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Comando Vermelho

Como o tráfico na Rocinha (CV) ramificou para São Gonçalo

Uma investigação de anos atrás revelou uma ramificação do tráfico da Rocinha em São Gonçalo.] O esquema passou a funcionar depois que uma mulher envolvida com o Comando Vermelho que morava na favela carioca se mudou para São Gonçalo e iniciou um relacionamento com um traficante que estava preso. Ela ajudava o bandido preso que usava celular na cadeia , e a auxiliá-lo em atos de traficância e outros crimes mais, na área do Complexo do Salgueiro. Em um diálogo, o traficante lamentou com a mulher a perda de meio quilo de cocaína e dois telefones celulares que estariam “entrando pra ele” no presídio, tendo a moça na conversa, prometido arranjar mais drogas para ele”; da “boa”, ou seja, de qualidade. Em outra conversa, o traficante pediu para a companheira buscar um fuzil. O diálogo em que o preso” citou o traficante “Corolla”, da Rocinha, durante uma conversa com a mulher, e o da moça propondo ao bandido a aquisição de drogas junto ao marido de uma amiga que seria um traficante morador de alguma favela entre Santa Teresa e Rio Comprido, reforçaram essa ligação que realmente havia entre o tráfico carioca e o gonçalense, O traficante, no entanto, mandou a mulher pegar drogas no Salgueiro mesmo já que ele mandava. A apuração revelou que o casal atuava como ‘longa manus’ dos traficantes chefões da Rocinha, Johny Bravo e Bambu ou Goiabada ‘, na cidade de São Gonçalo, onde gerenciavam pontos devenda de drogas sob a supervisão e as ordens dos chefes A investigação revelou ainda que interceptações e postagens em redes sociais mostramque a facção dispõe de pistolas, granadas e fuzis com aptidão para furar blindados e derrubar helicópteros, e que todo esse poder bélico tinha por objetivo garantir o sucesso da traficância nas áreas de domínio da quadrilha e impedir incursões das forças de segurança naqueles territórios. Para alcançar seus desideratos ilícitos, os traficantes de droga exibiam armamento deguerra. Com intuito de rechaçar as incursões das forças de segurança pública, os denunciados costumavam montar substancioso e violentíssimo esquema de contenção armada.

DRACO está monitorando chefões do tráfico na Vila Kennedy (CV)

Um inquérito da DRACO busca identificar o maior número possível de integrantes da quadrilha de traficantes da Vila Kennedy e as circunstâncias com que são praticados os crimes de roubo, sequestro e associação para a prática dos delitos na região A investigação aponta que a Vila Kennedy fica em uma área estratégica para o Comando Vermelho já que se situa próxima do Complexo Penitenciário de Bangu e a Avenida Brasil. Quando o inquérito foi aberto, houve uma intensficação do conflito entre facções criminosa principalmente contra as comunidades do Santo André E 48, áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Foram objetos de representação os celulares usados pelos traficantes vulgos Sombra e Tia Néia, apontados como líderes da quadrilha sendo que o segundo era o responsável pelos assuntos de guerra e administração das receitas oriundas das atividades ilícitas. Outros integrantes que tiveram os terminais interceptados foram Fabinho VK, Novinho, Andressa, Rômulo, Graxinha, Guilherme, Fiel, Joyce, Tiriça, Viviane,

Mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a instalar aplicativo criado pelo CV. Quem não usava, não podia trabalhar

Segundo a Polícia Civil, os mototaxistas da Vila Kennedy eram obrigados a se cadastrar no aplicativo criado por traficantes do Comando Vermelho.Só podia entrar na comunidade quem estava cadastrado no sistema. No aplicativo havia os dizeres: “O único aplicativo que passa pelas barricadas e deixa na porta de casa”. Circulou também uma mensagem ameaçadora.  “Só para lembrar que é para todo mundo baixar. Isso não é uma decisão minha e sim de força maior. Quem não baixar para se adaptar ao sistema pode parar de trabalhar”. Depois que os mototaxistas baixavam o aplicativo, quando a corrida era aceita, eles eram obrigados a repassar os valores para os traficantes.  O aplicativo funcionou por três meses e tinha 300 mototaxistas cadastrados.

CV criou um aplicativo de transporte clandestino na Zona Oeste do Rio

,Um esquema de transporte clandestino operado pela facção Comando Vermelho na comunidade da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio é alvo de operação hoje da Policia Civil. A investigação revelou que mototaxistas da região eram coagidos a instalar e utilizar um aplicativo desenvolvido pela facção, que funcionava como uma plataforma de mobilidade urbana com aparência legal, mas utilizada para financiar o tráfico de drogas. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A associação criminosa era formada por dois núcleos bem estruturados. O primeiro é responsável por coagir e controlar os profissionais do transporte alternativo, mediante ameaças e extorsões. O segundo é encarregado de receber e gerenciar os valores arrecadados, que eram integralmente revertidos ao chefe do tráfico local. As investigações apontaram que mais de 300 mototaxistas estavam cadastrados no sistema, gerando lucros mensais para a organização criminosa que podem chegar a R$ 1 milhão. Além disso, empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.Durante a operação, são cumpridos sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de fachada e residências localizadas na Zona Oeste do Rio, no município de Niterói e no interior do estado A ação — para desmantelar a estrutura logística e financeirausada pelo Comando Vermelho para explorar economicamente os profissionais e controlar territorialmente a mobilidade urbana na região

Saiba como foi operação no Morro do Urubu (CV) que terminou com dois mortos, dois feridos e fuzis apreendidos

Na última terca-feira, PMs fizeram uma operação no Morro do Urubu, em Pilares, na Zona Norte domRio que terminou com dois suspeitos mortos e dois baleados Na ócasiào, foram presos Ruan Felipe Maia, de 31 anos, contra ele constava um mandado de prisão; Leonardo da Silva Pereira, de 18; Silvio Santos Costa Júnior, de 22. Na ação, foi apreendido grande quantidade de armamentos e drogas. De posse de informações e durante a operação, equipes do Grupo de Ações Táticas (GAT) e equipe da P2, depararam com traficantes em conduta compatível com o crime de tráfico ilícito de entorpecentes. Ao perceberem a aproximação dos policiais, os criminosos empreenderam fuga em direção à área de mata, efetuando disparos de arma de fogo contra os policiais. Após a cessação do confronto, durante varredura no perímetro de mata, foram localizados com três criminosos os seguintes armamentos: 01 fuziL M4 Colt calibre 556; 01 fuziL M4 Colt Calibre 556; 01 fuziL M4 Colt Calibre 556; 33 munições calibre 556; 03 Carregadores de fuzil calibre 556; 15 Munições 9 mm; 01 pistola G17 Glock 9MM nº suprimido; 03 carregadores de pistola 9 mm; 01 granada, e seguintes materiais entorpecentes que serviram para as vendas na região: 41 Frascos de Lança-perfumes; 280 Tiras de Maconhas; 2036 Pinos de Cocaína; 53 Unidades de skank; 170 pedras de Cracks e 43 Ice. Em ato contínuo, com base em levantamento de inteligência, foi identificado que diversos criminosos fortemente armados estariam se escondendo no interior da Creche Municipal Vila dos Mineiros, situada nas imediações da área de mata. Diante das informações, as equipes deslocaram-se até o referido endereço, sendo novamente recebidas por disparos de arma de fogo. Após a estabilização dos disparos, foram encontrados quatro criminosos feridos, os quais foram prontamente socorridos ao Hospital Municipal Salgado Filho, sendo dois internados sob custódia policial P.H.SM.N, de 21 e C.A.A.B, de 21 e dois não resistiram aos ferimentos. Diante dos fatos, as equipes procederam à 24ª Delegacia de Polícia (Piedade) para apresentação da ocorrência, sendo posteriormente encaminhadas à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) para adoção das medidas legais cabíveis por parte da autoridade policial competente, onde foi confirmado um mandado de prisão contra o criminoso Ruan Felipe Maia, expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Tráfico de drogas. Ruan, Leonardo e Silvio Santos, foram autuados pelo crime de tráfico de drogas, Posse e Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito e associação para o tráfico, e foram encaminhados para unidades da SEAP/RJ, e já se encontram acautelados à disposição da Justiça, e foram classificados pelo sistema prisional, como sendo de “Alta Periculosidade”.

Justiça decreta mais uma vez a prisão preventiva de Doca por tentativa de homicídio durante guerra entre milícia e tráfico na Gardênia Azul (CV)

Sem revelar o nome da vítima e a data que ocorreu o crime, a Justiça decretou mais uma vez a prisão do traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, por homicídio tentado e lesão leve.  Além dele, são acusados os bandidos vulgos Gardenal, GL, China e Filezinho.  O crime ocorreu no contexto de guerra entre a milícia e o tráfico na região da Gardênia Azul, em Jacarepaguá  Os acusados são  apontados como integrantes do movimento dotráfico, da facção criminosa “Comando Vermelho”, que teria como líderes Doca e Gardenal. Três dos acusados – já respondem a pelo menos mais um processo na mesma vara judicial por crimes do mesmo tipo, que, igualmente, teriam sido praticados no contexto da disputa entre o tráfico e a milícia na região da Gardênia Azul, Zona Oeste da cidade. A exceção de GL e China, os demais acusados se encontram na condição de “procurados” no BNMP (Banco Nacional de Mandados de Prisão)

Saiba mais sobre traficante do CV que participou de ataque a QG do TCP em Cabo Frio e foi baleado e preso

Policiais militares realizaram uma operação, nesta quarta-feira (06), na localidade conhecida como “Boca do Mato”, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde conseguiram localizar e prender o traficante, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV),  e considerado de Alta Periculosidade, João Gabriel Figueiredo Marciano, vulgo “Haxixe ou Canelão do Tangará”, de 25 anos.  De posse de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAP), juntamente com equipe do Serviço Reservado (P/2), procederam ao Beco da Cristal, para verificar a venda de drogas onde ocorreu um confronto armado, sendo o criminoso “Haxixe”  baleado e socorrido para o Hospital Jardim Esperança, em Cabo Frio, onde ficou sob escolta policial.  Considerado um dos criminosos mais perigosos da região, ele é apontado como responsável pela execução de Paulo Henrique, de 24 anos, na madrugada do dia 10 de outubro de 2024, no bairro Tangará. Durante o ataque, uma criança de apenas 1 ano, filho da vítima, também foi baleada. Ele também é um dos envolvidos na tentativa de homicídio em Tangará, quando teria disparos diversos tiros contra a vítima, na porta de sua casa. Ele é um traficante conhecido por seu histórico violento e por suas atividades de alta periculosidade. Ele começou sua carreira criminosa no Terceiro Comando Puro (TCP), onde liderava o tráfico de drogas no Tangará. No entanto, em busca de mais poder, ele se aliou ao Comando Vermelho (CV), da comunidade Boca do Mato. Desde então, tem promovido uma série de execuções contra ex-aliados, demonstrando sua disposição para eliminar qualquer um que considere uma ameaça à sua nova posição.  Contra ele constavam dois mandados de prisão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio/TJRJ, pelo crime de Homicídio Qualificado. A VTR da P/2 do 25º BPM fora alvejada, porém equipes intactas, conduzirão à ocorrência à 126ªDP para registro e execução das medidas cabíveis sobre o caso.

Preso traficante do CV que expulsava famílias do Quitungo e alugava suas casas

Policiais militares do GAT do 16° BPM prenderam um traficante conhecido como ‘Orelha’, apontado como gerente do ltráfico no Quitungo (CV), em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio. Ele era responsável por expulsar famílias de suas residências e logo depois colocar os Imóveis disponíveis para aluguel O dinheiro eecebido seria destinado a facção.

Traficantes do TCP têm mais uma preventiva decretada suspeitos de tentar matar rival do CV no Terreirão

Os traficantes do.TCP vulgos RB e Chibata tiveram msis uma prisão preventiva decretada pela Justiça pela tentativa dr homicidio contra um rival do CV na comunidsde do.Terreirão, no.Recreio dos Bandeirantes. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, o comércio ilegal de drogas na comunidade do Terreirão, localizada no bairro do Recreio dos Bandeirantes, onde ocorreram os fatos narrados na denúncia, é disputado pelas facções rivais Comando Vermelho e TCP, numa intensa guerra com o intuito de que somente uma delas assuma o controle do tráfico nesta comunidade, e que Gabriel. teria sido mais uma vítima deste confronto. Consta nos autos que a vítima sobrevivente se encontra custodiada, prestou depoimento no dia 4 de abril qual afirmou que os ora denunciados “Chibata” e “RB” tentaram lhe matar no ano de 2023. Segundo a vítima, ela estava na Rua HW, no Recreio dos Bandeirantes, por volta de 10 horas, acompanhado por dois amigos, quando o “bonde do TCP” passou em um carro branco e os três ocupantes do veículo, todos armados, efetuaram disparos em sua direção.Gabriel informa que estava de costas quando sofreu o atentado e que foi alvejado por sete disparos de arma de fogo. Afirma ainda o depoente que conhecia os denunciados desde criança e que o crime foi motivado por disputa territorial, já que ele integra a facção rival Comando Vermelho.

Lacoste e Coelhão da Serrinha (TCP) são suspeitos de mais um homicídio

Nove traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, são suspeitos do homicidio de Wendel Coelho Galdino, vulgo Bigodinho, entre eles Lacoste e Coelhão. O crime foi cometido em 26 de junho de 2024, no interior da comunidade “Terço”, no bairro Madureira, dominada pela facção “Comando Vermelho”. A  autoridade policial imputalou aos investigados a morte da vítima em razão de guerra entre facções. Os integrantes da facção criminosa rival (TCP), que domina a Serrinha teriam organizado e determinado a invasão. No entanto, a Justiça negou o pedido de prisão preventiva alegando  não há elementos concretos, conforme aponta o Ministério Público, a ensejarem indícios suficientes de autoria a justificar adecretação da Prisão Preventiva, demandando outras diligências da Autoridade Policial. A Corte deteminou que baixem os autos à Delegacia para complementação das investigações.

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