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Comando Vermelho

Ataque de traficantes do TCP deixou três baleados na Tijuca

Três pessoas foram baleadas na tarde deste sábado na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Segundo relatos, bandidos do Morro da Casa Branca (TCP) foram até uma oficina localizada na Rua São Miguel, área que fica entre os morros do Borel e da Casa Branca. Ao chegarem no local, os criminosos efetuaram diversos disparos para dentro da oficina. Informações dão conta de que os traficantes teriam recebido a notícia de que um rival do Borel (CV) estaria escondido no local. Uma das pessoas baleadas está em estado grave e foi socorrida para uma unidade de saúde próxima. Moradores relatam que os feridos não têm qualquer envolvimento com o tráfico, podendo ter sido vítimas de confusão. A situação gerou pânico. Imagens de uma câmera de segurança mostraram o momento em que um criminoso efetuou diversos disparos de fuz!l em direção aos rapazes que estavam em cima de motos que estavam no estabelecimento. A Polícia Militar reforçou o patrulhamento na região. A tensão entre facções na região da Tijuca vem crescendo, principalmente em áreas de divisa entre comunidades dominadas por grupos rivais. Moradores vivem sob constante medo de novos confrontos. FONTE: Grupo Pega Visão RJ (Telegram)

Tribunal de Justiça do RJ reúne em seu site detalhes da investigação sobre a atuação do CV em Petrópolis, quadrilha que foi alvo de operação ontem do MPRJ e da Polícia Civil. CONFIRA TUDO QUE FOI DIVULGADO

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou em seu site informações a respeito da investigação sobre a atuação do Comando Vermelho em Petrópolis, que foi alvo ontem de uma operação do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil. A apuração começou depois da prisão de um traficante conhecido como Kayky que confirmou que as drogas eram fornecidas por um bandido vulgo Nóia e declarou que ambos atuavam sob o comando de Macumbinha recebendo pagamentos semanais por suas atividades ilícitas.Diante destas informações, foi deferida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Petrópolis a quebra de sigilo dos dados do telefone celular de Kayky possibilitando a extração e análise dos arquivos do aparelho. A análise dos dados, notadamente das conversas no aplicativo WhatsApp, evidenciou a existência de associação criminosa voltada para a prática do tráfico de drogas no bairro Madame Machado, coordenada pelo grupo denominado “Anotações”, composto por Kayky, “Junior”, “Primo” e outros 26 membros. Ficou constatado que o grupo “Anotações”, sob o comando de “Primo”, coordenava a distribuição de drogas da comunidade para outros traficantes e usuários, sendo Kayky e “Junior” responsáveis pela entrega na região de Itaipava, sempre prestando contas a “Primo”. A análise das conversas revelou a utilização de um email como chave PIX para recebimento de valores oriundos do tráfico, cuja investigação permitiu identificar que tal conta e o terminal pertenciam a Macumbinha. O material obtido da conta de e-mail de “Macumbinha” demonstrou de forma clara e inequívoca a participação direta do acusado na associação criminosa, bem como sua liderança em diversos grupos criminosos, sempre coordenando o tráfico e o armazenamento de drogas. Macumbinha possuía recentemente dois aparelhos celulares, iPhone 13 e Xiaomi Redmi 13C, associados a novas contas de e-mail, permitindo rastrear suas comunicações e a estrutura de comando do grupo criminoso. A análise das mensagens extraídas dos celulares evidenciou o fluxo do tráfico de drogas, desde o transporte até a distribuição final aos traficantes locais, demonstrando amplo acesso a armas de fogo e retaliação a inimigos. Dentre os operadores do grupo, destacam-se Nem, primo de Macumbinha, responsável pelo transporte de drogas entre Parque União e Petrópolis, e Nóia, encarregado pelo armazenamento e distribuição em Madame Machado. A prisão de um traficante chamado Marcos VInicius confirmou as informações e sua atuação associada à facção Comando Vermelho e o monitoramento policial via grupo de WhatsApp denominado “Madame Jogo10”. A associação conta com a colaboração de um PM , que recebe pagamentos do grupo e informa a posição das viaturas, inclusive com a instalação de GPS em veículo policial, evidenciando a complexidade e a organização da rede criminosa. Ao todo, foram identificados 54 traficantes associados e dois colaboradores, incluindo o Policial Militar, atuantes nas localidades dominadas por “Macumbinha. A análise conjunta das provas demonstra a existência de uma estrutura organizada, hierarquizada e coesa, composta por liderança, gerência geral, gerentes de área, pilotos e “vapores”, atuando de forma coordenada na distribuição, comercialização e controle financeiro das drogas na região de Madame Machado, Nogueira, Secretário, Araras, em Petrópolis. Restou evidenciado, portanto, que todos os acusados integraram associação criminosa voltada ao tráfico de drogas, com divisão clara de funções, controle logístico de estoques, distribuição de drogas e arrecadação de valores. A rede de distribuição de drogas é liderada por Macumbinha, que coordena todas as atividades ilícitas, incluindo compra, transporte, armazenamento, venda de drogas e movimentação financeira dos lucros. A organização atua em diversas localidades de Petrópolis, nas regiões de Nogueira, Araras, Secretário e Madame Machado, mantendo uma estrutura hierarquizada e funções definidas para cada integrante. Nucleo Madame Machado Nóia – – ocupa a posição de “gerente geral” do núcleo de Madame Machado, atuando como braço direito de “Macumbinha” e sendo responsável pela distribuição de drogas na Região Serrana. Ele recebe entorpecentes provenientes da comunidade do Parque União e os armazena em pontos restritos denominados “tretas”, localizados em Madame Machado, de onde são retiradas as cargas sob ordens de “Macumbinha”. Ele é responsável por retirar as metas semanais estabelecidas por “Macumbinha” e distribuí-las aos “pilotos do tráfico”, que redistribuem as drogas para toda a região de Itaipava, incluindo os gerentes locais. Mantém o controle da contabilidade de todos os gerentes do tráfico em Madame Machado, recebendo prestações de contas – no jargão criminal, “batendo o caderno” – assegurando a organização financeira da associação criminosa. Também comercializa sua própria carga de drogas, fato evidenciado pelos pagamentos efetuados de sua conta bancária para a conta utilizada por “Macumbinha”, registrada em nome de seu primo Nem”, evidenciando articulação financeira e operacional entre os membros da organização. Além das funções de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas, é responsável pelo recolhimento do dinheiro em espécie proveniente das vendas realizadas pelos gerentes e demais traficantes da região de Madame Machado. Parte do lucro obtido com a comercialização das drogas é transferida diretamente por cada traficante para a conta indicada por “Macumbinha”, enquanto outra parte é recolhida em espécie por pessoas de confiança em cada região. Na localidade de Madame Machado, Nóia centraliza o recolhimento dos valores, encaminhando posteriormente o montante ao acusado Flávio da Silva encarregado de efetuar depósitos em diversas contas bancárias indicadas por “Macumbinha”. A análise dos dados extraídos do terminal evidenciou anotações detalhadas sobre cargas adquiridas, valores pagos e montantes ainda em aberto, fornecendo controle completo da contabilidade dos traficantes da região. As informações são constantemente enviadas por “Macumbinha a Nóia assegurando a supervisão direta do líder sobre todas as transações e movimentações financeiras da associação criminosa. oram encontrados comprovantes de depósitos enviados por Nóia a Macumbinha evidenciando pagamentos efetuados para a aquisição de sua própria carga de drogas. Sapex – atua como gerente de área da região de Madame Machado, contando com “vapores” que trabalham diretamente para ele. Realiza repasses de parte do lucro da venda de drogas em espécie a Nóia e efetua transferências via Pix diretamente para “Macumbinha”, demonstrando vínculo financeiro e hierárquico com a liderança da organização. Conversas extraídas do terminal de Sapex evidenciam o controle detalhado sobre as vendas e valores devidos, bem como o repasse de

Traficante do CV chefe da quadrilha alvo de operação ontem foi acusado de ameaçar gerente de provedor de internet em Petrópolis de botar fogo em equipamentos se não pagasse taxa

O chefe da quadrilha de traficantes do Comando Vermelho que atua na Região Serrana alvo de operação ontem, o vulgo Macumbinha, foi acusado há alguns anos de ligar para o gerente de uma empresa que fornecia sinal de internet exigindo uma quantia em dinheiro da firma para continuar com o serviço, segundo o depoimento de uma testemunha à polícia. O traficante disse que se não fosse pago um valor, ele determinaria que fosse colocado fogo nos equipamentos, além de quebrar equipamentos e retirar todo o cabeamento; Com medo, o gerente acabou pedindo demissão da empresa, pois residdia em Araras, na localidade Poço dos Peixes, e por isso temia represálias.O gerente chegou a gravar com o seu aparelho celular pessoal duas ligações realizadas por Macumbinha. O bandido chegou a dizer em uma delas que outros traficantes de outras localidades, fariam contato para cobrar quantias para que a empresa pudesse seguir com o fornecimento de seus serviços; Por ordem do dono da empresa, o gerente disse que não cederia às ameaças e o traficante , que seguiria com o prometido, ou seja, começar a danificar todo equipamento, Macumbinha se apresentou à vítima como dono dos Bairros de Araras, Secretário, Laginha e Madame Machado A Justiça, no enntato, atendendo um pedido do Minstério Público Estadual arquivou o caso. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficantes do TCP atiraram em direção à comunidades rivais e mataram idoso em Caxias

Na tarde de ontem (1), traficantes da Comunidade do Barro 3, dominada pelo TCP, passaram pela Avwnida Presidente Kennedy no Gramacho, Duque de Caxias atirando e um idoso acabou sendo morto. Segundo relatos, os bandidos passaram pela via atirando a ermo, em direção a comunidade do Dick e até em direção a Comunidade da Gerusa que fica do outro lado da avenida, às margens da Pista.

Investigação do ano passado já apontava a relação de traficantes do CV do Complexo da Maré com bandidos da Região Serrana alvos de operação policial hoje. Veja o que já se falava naquela época

Uma investigação do ano passado sobre os traficantes do Comando Vermelho da Região Serrana do Rio alvos de operação hoje da Polícia Civil já apontavam a relação de criminosos do Complexo da Maré com os de Itaipava, em Petrópolis. O traficante Filpinho era o principal fornecedor de drogas para as comunidades Águas Lindas, Madame Machado, Gentil, Pedro do Rio, Cuiabá, Araras e Posse. Os entorpecentes eram oriundas da cidade do Rio de Janeiro, da comunidade Parque União e, são entregues pelo traficante Maiquinho, o qual traz para cidade de Petrópolis onde era entregue para senhora conhecida como “Tia” em local ainda não identificado. Os traficantes que atuam em Itaipava possuem vinculação direta ao tráfico da Favela Parque União, no Complexo da Maré – Rio de Janeiro. O trecho de distância é de cerca de 71 km que conta com policiamento principalmente da PM e da PRF, dependendo da via. Mesmo assim, traficantes trazem entorpecentes através das conhecidas mulas (seja de carro, táxi, aplicativo, ônibus e/ou caminhão) para suprir a demanda dos usuários de droga. As negociações são feitas pelo whatsapp. Valores são depositados em contas determinadas por “Filipinho”; Que no zap tem a conta PIX que o declarante realiza os pagamentos” A polícia entrevistou comerciantes e moradores no intuito de obter informações e dados relacionados a identificação das lideranças do crime assim como a forma de atuação da quadrilha. A polícia não tinha dúvidas de que Filipinho e Macumbinha são os responsáveis pelo tráfico em Itaipava e que os mesmos vêm crescendo na hierarquia do tráfico, haja vista que são agora considerados chefes e mantêm as negociações através de telefones e aplicativos de celular com seus subordinados Filpinho vem se “blindando” e conseguindo quase sempre impedir que os autores de tráfico de drogas, presos em flagrante, mencionem seu nome determinando através de terceiros que os mesmos fiquem em silêncio. Dessa forma, ele pode comandar o tráfico na região e viver uma vida aparentemente lícita. Segundo informações de inteligência Filipinho se encontra na cidade do Rio de Janeiro, em uma das favelas dominadas pelo comando vermelho. Ele segue sua vida normalmente sem ser incomodado e, conforme podemos verificar pelas declarações. Mesmo assim Filpino continua a dar ordens como chefe do tráfico através do aplicativo WhatsApp. Apesar das diversas prisões já efetuadas e das grandes apreensões realizadas em que pese o combate o diário e incansável da Polícia Militar e da Polícia Civil, comandantes ecomandados das diversas organizações criminosas estabelecidas nas comunidades carente persistem com a prática criminosa;

PM e assessor da Prefeitura de Petrópolis sâo alvos de operação contra o CV na Região Serrana

A Policia Civil e o Ministério Público deflagraram, nesta quinta-feira (02/10), a maior operação contra o tráfico de drogas na Região Serrana. Os agentes estão nas ruas para cumprir 18 mandados de prisão contra narcotraficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho atuantes, principalmente, em Petrópolis. Além disso, cerca de R$ 700 mil em bens da organização criminosa foram bloqueados, atingindo o patrimônio usado para sustentar as atividades ilícitas. Até o momento, 12 criminosos foram presos. As investigações identificaram 55 envolvidos no esquema, e revelaram que o líder da organização criminosa, seu braço direito e outros comparsas estão escondidos no Parque União, no Complexo da Maré, onde também há diligências. Eles são responsáveis por coordenar a logística de transporte dos entorpecentes. O material ilícito é transportado da capital para a Região Serrana, sendo redistribuído em diferentes áreas de Itaipava, cada qual sob a responsabilidade de gerentes locais. De acordo com os agentes, o grupo também exercia o controle territorial e aplicava regras violentas à comunidade, impondo medo e repressão a quem se opunha à facção. A apuração também demonstrou a atuação de um policial militar que recebia pagamentos para repassar informações sigilosas à facção. Ele também facilitava a logística do tráfico e expunha a atuação de outros policiais, agindo como aliado dos criminosos. As diligências que levaram à captura dele contaram com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar.Além disso, um dos alvos presos exerce cargo de assessor especial da Prefeitura de Petrópolis. Isso demonstra a infiltração da facção em estruturas institucionais e a utilização de funções públicas para assegurar a manutenção e expansão de suas atividades ilícitas. A operacâo provocou intenso tiroteio no.Complexo da Maré. Os disparos foram registrados por volta das 5h50 nas localidades do Parque União e da Nova Holanda.

Quatro corpos de traficantes do CV foram achados perto da Cidade de Deus

Quatro corpos foram encontrados dentro de um veículo próximo à Cidade de Deus. Moradores da região afirmaram que eles seriam narcoterroristas do Comando Vermelho e que estariam envolvidos na tentativa de tomar a comunidade Dois Irmãos, em Curicica. Ontem relatamos aqui que o CV teria perdido quatro homens na guerra com a milícia em Curicica. Um dos mortos, vulgo Madureira, foi decapitado.

Pai e filha foram executados em Itaperuna a mando de traficante do TCP

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (30), um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito instaurado pela 143ª DP (Itaperuna), a fim de obter informações que levem à localização e prisão do criminoso, membro da Organização Criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), Marco Antônio Ribeiro Marques, vulgos “Magrelo ou Marajá”, de 53 anos. Ele seria o principal suspeito de ordenar um duplo homicídio, ocorrido em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, onde pai e filha foram executados por vingança em guerra entre facções rivais.   Consta nos autos que, na madrugada do sábado dia 06/09/2025, a equipe policial tomou ciência de um duplo homicídio consumado e de uma tentativa de homicídio, por disparos de arma de fogo, ocorridos na Rua Manoel Roberto de Oliveira, nº 630, bairro Carulas. As vítimas foram identificadas como Jéssica Carla Moraes Rosa, de 26 anos, e seu pai José Carlos da Costa Moraes, de 55 anos. Segundo investigações, dois criminosos foram até o endereço e ordenaram que as vítimas saíssem de casa. Elas foram obrigadas a ficar de joelhos e, em seguida, foram executadas, horas depois que três homens, ligados ao TCP, terem sido mortos a tiros em um primeiro ataque, na sexta (05), na Rua Cândido Freitas Bastos, no bairro Matinada.  Uma terceira vítima, L.G.M.S, sofreu disparos na cabeça e perna, sobreviveu, e reconheceu Diego de Oliveira Cuba, vulgo “Bebel”, de 18 anos, como sendo o autor dos disparos, e Rafael Costa da Conceição, vulgo “Pastorzinho” ou “Pé Sujo”, de 20, como aquele que portava o celular durante a chamada de vídeo e auxiliou na execução. Os dois já estão presos. Segundo os policiais, os crimes estariam relacionados à guerra entre as facções TCP e CV, mais precisamente como vingança pelo homicídio de Santiago Ribeiro Marques, irmão de Marco Antônio o “Magrelo”, que seria o líder do TCP no bairro Matinada, ocorrido na noite anterior (05/09/2025). Como os rivais da facção do CV, [dois irmãos] não foram encontrados, por não mais residirem no local, “Magrelo”, deu ordem de execução aos familiares dos rivais. Ainda segundo investigações, pai e filha, não tinham envolvimento com o tráfico de drogas.  Diante dos fatos, a Autoridade Policial da 143ª DP (Itaperuna), requereu junto à Justiça um mandado de prisão, que deferido pela 2ª Vara Criminal de Itaperuna, Espécie de prisão: Preventiva, pelos crime de Homicídio Qualificado (2 vezes) C/C Crime Tentado, Associação Criminosa. O Disque Denúncia, solicita que quem tiver informações sobre a localização de Marco Antônio, o “Magrelo”,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

CV perdeu armas e também teria perdido homens na guerra em Curicica. ENTENDA A DISPUTA

Há relatos que circulam nas redes sociais que o Comando Vermelho teve um grande prejuízo na operação de ontem do BOPE e nos ataques dos milicianos na comunidade Dois Irmãos, em Curicica. Além dos três fuzis que foram apreendidos, há a informação de que quatro traficantes foram mortos. Entre os mortos está o traficante conhecido como Madureira que parte do Bonde do 31, um dos puxadores de guerra da comunidade Santa Maria, na Taquara, e os outros mortos são os traficantes PDF, KM e Samuca. A guerra na Dois Irmãos começou depois que o miliciano Fabi tentou invadir a comunidade que era reduto do também miliciano André Boto (preso). Fabi acabou morto pela polícia mas os remanescentes da sua tropa teriam se unido ao CV para continuar a guerra. Do outro lado, Boto contaria com a ajuda de milicianos do Rio das Pedras. Apesar do prejuízo que teria tomado, os traficantes ficaram na área de mata da comunidade e tendo ajuda dos ex milicianos do Fabi.

Traficantes invadiram UPA de Costa Barros atrás de rivais e levaram dois pacientes (um deles foi espancado) que depois foram liberados

A coordenação da UPA Costa Barros informa que, às 5h45 desta terça-feira (30), homens armados invadiram a unidade atrás de dois feridos por arma de fogo que tinham dado entrada pouco antes. Depois de ameaçarem a equipe, levaram os dois pacientes, que algum tempo depois foram liberados e retornaram à UPA. Um dos raptados foi espancado. Os dois pacientes foram atendidos, passaram por curativo e medicação, e deixaram a unidade à revelia, antes da alta médica. A unidade de saúde será fechada. A região vive uma guerra permanente entre traficantes dos complexos do Chapadão (CV) e Pedrrira (TCP).

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