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Comando Vermelho

Chefões do TCP na Maré foram denunciados por homicídio de entregador de atestados médicos por terem visto no celular dele fotos em companhia de bandidos rivais

Chefões do Terceiro Comando Puro do Complexo da Maré entre eles Menor P, Pescador e Mangolé foram denunciados pelo homicídio de  Douglas Marcolino Henrique. Ele exercia atividade profissional voltada à entrega e coleta de atestados médicos para uma empresa, razão pela qual se dirigiu à comunidade Vila do João, situada no Complexo da Maré. A análise dos áudios extraídos de um dos aparelhos celulares da vítima revela, de forma clara, que Douglas esteve presente na comunidade naquela manhã, tendo se deslocado entre a UPA da Maré e o Centro Municipal de Saúde da Vila do João, ambos localizados no interior da referida comunidade, nos horários compreendidos entre 11h00min e 11h18min – intervalo próximo ao momento de sua morte. Após adentrar a comunidade, a vítima teria sido abordada por indivíduos armados pertencentes à facção criminosa denominada Terceiro Comando Puro (TCP), que exerce domínio territorial sobre a região.  Durante a abordagem, os criminosos teriam inspecionado o aparelho telefônico de Douglas, onde foram encontradas imagens que o mostravam portando armas de fogo, dinheiro e em companhia de indivíduos supostamente ligados à facção rival. Há ainda indicativos de que a vítima tentou se evadir da ação dos criminosos, sendo alvejada pelas costas. Ressalte-se que Douglas possuía dois aparelhos celulares, sendo que apenas o utilizado para fins laborais foi encontrado junto ao seu corpo, havendo fortes indícios de que o outro permaneceu sob posse dos narcotraficantes da Vila do João. A denuncia foi rejeitada pela Justica sob alegaçâo de que nâo não se verifica qualquer testemunho ou elemento investigativo que indique, de forma concreta ou mesmo em caráter meramente hipotético, quem teria ordenado ou autorizado a execução da vítima. Tampouco há qualquer indício de que os líderes da organização criminosa que atua na localidade tenham tido conhecimento prévio do fato ou participado da decisão que culminou no homicídio. Com efeito, todas as testemunhas ouvidas em sede policial não apontaram qualquer nome de supostos traficantes envolvidos na execução, tampouco indicaram quem teria dado a ordem ou autorizado a prática do crime.  FONTE: TJ-RJ

Milicianos de Curicica proíbem moradores de irem a bailes em áreas do CV

Circula nas redes sociais um suposto aviso dos milicianos da comunidade da Curicica, na Zona Sudoeeste do Rio, proibindo que moradores da região vão para bailes na Cidade de Deus, Gardênia Azul e César Maia, áreas dominadas pelo Comando Vermelho. O.aviso faz ameaças dizendo que quem descumprir sofrerá consequências. fONTE: Canal Baú do Rio OFC (Telegram)

Bandidos fizeram ataque na Gardênia Azul (CV)

Bandidos fizeram disparos contra um grupo.de pessoas na noite ðe ontem na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. Há relatos de que pelo menos uma pessoa tenha sido baleada. Segundo páginas da regido, o ataque pode ter sido represália a morte de um homem ocorrida durante a tarde em Rio das Pedras. A Gardênia é dominada pelo Comando Vermelho e Rio das Pedras pela milícia. De acordo com o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), uma equipe da Corporação percorreu o entorno do local do acionamento, mas nada foi constatado pelos policiais. No entanto, o comando determinou o reforço no patrulhamento na região. FONTE: PMERJ, reses sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Gardenia Azul Noticias (Instagram)

Prefeitura do Rio concede enterro gratuito de corpos de criminosos mortos em megaoperaçâo

A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) do Rio manteve uma equipe de plantão no Instituto Médico Legal (IML) para oferecer atendimento aos familiares e oferecer o serviço de gratuidade para sepultamento a famílias de vítimas da megaoperação nos Complexos da Penha e do Alemão enterradas na cidade. Ao todo, cinco famílias encaminhadas pela Defensoria Pública do Estado receberam o serviço da gratuidade, direito assegurado a pessoas hipossuficientes ou corpos não reclamados nos hospitais ou IMLs do município. A gratuidade oferecida pela Prefeitura do Rio segue o art. 228, XII do Decreto Municipal nº 39.094/2014, e cobre integralmente os custos do sepultamento, incluindo caixão, traslado e cova. Não estão contempladas despesas relativas à realização de velórios. FONTE: Prefeitura do Rio

Abin diz que TCP já atua em dez estados brasileiros

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informou que existem no Brasil hoje 31 facções criminosas sendo três de caráter nacional. CV, TCP e PCC. A Abin citou o crescimento do TCP que segundo dados atuaria em dez estados. Além do Rio, a facção estaria presente em MG, ES, GO, BA, CE, AP, AC, MS e RS. O TCP teria replicado o método do CV oferecendo armas, drogas e o discurso do homicídio zero como estratégia da facção. Ainda segundo a Abin, não haveria confronto hoje no Brasil sem a presença do CV. A facção se consolidou no país por meio de alianças com grupos locais e pelo fornecimento de armas e drogas mantendo um comando descentralizado. Para a Abin, o efeito UPP na década passada permitiu a dispersão das lideranças da facção e fortaleceu o grupo em outros estados. A Abin informa ainda que o PCC continua sendo a maior facção do país e a que mais afeta a segurança pública, além de ter atuação internacional. FONTE: Abin

Voltou a ter guerra na Carobinha (CV x milícia)

Voltou a ter guerra na última noite na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio Moradores ficaram apavorados com a intensa troca de tiros. Há relatos de mortos e baleados no embate. Os traficantes atravessaram um caminhão na pista para impedir a chegada da polícia. A área é dominada pela milícia e vem sofrendo ataques de traficantes do Comando Vermelho. Os ataques partiram da Vila Kennedy. FONTE: Página Campo Grande ao Vivo (Instagram)

TCP estaria se armando para retomar o Fubá e o Campinho aproveitando-se de baixas no CV

O Terceiro Comando Puro, do Complexo da Serrinha, está se mobilizando para tentar retomar o controle das favelas do Campinho e do Fubá, na Zona Norte do Rio, após o Comando Vermelho sofrer baixas nesta semana nessas regiões. As ações seriam coordenadas por um criminoso identificado como “Cocão da Serrinha”. Hoje, ao menos três criminosos foram mortos no Fubá, seis foram presos e seis fuzis foram apreendidos. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Corpo de traficante morto em megaoperação foi decapitado. Polícia disse acreditar que foram os próprios comparsas que fizeram isso para incriminar agentes da lei

O corpo do traficante Ravel Yago, morto na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, foi encontrado decapitado. Segundo a polícia, o criminoso teve a cabeça arrancada minutos depois de ser atingido por um tiro de fuzil, De acordo com a polícia, o disparo — feito de baixo para cima — atravessou o corpo de Ravel, causando graves lesões internas e levando à perda rápida de sangue. A perícia aponta que a cabeça foi cortada com um facão enquanto o sangue ainda circulava, o que indica que o ferimento fatal ocorreu instantes antes da decapitação. O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, já havia dito que trabalha com a hipótese de que a decapitação tenha sido praticada por comparsas do próprio traficante, como forma de tentar incriminar os agentes de segurança e inflamar a narrativa de violência policial. A suspeita é reforçada por relatos de que Ravel estaria na linha de frente da facção durante o confronto. Investigadores também destacam que, no momento da ação, o tiroteio era intenso e dificultava a identificação dos atiradores. O corpo foi encontrado em uma área dominada pelo tráfico, o que aumenta a possibilidade de que o ato tenha sido cometido pelos próprios aliados do criminoso. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se o crime teve motivação estratégica, como tentativa de manipular a opinião pública sobre as operações nas comunidades dominadas pelo tráfico. FONTE: Canal Pega Visão News (Whatsapp) e PCERJ

Mulher presa na megaoperação por ter filmado policiais disse ter sido agredida por eles. Agentes falaram que ela estaria ajudando o tráfico. LEIA DETALHES

Uma faxineira que foi presa na última megaoperaçâo nos complexos da Penha e do Alemão e disse ter sido agredida por policais porque estava filmando eles. A presa disse que estava em sua casa, quando os policiais entraram. Falou que começou a gravar os policiais, quando então um deles a empurrou ao chão. Caida , contou que então lhe jogaram spray de pimenta. Explicou que, no chão, os policiais ainda lhe desferiram cotoveladas nas costas e na cabeça, na parte de trás, próximo à nuca. Segundo ela, eram três policiais. Disse que os agentes que a agrediram não foram os mesmos que a levaram até a cidade da polícia. Não recorda nomes ou patentes. Disse que consegue identificá-los. Um deles aparentava ter 40 e poucos anos, cabelo baixo, curto, quase careca, fortinho e de pele parda e usava óculos. O de nome Rogério era alto e pele morena. E o terceiro não recorda características. Contou que seus familiares presenciaram a situação e gravaram o fato com seus celulares. O Ministério Público ratificou a capitulação dada pela autoridade policial, opinando pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva para garantia da ordem pública, dada a gravidade concreta dos fatos, bem como pela necessidade de se evitar reiteração delitiva, conforme mídia. Segundo a Justica, trara-se de auto de prisão em flagrante encaminhado pela DRE-DP, em razão da prática do delito de associação para o tráfico não havendo nos autos qualquer elemento a indicar a ilegalidade da prisão. Com efeito, a alegada agressão sofrida ainda não foi devidamente apurada, de forma que não há como se presumir a prática de excesso por parte dos policiais militares, em especial porque ainda não foi realizado laudo de exame de corpo de delito. A tese será analisada pelo juízo natural, com produção probatória à luz do contraditório e da ampla defesa. Um policial civil.contou que apoiava a operação da DRE no Complexo da Penha, quando na Travessa Aimoré, próximo ao Campo da Vacaria começou uma intensa troca de tiros com traficantes daquela localidade, quando se fez necessário se abrigar em um portão de uma casa naquela travessa; Neste momento o agente empurrou o portão um pouco para se abrigar atrás da coluna, neste momento uma mulher que estava nessa casa começou a dizer o seguinte “Essa guerra é de vocês, vocês estão invadindo casa de morador”; O policial tentou a todo momento explicar que não tinha ninguém invadido e estavam apenas se abrigando dos disparos oriundos de outro ponto, local onde outro colega da polícia civil havia sido alvejado; A mulher não satisfeita pegou seu telefone e iniciou uma live em alguma rede social, informando onde os policiais estavam abrigados; que por isso novos disparos oriundos de outro ponto da comunidade começaram a vir em direção da equipe, chegando cada vez mais perto; Diante dos fatos, o declarante iniciou uma gravação onde mostra a autora dizendo: “Pode gravar que vocé vai sair da live” Diante dos fatos, o policial fez contato com o delegado da DRE e informou o ocorrido; que a Autoridade Policial de pronto solicitou apoio de outros colegas e determinou a prisão em flagrante da autora; . Para os agentes, a mulher estava claramente ajudando os traficantes passando a localização da equipe em tempo real; Diante dos fatos o policial e a equipe adentraram à residência para prender em flagrante a autora dos fatos, contudo havia diversas pessoas dentro da casa, que nesse momento começaram a trocar os aparelhos entre si para confundirem os agentes; Foram apreendidos aparelhos celulares de pessoas que estavam naquele local, inclusive o aparelho da faxineira. No momento da prisão a autora tentou pegar o fuzil do policial, sendo necessário fazer uso da força, imobilizando-a e conduzindo-a a esta especializada, contudo, não houve nenhum ferimento. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do CV são suspeito de sumir com integrante do TCP que cometia crimes na área que eles dominam

Traficantes da comunidade Ficap, na Pavuna, ligados ao Comando Vermelho e comandados por Nico são suspeitos de matarem um homem chamado Wellington, integrante da facção Terceiro Comando Puro e que estaria praticando crimes na região, tendo sido repreendidos pelo tráfico local. Uma testemunha relatou o desaparecimento de Wellington e reconheceu um dos indivíduos que aparecem nas gravações agredindo a vítima.Em igual sentido, após visualizar as gravações que mostravam o momento em que a vítima foi obrigada a embarcar em uma motocicleta, outra testemunha também reconheceu o suspeito e o apontou como sendo o indivíduo que havia visto armado na boca de fumo da comunidade e que a autorizou a procurar o corpo de Wellington. Os vídeos da captura da vítima Wellington foram amplamente divulgados na comunidade, possibilitando, assim, a efetiva identificação do suspeito.O suspeito quando ouvido em sede policial, relatou a dinâmica do ocorrido, tendo informado que, na ocasião dos fatos, avistou a vítima Wellington correndo e populares gritando “pega ladrão”, tendo ido atrás dele, o imobilizado e o colocado na garupa de uma motocicleta, após ordens de um grupo de indivíduos. Em relação aos demais denunciados, em que pese não tenham sido identificados como executores diretos, os elementos amealhados aos autos, sobretudo o relatório de informação de inteligência policial indicam que se trata de indivíduos intrinsecamente ligados à liderança do tráfico local, de quem partiram as ordens para a efetiva execução das vítimas. Nico, que foi preso este ano, assume posição de hierarquia máxima do tráfico na comunidade Furquim Mendes, sendo um dos principais chefes do Comando Vermelho da região metropolitana do Rio de Janeiro, em função de liderança da organização criada e estruturada para a prática de ilícitos.Ao lado dele, apurou-se a influência de Marcelo, tido como seu “braço direito” e responsável pela gestão direta dos pontos de venda de entorpecentes na comunidade Furquim Mendes e adjacências. A seu turno, o denunciado Felipe é tido como o responsável pelas operações diárias de traficância e organização de empreitadas de transporte de veículos roubados, seguindo as ordens diretas de Nico e Marcelo. FONTE: TJ-RJ

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