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Comando Vermelho

Mais uma ofensiva contra o CV, desta vez no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo

.As forças de segurança do RJ deflagraram, nesta quinta (11), uma nova fase da Operação Contenção no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, para conter o avanço do Comando Vermelho. Cerca de mil agentes participaram da ação e foram recebidos a tiros. Criminosos incendiaram veículos para bloquear o avanço policial. Segundo a polícka,, foram mobilizados 20 blindados, 2 aeronaves, 123 viaturas e equipes do Bope, Choque, Core e delegacias especializadas para cumprir 44 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão.  Não vamos tolerar ações de facções criminosas que ameaçam a segurança da população. Estamos atuando com força máxima, e de forma integrada, para deixar bem claro que quem exerce o poder é o Estado. Nossas forças de segurança estão mobilizadas para cumprir a lei, prender criminosos e impedir qualquer tentativa de avanço da bandidagem. Seguiremos firmes na luta contra o crime organizado, com operações estratégicas e contínuas – declarou o governador Cláudio Castro. Participam da operação 880 policiais militares do Comando de Operações Especiais – Bope, BAC, BPChoq, GAM -, do RECOM, do Comando de Polícia Rodoviária e dos Grupamentos de Ações Táticas (GAT) dos batalhões do 4º Comando de Policiamento de Área (4º CPA). As tropas contam com o apoio de 20 blindados, duas aeronaves, 123 viaturas e quatro ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate (GSAR), sendo duas delas blindadas. A Polícia Civil atua com 120 agentes da Coordenadoria de Operações Especiais (Core), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e policiais de todas as delegacias que compõem o 4º DPA: 70ª DP (Tanguá), 71ª DP (Itaboraí), 72ª DP (São Gonçalo), 73ª DP (Neves), 74ª DP (Alcântara), 75ª DP (Rio do Ouro), 76ª DP (Niterói), 77ª DP (Icaraí), 78ª DP (Fonseca), 79ª DP (Jurujuba), 81ª DP (Itaipu), 82ª DP (Maricá), 118ª DP (Araruama), 119ª DP (Rio Bonito), 120ª DP (Silva Jardim), 124ª DP (Saquarema), 125ª DP (São Pedro da Aldeia), 126ª DP (Cabo Frio), 127ª DP (Armação dos Búzios), 129ª DP (Iguaba Grande), 132ª DP (Arraial do Cabo) e 159ª DP (Cachoeiras de Macacu).

Ministério da Justiça divulgou quem são os oito bandidos mais procurados do RJ. Listamos mais 23 perigosissímos e também caçados pela polícia

Nesta semana, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou o Projeto Captura com a relação dis criminosos mais procurados do Brasil. No RJ oito deles foram listados: os bicheiros Bernardo Bello e Adilsinho, o miliciano Naval, os traficantes do CV Doca, Abelha e Pezáo e do TCP Peixão e Lacoste. Mas existem muitos outros por aqui perigosíssimo e muito procurados pela polícia fluminense. Gilson Ingrácio de Souza Junior, conhecido como Juninho Varão, segundo o Ministério Público, deu um golpe em Danilo Tandera e assumiu o comando da milícia em bairros como Cabuçu, Palhada, Valverde e Grão Pará, em Nova Iguaçu. Varão tem diversas passagens por homicídio, tortura e organização criminosa, e era responsável pelo controle financeiro da quadrilha, além de participar diretamente da compra de armas e munições. Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL – É um dos líderes da maior milícia do Rio ao lado de Naval. Bruno da Silva Loureiro, o Coronel. Chefe do tráfico na Favela do Muquiço (TCP) em Deodoro. É apontado como mandante do assassinato de uma jovem que se recusou a sair com ele após um baile em Sensdor Camará. José Rodrigo Gonçalves Silva, o Sabâo ou 31- comanda a Cidade de Davi, complexo de favelas dominado pelo TCP que abrange Senador Camará e Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio. Mario Henrique Paranhos, o Neves – comanda o Morro do Dendê (TCP), na Ilha do Governador. Liderava um esquema de extorsão a motoristas de aplicativo no bairro. William Yvens, o Coelhão – braço-direito de Lacoste, chefão do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira. Lázaro da Silva Alves, o Corinthians- comanda a comunidade do Barro Vermelho (TCP) em Duque de Caxias após dar golpe.em Fernandinho Beira-Mar. Foi alvo recente de operação na Maré que terminou com três mortos entre eles um inocente e uma criança ferida. Leandro Santos Sabino, o Trem ou Flamengo – Divide com Corinthians o comando do Barro Vermelho (TCP). Lidera um esquema de extorsões a moradores de conjuntos habitacionais na região. Michel de Souza Malveira – Um dos líderes do TCP no Complexo da Maré Leandro Nunes Botelho, o Scooby- foi durante anos dono das bocas de fumo do Morro dos Macacos (TCP), em Vila Isabel, até o CV tomar. Leonardo Miranda da Silva, o Empada ou zDanado -?comanda o Complexo de São Carlos (TCP), no Estácio. Antônio Ilario Ferreira, o Rabicó – comanda o Complexo do Salgueiro (?CV), em São Gonçalo. Jorge Luiz de Moura Barbosa, o Alvarenga- comanda a Favela Parque Unido (CV), no Complexo da Maré. Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy – comanda a comunidade Nova Holanda (CV), no Complexoda Maré. Juan Breno Malta, o BMW – comandava a equipe.Sombra,,um braço do CV que matava milicianos na Zona Oeste. Esta envolvido nas mortes de três médicos na Barra da Tijuca. Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Zeus – bandido de fora do Rio que recebeu o comando da Muzema (CV), no Itanhangá. Pedro Paulo Guedes, o Pedro Bala – um dos líderes do tráfico no Complexo da Penha (CV) John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo -um dos líderes do tráfico na Favela da Rocinha (CV) – Seria responsável pela comercialização de “gatonet” (recepção não autorizada do sinal de TV por assinatura), assinaturas de internet e gás encanado. Dentre as cobranças também está a cobrança de aluguel para de R$ 300 para jogar no campo de futebol público no alto do Vidigal. Leandro Pereira da Rocha, o Bambu – divide com Johny Bravo o comando da Rocinha Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho – comanda os morros do Fallet e Fogueteueo (CV), no Catumbi Carlos da Costa Neves, o Gardenal – apontado como um dos braços-direitos do traficante Doca no Complexo da Penha (CV). jorge Alexandre Cândido Maria – chefe do tráfico na Vila Kennedy (CV) Rodney Lima de Freitas, o RD – Ex-miliciano responsável pelos ataques do CV a grupos paramilitares na Zona Oeste. Jean Carlos Nascimento dos Santos, o Jean do 18. Comanda o Morro do Dezoito (CV) em Água Santa e liderou extorsão a empreiteira encarregada da obra do Parrque Piedade.

Muito tempo antes de ser preso pela última vez no caso TH Joias, Índio do Lixão (CV) participava de esquema de envio de armas e munições de cidades fronteiriças para favelas da facção. Chegou a pedir para trazer 15 fuzis de Roraima

O traficante Índio do Lixão ficou conhecido da mídia após sua prisão em setembro durante a investigação que levou a prisão o então deputado estadual TH Joias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. Mas na década passada ele já tinha atuação destacada no tráfico fazendo parte de um esquema de envio de trazia armamentos e drogas das cidades fronteiriças do país para o Rio de Janeiro, mais especificamente para as Comunidades comandadas pelo Comando Vermelho, como a Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio.. Por conta das investigações, um carregamento de quatro pistolas vindo do Paraná para o Rio de Janeiro foi apreendido. “Indio” seria um dos “batedores” desse carregamento; que esse fato teria permitido, inclusive, sua fuga; Um outro integrante do grupo, conhecido como Junior Paulista dirigiu-se para a cidade de Guaíra para trazer, a pedido do indivíduo conhecido como “mentor” (não qualificado à época), uma carga de fuzis. Junior Paulista ficou aguardando a chegada dos “batedores” que seriam enviados pelo acusado “Indio. Que ambos se comunicavam durante todo o percurso; que ficou bem claro que”Indio” havia contratado o transporte; que o acusado Junior Paulista ficou incumbido de trazer o carregamento de fuzis e munições; que existem vários diálogos nesse sentido, dando conta, inclusive, dos valores que seriam repassados através dos “batedores” para a compra do armamento e das munições Foi operado um novo transporte pelo grupo criminoso vindo de Boa Vista, Roraima; que Junior Paulista também a pedido de “Indio” se dirigiu para a cidade do Norte do país para adquirir 15(quinze) fuzis. Indio chegou a mandar uma mensagem para Junior pergutando se ele conseguiria chegar ao Rio de Janeiro em tal data e ele respondeu que não porque estava no meio da Transamazõnica e só conseguia andar a 20km/h. Junior trocou muitas mensagens com “Indio”, inclusive enviando fotos; que mandaram uma foto de uma balsa de Rondônia para Manaus, indicando o veículo em que se encontravam; que eles mantinham com duas pessoas lá, uma de vulgo “Nike” (não qualificado); que eles também mantinham contato com um detento da localidade; que “Nike” seria o responsável para repassar o armamento; que por algum motivo o armamento não foi entregue; que o dinheiro foi repassado para “Nike”, mas ele não entregou o armamento; que depois de algum tempo, o acusado Erasmo, muito ansioso, decidiu retornar; que naquele momento acreditaram que o armamento havia sido repassado. Na negociação no Paraná, o traficante Mentor chegou a dizer que mandaria R$ 25 mil a Júnior Paulista comprar munições de calibres 9mm e 556. ( Em outra conversa, Mentor disse para Junior Paulista que mandou R$76.500,00 para a compra de três fuzis e dez caixas de munição, além de um carregador de Pistola Glock. Hoje, foi noticiado que a Justiça determinou o retorno de Indio do Lixão para o Rio de Janeiro por conta das suas delicadas condições de saúde e da falta de estrutura da penitenciária federal de Catanduvas (PR) para atendê-lo. Foi revelado que ele possuía diversos problemas de saúde em razão de ter sofrido disparos de armas de fogo ao longo dos anos. Em 2015, por exemplo, foi relatado que Índio estaca correndo sério risco de morte estando internado sob custódia policial no Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias..

Polícia impediu ataque do CV a área do TCP na Zona Norte do Rio. Houve confronto. Quatro suspeitos foram baleados e um morreu. Inocentes foram atingidos

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis e militares frustraram, na madrugada desta quarta-feira (10/12), um ataque armado que seria promovido por integrantes do Comando Vermelho contra criminosos rivais do Terceiro Comando Puro, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Os agentes apreenderam dois fuzis, duas pistolas, carregadores de armas, radiotransmissor, um veículo e grande quantidade de munição. Um criminoso foi neutralizando durante ataque com as forças de segurança e quatro estão sob custódia. A ação conjunta reuniu equipes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP), da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e do 16º BPM (Olaria), que já monitoravam o grupo há semanas. As investigações apontaram que o grupo criminoso, ligado à comunidade do Juramentinho, em Vicente de Carvalho, vinha promovendo ataques sucessivos em áreas dominadas pelo grupo rival na região do Amarelinho, onde os narcoterroristas vestiram uniformes escolares para não chamar atenção e surpreender os adversários. Na madrugada desta quarta, a quadrilha se deslocava para mais uma ofensiva, desta vez na comunidade Para-Pedro, em Irajá. Durante o trabalho de monitoramento, as equipes interceptaram o veículo utilizado pelos criminosos. Houve fuga, os criminosos dispararam covardemente contra os policiais e os agentes reagiram à agressão e contiveram o grupo. Quatro homens, entre eles um adolescente, foram baleados e socorridos para uma unidade de saúde da região. Um quinto indivíduo também recebeu atendimento, mas não resistiu. Há informações divulgadas na imprensa que dois inocentes foram atingidos. No veículo, os policiais encontraram um grande arsenal de guerra com fuzis, pistolas, quatro carregadores de fuzil, dois carregadores de pistola, um radiotransmissor e grande quantidade de munição. O carro utilizado pela quadrilha foi apreendido e encaminhado para perícia. Entre os capturados, um deles é apontado como autor de um roubo cometido em julho deste ano, em Mesquita. Já o adolescente ferido responde por ato infracional análogo ao crime de latrocínio ocorrido em abril, em São João de Meriti. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

Sobrinho de Peixão (TCP) detido indo para a Bolívia tem duas condenações por tráfico de drogas, uma delas pelo CV

Matheus Malaquias Santa Rosa, sobrinho do traficante Peixão, que foi detido pela Polícia Rodoviária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tem condenações por trárico de drogas na década passada. Em uma delas, foi flagrado em 2017 no interior de Parada de Lucas, com 170 gramas de maconha, além de dois radiotransmissores. Pegou nove anos e quatro meses de detenção em regime fechado. A outra condenação veio por sua participação no tráfico na comunidade do Mato Dentro, em Maricá. Na ocasião, portava uma mochila e um radiotransmissor. Ele admitiu na época que traficava na localidade que é dominada pela facção criminosa Comando Vermelho. Havia na mochila 390 sacolés de Cloridrato de Cocaína e 11 sacolés de maconha.Foi condenado a três anos de prisão, A ação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil flagraram familiares de um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando ir para a Bolívia. A abordagem aconteceu na BR-262, em Campo Grande (MS), após o recebimento de informações da Polícia Civil. Por volta das 12h, equipes da PRF foram acionadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro para abordar dois veículos que seguiam da capital com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. O traficante estaria acompanhado da família e fugindo para o país vizinho. Durante a fiscalização, os motoristas disseram ter sido contratados por um conhecido, que mora na Bolívia, para realizarem o transporte dos passageiros do Rio de de Janeiro até Corumbá. Eles contaram ter ido de avião até a capital fluminense, onde pernoitaram e seguiram para o Mato Grosso do Sul. Os condutores transportavam a esposa, três filhos e um sobrinho do traficante, mas ele não foi encontrado. Em uma revista nos veículos, os policiais encontraram várias joias, as quais continham inscrições fazendo referência ao foragido da justiça que é líder de uma facção criminosa. O sobrinho do indivíduo afirmou ser o dono dos materiais. Todos os envolvidos foram detidos por suspeita de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos, valores e promoção, constituição, financiamento ou integração, pessoalmente ou por interposta pessoa, de organização criminosa. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

Apesar de conceder liberdade a Rodrigo Bacellar, Moraes diz que permanecem requisitos para continuidade de investigação criminal contra o parlamentar

Apesar de conceder liberdade provisória ao deputado estadual Rodrigo Bacellar ratificando a decisão da Alerj e lhe impôr medidas cautelares, o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou em sua decisão que que continuam presentes os requisitos necessários para a garantia da ordem pública e para a continuidade da investigação criminal no sentido de assegurar a aplicação da lei penal ,conforme ressaltado na decisão anterior, onde foi decretada a prisão: “Portanto, há relevantes indícios de ações possivelmente coordenadas e estruturadas cuja finalidade é a obstrução de investigações, relacionadas à atuação dos principais grupos criminosos violentos e suas conexões com agentes públicos e que exigem repressão uniforme. Bacellar foi preso suspeito de vazamento de informações de uma operação para prender o então deputado estadual TH Joias, que era investigado por envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho. Segundo Moraes, uma das principais características das organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, além do domínio territorial mediante uso da força, e da capacidade de corromper agentes públicos e políticos em escala, é a infiltração política que tais grupos alcançaram nos últimos Para Moraes, os fatos narrados pela Polícia Federal são gravíssimos, indicando que Bacellar estaria atuando ativamente pela obstrução de investigaçõesenvolvendo facção criminosa e ações contra o crime organizado, inclusive com influência no Poder Executivo estadual, capazes de potencializar o risco de continuidade delitiva e de interferência indevida nas investigações da organização criminosa seja na esfera municipal, estadual e federal. Desta forma, o STF impôs medidas cautelares ao parlamentar que garantam a investigação criminal, a ordem pública e assegurem a aplicação da lei penal As medidas cautelares são 1- afatamento do cargo de presidente da Alerj enquanto durar a investigação 2- recolhimento domiciliar no período noturno a partir das 19h às 6h de segunda a sexta-feira 3- O equipamento de monitoração eletrônica deverá ser instalado imediatamente assim que for cumprido o alvará de soltura, mediante sua condução pela Polícia Federal, para instalação do equipamento pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro (SEAP/RJ), com o envio diário de relatório de monitoramento eletrônico a este Gabinete. 4- Proibição de contato com os investigados.

TCP diz que estão proibidas cobranças de taxas de serviços em comunidades da Zona Norte de Niterói

Os criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) compartilharam informes de avisos para os moradores dentro das comunidades do bairro do Fonseca, em Niterói Ordenaram a proibição de pagamentos de taxas de serviços nas comunidades do Santo Cristo, Coréia, Pimba, Coronel, C4, Palmeira e Pimba. Avisaram que nenhum integrante do TCP estaria autorizado a realizar cobranças de serviços, gatonet, mototáxi e internet dentro do Fonseca e Engenhoca. Os membros do TCP do bonde do Malvadão, estão interessados em retomar o território do Fonseca inteiro, conseguindo criar uma nova base da facção em Niterói, sendo patrocinados com a renda dos serviços e taxas dentro das comunidades. Simultaneamente, estão atacando os Morros do Estado, Chácara, Arroz e Preventório no Charitas.

Após guerra em Niterói, TCP provoca o CV

Bandidos do TCP debocharam dos rivais do CV, dizendo que o gerente da área do CV fugiu da guerra em Niterói e estaria no Parque União, no Complexo da Maré. o vulgo Du Pente. Eles ainda mandaram a visão de que os fuzis que perderam para PM em Niterói não são nada perto do que já ganharam — e do que ainda vão ganhar com o tempo na área.

PM preso durante guerra de facções em Niterói continuará na cadeia. Veja detalhes da prisâo

Veja agora detalhes da prisâo do PM Edinei Silva de Andrade ocorrida ontem em Niterói. Foi decretada a sua prisão preventiva.  Narra a ocorrência policial que no dia 06/12/2025, por volta das 03h10min, policiais foram acionados  para dar apoio a ordem de policiamento em razão da guerra de facções na comunidade da Palmeira, no Fonseca ssfFoi feito.um cerco  em busca dos nacionais que estavam na guerra entre o Terceiro Comando  e CV(comando vermelho) Os PMs visualizaram o condutor do veículo Creta branco  passando pelo blindado em sentido ao topo da comunidade (aquela que estava sendo invadida) e que notaram que este veículo estava com várias perfurações aparentemente de tiros no capô e lateral.   Foi feita a abordagem desembarcando do veículo blindado, tendo sido obedecida a ordem de parada, e que na revista do interior do veículo foram encontradas uma pistola calibre 9mm, municiada com carregador alongado embaixo do banco do motorista, sendo que a pistola estava com a numeração suprimida.  Ainda, dentro do veículo foi encontrado um segundo carregador de pistola (9mm), e que este carregador sobressalente também estava municiado, em continuidade foi encontrado um fuzil calibre 7.62mm no banco traseiro do veículo, com numeração suprimida e que o fuzil não estav municiado, além de conter dois carregadores de fuzil, ao lado do fuzil, estes municiados com 33 projéteis calibre 7.62mm.  No porta trecos foi encontrada a quantia de R$2.800,00 (dois mil e oitocentos reais) em espécie. Afirma que apenas no decorrer da ocorrência, o conduzido se apresentou como policial militar, informando que pertencia ao 15º BPM -Caxias , graduação primeiro sargento..  Verificou-se que o custodiado possui anotações pelos crimes de associação para o tráfico de drogas, na forma dos artigos 35 da Lei 11.343/06 e por ameaça no âmbito da violência doméstica, na forma do artigo 147 do CP na forma da lei 11.340/06. 

CV faz mais uma provocação à milícia

Integrantes da Tropa do RD, facção ligada ao Comando Vermelho (CV), divulgaram nas redes sociais a imagem de uma pistola que, segundo eles, pertenceria a um dos milicianos mortos durante confronto ocorrido ontem, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A publicação tem sido usada pelo grupo para reforçar a narrativa de domínio territorial após o episódio.

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