Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Santíssimo, bairro da Zona Oeste do Rio, tinha milícia

Uma milícia vinha atuando no bairro de Santíssimo, na Zona Oeste do Rio. O bando praticava extorsões a comerciantes. O chefe do grupo era um indivíduo conhecido como João da Jacutinga. Uma das áreas onde ocorriam as extorsões era a Rua Itaquê. A polícia flagrou um homem entrando e saindo de uma barbearia. O suspeito foi abordado e admitiu que era cobrador da milícia mas não usava armas de fogo. Com ele, foi encontrado cerca de R$ 2.000 FONTE: TJ-RJ

Relatório do TJ-RJ aponta que havia um grupo que extorquia garotas de programa e ambulantes no Centro de Niterói. Criminosos foram condenados

Segundo a Justiça fluminense, havia um grupo intitulado ‘Milícia de Niterói’ constituindo para o fim específico de cometer crimes de extorsão, roubo e lesão corporal na região do Centro da ex-capital do Estado do Rio de Janeiro tendo como vítimas garotas de programa que laboram no local. Eles também cobravam vantagem indevida dos trabalhadores ambulantes e autônomos da rua São João. Três integrantes foram condenados a penas de 10 e 12 anos de prisão. Os criminosos em janeiro de 2024 usando uma faca assaltaram duas mulheres e roubaram delas R$170,00 (cento e setenta reais) em espécie e um aparelho celular, O líder do grupo realizava o -monitoramento e segurança de algumas das ruas no Centro de Niterói, tais quais a Visconde do Uruguai, São João e Visconde de Itaboraí.partir da contratação de ambulantes do local e algumas lojas e mediante o pagamento de “taxas” O bando instalou o medo na região, cometendo crimes de roubo e lesão a fim de constranger as vítimas a realizarem os pagamentos futuros ou puni-las, quando não o fazem. As garotas de programa, por exemplo, afirmaram que pagavam a “taxa de segurança”, entre R$ 100,00 (cem reais) e R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para o grupo autodenominado “Milícia de Niterói” e, diante da sua não aceitação em realizar o pagamento, os criminosos passaram a receber valores para ameaçar, agredir e roubar as vítimas. Momentos antes do roubo citado acima, um dos bandidos com o nítido intuito de intimidar as vítimas a respeito da cobrança dos valores semanais, se aproximou das mulheres e disse; “É né? Vocês estão fazendo programa né? Não pagam nada, acho melhor vocês saírem daí, os caras estão vindo aí, fiquem espertas Cinco minutos depois das ameaças, outros homens chegaram e as abordaram,; “Não corre não, senão vou furar as duas”.com uma faca nas mãos. Um dos integrantes do grupo disse que lhe ordenaram que ameaçasse pessoas na rua, para que elas se sentissem com medo da rua e de possíveis roubos. Falou que o bando exigia R$150,00 para as meninas que trabalham na rua; e que havia sempre grave ameaça para as pessoas pagarem estes valores, sob a ameça de poderem ser roubadas ou agredidas; Um policial civil afirmou que quando ainda estava lotado na 76ª, que se recorda da investigação do grupo ”milícia de Niterói”, que inicialmente teve um registro de roubo contra uma das vítimas, que ai começaram a ter denúncias de comerciantes e pessoas que trabalhavam na rua, que estavam sendo vítimas de extorsão, que estava sendo cobrado valores para que seja possível trabalhar ali; que as próprias meninas – 14 – começaram a ir lá na delegacia, e elas falaram de mais alguns casos, então foram alguns episódios de violência contra elas; que era proposto para elas o valor de 150 reais por semana para que pudessem trabalhar tranquilamente; que elas disseram que já trabalhavam lá há muito temo, que em outros momentosoutras pessoas já tentaram cobrá-las, que elas nunca pagaram, mas que dessa vez tiveram que recorrer à delegacia, que todas tiveram depoimentos muito coerentes, que todas reconheceram sem muita dificuldade os autores, FONTE: TJ-RJ

Traficante Flamengo (TCP) e membros de sua quadrilha tiveram as prisões decretadas por homicídio de suposto X9 vinculado a milícia

O traficante Flamengo do Barro Três em Duque de Caxias e membros de sua quadrilha vulgos Sagaz e Di Ouro, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por um homicídio cometido em março deste ano e tiveram as prisões preventivas decretadas. O crime ocorreu em dia 06 de março de 2025, por volta das 03h30min, os denunciados, em comunhão de ações e desígnios com o adolescente vulgo Abençoado”), invadiram a residência da vítima Edson Ramos Guimarães, localizada no bairro Parque Samiropólis, em Duque de Caxias/RJ, e o executaram com disparos de arma de fogo de calibre restrito (9mm), sob a alegação de que a vítima seria “X9” e teria vínculos com milicianos Segundo a autoridade policial e o Ministério Público os acusados integram organização criminosa armada com domínio territorial (facção TCP), o que evidencia risco de reiteração delitiva; “ Surgiram nas redes sociais hoje a informação que dois jovens teriam sido sequestrados por traficantes do Bairro 3 após serem confundidos com bandidos rivais. FONTE: TJ-RJ

CV representa 63% dos fuzis apreendidos no RJ este ano

A facção criminosa Comando Vermelho teve 63% dos fuzis apreendidos pelas polícias no Rio de Janeiro este ano seja eles em redutos da facção ou que tinham como destino suas áreas , segundo um.levantanento feito pela reportagem com.base no que vem sendo divulgado pelas corporações Dos 434 fuzis recolhidos em 2025, o CV teve 275 contra 119 do Terceiro Comando Puro, 37 da milícia e 3 da ADA (Amigos dos Amigos) O 41° BPM (Iraja) foi a unidade que mais apreendeu. armas este ano (62) seguido pelo 21° BPM (Meriti) com 40, 15• BPM (Caxias,) com 37, 9° BPM (Roohá Miranda) com 28 e BOPE com 26. No.ano.passsdo, o Estado do Rio de Janeiro registriu uma marca histórica e emblemática para a Segurança Pública. Em doze meses, as polícias Civil e Militar retiraram 732 fuzis de circulação, uma média de dois por dia. Dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) mostram um aumento de 20% nas apreensões entre 2023 e 2024 – esse número é o maior da série histórica, iniciada em 2007. Foram 610 armas de longo alcance recolhidas em 2023, contra 732 no ano passado.

Suspeito de envolvimento em atentado contra bicheiro que está foragido era um dos líderes da máfia dos cigarros comandada por contraventor na Baixada

Segundo investigações da DRACO, um dos envolvidos no atentado contra o contraventor Vinicius Drumond, o vulgo Cachoeira, que está foragido, era um dos líderes do esquema criminoso da máfia dos cigarros comandada pelo contraventor Adilsinho em Nilópolis. Cachoeira era suspeito de comandar a distribuição dos cigarros contrabandeados, além de coordenar ações de intimidação a comerciantes e recolhimento de propina dos pontos de venda, a coação de empresários, inclusive com uso de sequestros e ameaças armadas, Ele havia sido preso em 2022 após um sequestro na cidade de uma comerciante que se recusou a vender somente os cigarros fornecidos pela máfia. A vítima foi coagida, ameaçada de morte e mantida em cativeiro por algumas horas como forma de intimidação. A vítima relatou à polícia que já havia recebido ameaças anteriores, mas que a situação saiu do controle quando passou a comprar de fornecedores legais e não mais da quadrilha. O sequestro foi um dos elementos que levou a Polícia Civil do Rio de Janeiro a aprofundar as investigações. A prisão de Cachoeira ocorreu após meses de investigação, com uso de escutas telefônicas e vigilância. Ele foi indiciado por organização criminosa, sequestro, extorsão e comércio ilegal de produtos contrabandeados. A operação que prendeu Cachoeira levou ainda à apreensão de mais de 200 caixas de cigarros ilegais,a rmas e munições, cadernos de anotações com nomes de comerciantes e valores cobrados, veículos usados para transporte e vigilância e celulares com conversas sobre cobranças e ameaças. FONTE: Polícia Civil do RJ

TCP vem tentando retomar o Fubá e o Macacos e CV reforça os dois morros para não perdê-los

Os traficantes do Terceiro Comando Puro tentaram essa semana recuperar duas áreas que foram perdidas para o Comando Vermelho recentemente.Uma delas foi o Morro do Fubá, em Cascadura. Reforçado por bandidos da Serrinha e do Barro Três, em Duque de Caxias, o TCP teria conseguido reaver três localidades do morro conhecidas como Juca, Bacalhau e Iguaíba, que fazem fronteira com o Morro do Campinho. As demais partes da favela continuariam com o CV, que teria mandado reforços da Praça Seca para segurar a Raia. O TCP também voltou a atacar o Morro dos Macacos, em Vila Isabel. Nesta semana, circulou um áudio de um traficante dizendo que a facção teria pago policiais para matar o líder do CV no morro, vulgo Titauro que, inclusive, já tem um substituto, vulgo Sardinha. Esse mesmo traficante do áudio teria dito que o TCP iria tentar retomar a favela. A facção teria ajuda de bandidos dos complexos da Maré, de Israel e de Duque de Caxias. Para retomar a comunidade, a facção estaria usando a tática de aceitar novamente os crias de volta pro TCP.  Segundo boatos que circulam nas redes sociais mas nada confirmado, diante da ameaça de invasão, o CV teria reforçado o Macacos com cerca de 100 fuzis e 200 homens e teria colocado colaboradores no São Carlos e morros do TCP na Tijuca para avisar sobre a saída de bondes para atacar o Macacos. Seriam 10 fuzis em cada localidade do morro (Lote, Associação, Pau da Bandeira, Sossego, Tia Chica, Central, Pele Pele, Chelsea, Pantanal) Vila Isabel não é mais terra de Noel. É terra dos tiros, da violência, do desapego à família e ás coisas boas, disse um morador É HORRÍVEL MORAR EM VILA ISABEL, disse outro. Temos que sair desse marasmo, e cair na real, saber que vila Isabel acabou, e triste, mais é verdade, sou praticamente cria, temos que cair na real quem comanda e dar as ordens em vila Isabel é as facções criminosas, estamos nas mãos deles, então apague a luz o último a sair, pois a tendência e piorar cada vez mais, podem acreditar, só me resta dizer, adeus minha querida vila isabel, escreveu mais um Nos moradores só queremos paz não queremos guerra não deixa o morro do jeito que estar sem guerra sem tiro agora que agente tava tendo um pouco de paz vocês que começar outra guerra, postou um quarto. FONTE: A Voz da Favela e Crime News RJ

Como a quadrilha de contraventor fez parcerias com a milícia e o tráfico no Rio

Saiba agora como anos atrás a quadrilha do contraventor Adilsinho buscou aproximação com milicianos e traficantes de drogas. O bando se valia da estrutura de medo e coação que tais grupos exercem em suas áreas de domínio para conseguir obrigar os comerciantes daquelas áreas a, apenas, venderem as marcas e cigarros da organização. Sobre a milícia, o conluio foi com bandidos da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Em uma mensagem, um integrante da quadrilha, vulgo Serginoh, Francisco Sergio Simões deixou evidente que havia se reunido com o responsável da área conhecida como “Terreirão” e negociado a inclusão do cigarro Club One. Há menção de que na Avenida Gilka Machado, que margeia a comunidade do “Terreirão” tudo seria Club One. “Ae, hoje eu fui no terreirão lá, eu, Renata. A gente conversou com o cara lá, o p… lá. O cara vai botar o onix lá mané, esse Club One lá. Entendeu? Porque lá, na Gilka Machado, é tudo Club One. Eu acho que a gente vai começar o seguinte, a levar para ele lá, entendeu? Ele disse que vai começar com pouca, vai começar com umas dez, quinze, entendeu?! Para começar. Depois ele vai ver se amplia lá, entendeu? Mas o … esse Club One é o seguinte, é só lá mesmo, entendeu? Esse outro aí, em Curicica, nego só quer esse outro aí mané, não tem jeito” Os integrantes do bando de Adilsinho que exploravam máquinas caça-níqueis também buscaram aproximação com os milicianosEm uma situação, um homem chegou a uma comunidade da milícia e perguntou quem era o dono ou o frente. Um outro respondeu que não era o dono que eram dois policiais. O mensageiro, porém, havia ido propor a eles um negócio que poderia aumentar as receitas da milícia. E fez a oferta: “Seguinte, a gente quer colocar umas maquininhas de caça-níquel aqui. Vocês fazem o recolhe, ganham um porcentual”. Em relação ao tráfico de drogas, a aproximação foi com bandidos da comunidade Nova Campinas, em Duque de Caxias. No começo, os traficantes não deixaram os cigarros entrarem lá. Houve atrito mas entrarem em um acordo e botaram um membro lá para fazer o trâmite de buscar mercadoria e levar o dinheiro. FONTE: MPRJ

Coronel e dois majores da PM são suspeitos de ligação com bicheiro recentemente preso no Rio

Um coronel da PM é suspeito de ligação com a quadrilha do bicheiro Marcelo Cupim, que foi preso recentemente no Rio de Janeiro. Segundo informações da Justiça fluminense, no processo que vai julgar integrantes do bando, foram decretados mandados de busca e apreensão no endereço do oficial bem como de dois majores da PMERJ Outros locais que fizeram buscas foram nos bingos Cascadura, Valadão e Botafogo. Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas por fazerem parte da organização criminosa comandada por Cupim. Chegou-se a ser pedida até ajuda da Interpol para captuar os envolvidos. Cupim comandava uma estruturada e perene organização criminosa em atuação no Estado do Rio de Janeiro que explora jogos de azar através de específico modus operandi, fundamentado em dois pilares essenciais, a saber, a corrupção de agentes públicos e a violência contra opositores e concorrentes. Cupim se autointitulava dono” da área onde se situava o Bingo Nova Cascadura explorado pela quadrilha, e que receberia da organização criminosa o pagamento de taxa denominada “chão” para a exploração de jogos de azar na citada região do bairro de Cascadura, responsabilizando-se, em contrapartida, por interceder junto a policiais civis e militares corruptos para a liberação de tais estabelecimentos. Cupim arrendou parte da região de Cascadura, a qual, originariamente, pertenceria ao contraventor Piruinha (já falecido). Ele passou a ser responsável pela exploração dos pontos de jogo de bicho na Zona Norte do Rio de Janeiro, principalmente nos bairros: Madureira, Cascadura e Pilares. FONTE: TJ-RJ

Como a máfia dos cigarros corrompia policiais no Rio

Uma investigação antiga revelou que a quadrilha do contraventor Adilsinho estabeleceu relações promíscuas com agentes públicos incumbidos do setor de segurança pública. Segundo a apuração, o estabelecimento de vínculos ilícitos com agentes do Poder Público foi essencial para que o engenho criminoso pudesse ser desenvolvido de forma frutífera, mas com agentes públicos fazendo “olhos cegos e ouvidos moucos” para as infrações penais cometidas Tal inércia estatal foi conseguida mediante o pagamento de valores a título de corrupção a agentes públicos. O pagamento de quantias para que agentes públicos deixassem de reprimir os delitos praticados pela quadrilha chegou a ser inserido nas despesas do faturamento do bando. Em uma conversa interceptada, um membro da quadrilha orientou o pagamento de R$ 12.000,00 para o “batalhão” (PMERJ) e de R$ 3.000,00 para “DP” (Delegacia de Polícia – PCERJ). “Pede para pegar o valor de quinze mil, Doze mil ele vai botar em despesa, que é o batalhão, e três mil DP. Vai ter que pegar quinze mil e mandar para mim”. Em outro diálogo, um integrante falou expressamente sobre pagamento de doze mil reais para membros da polícia militar (mencionada como “carro azul”, em referência a uma das cores dos veículos padrões da PMERJ) e três mil reais para integrantes da polícia civi (mencionada como “carro preto”, em referência a uma das cores dos. “Cara, eu coloquei doze mil carro azul e três mil carro preto”veículos padrões da PCERJ) Um homem conhecido como Cabeça fazia a linha de frente com a integrantes corruptos da Polícia Militar e da Polícia Civil, sendo o responsável pela entrega dos valores pagos a título de corrupção. Embora embora não houvesse uma correspondência imediata entre “casa amarela” e Delegacia de Polícia Civil, esta ficou muito evidente quando se constata que os prédios da 59a Delegacia de Polícia e 62a Delegacia de Polícia – situadas no Município de Duque de Caxias/RJ – são amarelos, ou seja, “casas amarelas ]E era justamente na 59ª DP que Cabeça possuía contato com policiais civis intermediar a liberação de cigarros apreendidos. Mesmo com o pagamento de verbas espúrias a agentes públicos, por vezes cigarros do bando eram apreendidos e membros da quadrilha eram abordados por policiais. Quando a apreensão de cigarros era realizada por policiais civis da 59a DP ou da 62a DP, Cabeça era acionado para que pudesse fazer contato com agentes público e, assim, obter a ilegal liberação da mercadoria. Em uma situação, Cabeça foi acionado em razão de uma apreensão de cigarros e da necessidade de liberação das respectivas caixas. Na troca de mensagens, Cabeça chegou a falar que deveriam procurar um policial lotado na 59ª DP. Ao menos outras duas situações de apreensão de mercadoria por policiais civis – desta vez da 62a DP – foram relatadas pelo colaborador premiado. Em tais situações, o colaborador premiado narrou que teve cigarros apreendidos por policiais civis e que, por conta disso, buscou a um comparsa para saber como deveria proceder. Naquelas oportunidades, esse comparsa determinou que o colaborador premiado entrasse em contato Cabeça, que este guiaria o segundo na recuperação dos cigarros apreendidos. Em ambas as oportunidades, Cabeça orientou o colaborador premiado a procurar pelo policial civil então lotado na 62a DP. O colaborador premiado teve contato pessoal com o citado policial civil e, nas duas oportunidades, obteve a devolução dos bens apreendidos, mas sem qualquer formalização da restituição. Em uma das situações o colaborador chegou a pagar uma “cerveja” (pagamento de dinheiro) para o policial.Houve um caso que dois integrantes da quadrilha sofreram abordagem policial quando estavam descarregando cigarros com milciianos. Eles estavam armados e com muito dinheiro. Mas os envolvidos não tiveram qualquer anotação criminal, o que o que indica a realização de “acerto” entre os policiais e tais increpados.O pagamento de verbas ilícitas à integrantes da polícia militar também permitia que a ORCRIM obtivesse um tratamento ilícito privilegiado quando seus membros sofressem abordagem por tais agentes de segurança pública, sem que fossem realizadas as devidas prisões em flagrante e apreensão de mercadorias Essa conclusão fica evidente quando se analisa conversa entre um membro da quadrilha e uma PM na qual esta orienta ao primeiro sobre como os “operadores” devem proceder ao serem abordados em policiamento ostensivo . “porque o pessoal do Caxias Presente, a gente trabalha Junto com o SEGOV, que são uns malucos que tem um sistema lá, que joga o nome da pessoa e busca tudo que a pessoa tem, na hora pô, on line. E depois que jogado filho, a gente não tem o que fazer não. Que vai ficar no sistema lá que a gente consultou. Fala: consultou e aí? Entendeu? Liberou? Perdeu um dinheiro para liberar? A culpa vai cair em cima da gente. Então fala que, quando for assim, nem entregar o documento, desenrolar antes, dar o papo antes” FONTE MPRJ

Traficante do TCP xingou prefeito de Belford Roxo e disse que ele ia entrar na bala. Governante respondeu

Em uma postagem feita no Instagram, o traficante conhecido como Mais de Mil, se referiu ao prefeito de Belford Roxo, Márcio Canela, como “c… disfarçado de prefeito” em razão das medidas que estão sendo tomadas pelo governante contra a criminalidade na cidade, principalmente a retirada de barricads. l Em uma outra postagem, feita por ele, disse que Canella ia entrar na bala. O prefeito respondeu. FONTE: Rege Jaqueira (Twitter)

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima