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denúncia

Cachulé levou adolescente e amiga para serem mortas e esquartejadas no Barbante (CV)

Morto na última sexta-feira em tiroteio com a PM, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, foi citado em um processo que tramitou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro como suspeito, segundo os autos, de levar uma adolescente e uma amiga para serem mortas e esquartejadas na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. Na época, Cachulé cumpria ordens de uma das chefes do tráfico local, conhecida como Rose Peituda. A adolescente que se chamava Taís tinha um relacionamento com o dono das bocas de fumo local, vulgo André Negão, então companheiro de Peituda, que por ciúmes ordenou a morte da menor. Segundo denúncia, após a prisão de Rose, em janeiro de 2009, Cachulé passou a compartilhar o comando do bando com Marcos Felipe Pereira Teles, vulgo “Vascaíno”, companheiro de “Rose”na época. De acordo com investigações, Cachulé participava de negociações para a aquisição de armamento bélico. Foi preso em 05 de março de 2009, sendo que mesmo após a sua prisão, participou da contabilidade e do planejamento da venda de entorpecentes, mantendo contato com integrantes do tráfico de drogas local para que lhe prestassem contas, procurando arquitetar, inclusive, a sua fuga, Na época que estava preso, Cachulé tinha uma namorada S.P.F e ordenou a ela que transmitisse ordens para seus comparsas irem para uma reunião no Morro do São João, no Engenho Novo, com intuito de planejar seu resgate da carceragem da Polinter-Grajaú. Cachulé chegou a responder quatro processos por homicídios no TJ-RJ, o último deles em 2025. A marca de violência de Cachulé ficou evidenciada em novembro de 2017 quando ele se tornou o principal suspeito de liderar o ataque à PPC (Posto de Policiamento Comunitário), em novembro de 2017, que foi fuzilado por cerca de 40 criminosos, como uma espécie de vingança, já que a Polícia Militar teria impedido a realização de um baile funk na favela, onde seria comemorado o aniversário de Cachulé.

Depois de dois motoristas de aplicativo desaparecerem em Santa Cruz, morador do bairro também está sumido

Depois do sumiço de dois motoristas de aplicativo na comunidade da Reta da João 23, em Santa Cruz, nos últimos dias, um morador do bairro está desaparecido nas últimas 24 horas. Ele se chama Clevison Cesar, de 24 anos. A última informação é que ele disse que iria ao Recreio dos Bandeirantes catar material reciclável. O jovem foi visto pela última vez no BRT de Santa Cruz usando camisa de manga vermelhaç. Quem tiver informações pode ligar para (21) 97431-4167

TERESÓPOLIS: PMs adentraram clandestinamente na casa de suspeito de tráfico e ao encontrarem drogas, foram para a delegacia e atribuíram falsamente a ele a acusação de oferecer propina para não ir preso

Depois de dois anos, a Auditoria da Justiça Mlitar abriu processo contra quatro PMs suspeitos de invadirem a casa de um homem suspeito de tráfico de drogas em Teresópolis e depois te terem encontrado entorpecentes no local, atribuíram falsamente ao homem a acusação de ter oferecido propina para não ser preso. O fato ocorreu em 6 de março de 2023. Os PMs adentraram landestinamente, na casa da vítima B.M.S e lá permaneceram no local durante um tempo de acordo com imagems das câmeras corporais. Um outro policial ficou do lado de fora fazendo a segurança do perímetro. Os PMs foram até lá após receberem informações de que B.M.S estaria traficando no interior de sua casa,. Eles foram ao endereço sem realizar contato prévio com os moradores, Posteriormente, os PMs envolvidos mputaram a B.M.S -o crime de corrupção ativa, de que o sabiam inocente. Na ocasião, os agentes da lei após adentrarem o imóvel da vítima, realizaram revista domiciliar e localizaram diversas sacolas com drogas na laje da casa. Ato contínuo, os denunciados procederam à 110º DP para lavratura do auto de prisão em flagrante em razão da prática do crime de tráfico de drogas, mas declararam falsamente ter a vítima oferecido vantagem indevida para não ser conduzido à autoridade policial. Em razão das declarações prestadas pelos PMs, a autoridade policial instaurou o IP nº 110-01560/2023, que, posteriormente, originou a ação penal nº 0801935-48.2023.8.19.0001, tendo sido imputado a B.M.S, em ambos os feitos, o crime de corrupção ativa. Os PMs foram denunciados e respondem a processo por violação de domicílio e um outro processo por corrupção passiva. .

Processo judicial traz mais detalhes sobre como PMs furtaram fuzil abandonado por traficantes durante megaoperação na Penha e no Alemão (CV). Envolvidos queriam até posar para foto com a arma e a desmontaram para esconder em uma mochila

Processo na Justiça traz mais detalhes sobre como PMs envolvidos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 121 mortos furtaram um fuzil avaliado em cerca de R$ 30 mil deixado por traficantes durante um confronto. Na ocasião, os agentes de dentro do terreno da residência entraram em confronto armado com criminosos que ao se evadirem deixaram caído ao chão o fuzil citado. As imagens captadas por câmera corporal mostram que o PM Xaropinho denunciado S. arrecada o fuzil em questão, que se encontrava caído em plena via pública, sendo que, não é possível visualizar o que ocorre em seguida porque outro PM, Martins, obstrui sua câmera corporal visando garantir que a arrecadação do armamento não fosse devidamente registrada A câmera corporal portada pelo PM Coutinho, capta diálogo seu com o denunciado Marcelo em que aquele pergunta “eu vou tirar e colocar na minha mochila de novo, está separado, pode botar nesse daí?” Marcelo, então, questiona, “vou colocar lá atrás no banco, valeu? porque eu vou levar de novo, porque eu vou tirar e levar minha mochila de novo, tá separado”. Em seguida, Marcelo perguntou a Coutinho. “você colocou na sua mochila?”, ao que este responde: “está dividido, eu desmontei”. Depois, os PMs Marcelo e Renato determinam que Coutinho vá “tirar uma foto com ele lá” (se referindo ao fuzil e ao denunciado Xaropinho); ao que Coutinho responde que “tem muita gente aqui” e Xaropinho, então, afirma: “pô, tem que ir para um lugar deserto, colocar na caçamba”, complementando ainda: “lá pra cima tem umas ruas desertas dessas aí”. Logo após, os PMs ingressam em viatura não identificada quando, “pode ser ouvido som semelhante com manuseio de armamento, manuseio de ferrolho, alavanca de manejo ou até mesmo montagem de algumas peças”, o que torna evidente que os PMs , assim como tinham plena ciência do fuzil arrecadado e atuou, como todos os demais, na consumação do delito, eis que, o referido armamento jamais foi apresentado em sede policial.

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

Homem que defendeu um gari de uma briga com traficantes em Arraial do Cabo e agrediu um deles foi morto a pauladas mas assassinos sumiram com o corpo

A família de Márcio Pita, conhecido como Cuíco, segue em busca de informações que levem ao paradeiro do corpo. Ele está desaparecido desde o dia 30 de dezembro de 2025, no distrito de Monte Alto, em Arraial do Cabo. Segundo relatos de familiares e vizinhos, Márcio se envolveu em um desentendimento ao defender um amigo gari, envolvendo pessoas ligadas ao tráfico. Durante esse primeiro confronto, ele teria desferido um soco, nocauteando um dos envolvidos, que fugiu do local. Ainda de acordo com os relatos, horas depois, o mesmo indivíduo retornou acompanhado de outros homens. Márcio foi rendido dentro de casa e, conforme as informações repassadas, morto a pauladas. Após o homicídio, o corpo teria sido retirado da residência e levado para a região das dunas. Desde então, o paradeiro é desconhecido. Buscas estão sendo realizadas, mas até o momento o corpo não foi localizado. A família faz um apelo comovente: qualquer informação será mantida em absoluto sigilo. O desejo é apenas localizar o corpo para um enterro digno.📞 Informações: 21 99642-7254

Esse é o traficante responsável pela guerra em Belford Roxo

O traficante Raphael Linhares Chagas, conhecido como “Esquilo”, de 30 anos, que era apontado como liderança no Gogó do Bom Pastor, em Belford Roxo, e ligado ao TCP, teria dado um “golpe ” contra o traficante Wallace de Brito Trindade, o Lacosta da Serrinha, chefe do tráfico na região, e mudado de facção passando para o Comando Vermelho (CV) Há intensos confrontos armados no Gogó, e outros criminosos insatisfeitos com a liderança de Lacoste também teriam aderido à ruptura. O Terceiro Comando Puro (TCP), facção que domina partes de Belford Roxo, continua controlando o Gogo da Ema, mas o Comando Vermelho está constantemente, com a passagem do “Esquilo” para o CV, tentando dominar a localidade. Hoje a PM prendeu sete traficantes do Comando Vermelho que pretendiam invadir o Gogó. Os bandidos tinham até um drone. Contra “Esquilo”, consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções penais (VEP), Espécie de prisão: RecapturaTipo do Mandado Originário: Mandado de Prisão, Motivo: Fuga, onde cumpria pena pelo crime de Tráfico de Drogas.

Guerra entre o CV e a milícia aterroriza a Zona Oeste do Rio e inocentes pagam com a vida

A Zona Oeste do Rio de Janeiro vive uma guerra assustadora entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos. Quase toda semana ha notícias de ataques, homicídios, sequestros e desaparecimentos sendo que muitas das vítimas são inocentes. O Conando Vermelho briga contra duas milícias na região. Uma delas é o grupo liderado por Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL, sucessor de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho..que comanda áreas em Campo Grande, Santa Cruz, Cosmos, Paciência e Inhoaiba. A outra milícia que briga com o CV é a do Catiri, em Bangu, comandada por um criminoso conhecido como Montanha. Na noite de ontem, houve um ataque na Estrada do Tingui, em Campo Grande, Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas, entre elas uma mulher.Segundo relatos, o alvo dos atiradores era um miliciano conhecido como Nonô, que está entre os mortos. Circula na internet um vídeo que mostra Nonô morto e com.a legenda Tropa do RD, terror da melicia. RD é Rodney Lima de Freitas, um ex-miliciano que pulou para o CV e tem sido o principal responsável pelis ataques a redutos da milícia na região. Nesta semana três homens apareceram mortos na Avenida Brasil na altura da Vila Kennedy . Os relatos são de que eles teriam sido sequestesdos por milicianos por suposto envolvimento com.o CV e os corpos desovados no local. No final de semana passado, um motorista de Uber chamado Carlos Gilberto desapareceu ao fazer uma corrida para o Conjunto Liberdade na Reta da João 23, em Santa Cruz. Há denúncias que os milicianos da área costumam fazer isso com todas as pessoas que entram na comunidade e são suspeitas de morarem em regiões dominadas por facções rivais. Na semana passada, um confronto entre traficantes e milicianos deixou um homem morto no Catiri, em Bangu. O carro onde ele estava foi atingido por mais de 20 tiros. A Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) investiga o desaparecimento de Gilmar do Nascimento da Silva foi sequestrado por criminosos do Comando Vermelho (CV). Segundo relatos, ele é morador da Carobinha, em Campo Grande  e teria sido confundido com um integrante de milícia que atua na região. A vítima foi levada para um chamado “tribunal do tráfico” na favela da Vila Kennedy.Denúncias que estão sendo publicadas nas redes sociais apontam que traficantes do CV estariam sequestrando e matando  moradores da comunidade do Barbante, em Inhoaiba, que tenham.alguma relação com milicianos. Circulou a foto de um homem que teria sido uma das vítimas dos bandidos com.varios fuzis apontados para ele.Os criminosos mandaram  a fotografia dele para amigos e familiares   O rapaz que se chama Maycon teria sido morto.Além disso, denúncias apontam que moradores estariam sendo coagidos a repassar informações sobre a atuação de milicianos na região, sob ameaças de represálias. No ultimo dia 2, os traficantes tentaram matar um homem na região e acertaram dois inocentes. Um.deles, o pedreiro Ivan Ferreira dos Santos, de 58 anos, acabou morrendo. As ações são comandadas pelo traficante RD Ele gravou um video ” exibindo armamentos de uso restrito. Nas imagens,  ele faz declarações direcionadas aos moradores de Campo Grande, afirmando que práticas como cobranças e extorsões vão chegar ao fim. O conteúdo teria sido gravado após alguns integrantes ligados à maior milícia do RJ  romperem com o grupo e migrarem para o CV. Segundo relatos, a movimentação faz parte de uma tentativa do grupo de avançar sobre áreas de Campo Grande e ampliar sua atuação na Zona Oeste do Rio, com o objetivo de chegar a Santa Cruz, região historicamente associada ao Comando Vermelho, mas que há anos está sob controle da milícia. Procurada para falar sobre essa situação, a A Polícia Civil disse que  por meio de suas delegacias, especializadas e distritais, investiga de forma contínua a atuação de milícias e facções criminosas no estado do Rio de Janeiro.  Agentes realizam diligências, com trabalho de inteligência, para identificar e responsabilizar criminalmente os envolvidos. A instituição atua de forma integrada com a Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo, para coibir essa prática criminosa. A PM diz que está atenta às movimentações dos traficantes principalmente na tentativa de expansão para o Catiri e Carobinha e tem conseguido frustrar essas ações que tem resultado na prisão e morte de bandidos e na apreensão de fuzis  

Traficantes da Maré deram opção para envolvidos em morte de mulher no BRT: ou eram agredidos ou castigados

A Polícia Civil prendeu mais um dos envolvidos no assalto que terminou com a morte de Priscilla da Silva Almeida, de 40 anos, esfaqueada dentro de um ônibus do BRT na Avenida Brasil, Zona Norte do Rio, no último dia 25 de dezembro. O suspeito, Maurício Matheus, foi capturado em flagrante neste sábado (10) após cometer outro roubo com faca no mesmo sistema de transporte. Na delegacia, agentes da 21ª DP (Bonsucesso) reconheceram o criminoso pelas imagens das câmeras de segurança e confirmaram sua participação no ataque que tirou a vida de Priscilla. Durante o depoimento, Maurício revelou detalhes chocantes: contou que, logo após o crime, foi convocado junto com outros dois comparsas pelo chefe do tráfico do Parque União. Apenas ele e Rubens – já preso dias depois – compareceram. O terceiro, conhecido como Junior, segue foragido. Na reunião, segundo o preso, o criminoso ordenou que os dois assaltantes escolhessem se seriam agredidos ou castigados. Rubens, segundo ele, optou pela primeira opção. Ele foi preso quatro dias depois em um hospital e relatou ter sido espancado (assista ao vídeo no topo da reportagem). Já Maurício escolheu ser castigado e, segundo ele, passou dez dias dentro de um caixote apenas com a cabeça para fora sem se alimentar direito. Libertado no dia 5 de janeiro, ele foi preso dia 10 em flagrante por roubo.

Motorista de aplicativo sumiu após fazer corrida para área de milícia em Santa Cruz

Na madrugada do último domingo, um motorista de aplicativo chamado Carlos Gilberto pegou uma corrida para a Reta da João 23, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. No entanto, Carlos foi parado pelos milicianos e desde então não foi mais visto O carro dele foi encontrado carbonizadeo. Não é a primeira vez que os milicianos do Waguinho sequestram e matam o motorista da Uber ou entregador da Ifood, Há relatos de que uase toda semana eles vem fazendo essas covardias, quando eles não matam, eles espancam os trabalhadores de app. A dica é para motoristas da Uber, Ifood e 99, não pegarem corrida para os conjuntos da João XXlll, vão acabar perdendo a vida por causa de uma corrida de 20 reais. Alô, morador, denunciem os milicianos da João 23, para a DRACO, whatsapp: 2197908-4200

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