, região central do Rio. A título de informação, o traficante “Abelha”, enquanto preso no Complexo Penitenciário de Bangu, por muito tempo foi o “presidente do conselho da facção Comando Vermelho”, composto pela cúpula que cumpre pena, responsáveis pelas decisões e diretrizes de maior amplitude para organização criminosa, em conjunto com as lideranças em liberdade. A venda de drogas na localidade, próximo de estratégicos pontos turísticos (Arcos da Lapa e Escadaria Selarón), vinha sendo beneficiada pela utilização de casarões abandonados, com a instalação de portas de aço que serviam como barricadas, impedindo o ingresso policial e permitindo a fuga dos traficantes, enquanto fila com dezenas de usuários se aglomeravam em suas portas. Ocorre que nos últimos meses diversas ações policiais foram realizadas na localidade, resultando em mais de trinta prisões, apreensões de quilos de drogas, retiradas de portas de aço, causando verdadeiro incomodo aos criminosos que atuavam no local tranquilamente. Rotineiramente essas portas de aço continuam sendo instaladas pelos traficantes e continuam sendo retiradas, com uso de ferramentas, por policiais civis desta distrital, sendo certo que, tais ações causam impacto na atuação dos criminosos, que são obrigados a migrar constantemente os pontos de venda, sem mantê-los fixos por muito tempo, e criar mecanismos para não se formarem as filas de usuários, semelhantes aos feirões de drogas encontrados no interior de comunidades, evitando assim chamar atenção, como faziam até pouco tempo. A título exemplificativo, apenas em dois meses, maio e junho/2025, ações da delegacia local resultaram na prisão de nove traficantes no local, (Travessa Mosqueira e ), além da apreensão de alguns quilos de drogas embaladas para a venda no varejo. Com isso, entre outras ações, de forma articulada, os criminosos presos passaram a alegar falsamente terem sido vítimas de agressões , também a realizar, por interpostas pessoas, falsas denúncias contra a atuação de policiais civis desta unidade, no tocante a ingressos domiciliares desautorizados. FONTE: TJ-RJ

Da Rocinha (CV), traficante teria ordenado ataques a empresa de internet no Ceará

Escondido na Rocinha, comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro, o traficante que tem os vulgos de Euro ou Folha Seca, ordenou ataques às instalações de uma empresa de internet na cidade de Icapuí, no Ceaa. Os criminosos danificaram uma caixa de atendimento da empresa, prejudicando o fornecimento de internet de várias residências; Os bandidos ligados ao Comando Vermelho haviam encaminhado mensagens via whatsapp, determinando que fossem realizados pagamentos mensais, sob pena de matar o dono da empresa e de tocar fogo na sede. Os funcionários informaram que não formalizaram Boletim de Ocorrência por medo de represálias; Foi comunicado que um homem que estava utilizando tornozeleira eletrônica estava fazendo vídeos do veículo de forma ostensiva e ameaçadora. Os funcionários chegaram a gravar um vídeo do criminoso e encaminharam para a polícia; FONTE: TJ-CE

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