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Comando Vermelho

Três moradores morreram baleados em tiroteio no Complexo do Chapadão (CV) e já estão identificados. Outros dois foram feridos

Três moradores morreram em tiroteio no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, neste domingo. Outros dois foram baleados mas estão fora de perigo. Eles foram identificados como Rafael Silva da Rosa, Luciano Teixeira da Silva e Lucio de Mendonça Luna. A Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada e investiga o caso. A Polícia Militar socorreu um ferido. Segundo a corporacão, os identificados pela Polícia Civil estão inseridos nos procedimentos investigativos correlatos. De acordo com a PM, na região, criminosos armados atiraram contra os policiais. Os policiais relataram que se abrigaram no veículo blindado e não reagiram à agressão.

Negociação de quadrilha com policiais civis para liberação de carregamento de toneladas de drogas teria girando em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões, diz PM. Agentes foram presos mas soltos este ano

O Ministério Público Estadual denunciou cinco integrantes de uma quadrilha que fornecia drogas para traficantes do Complexo do Alemão e que eram trasportadas em caminhões por via rodoviária. O bando teve um carregamento interceptado por policiais civis em agosto de 2023. Na ocasião, houve negociação para liberação da droga, que gerou em torno de R$ 1.500.000,00 e R$ 2.000.000,00 mas teria sido por um valor maior. Tudo isso com objetivo de com o fito de determiná-los a omitir ato de oficio, qual seja, a regular apreensão das drogas capturadas e realização do registro de ocorrência junto à Autoridade Policial com atribuição, sendo certo que, na realidade, negociou com os mesmos a entrega do material entorpecente. Houve também uma negociação de R$ 300 mil para a entrega do suposto X9 que teria dado a informação da carga para a polícia. O episódio levou a prisão de agentes da lei e de um advogado, que acabaram soltos este ano. A droga iria para o Complexo do Alemãq. Inclusive, integrantes do bando já estavam na favela Seriam cerca de dez toneladas de maconha, de acordo com o MP. A denúncia diz ainda que membros da quadrilha falavam em conversar com os traficantes Pezão, chefe do Alemão, e Doca, do Complexo da Penha.. “Os denunciados demonstraram ter livre acesso a personalidades conhecidas no submundo do crime organizado do Rio de Janeiro, sendo mencionadas nas conversas colhidas, reuniões com lideranças da facção Comando Vermelho (“Doca” e “Pezão””, diz a denúncia.

Jornalista diz que dois moradores morreram em tiroteio no Chapadão (CV). PM diz que ação deixou só um baleado

Segundo o repórter Bruno Assunção, dois moradores teriam morrido em um confronto no Complexo do Chapadão neste domingo. Um ficou ferido.Um deles se chamava Mário Lucio. Ele estava na localidade de Village junto de amigos quando foi atingido durante uma ação da PMERJ. Socorrido pelos militares, não resistiu aos ferimentos. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, neste domingo (21/9), de acordo com o comando do 41° BPM (Irajá), equipes da unidade realizaram uma ação para cobrir a realização de um evento de música não autorizado no Complexo de Comunidades do Chapadão, em Costa Barros. Na região, criminosos armados atiraram contra os policiais. Ainda de acordo com o comando da unidade, os policiais relataram que se abrigaram no veículo blindado e não reagiram à agressão. Um homem foi encontrado ferido e foi socorrido pelas equipes ao Hospital Carlos Chagas. O policiamento segue intensificado na região..

Novo chefe da maior milícia do RJ tem prisão decretada por homicídio com destruição e ocultação de cadáver por conta de guerra com facção criminosa

O novo chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, que tem os vulgos de PL e Jorjão, está com um mandado de prisão preventiva por um homicídio com destruição ou ocultação de cadáver, Foi narrado pelas testemunhas que a morte da vítima teria relação com guerra entre facção criminosa e milícia, da qual os denunciados seriam integrantes. De acordo com as investigações, a vítima Jonathas Vital da Silva teria desaparecido após realizar compras em um supermercado no bairro de Santa Cruz, no trajeto para sua residência, na Favela do Rola. A companheira da vítima informou que a aguardava retornar das compras quando milicianos da região, rodos na posse de armas longas, compareceram no local na posse dos telefones celulares da vítima e determinaram que essa os desbloqueasse. Após, os indivíduos teriam revirado a casa e levado alguns bens da vítima, dentre os quais o cartão do banco. Novamente inquirida, a testemunha confirmou o suposto envolvimento de milicianos com o desaparecimento. Com isso, se impõe a necessidade de preservação da fonte testemunhal de prova, com a garantia de um ambiente de tranquilidade, livre de qualquer influência ou temor, que certamente seria impossível de garantir, senão pela manutenção de sua custódia cautelar. A prisão preventiva dos denunciados se mostra necessária, ainda, para garantia da ordem pública diante da gravidade dos crimes praticados de forma audaciosa, o que incute na população temor e incerteza quanto à intervenção do poder público em solucionar a situação de violência que aterroriza a população. “vítima teria sido morta em decorrência de disputa entre milícia, da qual PL seria integrante, e facção criminosa rival, o que demonstra atuação de organização criminosa, com potencial de reiteração delitiva e ameaça à ordem pública. Nesse contexto, a conduta atribuída ao acusado não indica um fato isolado, mas sim de possível atuação dentro de estrutura criminosa armada e violenta”, dizem os ajutos.

Líder de invasão a hospital em Santa Cruz caiu em cobrança interna da maior milícia do RJ

O miliciano morto depois de ter comandado a invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, tinha o vulgo de Orelha e se chamava Erlan Oliveira de Araújo. Ele era o segundo na hierarquia da comunidade Nova Jérsei, em Paciência, atrás de Japa, que foi o alvo dos criminoso na unidade de saúde. Orelha caiu na cobrança interna e foi morto ontem a noite no Gouvêia. Foi ele quem montou uma operação e invadiu o hospital Pedro ll, para tentar matar o Japa. Mas como não conseguiu e a ação teve grande repercussão na mídia, os chefes da maior milícia do RJ, PL e Naval,não gostasram e decidiram mandar executá-lo. Japa por três vezes escapou de ser morto. Primeiro na Nova Jérsei por milicianos ligados a Juninho Varão, depois pelos próprios comparsas no Gouveia e, por último, no hospital. A polícia tem a informação de que ele estaria passando informações para o Comando Vermelho.

Conheça a hierarquia do tráfico do CV em comunidades de Brás de Pina

Investigalçao revela que os traficantes Belão e Caio são os frentes das comunidades do Quitungo e Guaporé, em Brás de Pina, sendo homens de confiança do criminoso conhecido como Gadernal, que atua em associação com Doca do Complexo da Penha, chefão do Comando Vermelho. O Complexo de Comunidades da Penha, hoje, funciona como verdadeiro quartel-general (QG) do crime organizado Comando Vermelho. Os crimes que levam a assinatura do Comando vermelho no estado, via de regra, possuem como ponto de contato o nome de Doca tamanha é a sua ingerência nos rumos da facção; Apesar de Doca, estar homiziado no Complexo da Penha, possui influência determinante nos rumos do tráfico de drogas nas comunidades do Quitungo, Guaporé e Tinta. Abaixo dele está Gardenal, sendo o líder direto atuante no financiamento da invasão das comunidades do Quitungo, Guaporé e Tinta juntamente com os outros lideres do financiamento na guerra contra os milicianos na época. Os soldados/ atividades, vapores e “radinhos” do tráfico de drogas do Quitungo e Guaporé recebem ordens diretamente de Caio, Os gerentes e seguranças são Parazão, Xereca, Cantor ou Matador e Caveirinha, sendo este último responsável pela maconha. Tem ainda o Novinho, encarregado do crack. Tem ainda Kaio ou Bigodinho (segurança), Da Maluquinha (atividade), Cabeludo (atividade), Dragãozinho (radinho), FP (atividade), Mais Alto (atividade), Chegou a ocorrer na região uma guerra entre o CV e o TCP com o intuito de expandir seus domínios, assim ganhando maior poder e lucrando com a venda de drogas e exploração de outros serviços como gás e internet. A cúpula do CV é responsável por ordenar os ataques ao TCP, inclusive com o uso de Drones carregados com granadas.

Fuzis apreendidos no Mandela (CV) tinham a marca de traficante que foi expulso da facção, apanhou na cadeia mas foi reconduzido ao grupo. RELEMBRE

O BOPE apreendeu ontem na comunidade do Mandela (CV), na Zona Norte do Rio. 3 fuzis, 1 pistola, carregadores e farto material entorpecente. Em destaque nas armas as frases “220” e “MGH” nos fuzis, em alusão ao traficante Choque do Manguinhos, que retomou o poder da comunidade em janeiro de 2024 Para quem não lembra, em janeiro de 2022, Choque foi brutalmente espancado pelos próprios comparsas em Bangu 3, ala do Comando Vermelho na prisão. Além de ter sido expulso da facção, o criminoso perdeu a comunidade do Manguinhos para os traficantes Abelha e Corolla. Mas, no fim de 2023, Choque foi novamente aceito no Comando Vermelho e retomou o poder do Manguinhos. No mesmo ano, Abelha perdeu o cargo de um dos chefes do Manguinhos e foi “rebaixado” na hierarquia da facção. Na época, postamos tudo em nossa página. Cronologia do caso Choque:

De mero traficante do CV a contador do TCP na Maré, confira a evolução de bandido no crime

Confira agora a história de um traficante que era do Comando Vermelho, passou pela milícia e se tornou um dos principais integrantes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré. Segundo a Justiça do Rio, Pablo atuava no tráfico na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, reduto do Comando Vermelho. Ele teria se desentendido com traficantes locais, fugindo daquela comunidade com dinheiro do tráfico, passando a morar em Nova Iguaçu, onde também teve problemas com a milícia local. Foi quando, então, por intermédio do vulgo “Bebezão”, Pablo se mudou para Vila do João, comunidade dominada pelo “TCP, passando a atuar no tráfico como contador. Ele teria conquistado prestígio na organização, elevando se na hierarquia do crime, passando de depositante a responsável pela cooptação de moradores da região para realização de depósitos fracionados da comunidade. Em fotos divulgadas nas redes sociais, ele pousou com armas, drogas, dinheiro e em companhia de outros traficantes da Vila do João, inclusive acenando com gestos representativos da organização criminosa “Terceiro Comando Puro” — TCP,

Um dos chefes do TCP na Maré tem atuação destacada para além dos limites territoriais da favela. Veja seu poder

Um dos chefes do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo da Maré, o traficante Bill, Negão ou Mangolé tem atuação junto à facção criminosa para além dos limites territoriais deste conjunto de favelas. A investigação revelou que Mangolé tem influência, por exemplo, no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, uma das poucas comunidades na Zona Sul controlada pelo TCP. O bandido também chegou a oferecer apoio financeiro e bélico para a quadrilha do traficante Pai da Alma na guerra contra o Comando Vermelho pela comunidade da Vila Candosa, em São Gonçalo, no início desta década. Bill também cedeu “soldados” para o confronto com o Comando Vermelho na última guerra de facções na cidade de Niterói, mais especificamente no Morro do Estado. Em agosto de 2020, imagens mostraram uma uma festa no Complexo da Maré, na porção dominada pelo “TCP”, em que várias lideranças do tráfico daquele complexo de comunidades apareceram escoltados por seus “seguranças”, dentre eles Mangolé, Nas redes sociais, constantes são as postagens de apologia que fazem referência à liderança de “Bill” na comunidade. Um cordão de Bill faz apologia ao tráfico de drogas e tem o mapa do Complexo da Maré dentro do mapa do Brasil Em outras postagens há a comemoração ao aniversário do líder, inclusive com “música” enaltecendo o criminoso e foto de criminosos armados com referência ao líder e à localidade Vila dos Pinheiros. Mangolé ainda emite as ordens da organização criminosa paras atos de depósitos identificados como provenientes de moradores das comunidades dominadas pelo por ele, os quais são realizados para aquisição de drogas e armas para o grupo.

Traficante do CV condenado a 24 anos de prisão pelo assassinato de vereador em São Gonçalo cobrou satisfações das testemunhas do processo, que ficaram apavoradas

O traficante Sucesso que foi condenado essa semana a 24 anos de cadeia pela morte do vereador Aldecyr Maldonado em 2023 em São Gonçalo cobrou satisfações das testemunhas do presente processo, que restaram acuadas e apavoradas. O bandido imbuído de uma autoridade que não tinha, no dia dos fatos, atuava como verdadeiro “xerife” na localidade A vítima, por sua vez, morador antigo do município, desempenhava a legislatura municipal, em favor de uma sociedade democrática, consoante previsto na Constituição Federal de e era querido por todos. Um representante do povo foi morto em razão desse verdadeiro cenário de guerra. Sucesso, após o crime, comentou em suas redes sociais com a mãe de sua filha sobre a autoria do presente crime, com total desprezo à vida humana.Ele possu[ia posição de destaque e importância no organograma do tráfico de drogas local, dominado pela facção criminosa Comando Vermelho , sendo certo que fugiu do local após o crime e não sofreu qualquer represália da facção, o que demonstra o seu grau de comando dentro da mesma.

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