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Comando Vermelho

Operação mira cúpula do CV no Rio

Em uma grande resposta ao crime organizado, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) representou pela prisão dos chefões e de outros membros da facção narcoterrorista Comando Vermelho por integrarem um grande esquema de roubo de veículos no estado fluminense. Nesta terça-feira (07/10), agentes da 53ª DP (Mesquita) e da 18ª DP (Praça da Bandeira) estão nas ruas para cumprir 20 mandados de prisão preventiva contra integrantes do grupo. A ação emblemática é um importante passo da Polícia Civil para responsabilizar essas lideranças, com a aplicação da chamada Teoria do Domínio Final do Fato. O intenso trabalho investigativo, que durou dois anos, identificou uma complexa teia de atividades ilícitas que financiam a facção. Cada criminoso tinha uma função específica para a execução dos roubos, sendo os veículos levados para comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com autorização dos chefes locais e ciência de toda a estrutura da facção. O roubo de veículos representa uma das principais fontes de financiamento da organização criminosa, justamente pela alta rentabilidade e liquidez desse tipo de crime. Os indiciados são: Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira-Mar”;Ricardo Chaves de Castro Lima, o “Fú”;Márcio Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”;Ocimar Nunes Robert, o “Barbozinha”;Paulo César Batista de Castro, o “Paulinhozinho”;Cláudio Augusto dos Santos, o “Jiló”;Marcus Vinícius da Silva, o “Lambari”;Márcio Gomes de Medeiros Roque, o “Marcinho da Paula Ramos”;Juan Roberto Figueira da Silva, o “Cocão”;Durval de Araújo Alexandre, vulgo “Ratinho” ou “Rato Velho”;Jefferson Luiz Rangel Marconi;Adriano Barbosa de Souza, o “Graxinha”;  Leandro Daniel de Souza Araújo;Lucas Emanuel da Silva Claudino, o “Natureza”;Anderson da Conceição Rocha, o “Adidas” ou “Gazela”;William Sousa Guedes, o “Corolla” ou “Chacota”;Marcelo Bastos Fernandes, o “Ratinho”;  Adriano Souza Freitas, o “Chico Bento”;Raphael Felisberto da Silva’, o “Pivete”;e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha, o “Abelha”. Com provas contundentes, após investigação meticulosa, a autoridade policial utilizou-se da medida que permite responsabilizar não apenas os autores imediatos dos roubos, mas também as lideranças que, mesmo sem participar da execução direta, são os verdadeiros articuladores desses crimes e se beneficiam do resultado criminoso, tendo o domínio da ação delituosa. Parte deles já está presa, e os mandados serão cumpridos no sistema penitenciário. Os demais estão foragidos da Justiça. A ação representa um divisor de águas na garantia da responsabilização dos atos transgressores, abrindo precedente para adoção dessa teoria por todas as delegacias de polícia do estado contra as chefias das organizações criminosas, que, até então, saíam ilesas. Com essas prisões, os integrantes que já se encontram presos, passam a ter prejudicada qualquer possibilidade de soltura com base em progressão de regime ou outro benefício legal. A polícia prossegue na investigação buscando a localização dos demais membros que estão soltos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficantes do TCP atacaram a tiros baile funk em área do CV em Caxias e provocaram pânico e correria

Traficantes do Terceiro Comando Puro acabaram a tiros com um baile funk que era realizado em uma localidade conhecida como Cantão, em Duque de Caxias, área dominada pelo Comando Vermelho na madrugada de ontem (5). As pessoas que estavam no baile saíram correndo pelas ruas ao entorno da praça. Vídeos divulgados na interrnet mostraram o pânico. O ataque ocorreu como forma de represália do TCP a um baque sofrido na semana passada pelos traficantes de Nova Campinas (CV) na comunidade do Massapê quando um bandido morreu e outro ficou baleado. Havia sido montada uma grande estrutura para oe vento denominado Arena Leão, praça essa que foi recém-inaugurada. Havia até camarotes no valor de R$ 250, segundo relatos. Os invasores até barraram os banheiros químicos antes do baile começar, As rajadas de tiros foram ouvidas em outros bairros da cidade como Vila Maria Helena, Vila Urussaí, Jardim Anhangá e Parada Morabi. Foram muitos mesmo, mas graças a Deus não morreu ninguém mas os moradores nem conseguiram dormir por conta do som alto, imagine depois dos tiros na cabeça só passava pensando como deveriam está as pessoas feridas precisando de socorro foi triste ver oque se tornou nosso cantão tranquilo, disse um morador. Eu já imaginava que isso poderia acontecer devido o ocorrido na semana passada. Foi muita imprudência realizar o baile. Houve muita gente correndo pulando os muros das casas, disse outro. Muitos tiros , acordei com isso , estavam na frente da minha casa , que nervoso pareciam estar no meu quintal. Foram muitos tiros mesmo.Um bairro tão bom ,agora esse terror no Parque Paulista, escreveu uma moradora. Meu vizinho saindo pra trabalhar nesse horário passou pelo corre corre.q Deus proteja a TDS moradores, contou outra. FONTE: Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

Traficantes do CV do Rio são suspeitos de extorsão na Bahia

Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), em conjunto com a Polícia Civil da Bahia fazem uma operação, nesta segunda-feira (06/10) contra integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Os narcotraficantes são responsáveis por extorsões no estado nordestino. Os mandados de prisão e de busca e apreensão são cumpridos em endereços da Zona Norte do Rio e, até o momento, uma pessoa foi presa. De acordo com as investigações, o grupo era responsável por extorsões, mediante a cárcere privado. Os crimes eram cometidos na Bahia. O criminoso preso nesta segunda, foi capturado com tornozeleira eletrônica e possui extensa ficha criminal, com diversas passagens por crimes graves praticados ao longo de duas décadas. Ele acumula anotações por roubos, a transeuntes e a residências, além de roubo de carga, tráfico e associação para o tráfico de drogas, receptação, desobediência e lesão corporal causada por atropelamento. As diligências estão em andamento nos bairros do Jacaré, Triagem e Maria da Graça. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Chefe do CV em comunidade de Belo Horizonte foi preso quando ia para a Rocinha

PMs do Rio com apoio de policiais de Minas Gerais prenderam no último sábado (04), na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, o criminoso, membro de Organização Narcoterrorista Comando Vermelho, Rafael Kennedy de Souza, mais conhecido como “Macaco Louco”, de 32 anos, que é  chefe do tráfico de drogas no bairro Primeiro de Maio, Região Norte de Belo Horizonte. Ele foi preso quando se dirigia à Favela da Rocinha, Zona Sul do Rio, onde estava se escondendo.  Autor e mandante de vários homicídios na região onde controla a venda de drogas, ele é  considerado um criminoso de alta periculosidade, e alvo prioritário do 13º BPM/PMMG.  Contra ele constava um Mandado de Prisão, expedido pela 3ª Vara de Tóxicos, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Comarca de Belo Horizonte/TJMG, espécie de prisão: Definitiva decorrente de condenação transitada em julgado, pelo crime de Tráfico de Drogas, com pena restante: 05 anos e 3 meses, em Regime prisional: Fechado.  Diante dos fatos, o criminoso foi levado à 16ª DP (Barra da Tijuca), onde foi confirmado o mandado de prisão e onde foram tomadas as medidas cabíveis sobre o caso e, posteriormente, ele foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça de Minas Gerais.  FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia   

Ônibus foram incendiados por ordem de bandidos em Vargem Grande

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), neste sábado (04/10), policiais da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, na altura de Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. No local, as equipes encontraram dois coletivos incendiados, em pontos distintos da via. Segundo informações, indivíduos armados bloquearam a pista com os veículos, atearam fogo e fugiram. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas. As equipes realizaram buscas pelos responsáveis, mas os criminosos não foram localizados. O policiamento foi reforçado em toda a área. A ocorrência foi registrada na 42ª DP. Segundo relatos, a ordem para atacar os coletivos teria partido do traficante vulgo GB, que é o líder do Terceiro Comando Puro na região. Cricula boatos de que uma guerra pode estourar a qualquer momento na área, recentemente bandidos do Complexo da Maré e Complexo de Israel e Complexo da Serrinha (TCP) foram reforçar as comunidades de Vargem Grande, enquanto bandidos da Cidade de Deus, Complexo da Penha, Gardênia Azul e Praça Seca (CV) foram reforçar Vargem Pequena, onde se concentram as comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. FONTE: PMERJ e Grupo Submundo Criminal (Telegram)

Ataque de traficantes do TCP deixou três baleados na Tijuca

Três pessoas foram baleadas na tarde deste sábado na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Segundo relatos, bandidos do Morro da Casa Branca (TCP) foram até uma oficina localizada na Rua São Miguel, área que fica entre os morros do Borel e da Casa Branca. Ao chegarem no local, os criminosos efetuaram diversos disparos para dentro da oficina. Informações dão conta de que os traficantes teriam recebido a notícia de que um rival do Borel (CV) estaria escondido no local. Uma das pessoas baleadas está em estado grave e foi socorrida para uma unidade de saúde próxima. Moradores relatam que os feridos não têm qualquer envolvimento com o tráfico, podendo ter sido vítimas de confusão. A situação gerou pânico. Imagens de uma câmera de segurança mostraram o momento em que um criminoso efetuou diversos disparos de fuz!l em direção aos rapazes que estavam em cima de motos que estavam no estabelecimento. A Polícia Militar reforçou o patrulhamento na região. A tensão entre facções na região da Tijuca vem crescendo, principalmente em áreas de divisa entre comunidades dominadas por grupos rivais. Moradores vivem sob constante medo de novos confrontos. FONTE: Grupo Pega Visão RJ (Telegram)

Tribunal de Justiça do RJ reúne em seu site detalhes da investigação sobre a atuação do CV em Petrópolis, quadrilha que foi alvo de operação ontem do MPRJ e da Polícia Civil. CONFIRA TUDO QUE FOI DIVULGADO

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou em seu site informações a respeito da investigação sobre a atuação do Comando Vermelho em Petrópolis, que foi alvo ontem de uma operação do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil. A apuração começou depois da prisão de um traficante conhecido como Kayky que confirmou que as drogas eram fornecidas por um bandido vulgo Nóia e declarou que ambos atuavam sob o comando de Macumbinha recebendo pagamentos semanais por suas atividades ilícitas.Diante destas informações, foi deferida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Petrópolis a quebra de sigilo dos dados do telefone celular de Kayky possibilitando a extração e análise dos arquivos do aparelho. A análise dos dados, notadamente das conversas no aplicativo WhatsApp, evidenciou a existência de associação criminosa voltada para a prática do tráfico de drogas no bairro Madame Machado, coordenada pelo grupo denominado “Anotações”, composto por Kayky, “Junior”, “Primo” e outros 26 membros. Ficou constatado que o grupo “Anotações”, sob o comando de “Primo”, coordenava a distribuição de drogas da comunidade para outros traficantes e usuários, sendo Kayky e “Junior” responsáveis pela entrega na região de Itaipava, sempre prestando contas a “Primo”. A análise das conversas revelou a utilização de um email como chave PIX para recebimento de valores oriundos do tráfico, cuja investigação permitiu identificar que tal conta e o terminal pertenciam a Macumbinha. O material obtido da conta de e-mail de “Macumbinha” demonstrou de forma clara e inequívoca a participação direta do acusado na associação criminosa, bem como sua liderança em diversos grupos criminosos, sempre coordenando o tráfico e o armazenamento de drogas. Macumbinha possuía recentemente dois aparelhos celulares, iPhone 13 e Xiaomi Redmi 13C, associados a novas contas de e-mail, permitindo rastrear suas comunicações e a estrutura de comando do grupo criminoso. A análise das mensagens extraídas dos celulares evidenciou o fluxo do tráfico de drogas, desde o transporte até a distribuição final aos traficantes locais, demonstrando amplo acesso a armas de fogo e retaliação a inimigos. Dentre os operadores do grupo, destacam-se Nem, primo de Macumbinha, responsável pelo transporte de drogas entre Parque União e Petrópolis, e Nóia, encarregado pelo armazenamento e distribuição em Madame Machado. A prisão de um traficante chamado Marcos VInicius confirmou as informações e sua atuação associada à facção Comando Vermelho e o monitoramento policial via grupo de WhatsApp denominado “Madame Jogo10”. A associação conta com a colaboração de um PM , que recebe pagamentos do grupo e informa a posição das viaturas, inclusive com a instalação de GPS em veículo policial, evidenciando a complexidade e a organização da rede criminosa. Ao todo, foram identificados 54 traficantes associados e dois colaboradores, incluindo o Policial Militar, atuantes nas localidades dominadas por “Macumbinha. A análise conjunta das provas demonstra a existência de uma estrutura organizada, hierarquizada e coesa, composta por liderança, gerência geral, gerentes de área, pilotos e “vapores”, atuando de forma coordenada na distribuição, comercialização e controle financeiro das drogas na região de Madame Machado, Nogueira, Secretário, Araras, em Petrópolis. Restou evidenciado, portanto, que todos os acusados integraram associação criminosa voltada ao tráfico de drogas, com divisão clara de funções, controle logístico de estoques, distribuição de drogas e arrecadação de valores. A rede de distribuição de drogas é liderada por Macumbinha, que coordena todas as atividades ilícitas, incluindo compra, transporte, armazenamento, venda de drogas e movimentação financeira dos lucros. A organização atua em diversas localidades de Petrópolis, nas regiões de Nogueira, Araras, Secretário e Madame Machado, mantendo uma estrutura hierarquizada e funções definidas para cada integrante. Nucleo Madame Machado Nóia – – ocupa a posição de “gerente geral” do núcleo de Madame Machado, atuando como braço direito de “Macumbinha” e sendo responsável pela distribuição de drogas na Região Serrana. Ele recebe entorpecentes provenientes da comunidade do Parque União e os armazena em pontos restritos denominados “tretas”, localizados em Madame Machado, de onde são retiradas as cargas sob ordens de “Macumbinha”. Ele é responsável por retirar as metas semanais estabelecidas por “Macumbinha” e distribuí-las aos “pilotos do tráfico”, que redistribuem as drogas para toda a região de Itaipava, incluindo os gerentes locais. Mantém o controle da contabilidade de todos os gerentes do tráfico em Madame Machado, recebendo prestações de contas – no jargão criminal, “batendo o caderno” – assegurando a organização financeira da associação criminosa. Também comercializa sua própria carga de drogas, fato evidenciado pelos pagamentos efetuados de sua conta bancária para a conta utilizada por “Macumbinha”, registrada em nome de seu primo Nem”, evidenciando articulação financeira e operacional entre os membros da organização. Além das funções de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas, é responsável pelo recolhimento do dinheiro em espécie proveniente das vendas realizadas pelos gerentes e demais traficantes da região de Madame Machado. Parte do lucro obtido com a comercialização das drogas é transferida diretamente por cada traficante para a conta indicada por “Macumbinha”, enquanto outra parte é recolhida em espécie por pessoas de confiança em cada região. Na localidade de Madame Machado, Nóia centraliza o recolhimento dos valores, encaminhando posteriormente o montante ao acusado Flávio da Silva encarregado de efetuar depósitos em diversas contas bancárias indicadas por “Macumbinha”. A análise dos dados extraídos do terminal evidenciou anotações detalhadas sobre cargas adquiridas, valores pagos e montantes ainda em aberto, fornecendo controle completo da contabilidade dos traficantes da região. As informações são constantemente enviadas por “Macumbinha a Nóia assegurando a supervisão direta do líder sobre todas as transações e movimentações financeiras da associação criminosa. oram encontrados comprovantes de depósitos enviados por Nóia a Macumbinha evidenciando pagamentos efetuados para a aquisição de sua própria carga de drogas. Sapex – atua como gerente de área da região de Madame Machado, contando com “vapores” que trabalham diretamente para ele. Realiza repasses de parte do lucro da venda de drogas em espécie a Nóia e efetua transferências via Pix diretamente para “Macumbinha”, demonstrando vínculo financeiro e hierárquico com a liderança da organização. Conversas extraídas do terminal de Sapex evidenciam o controle detalhado sobre as vendas e valores devidos, bem como o repasse de

Traficante do CV chefe da quadrilha alvo de operação ontem foi acusado de ameaçar gerente de provedor de internet em Petrópolis de botar fogo em equipamentos se não pagasse taxa

O chefe da quadrilha de traficantes do Comando Vermelho que atua na Região Serrana alvo de operação ontem, o vulgo Macumbinha, foi acusado há alguns anos de ligar para o gerente de uma empresa que fornecia sinal de internet exigindo uma quantia em dinheiro da firma para continuar com o serviço, segundo o depoimento de uma testemunha à polícia. O traficante disse que se não fosse pago um valor, ele determinaria que fosse colocado fogo nos equipamentos, além de quebrar equipamentos e retirar todo o cabeamento; Com medo, o gerente acabou pedindo demissão da empresa, pois residdia em Araras, na localidade Poço dos Peixes, e por isso temia represálias.O gerente chegou a gravar com o seu aparelho celular pessoal duas ligações realizadas por Macumbinha. O bandido chegou a dizer em uma delas que outros traficantes de outras localidades, fariam contato para cobrar quantias para que a empresa pudesse seguir com o fornecimento de seus serviços; Por ordem do dono da empresa, o gerente disse que não cederia às ameaças e o traficante , que seguiria com o prometido, ou seja, começar a danificar todo equipamento, Macumbinha se apresentou à vítima como dono dos Bairros de Araras, Secretário, Laginha e Madame Machado A Justiça, no enntato, atendendo um pedido do Minstério Público Estadual arquivou o caso. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficantes do TCP atiraram em direção à comunidades rivais e mataram idoso em Caxias

Na tarde de ontem (1), traficantes da Comunidade do Barro 3, dominada pelo TCP, passaram pela Avwnida Presidente Kennedy no Gramacho, Duque de Caxias atirando e um idoso acabou sendo morto. Segundo relatos, os bandidos passaram pela via atirando a ermo, em direção a comunidade do Dick e até em direção a Comunidade da Gerusa que fica do outro lado da avenida, às margens da Pista.

Investigação do ano passado já apontava a relação de traficantes do CV do Complexo da Maré com bandidos da Região Serrana alvos de operação policial hoje. Veja o que já se falava naquela época

Uma investigação do ano passado sobre os traficantes do Comando Vermelho da Região Serrana do Rio alvos de operação hoje da Polícia Civil já apontavam a relação de criminosos do Complexo da Maré com os de Itaipava, em Petrópolis. O traficante Filpinho era o principal fornecedor de drogas para as comunidades Águas Lindas, Madame Machado, Gentil, Pedro do Rio, Cuiabá, Araras e Posse. Os entorpecentes eram oriundas da cidade do Rio de Janeiro, da comunidade Parque União e, são entregues pelo traficante Maiquinho, o qual traz para cidade de Petrópolis onde era entregue para senhora conhecida como “Tia” em local ainda não identificado. Os traficantes que atuam em Itaipava possuem vinculação direta ao tráfico da Favela Parque União, no Complexo da Maré – Rio de Janeiro. O trecho de distância é de cerca de 71 km que conta com policiamento principalmente da PM e da PRF, dependendo da via. Mesmo assim, traficantes trazem entorpecentes através das conhecidas mulas (seja de carro, táxi, aplicativo, ônibus e/ou caminhão) para suprir a demanda dos usuários de droga. As negociações são feitas pelo whatsapp. Valores são depositados em contas determinadas por “Filipinho”; Que no zap tem a conta PIX que o declarante realiza os pagamentos” A polícia entrevistou comerciantes e moradores no intuito de obter informações e dados relacionados a identificação das lideranças do crime assim como a forma de atuação da quadrilha. A polícia não tinha dúvidas de que Filipinho e Macumbinha são os responsáveis pelo tráfico em Itaipava e que os mesmos vêm crescendo na hierarquia do tráfico, haja vista que são agora considerados chefes e mantêm as negociações através de telefones e aplicativos de celular com seus subordinados Filpinho vem se “blindando” e conseguindo quase sempre impedir que os autores de tráfico de drogas, presos em flagrante, mencionem seu nome determinando através de terceiros que os mesmos fiquem em silêncio. Dessa forma, ele pode comandar o tráfico na região e viver uma vida aparentemente lícita. Segundo informações de inteligência Filipinho se encontra na cidade do Rio de Janeiro, em uma das favelas dominadas pelo comando vermelho. Ele segue sua vida normalmente sem ser incomodado e, conforme podemos verificar pelas declarações. Mesmo assim Filpino continua a dar ordens como chefe do tráfico através do aplicativo WhatsApp. Apesar das diversas prisões já efetuadas e das grandes apreensões realizadas em que pese o combate o diário e incansável da Polícia Militar e da Polícia Civil, comandantes ecomandados das diversas organizações criminosas estabelecidas nas comunidades carente persistem com a prática criminosa;

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