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denúncia

Caçado pelas autoridades por envolvimento em homicídios ligados a contravenção, ex-PM Sem Alma também responde por mortes em intervenção policial

Veja a ficha criminal do ex-PM Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, suspeito de envolvimento em diversos homicídios, todos cometidos em atividade de grupo de extermínio, decorrentes de disputa de poder e de territórios, visando a exploração de atividades ilícitas. 059-03267/2015 (Disparo de Arma de Fogo (Decreto Lei 3.688/41), 061-01904/2015 ( Artigo 129, caput, C/C Art. 25, ambos do Código Penal – Lesão Corporal Decorrente de Intervenção Policial), 059-05843/2021 (Artigo 121 n/f do Artigo 123, Inciso II, do CP- Morte por Intervenção de Agente do Estado), 060-04116/2021 (Art. 121 c/c Art. 23, II, do CP- Morte por Intervenção de Agente do Estado Autor), 060-04137/2021 (Artigo 121 §2º inciso VII do CP- Homicídio Provocado por Projétil de Arma de Fogo – Tentativa), 901-01042/2022 ( Artigo 121 do Código Penal. Homicídio Provocado por Projétil de Arma de Fogo), 901-01046/2022 (Artigo 121, § 2º, incisos I, IV e VIII, c/c 29, ambos do Código Penal – Homicídio Provocado por Projétil de Arma de Fogo),901-00747/2023 – Apreensão (outros), ]901-00748/2023 – Apreensão (outros). Sem Alma tinha em seu poder munições extraviados da Polícia Rodoviária Federal e Ministério do Exército ilegalmente, pois de acordo com o descrito pela Companhia Brasileira de Cartuchos, tais munições apreendidas foram adquiridas e encaminhadas aos mencionados órgãos. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site jurídicio Jusbrasil

Leia agora todos os detalhes do ataque a um morador de rua que teve o corpo queimado por um adolescente que se dizia adepto do nazismo. Ele disse que foi pago para fazer isso

Leia agora em detalhes como foi o ataque planejado contra um morador de rua no Pechincha, em Jacarepagá, que teve o corpo queimado por coquetéis molotov, caso que foi tramado um adolescente e o soldado do Exército Miguel Felipe. Segundo consta, o Laboratório de Operações Cibernéticas da Polícia Civil tomou conhecimento de que no dia 19/02/2025 uma pessoa em situação de rua foi atacada com o uso coquetel molotov e tal agressão foi transmitida, ao vivo, através do servidor da plataforma Discord denominado “696”. Realizadas investigações, foi verificado através de conversas explícitas entre frequentadores da Plataforma Discord, versando sobre um ataque a ser realizado contra um morador de rua. O relatório técnico acostado aos autos chegou à identificação do menor B.V.T.A como autor da agressão, Inclusive foi possível constatar que o ataque ocorreu numa distância de 550 metros de sua casa. Paralelo às investigações, consta que a avó e a irmã do adolescente desconfiaram de que algo pudesse ter ocorrido, diante do comportamento dele e, constataram os fatos ao verificarem o celular do menor, que, após, lhes confessou o atentado contra o morador de rua, quando, então, a família a 41ª Delegacia de Polícia para noticiar os fatos. O adolescente contou que criaram um grupo no Discord chamado “Evento foto no mendigo”onde os integrantes planejaram todo o atentado, como por exemplo: como iriam executar, quem seriam os autores, o instrumento que utilizariam para o crime, etc;. B teve a ideia de atear fogo em um mendigo e para executar seu plano chamou Miguel para participar do crime; Em um grupo russo, no telegram recebeu um PDF com instruções de como fazer um coquetel molotov. No dia 18/02/2025, por volta das 19h, ele comprou cerca de 4 litros de gasolina em um posto de combustíveis. Ele preparou preparou 3 garrafas de coquetel molotov. Para realizar o atentato, se vestiu com uma calça preta, tenis preto da adidas, uma camiseta azul, quase preta, uma balaclava de caveira e um óculos escuros de armação cinza, além de estar com uma mochila nas costas, onde havia um galão de gasolina, 3 molotovs e roupas para trocar após o ato criminoso. Marcou encontro com Miguel e avistaram o mendigo Eles prepararam uma call no discord para transmitir ao vivo o momento em que ateariam fogo no mendigo. A live possuía 221 pessoas assisitindo;. Ao se aproximar do morador de rua, o declarante constatou que ele era negro e por isso continuou com a empreitada criminosa, pois se o mesmo fosse branco, não cometeria o ato contra a vítima; B se aproximou do morador de rua, enquanto Miguel filmava toda a ação. O adolescente tirou de sua mochila 2 coqueteis molotov e atirou os dois em direção ao morador de rua; O morador de rua pegou fogo, tendo saído correndo e gritando por socorro, enquanto estava em chamas; Ele tinha a ideia de após jogar os coqueteis molotov, joga em seguida o galão de gasolina que estava na mochila do declarante, mas não teve tempo, pois o morador de rua correu em chamas; Depois, o adolescente e Miguel correram de volta até o ponto onde se encontraram onde aguardaram por cerca de 40 minutos, momento em que ambos trocaram de roupas, tendo Miguel ido embora de uber e o declarante andando para sua casa; Para praticar o referido ato contra o morador de rua, o declarante teve a promessa de receber a quantia de R$ 250,00 de “Andrey” e “Reduzir”, para que o declarante pudesse consertar a sua bicicleta. Ele não recebeu o valor de R$ 250,00. Disse que é adepto ao regime nazista alemão, que inclusive se automutilou com um corte onde fez referencia a uma suástica. Falou possuir possui em seu telefone celular diversas imagens de adolescentes que se auto mutilaram por sua ordem. Tais automutilações são chamadas de “plaquinhas. suas vítimas costumavam se automutilar por dinheiro, que era pago por “Perssy, Reduzir e Andrey. Em seu telefone celular existe diversos arquivos de abuso sexual infantojuvenil; Chegou a induzir uma menina de 12 anos a introduzir uma faca em sua vagina; Falou que Andrey” transferiu ao declarante a quantia de R$ 50,00 para que comprasse a gasolina utilizada no ato e recebeu o dinheiro pelo aplicativo “Z1 A avó disse que só tomou conhecimento a respeito dos fatos no dia, 19/02/2025. Seu genro contou para a declarante que havia um galão e uma garrafa, ambos contendo gasolina, em um “quartinho” que fica na garagem da casa dela, junto com uma camisa vermelha. O menor, a princípio, negou que fosse de sua propriedade. Mas sua irmã acessou o telefone do rapaz, momento em que viu um vídeo, em que ele estava de máscara e ateava fogo em um morador de rua, naquela madrugada do dia 18 pro dia 19 de fevereiro. Havia fotos de B com essa mesma máscara, com a legenda “horas antes do atentado”; As familiares, pelas conversas do aplicativo Discord, disseram acreditam que o jovem tenha sido pago para o ato por um indivíduo de nome “Andrey”, pois o menor dizia “Andrey, o limite da minha conta é de 455 reais”; A avó ficou muito desesperada com todo o ocorrido, e deixou que a irmã do rapaz continuasse analisando o telefone celular. A irmã viu também arquivos de “pornografia infantil” no celular de B; O militar Miguel Felipe se vangloriava o tempo todo dizendo: “Fizemos algo grande, todos no discord estão comentando”. A irmã confirmou que viu um video no celular do menor, em que ele estava de máscara ateando fogo em um morador de rua, enquanto o ato era filmado por Miguel. Além das mídias referentes ao crime apurado, havia também diversos arquivos de “pornografia infantil; Ela foi até o local do crime, que é próximo de sua casa eobservou que o chão estava todo queimado. O adolescente teria dito que o crime foi planejado e que foram pagos para fazer isso. O valor do pagamento foi de 750 reais para cada e que foi pago por um indivíduo de

Traficante Peixão (TCP) é suspeito de mandar construir quebra-molas em comunidades de Itaguaí. Pessoas de Parada de Lucas fizeram a obra mas se recusaram a dizer quem ordenou

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, é suspeito de estar envolvido na construção de quebra molas em comunidades dominadas pelo Terceiro Comando Puro ana na cidade de Itaguaí como Sase, Carvão e Jardim Ueda. Há cerca de três anos, PMs foram até o local e viram vários quebra molas instalados em uma das comunidades e que as pessoas que faziam a obra eram moradores de Parada de Lucas, um dos redutos de Peixão. Questionados pelos policiais de quem estava bancando a obra, os envolvidos disseram que não podiam dizer. A Prefeitura da cidade foi citada na investigação informando que não havia recebido solicitação para autorizar a construção de quebra-molas Uma empresa foi contratada para a entrega de cinco metros cúbicos de concreto supostamente pela associação de moradores. nenhuma solicitação para autorizar a instalação de quebra mols nos locais. O presidente da associações de moradores disse, no entanto, que jamais fez qualquer pedido para instalação de quebra-molas e que não conhecia as pessoas que estavam envolvidas na obra. Os quebra molas estavam dificultando o ir e vir de veículos que passavam pela região. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

Criança de quatro anos achada morta em Sepetiba foi assassinada. Polícia tem suspeito

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) busca obter informações que levem à localização e prisão de Emmanuel Pereira da Cruz, vulgo “Neguinho”, de 42 anos.  Ele é o principal suspeito de matar seu enteado Isaque Borges da Silva, de apenas 4 anos, em um apartamento na Estrada São Tarcísio  em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Segundo relatos de vizinhos à polícia, Emmanuel, que alugou o imóvel em 22 de janeiro, declarou que precisava do espaço para realizar consertos de bicicleta, pagando pelo aluguel R$ 400,00 reais, em dinheiro. Emmanuel e seu enteado Isaque chegaram ao apartamento na quarta-feira, 12 de fevereiro, onde ele afirmou tratar-se de seu filho. Testemunhas contaram à polícia que neste dia, ele colocou uma música em volume muito alto e que depois daquele dia não viram mais a criança. Entretanto, na manhã do dia 15, um cheiro forte exalava do imóvel, onde foi constatado a existência do cadáver da criança, em avançado estado de decomposição. Desde então, Emmanuel não foi mais visto.  Foi expedido um mandado de prisão, pela 4ª Vara Criminal da Comarca da Capital, pelo crime de Homicídio Qualificado, com pedido de prisão temporária. Com passagem pelo sistema penitenciário, em 2001,  ele teve liberdade condicional, em julho de 2003.  Os contatos do Disque Denuncia são: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Relatório confirma ordens de traficantes do CV da Penha e do Quitungo para execuções de pessoas suspeitas de serem informantes de facção rival. Veja quem comete esses crimes

Um relatório da Justiça confirma que traficantes do Comando Vermelho que agem no Complexo da Penha e na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, têm ordenado e realizado diversas execuções a indivíduos tidos como integrantes e/ou informantes da facção rival intitulada Terceiro Comando Puro (T.C.P), com o fim de expandir seus domínios para prática de ilícitos penais que habitualmente cometem. Segundo o documento, por meio de relatos de moradores das regiões dominadas pelo tráfico, além de diversas reportagens jornalísticas, é de conhecimento público que os criminosos mantêm um “poder paralelo” de julgamento de condutas, denominado “Tribunal do Tráfico” (fazendo uma alusão ao Poder Judiciário do Estado), onde eles, na posição de “juízes”, analisam a conduta de pessoas e a submetem a um julgamento (nada justo), onde decidem qual será a sentença daquele indivíduo (sentença de morte, em sua maioria). Os bandidos fazem uso de técnicas para se desfazer e ocultar os corpos das pessoas que são executadas (carbonizam, esquartejam, transportam para lugares de difícil acesso – como o interior de rios, canais, valas), com o intuito de inviabilizar a localização e identificação dos cadáveres e vestígios do crime, e, consequentemente, dos autores dos fatos delituosos, tolhendo as chances de elucidação por parte da polícia judiciária Os moradores de comunidades espalhadas pelo Estado, que, por vezes, se veem impedidos de transitar em algumas regiões ou até mesmo de visitarem parentes ou amigos que residem em “comunidades rivais”, sob pena de serem executados por criminosos de outra facção, sob alegação de serem X-9 informantes, delatores). A região tem como principais crimnosos, Doca e Pedro Bala, no comando do Complexo da Penha, e Belão, no Quitungo. Eles são detentores de grande poder bélico hierárquico dentro da traficância em que atuam e que dispõe de um alto número de criminosos que executam as ordens dadas por eles, dentre eles Charuto, Pitbull, Samuquinha e Gardenal. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça trancou inquérito contra policiais civis da delegacia de Casimiro de Abreu instaurado com base em relatório de inteligência que não foi apresentado. Servidores foram acusados de receber propina de empresário influente na cidade

O inquérito nº 404-00123/2024 foi instaurado contra policiais civis da delegacia de Casimiro de Abreu com base em um Relatório de Inteligência (RELINT), elaborado pela Subsecretaria de Inteligência de Polícia da Polícia Civil. Os agentes são suspeitos de crimes funcionais. A Justiça, no entanto, determinou o trancamento do inquérito alegando que o tal relatório jamais foi apresentado e foi elaborado a partir de informação de fonte absolutamente desconhecida. Segundo o depoimento de um homem que teria sido ameaçado por um empresário conhecido na cidade que teria inclusive contratos com a Prefeitura, este pagaria propina a servidores da unidade policial além de patrocinar churrascos e confraternizações na delegacia. O valor da suposta propina seria de R$ 100 mil ao mês, de acordo com o denunciante. Esse homem teria registrado queixa na delegacia sobre essas ameaças e disse que toda vez que ia na unidade saber como estavam as investigações, esse empresário aparecia depois por lá, inclusive cruzou com ele uma vez. O queixante disse que queria incluir nas investigações supostas ameaças feitas pela sobrinha do empresário via WhatsApp mas a delegada responsável disse que não era pertinentes. Ele contou que, com medo de morrer, comprou uma arma para se defender. No entanto, chegou a ser preso porque policiais militares receberam uma denúncia de que havia uma pessoa armada e disse que o tal empresário teria influência também com os PMs. Falou que foi preso de novo suspeito da receptação de uma motocicleta que não era dele e sim do irmão e foi levado para a delegacia por PMs que seriam supostamente seguranças privados do tal empresário. E que os policiais sabiam que a moto não seria dele. FONTE: Processo do TJRJ divulgado no site Jusbrasil e relatório da Polícia Civil

Veja modo de atuação de uma quadrilha de roubadores de celulares ligadas ao CV. Dinheiro das vendas dos aparelhos subraídos ajudava a financiar a caixinha da facção

Uma quadrilha que rouba telefones celulares e ainda praticava extorsões contra as vítimas, com o objetivo de desbloquear e revender os aparelhos é alvo de operação da Polícia Civil no RJ. O bando é ligado ao Comando Vermelho. Os agentes buscam cumprir 43 mandados de prisão na capital, Duque de Caxias, São João de Meriti, Barra do Piraí e também no estado de São Paulo. Até o momento, mais de 30 pessoas foram presas. MODUS OPERANDI O bando não apenas roubava os dispositivos, mas intimidava violentamente as vítimas para obter senhas e acessos. Os criminosos faziam ameaças diretas, intimidação psicológica e coação financeira, exigindo pagamentos ou informações sob a ameaça de represálias. A estratégia tornava a quadrilha ainda mais lucrativa, pois dispositivos desbloqueados têm maior valor de revenda e permitem o acesso a contas bancárias e aplicativos financeiros das vítimas. O primeiro ato da organização envolvia a subtração dos celulares em áreas de grande circulação, como Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil. Para garantir exclusividade no fornecimento, os líderes davam armas aos assaltantes, eliminando intermediários e estabelecendo vínculos diretos com traficantes que autorizavam os roubos em troca de parte dos lucros. Após os roubos, agia o núcleo de extorsão, que utilizava diversos métodos para coagir as vítimas a fornecerem senhas e acessos financeiros, como ameaças via aplicativos de mensagem ou SMS, uso de informações obtidas na dark web, golpes de phishing e pressão psicológica. Quando esses métodos falhavam, os celulares eram desmontados e vendidos como peças para assistências técnicas clandestinas. O grupo lavava o dinheiro obtido com a venda dos celulares desbloqueados e das extorsões. Os valores eram distribuídos entre contas bancárias de terceiros, dificultando o rastreamento, sacado em espécie e escondido em locais estratégicos e também como fonte de receita da “caixinha” do CV, que financia as atividades criminosas e disputas territoriais e garante pagamentos para parentes de faccionados, estejam eles presos ou em liberdade. Os bandidos envolvidos no esquema ostentavam luxo nas redes sociais, com a compra de bens de alto valor e festas financiadas pelo crime. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

“Vai morrer todo mundo!! Cadê o Rato:? Queremos o Rato! É o comando”. Leia detalhes do ataque à delegacia de Caxias. Teve policial baleado e torturado também

Relatório da Justiça dá detalhes sobre o ataque de traficantes do Comando Vermelho à 60ª DP (Campos Elíseos) ocorrido na noite do último sábado (15). Consta que, no dia 15/02/2025, policiais civis se encontravam na 60ª Delegacia de Polícia Civiil, quando, por volta de 22h50, após regresso de ronda relativa à Operação Torniquete foi avistada a frente da unidade policial tomada por homens encapuzados armados de fuzil, sendo entre 15 e 20 homens armados com armas de grosso calibre. Foi possível avistar que dentre eles estava o traficante conhecido com o vulgo “Joab”, chefe do tráfico de drogas da facção criminosa autodenominada “Comando Vermelho CV” na porta da delegacia, tendo ele verbalizado: “Perdeu, Perdeu, Cadê o Rato: A gente quer o Rato, Cadê o Rato?”. Na ocasião, Joab traficante se encontrava com fuzil e verbalizou ordem do Comando para os homens que estavam em sua companhia deflagrarem os tiros em direção ao interior da Delegacia e atentar contra a vida dos policiais presentes. Um dos agentes que estava no local imediatamente, sacou sua pistola, efetuou disparos e se abrigou no interior da sala dos delegados adjuntos, local em que permaneceu guarnecido na presença da autoridade policial de plantão. De dentro da sala, foi possível notar que as luzes se apagaram, provavelmente em decorrência de tiros no transformador. Outro policial ouviu gritos de um policial civil gritando de dor “Ai ai ai ai”Disse que os autores gritavam “É o comando! cadê o Rato? Vai morrer todo mundo! vai morrer tudo mundo! Cadê o Rato: Queremos o Rato! É o comando! O policial permaneceu abrigado na sala com o delegado, de onde foi possível, também, ouvir vozes que se aglomeravam na carceragem da unidade e, em nenhum momento, os tiros cessavam. Os autores atiravam granadas dentro da delegacia e muitos estrondos eram ouvidos, sendo pedidos de socorro, até que outro agente ouviu os tiros cessarem no interior da unidade. Após algum tempo, policiais militares chegaram na delegacia, ocasião em que foram encontrados policiais civis feridos, sendo prestado socorro.Um policial informou que reconheceu sem qualquer margem de dúvida o traficante Joab como o indivíduo que anunciou, armado de fuzil, na frente da 60ª DP, que buscava resgatar o traficante preso por policiais da unidade na manhã da mesma data, o “Rato. De acordo com o Policial Civil Cristiano, foi possível ouvir, de onde se encontrava na DP, os homens gritando que era para atacar e matar os policiais. Mais um agente relatou o exposto acima, e notou que alguns dos elementos se deslocaram para o segundo pavimento da delegacia, que foram destruindo tudo por onde passavam, arrombando as portas de diversas salas, que foi possível ouvir o barulho das portas sendo arrancadas e que um colega foi torturado pelos homens, a fim de que informasse a localização do vulgo Rato, tendo também visto o traficante de vulgo Joab dando ordens aos homens. Viu, ainda, os criminosos abrirem a carceragem e libertarem três presos custodiados na delegacia, ainda que tais custodiados não eram o alvo do bando. Ainda segundo o policial, os telefones celulares de dois colegas de corporação foram subtraídos, ficando eles feridos, sendo socorridos para um hospital. Com relação à autoria, de fato, como alegado pela defesa, nenhuma das testemunhas indicou qualquer ato de execução relacionado aos fatos aqui apurados por parte dos ora custodiados. Ao contrário, toda a ação foi executada diretamente por terceiros que ainda não foram presos. Os policiais narraram que os atiradores invadiram a delegacia verbalizando que ali estavam para resgatar o “Rato”, ora custodiado Rodolfo, o qual é apontado como líder do tráfico, de modo que todas as ações do grupo criminoso devem ser autorizadas por ele, atuando, portanto, como autor intelectual. Os fatos constantes do APF revelam a gravidade concreta do delito e altíssima periculosidade de Rato Rodolfo para a coletividade. Com efeito, há indícios de sua autoria intelectual (em razão de sua liderança na organização criminosa) em operação criminosa de resgate altamente organizada, com emprego de material bélico de alto potencial lesivo, dirigida a uma delegacia, atingindo a integridade física de agentes de segurança pública em serviço. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Leia detalhes da sentença que condenou dois traficantes do CV a 160 anos de prisão pela morte de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e deixou seis pessoas feridas em Três Rios em 2020. Alvo era uma das vítimas sobreviventes que pertencia ao TCP. Crime foi planejado. Cidade foi tomada por bandidos

Os condenados a 160 anos pelas mortes de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e que deixaram seis pessoas feridas em Três Rios em 2020, são Leonardo Félix de Freitas, o Léo Jack e Ualifer Medeiros de Araújo, vulgo Cagado, integrantes do Comando Vermelho. O motivo torpe, reconhecido pelos Jurados, tem por fundamento a disputa pelo tráfico de drogas na região, pertencendo os criminosos à Organização Criminosa Comando Vermelho. Um dos baleados pertencia ao Terceiro Comando Puro e era o alvo da ação. Os denunciados e o alvo já vinham tendo problemas anteriores em razão de pertencerem a organizações criminosas diversas e por disputarem a mercancia de drogas na mesma região. Na data dos fatos, as vítimas, seus familiares e amigos se encontravam comemorando o aniversário do alvo quando Leonardo e Ualifer chegaram de moto e passaram a disparar em direção a todos os presentes. Na Cidade de Três Rios, o tráfico de drogas já não mais permite ações isoladas. As comunidades locais estão corrompidas e as facções, arregimentadas por pessoas que nada têm a perder, avançam abruptamente, criando rotinas violentas com regimentos e regras que lhes são próprias. Caso contrariadas, a morte é certa, pelo que se convencionou chamar de ¿Tribunal do Tráfico¿. Léo Jack era um dos chefe do tráfico da cidade, contando com o auxílio de ¿Cagado. Contra Léo Jack consta anotação na Ficha de Antecedentes Criminais condenação transitada em julgado por tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na data de 20/04/2015, por acórdão condenatório. A pena foi cumprida apenas em 16/12/2020. A menina morta, Maria Alice de Freitas Neves, foi atingida por 18 disparos. O delito foi cometido durante o repouso noturno, por volta das 22h30, na Travessa Senhor dos Passos, nº 389, Casa 02, Ladeira das Palmeiras, Cidade de Três Rios, neste Estado. No caso, trata-se de área destinada à residência. Houve planejamento de todo o delito, representado pelo armamento empregado no crime, pelas roupas que visavam não permitir a identificação de cada qual, pela cobertura de outros membros faccionados e ainda não identificados e, principalmente, pela fuga com uma motocicleta. Inclusive, os autos apontam que um dos indivíduos passou anteriormente no local dos fatos, entre às 19h e 20h de 30 de junho de 2020, para averiguar as condições do local. A paz pública foi colocada em xeque com a conduta dos homicidas. Os moradores locais foram extremamente abalados com a ocorrência dos assassinatos. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Milicianos de Rio das Pedras são suspeitos de matarem homem por acreditar que ele repassava informações da quadrilha para o CV por ser cunhado de traficante

Os milicianos Gerlan, qtualmente preso, e Tipa, ambos de Rio das Pedras, tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de cometer um homicídio contra um homem que acreditavam ser informante do Comando Vermelho só porque ele era cunhado de um traficante. A vítima Emerson foi executada com diversos disparos de armas de fogo em plena luz do dia só porque os autores acreditavam que o rapaz repassava informações da milícia para o Comando Vermelho já que era cunhado do traficante Cenoura, da Cidade de Deus. Testemunhas disseram que os acusados são os assassinos porque quando cometeram o crime não estavam de rostos cobertos. Gerlan e Tipa são conhecidos na área como os executores da milícia. . O primeiro pilotava a moto usada no crime e Tipa, que estava na garupal desceu do veículo e efetuou os disparos que mataram Emerson. Logo depois, os autores fugiram FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)

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