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Comando Vermelho

Delegado e policiais civis foram presos suspeitos de extorquir traficantes do CV

Na manhã desta terça-feira, 10/3, a Polícia Federal deflagrou mais uma fase da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular um núcleo criminoso composto por policiais civis do estado do Rio de Janeiro e operadores financeiros. Entre os envolvidos, está um delegado que foi preso. O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa presente no território fluminense (Comando Vermelho), além de praticar corrupção e lavagem de capitais. Na ação de hoje, cerca de 40 policiais federais cumprem quatro mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Aém das prisões e buscas, a Suprema Corte deferiu a execução de medidas cautelares focadas na descapitalização do grupo, incluindo o afastamento imediato das funções públicas dos policiais investigados, a suspensão do exercício de atividades empresariais das pessoas jurídicas utilizadas nas práticas criminosas e o bloqueio de valores em contas bancárias e de criptoativos ligados aos alvosAs apurações revelaram que o esquema era liderado por uma autoridade policial – titular de uma delegacia da capital – e por outro policial civil. De forma reiterada, os servidores emitiam intimações com o propósito exclusivo de coagir e pressionar lideranças do tráfico no Rio de Janeiro, exigindo o pagamento de propinas significativas para omissão em atos de ofício. A negociação ilícita ocorria com cobranças incisivas e imposição de prazos. Para operacionalizar o recebimento das vantagens indevidas e manter um distanciamento físico das lideranças da facção criminosa, os policiais contavam com a atuação direta de dois intermediários. A inteligência financeira da PF detectou que os policiais investigados apresentam movimentação patrimonial milionária e incompatível com seus vencimentos lícitos. Para promover a ocultação e dissimulação do capital sujo, a estrutura criminosa contava com uma rede de empresas de fachada registradas em nome de familiares, agora alvos de suspensão judicial. A ação integra a Força-Tarefa Missão Redentor II, instituída em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635, que visa assegurar a atuação uniforme e coordenada da Polícia Federal na produção de inteligência e repressão aos principais grupos criminosos violentos no estado do Rio de Janeiro, com foco primário na asfixia financeira e na ruptura de suas conexões com agentes públicos. Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, extorsão, corrupção passiva e ativa, além de lavagem de capita

Traficantes do TCP e milicianos se uniram para retomar comunidade de Curicica que está com o CV, diz Justiça

A Justiça informou que traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, e milicianos da comunidade Renasecer, em Jacarepaguá, trocaram tiros com PMs na semana passada quando pretendiam atacar a Vila Sapê, em Curicica, tomada pelo Comando Vermelho. No tiroteio, dois bandidos morreram, entre eles Michel Ferreira Menezes, irmão do conhecido miliciano Macaquinho, que comandava os morros do Fuba e do Campinho, e Gabriel Oliveira Patrick Costa, integrante do tráfico na Serrinha. Segundo a denúncia, no dia 06/03/2026, sexta-feira, por volta das 09h20min, PMs foram avistar uma denuncia de guerra entre facções na Comunidade da Vila Sape, Curicica – RJ. A sala de operações informou que os meliantes estavam em dois Fiat Argo. Haviam cerca de 20 crimonosos armados com fuzis e pistolas.Os PMs deram ordem de parada aos dois veículos, o qual não foi obedecida. Houve perseguição momento que ocupantes de um dos carros efetuaram disparos contra a equipe, que revidou. Os bandidos continuaram a atirar. Um dos carros colidiu com o meio-fio, momento em que a guarnição desembarcou e conseguiu fazer o cerco na Avenida Adalto Botelho, esquina com Rua da Creche, Curicica ¿ RJ. Haviam cinco suspeitos no carro que ao serem abordados os meliantes dosseram: “Perdemos, perdemos meu chefe”. Com os criminosos, foram apreendidos uma pistola, quatro fuzis, além de radiotransmissores, carregadores e telefones celulares. Juntos, os PMs envolvidos na ocorrência efetuaram 76 disparos de fuzil. A guarnição não portava câmera corporal, tendo em vista que havia solenidade no batalhão e a guarnição aguardava a solenidade no pátio, até que chegou a informação de prioridade, momento em que saíram em apoio de forma emergencial. “os presos, em tese, integravam grupo numeroso de indivíduos armados que se deslocavam em veículos pela região da Comunidade da Vila Sapé, local marcado por disputa territorial entre facções criminosas, com o propósito de participar de confronto armado”, dizem autos.

Confira as ligações de ex-secretário estadual do RJ preso hoje pela PF com o Comando Vermelho. Delegado também foi preso

Preso hoje pela Polícia Federal, o ex-secretário estadual de Esportes do Rio, Alessando Pitombeira Carracena, foi apontado em investigações como ligado à facção criminosa Comando Vermelho atuando como braço político do grupo ao lado do ex-deputado estadual TH Joias. Em uma escuta telefônica, o traficante Índio do Lixão enviou a TH Joias uma foto de dinheiro em espécie e disse que tinha R$ 148 mil para entregar a THde modo que R$ 100 mil seriam de Pezão (chefe do tráfico do Complexo do Alemão). Índio disse que vai dar a TH Joias R$ 90 mil para entregar a Carracena. Em 29 de janeiro de 2024, TH Joias enviou a Índio as informações de dois veículos roubaods que Carracena teria solicitado que fossem devolvidos.Na mesma data, TH Joias disse que Carracena esatva acordado para falar com Pezão. Carracena foi mencionado em mais uma conversa do dia 31 de janeiro de 2024 qunado Índio do Lixão teria conversado com ele e que bateu tudo que ele falou e o que ‘os amigos falaram também. Disse ainda que Carracena estava perguntando de um indivíduo chamado de Baiano. Carracena tinha função estratégica no CV. possuindo informações privilegiads, as quais repassava aos demais integrantes do grupo recebendo em troca vantagem econômica. Por conta de sua ação, foram frustradas ações policiais contra o CV porque ele avisava os integrantes sobre operações iminentes. TH Joias foi flagrado em uma escuta dizendo que Carracena iria falar com o comandante-geral da PM sobre a presença de PMs do BPChoque na Gardênia Azul . O traficante Pezão queria que o efetivo fosse trocado por PM normal. Carracena também participou de uma conversa em que foi sugerido o nome de Índio do Lixão como candidato a vereador. Sendo advogado, sua atuação transcendeu os limites do exercício da nobre função. Ele se valia de cargos em secretarias de Estado para favorecer o grupo com informações privilegiadas. Outro preso hoje foi o delegado federal Fabrizio Romano. A ação desta segunda-feira, visava desarticular um núcleo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas e venda de influência para favorecer os interesses de um traficante internacional de drogas. Os investigados estruturaram uma associação criminosa voltada para a prática de crimes contra administração pública e favorecimento de interesses atrelados ao tráfico de drogas. O esquema contava com a articulação de Carracena e advogados que atuavam como intermediários para viabilizar favoreces e pagamentos indevidos em espécie para o delegado. envolvido em troca de informações e influência interna. . As apurações revelaram a atuação de um individuo com histórico criminal focado em facilitação política e operacional em Brasília.

Investigação de anos atrás revelou o funcionamento do tráfico no Morro do Andaraí (CV). Chefe do tráfico local foi morto pelo BOPE

O traficante Boneco, morto ontem pelo BOPE, não era o dono das bocas de fumo do Morro do Andaraí. Ele estava fisicamente presente na localidade para cumprir osinteresses e comandos ordenados pelo chefe do tráfico local Jonas de Oliveira da Silva, vulgo Garré, preso no sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro e lá permanecido desde 16/05/2000. Boneco era o responsável por administrar pessoalmente os pontos de venda de drogas estabelecidos na comunidade, repassando as ordens e diretrizes aos demais integrantes do Comando Vermelho que participam do tráfico de drogas do local. Na hierarquia, o filho de Garré era um dos gerentes, sendo um dos responsáveis pela guarda, endola, distribuição e controle da venda dos entorpecentes, condutas praticadas sob a ordem direta de Boneco. Em gravações feitas por PMs da UPP do Andaraí, ele foi visto armado e vendendo drogas em um dos pontos de venda de drogas, conhecido como” boca do cravão. Outros gerentes do morro são Alan Galdino e Hugo Pereira, que ficavam responsáveis por repassarem as ordens de Boneco para os demais integrantes da facção criminosa. Filmagens feitas por PMs da UPP mostraram armados perto de creches, próximos de crianças; que há boca de fumo próxima de creches. Segundo a investigação, não havia confronto dos traficantes com policiais na parte da manhã; que as atividades de tráfico s iniciava por volta das 15/16 horas; que primeiramente eles “ganhavam” a parte do alto, chamada de “JP” e dali começavam a se separar pela localidade; Os moradores cumprimentam os traficantes, na comunidade todos se comunicam. Havia a participação de menores no tráfico de drogas e que a função dada a eles era o monitoramento do movimento dos policiais A quadrilha também era responsável pela prática de crimes satélites como roubo e furto Determinados traficantes da Comunidade do Andaraí tinham as redes sociais abertas ao público geral, em razão do que era possível livre acesso às postagens, das quais se verificava rotineiramente ostentação de dinheiro, drogas ilícitas e armas de fogo A localidade é subdividida em diversos pontos de venda de material entorpecente e contenção armada, sendo a “creche Mandela”, “Japão” e “Posto, algumas das principais. A base policial no Andaraí já recebeu vários ataques desse ponto do Japão; que a viatura da polícia foi perfurada com tiros e os policiais são quase baleados, porque ficava difícil sair da base, já que a localidade do JP fica de frente para a base policial. A localidade do JP é muito alta e os acusados tem uma posição privilegiada em relação a base policial; que é um ponto de olheiros e é um ponto estratégico, se ele for naquele local com a sua câmera os bandidos vão estar naquela localidade; que o tráfico de drogas estava 24 (vinte e quatro) horas, Os policiais recebiam informação de colaboradores que eram populares, moradores do local; que os moradores não aceitavam se identificar e prestar declarações por medo de represálias; que se os moradores forem identificados eles morrem; um policial ficou sabendo a pouco tempo que o colaborador de um policial foi morto recentemente e outro morador foi expulso; que os moradores não querem se identificar com medo de represálias temendo pela própria vida; que era uma facção temida pela comunidade. O traficante Boneco pegava os bandidos mais sagazes para poder ficar na segurança dele, os que não ficavam de bobeira. O Andaraí é classificado como área vermelha pelo Batalhão e de alta periculosidade; que o Comando Vermelho empregava fuzis também e tinham em média 07 (sete) ou 08 (oito) fuzis no interior da comunidade, não passava de 10 (dez) fuzis; que tinham granadas também;. Os traficantes tinham livre acesso a toda a comunidade; que os réus atuavam na 513 e Caçapava; que os bandidos faziam a segurança principalmente no período da tarde para noite; que no período manhã os acusados não ficavam na comunidade, se ficavam, ficavam escondidos; que os criminosos faziam a segurança no alto da comunidade e a noite tinham livre acesso e passavam em frente a base; que o alto do morro tem várias localidades como Santo Agostinho, Borrachinha e JP, que fica no alto da Botucatu, Rua Adolfo Caminha; que do JP os acusados tinham uma visão da base policial, eles conseguiam ver a polícia entrando

Boneco do Andarai foi morto em confronto com a PM

Na noite deste domingo (08/03), ação do BOPE e da Subsecretaria de Inteligência no Morro do Andarai terminou em confronto com criminosos. O chefe do tráfico na favela, vulgo Boneco e um de seus seguranças morreram. Um fuzil e uma pistola foram apreendidos. Durante a ação, as equipes foram atacadas por soldados do CV armados e houve confronto. Ele foi baleado, socorrido ao Hospital Municipal do Andaraí, mas não resistiu aos ferimentos. Um criminoso apontado como seu segurança também foi baleado e levado para a mesma unidade. Boneco estava foragido desde 2019, quando não retornou ao presídio após saída temporária. Ele cumpria pena pela morte do policial civil André Gustavo Lopes da Rocha, assassinado em 2008, no Grajaú, e tinha diversas anotações criminais por tráfico de drogas, associação criminosa, homicídio, latrocínio e roubo de veículos. O caso foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital.

Comissão Internacional de Direitos Humanos diz que durante megaoperação na Penha e no Alemão pessoas foram vistas vivas sob custódia policial e depois encontradas mortas

Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos aponta que na megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 122 mortos há relatos de pessoas vistas vivas sob custódia policial e posteriormente encontradas mortas. O documento aponta que depoimentos de familiares e testemunhas, bem como informações colhidas nas imediações da Vacaria e da Praça São Lucas, descreveram corpos com múltiplos disparos mna cabeça, na boca, nas costas, nas axilas e no tórax, em posições que não seriam compatíveis com troca de tiros . Há indícios ainda de além de indícios de amarras, lesões perfurocortantes e disparos à queima-roupa. Especialistas de direitos humanos das Nações Unidas também registraram indícios como mãos amarradas, tiros na parte posterior da cabeça e, em um caso, decapitação Diversos depoimentos colhidos durante a visita contradizem a narrativa oficial segundo a qual as mortes teriam ocorrido exclusivamente em áreas de mata ou em contextos de confronto armado. Familiares e testemunhas relataram que algumas pessoas teriam sido mortas durante a subida às comunidades ou no interior de residências, o que poderia indicar invasões domiciliares sem mandado judicial e fora de cenário de confrontodireto . Dois relatos específicos merecem atenção: um descreve que pessoa ferida teria sido levada à residência de vizinho e posteriormente executada; outro aponta que indivíduo teria sido morto ao sair da casa de familiar na parte baixa da comunidade Por conta disso, a Comissão entende que a Operação Contenção deve ser investigada sob a hipótese de uma chacina (massacre), no contexto de política de segurança que pode ter tolerado ou promovido uso ilegítimo e desproporcional da força letal. Tal investigação deve apurar responsabilidades penais e disciplinares tanto dos autores materiais quanto da cadeia de comando envolvida no planejamento e supervisão da operação, especialmente diante de indícios de possíveis execuções extrajudiciais.

PM interveio em guerra entre o CV e a milícia em Curicica, prendeu cinco e pegou quatro fuzis. Três suspeitos ficaram feridos

Segundo informações que circulam nas redes sociais, traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade da Vila Sapê, em Curicica, na manhã de hoje. A região é dominada por milicianos. A PM interviU. Equipes do 18º BPM apreenderam 04 fuzis, 03 pistolas e 05 rádios comunicadores, há pouco, durante ação na comunidade. Houve confronto e tentativa de fuga de criminosos, sendo 05 deles presos na altura da Estr. Adalto Botelho. Em decorrência do cerco tático, dos cinco criminosos presos, três estavam feridos e precisaram ser socorridos à UPA da região. Ocorrência em andamento. Ontem, a polícia já havia feito operação no local. Durante a ação, as equipes foram recebidas a tiros e houve confronto. Após a estabilização da área, sete criminosos foram presos. Na ação, os agentes apreenderam um fuzil, três pistolas e duas granadas. A ocorrência foi encaminhada à delegacia da área para registro e demais providências.

Mais um boato da morte de RD não procede

Circulou informações que o ex-miliciano Rodney Lima de Freitas, mais conhecido como RD, teria morrido após ser baleado ontem no baque mal-sucedido no Barbante, em Inhoaíba. Porém, tudo passaria de uma grande mentira para tirar o RD da mídia. São apenas especulações, sem comprovação de que ele realmente tenha morrido. Não é a primeira vez que aparece esse boato. RD vem comandando os ataques do Comando Vermekho a redutos da milícia na Zona Oeste carioca.

Guerra do CV com a milícia deixa dois mortos e três menores feridos em Campo Grande

Traficantes do Comando Vermelho tentaram invadir a comunidade do Barbante, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. A ação resultou em tiroteio que deixou dois mortos e três menores de idade feridos. Um dos mortos é o traficante conhecido como Max. Ele pertencie ao bonde do RD, ex-miliciano que vem liderando os ataques do CV a redutos da milícia na ZOna Oeste carioca. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 40º BPM (Campo Grande), nesta terça-feira (03/03), policiais militares foram acionados para verificar a entrada de três vítimas, menores de idade, feridas por disparos de arma de fogo no Hospital Municipal Rocha Faria. Segundo informações preliminares, houve um confronto entre criminosos na comunidade do Barbante, em Campo Grande. Ainda de acordo com informações preliminares, na Estrada do Campinho foi localizado um veículo com dois homens em óbito em seu interior. A ocorrência está em andamento. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de dois homens, ainda não identificados. A perícia foi solicitada para o local. A ocorrência está em andamento. NOTA DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Na tarde desta terça-feira (03/03), houve um tiroteio na hora da saída próximo a duas escolas da rede em Inhoaíba. Imediatamente, a direção da escola acionou o protocolo Acesso Mais Seguro para a proteção dos estudantes que ainda estavam nas unidades. Duas alunas de 10 anos e outra de menina 14 foram atingidas, fora da escola, socorridas imediatamente e encaminhadas para o Hospital Municipal Rocha Faria. Duas delas passarão por cirurgia, e a terceira será liberada após período de observação.

Mãe disse acreditar que filho desaparecido há quase três anos e que morava na Gardênia Azul (CV) teria sido morto por traficantes por supostamente se envolver com milicianos de Rio das Pedras

Depois de quase três anos, a Justiça abriu processo que vai julgar suspeitos do desaparecimento de um rapaz chamado Bruno, então com 24 anos, que sumiu na comunidade Rio das Pedras, em Jacarepaguá, no dia 1 de abril de 2023. Segundo os autos disponíveis, a mãe do rapaz relatou à polícia que acreditava que aconteceu algo com seu filho, porque Bruno nunca ficou sem se comunicar mais de dois dias com sua mãe. Ela conversou com a namorada do filho e ouviu que Bruno nteria sido vítima de homicídio e enterrado na localidade conhecida como “Areinha”., de acordo com o TJ-RJ. Segundo o processo, a namorada do rapaz enviou um “print” com um perfil de instagram (@cristian_cardoso97) informando que Bruno era “cria daqui” ,”fechou com os meleca da RP” “já sabe o fim”, ou seja, era morador da comunidade da Gardênia Azul, e estava envolvido com a milicia da Comunidade de Rio das Pedras. Os autos revelam que a mãe soube por boatos que Bruno foi vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado; A Justiça diz que ela recebeu uma informação de que um homem cujo vulgo é “Jota”, não gostava de Bruno e que teria sido ele quem matou seu fillo. A mãe do rapaz disse acreditar que Jota faça parte da quadrilha de traficantes da Gardênia e executou Bruno por estar envovldio com os milicianos de Rio das Pedras, local onde estava residindo há pouco tempo, cerca de três meses. Consta dos autos também que Bruno teria sido vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado. Uma testemunha que trabalhava em uma imobiliária informou que ficou sabendo do desaparecimento de Bruno através da mãe do mesmo, que mandou mensagem no domingo 02/04/2023. Ele disse que viu Bruno algumas vezes reunido com milicianos de Rio das Pedras. Na página do TJ-RJ, pelo número do processo, porém, não há dados ainda sobre os suspeitos do crime. No item autor do fato, consta como ignorado. A Polícia Civil representou pelo afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos. O fato é apurado no IP 957-00401/2023 da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

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