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Comando Vermelho

CV voltou a invadir a Carobinha (milícia) e parece que dominou a comunidade

Traficantes do Comando Vermelho voltaram a invadir a comunidade da Carobinha, em Campo Grande e segundo relatos teriam assumido o controle de toda a favela sem precisar disparar um tiro. Os invasores vasculharam casas de moradores a procura de milicianos. Os paramilitares já sabiam que o CV entraria na região com força total e decidiram recuar. A movimentação começou por volta das 6h. Às 10h, o CV já havia tomado toda a área sem resistência. Ainda não se sabe se a facção permaneceu na região A PM foi ao local e apreendeu carros usados na invasão. Guarnições do GAT 1 e GAT 2 do 14º BPM recuperaram, na Estrada Guandu do Sena, altura do Largo do Guandu, três veículos usados por soldados do Comando Vermelho na invasão da comunidade da Carobinha. Na chegada das equipes teve tiroteio. Os agentes revidaram, e o grupo fugiu em direção à área de mata. A ação terminou sem presos ou feridos. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunçâo .

Investigação revela bastidor inédito de guerra pelo controle do Morro dos Macacos, hoje com o CV

Investigações revelam bastidores da guerra de facções no Morro dos Macacos, em Vila Isabel quando o Comando Vermelho expulsou os rivais do Terceiro Comando Puro do local. Um PM narrou que chegou ao conhecimento dele que um homem com passagem criminal estava na localidade conhecida como Chelsea quando se deparou com cerca de 4 homens armados que seriam da facção criminosa Comando Vermelho, que ao avistarem ele os passaram a efetuar disparos de arma de fogo em sua direção, o atingindo, que uma viatura de PMERJ se encontrava próxima ao local e o alvo correu em direção a mesma, que os agressore não o perseguiram em virtude da presença policial. O alvo foi atingido com um tiro na panturilha. Uma outra pessoa também ficou ferida, Os policiais foram até o Hospital Souza Aguiar conversar com o alvo, que disse que os bandidos o levaram para um beco e falaram. “Aqui é a Tropa do Urso, é nóis” e o acusaram de ser da facção Terceiro Comando Puro. O alvo disse que tem passagem por roubo mas não fazia parte de facção alguma. O homem levou várias coronhadas na cabeça; O homem reconheceu os suspeitos como sendo os vulgos Cara Fina e Galo Cego, que QUE o que sempre foram moradores da comunidade e passaram a integrar a facção comando vermelho liderado pelo nacional de vulgo “Titauro (morto)”; Ele disse que um dos bandidos falou que estvam ali caçando os “alemães”, em referencia a facção do TCP; Cara FIna e Galo Cego eram ex-integrantes do Terceiro Comando, os quais insurgiram-se contra a liderança de Scooby, migrando para a facção criminosa do Comando Vermelho A motivação dos ataques é o extermínio de traficantes pertences à facção criminosa do Terceiro Comando, numa clara demonstração de poder e domínio do Comando Vermelho na comunidade. Galo Cego e Cara FIna tem anotações criminais por tráfico de drogas e homicídios tentado e consumado, além de resistência qualificada. A outra vítima atingida disse que mora no Morro dos Macacos há 31 anos e é proprietária de um bar e contou que havia dois anos que a comunidade vinha sendo alvo de intensa disputa entre as facções criminosas do Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro; Para ele, os bandidos queriam executar o alvo.. Contou que quando o morro era ocupado pelo Terceiro Comando, o fornecimento de internet e TV, além da venda de gás eram monopolizados pelos traficantes, assim como o comércio de botijões de gás, Hoje, mesmo com a mudança de facção, o gás é comercializado por uma empresa. Disse ainda parentes de pessoas ligadas ao TCP estão sendo obrigadas a abandonar suas casas, sendo expulsas do morro; FONTE: PCERJ

CV movimentou R$ 30 milhões em venda de drogas e exploração de serviços em menos de um ano em Meriti. Operação contra a facção prendeu vereador

Policiais civis e militares deflagraram, nesta sexta-feira (14/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”. O objetivo da ação é combater a expansão da facção criminosa Comando Vermelho nas localidades da Bacia do Éden, Castelinho e regiões adjacentes, no município de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Até o momento, oito pessoas foram presas. Um deles o vereador Marcos Aquino, flagrsdo com uma pistola e cargas de medicamentos Cabe fiança A operação é resultado de uma investigação policial da DRE-CAP desenvolvida por 11 meses. Neste período os traficantes movimentaram R$ 30 milhões em venda de drogas e exploração de Serviços. A ação visa ao cumprimento de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. O vereador preso nâo era alvo mas seu irmão sim. além de pessoas próximas, todas investigadas por possível envolvimento com o núcleo da facção que atua na região. Além do cumprimento das medidas cautelares, a ação busca conter o avanço territorial da organização criminosa, prender integrantes já identificados, arrecadar novas provas, identificar patrimônios ilícitos para posterior bloqueio judicial, bem como apreender drogas, armamentos e remover barricadas e obstáculos que restringem o direito de ir e vir da população local.   FONTE: PCERJ

Seis mortos em guerra de facções em Guadalupe

Uma guerra entre traficantes deixou seis mortos no Parque Madureira, em Guadalupe. As vítimas estavam em uma festa. Segundo relatos, teria sido um ataque de traficantes do Muquiço (TCP) aos da Palmeirinha (CV). A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Matheus Gomes da Silva Andrade, Moisés Custodio da Silva, Yuri de Andrade Reis, Caio José Ballerini de Oliveira Lopes, Kayky Roberto Lino dos Santos e de um sexto homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, outro homem ficou ferido. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para identificar e responsabilizar os envolvidos no crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 41º BPM (Irajá), na quinta-feira (13/11), policiais da unidade foram acionados para verificar informações sobre disparos de arma de fogo em Guadalupe. No local, os militares encontraram os corpos de cinco vítimas e isolaram a área para perícia.  FONTE: PMERJ e PCERJ

Prefeito de Belford Roxo disse que CV fez mais um ataque na cidade e página relatou que morador acabou morto

O prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, divulgou em suas redes sociais que houve esses dias mais um ataque covarde de traficantes do Comando Vermelho na comunidade das Pedrinhas, em Bom Pastor. Segundo ele, os terroristas chegaram atirando para tudo quanto é lado e foram embora. Falou que os bandidos deram sorte e que quando baterem de frente com a PM, vão sentar no colo do capeta. A página Belford Roxo Um Grito de Socorro relatou que durante esse ataque, um morador foi atingido por bala perdida e veio a óbito. Não foi divulgado o nome dele, somente a foto. E afirmou ainda que havia um caveirão da PM no local e nada fez. FONTE: Página Belford Roxo um grito de socorro (Facebbok)

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

MP se negou a passar para nossa reportagem detalhes dos depoimentos de PMs envolvidos em megaoperação na Penha e Alemão mas divulgou relatório para emissora de TV

O Ministério Público Estadual do Rio se negou a passar para a reportagem relatório com os depoimentos de policiais envolvidos na megaoperaçâo nos complexos do Alemão e da Penha. Entretanto,  enviou as informações para uma emissora de televisão. Segundo o que foi divulgado pela emissora, o documento informa que menos da metade dos policiais usavam câmeras corporais e que dois casos de mortes foram fora do padrão de confrontos A Promotoria se limitou em informar em nota que as informações requeridas pelo relator foram entregues nesta quarta-feira (12/11) e estão disponíveis no processo da ADPF. O MPRJ prestará esclarecimentos após a conclusão das investigações. Vale lembrar que o MPRJ sempre passa conteúdo de denúncias de suas operações exclusivamente para esse canal de TV e quando a reportagem vai pedir o documento, a assessoria de imprensa diz que não divulga denúncias. .FONTE: MPRJ

Morador morreu baleado durante guerra de facções em Meriti

Um morador conhecido como Tio Hélio morreu baleado durante um tiroteio entre traficantes na localidade de Trio de Ouro, em São João de Meriti, na noite de ontem. “Covardia que fizeram com meu pai, esse lugar tá ridículo, a guerra deles afeta os moradores. Ninguém faz nada, ficam assistindo a gente ser aterrorizado TODOS os dias” A área é dominada pelo Terceiro Comando Puro e vem sendo atacada constantemente por traficantes do Comando Vermelho.ç Moradores relataram que não há presença frequente da polícia no local. e quando há patrulhamento, o tráfico continua atuando inclusive praticando extorsões FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Ui Meriti (Facebook)

Soldado do CV teria caído no ‘tribunal do tráfico’ após ter fuzil apreendido pela polícia, diz jornalista

Um soldado do Comando Vermelho foi levado ao chamado “tribunal do tráfico” nas últimas horas após perder um fuzil durante uma operação da Polícia Militar. Segundo relatos, o crim!noso, conhecido como “Kika”, chegou a ser preso, e o armamento apreendido. Horas depois, ele foi liberado da delegacia, mas o fuzil permaneceu sob custódia da polícia. Afirmaram que Kika não conseguiu repor o armamento e já era alvo de insatisfação dentro da própria facção por outros erros. Por isso, teria sido levado ao tribunal do tráf!co, realizado dentro da favela da Kelson, onde acabou “jogado fora” — expressão usada pelos crim!nosos para indicar a execuç4o de alguém. A mãe do traficante procura pelo co/rpo do filho na comunidade, mas, segundo as mesmas fontes, ele teria sido jogado na Baía de Guanabara. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Transferidos para presídios federais sete chefões do CV no RJ

O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap-RJ), realiza, na manhã desta quarta-feira (12/11), a transferência de sete presos que exercem liderança dentro do Comando Vermelho para presídios federais de segurança máxima, após decisão da Vara de Execuções Penais (VEP). A operação é uma ação coordenada entre o Governo do Estado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (por meio da Senappen) e as forças de segurança estaduais. O transporte dos presos é realizado sob forte esquema de segurança, conduzido pelo Serviço de Operações Especiais (SOE), pelo Grupo de Intervenção Tática (GIT) e pela Divisão de Busca e Recaptura (Recap) — todos grupamentos da Seap — desde a Penitenciária Laércio da Costa Peregrino (Bangu 1), unidade de segurança máxima, até o Aeroporto Internacional do Galeão, de onde seguiram em aeronave da Polícia Federal com destino aos presídios federais. Todos os transferidos possuem condenações relacionadas ao tráfico de drogas e foram incluídos no sistema federal em cumprimento à Lei nº 11.671/2008, que regulamenta a transferência de presos de alta periculosidade. — A transferência dessas lideranças criminosas reflete o nosso compromisso com o fortalecimento das políticas de segurança pública e com a adoção de medidas concretas para interromper a atuação de organizações criminosas a partir do sistema prisional. É uma ação estratégica para preservar a ordem pública e assegurar a tranquilidade da população fluminense — afirmou o governador Cláudio Castro. A secretária de Administração Penitenciária, Maria Rosa Nebel, explicou que a operação faz parte das medidas da Operação Contenção: — A ação é conduzida de forma técnica e integrada pela Secretaria de Administração Penitenciária, garantindo o equilíbrio do sistema prisional e a segurança da população fluminense. Essa integração das forças de segurança é fundamental para preservar a estabilidade do sistema e reforçar a presença do Estado — destacou a secretária Maria Rosa Nebel. Os sete presos transferidos, que juntos somam 428 anos, 6 meses e 21 dias de condenação, são: • Arnaldo da Silva Dias (“Naldinho”) – 81 anos, 4 meses e 20 dias • Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça de Sabão”) – 60 anos, 4 meses e 4 dias • Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”) – 100 anos, 10 meses e 15 dias • Fabrício de Melo de Jesus (“Bicinho”) – 65 anos, 8 meses e 26 dias • Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”) – 35 anos, 5 meses e 26 dias • Alexander de Jesus Carlos (“Choque”) – 34 anos e 6 meses • Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”) – 50 anos, 2 meses e 20 dias FONTE: Governo do RJ

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