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Comando Vermelho

Laboratório de drogas do CV é estourado na Baixada

Policiais civis da 66ª DP (Piabetá), com apoio de equipes da 60ª DP (Campos Elíseos), 59ª DP (Duque de Caxias) e 62ª DP (Imbariê), estouraram uma fábrica de entorpecentes, nesta quarta-feira (19/11), na comunidade Parada Angélica, em Magé, na Baixada Fluminense. Durante a ação, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 500 mil em drogas e prenderam duas pessoas em flagrante.Segundo os agentes, após trabalho de inteligência, descobriu-se que a facção criminosa Comando Vermelho planejava expansão territorial em Magé. Para isso, de acordo com as investigações, os narcotraficantes utilizavam uma casa como base operacional, onde preparavam, armazenavam e distribuíam os entorpecentes.Durante as buscas no imóvel, os policiais civis localizaram, enterrados no quintal, tonéis repletos de drogas, evidenciando um esquema estruturado para ocultar o material ilícito. Além disso, também foram apreendidas diversas granadas, um artefato explosivo e rádios transmissores. Durante a ação, um veículo roubado também foi recuperado e duas pessoas, integrantes da facção criminosa, foram presas em flagrante. As investigações continuam para identificar e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos. FONTE: PCERJ

Relatório mostra influência dos traficantes do CV do RJ no Pará

Relatório do Instituto Mãe Crioula aponta a chegada do Comando Vermelho e a sua terrorialização no estado do Pará . A organização em rede da facção aproximou as relações do núcleo central ori-ginário do Rio de Janeiro com as células criminosas instaladas nos municípios paraenses. Isso se evidenciou porque o CV atua com uma estratégia de franquia, ou seja, a estrutura e o modelo de expansão territorial desta organização crimi- nosa é baseado em um sistema de conexão da matriz, localizada no Rio de Janeiro, e suas células filiais, localizada em vários estados da federação. Nesse modelo, é da matriz localizada nas comunidades cariocas como o Com- plexo da Penha, Complexo do Alemão, Comunidade do Salgueiro e Rocinha, lo- calizados no município do Rio de Janeiro, que saem o comando para as táticas e ações nos territórios paraenses. Assim, a identidade e o modos operadis segue uma padronização nacional, através de símbolos utilizados em todo o Brasil, como “tudo 2”, “CV”, “Trem bala”, “Tropa” além de pagamento de taxas cobradas de comerciantes e moradores, regras imposta na comunidade, como “proibido roubar”, pichações, etc. Das comunidades cariocas que saem o fornecimento das armas de grosso ca- ibre e a escolha dos territórios que receberão o fortalecimento do armamento. As comunidades também passaram a ser importantes para abrigar os lideres de cada território, chamado na simbologia do crime de “Torre”, ou seja, o chefe da respectiva região. Portanto, é do Rio de Janeiro que os chefes do CV no Pará mandam suas ordens para a dinâmica do crime organizada no estado. As células são responsáveis por repassar quantias da “caixinha do crime” para a matriz no Rio de Janeiro, são estratégicas para a logística na rota do narcotráfico, e no caso amazônico, tem na sobreposição dos crimes ambientais uma nova possibilidade de acumulação de capital ilícita. Esse modelo de franquiamento permite que as facções se expandam rapida- mente por diferentes regiões e estados, mantendo a identidade e o padrão de operação. O Rio de Janeiro se tornou o grande centro das decisões da atuação da facção comando vermelho no Brasil, onde a região amazônica passou a tergrande importância, A Operação Contenção26, realizado nas favelas cariocas do Complexo do Ale- mão e Penha, identificou que o estado do Pará, depois do Rio de Janeiro, como aquele com maior quantidade de lideres presos ou mortos na operação, totali- zando respectivamente 6 e 15 pessoas. No entanto, a partir das informações dasSecretarias de segurança pública do Pará e do Rio de Janeiro, pelo menos 30 integrantes paraenses estariam residindo na capital fluminense. FONTE: Instirtuto Mãe Crioula

Bandidos do CV envolvidos em assassinatos foram presos entre eles puxador de guerra da facção

Cinco criminosos envolvidos em assassinatos na Zona Sudoeste do Rio foram retirados das ruas, nesta terça-feira (18/11), após trabalho de investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Os cinco capturados são integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, e entre eles está um dos principais “puxadores de guerra” da facção da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Após intenso trabalho de inteligência, os agentes conseguiram localizar os principais pontos de atuação dos criminosos no Terreirão. E, nesta terça, os policiais civis realizaram diligências no interior da comunidade, onde ocorreram as capturas.A primeira dupla foi presa no momento em que traficavam drogas na localidade conhecida como  Beco do Borracheiro. O “puxador de guerra” da facção foi localizado sozinho, enquanto os dois últimos foram capturados na companhia de um menor, que foi apreendido. Graças às ações coordenadas, as prisões foram realizadas de formas cirúrgicas. As investigações da DHC prosseguem identificar e responsabilizar criminalmente todos os envolvidos nos crimes. FONTE: PCERJ

Dois mortos, oito presos e dois fuzis apreendidos em operação na Vila Kennedy (CV)

Policiais civis e militares realizam, nesta quarta-feira (19/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”, na Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio. O objetivo é combater a expansão do Comando Vermelho e as atividades ilegais praticadas no território explorado pela facção. Até o momento, oito criminosos foram capturados na ação e outros dois foram mortos . Dois fuzis e uma pistola foram apreendidos .”Essa é mais uma etapa da Operação Contenção e mostra o combate ao Comando Vermelho, em suas diversas atividades delituosas. A facção se aproveita da expansão territorial para praticar toda gama de crimes, fortalecendo sua estrutura financeira. Por meio de investigação e ações estratégicas, estamos enfraquecendo a organização criminosa”, afirma o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. No decorrer da operação, os policiais encontraram grande quantidade de drogas escondida pelos criminosos em uma unidade de ensino, o que demonstra a prática recorrente da facção de utilizar escolas como bunkers para ludibriar a ação das forças de segurança. FONTE: PCERJ

Saiba como se estruturava a quadrilha do ‘Mentor das Barricadas’ do CV preso hoje no Rio

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, a quadrilha comandada por Cosme Rogério Ferreira Dias, o Mentor das Barricadas do Comando Vermelho é especializada em furtos qualificados de cabos de telecomunicações (inclusive subterrâneos), receptação qualificada desses materiais e subsequente lavagem de capitais, com atuação em diversas localidades do Estado do Rio de Janeiro. A investigação aponta a existência de núcleos de comando, financeiro, intermediário e operacional, com funções definidas. As subtrações ocorriam de forma meticulosa, com o uso de equipamentos especializados (bombas d’água e guilhotinas hidráulicas), veículos pesadose táticas de dissimulação, como o emprego de uniformes e ordens de serviço falsificadas para simular legitimidade. O material subtraído era, então,escoado para empresas de reciclagem controladas pelos próprios líderes da organização, onde se iniciava um complexo ciclo de lavagem de dinheiropara ocultar a origem ilícita dos lucros. Cosme e esposa faziam parte do Núcleo de Comando, responsáveis pelas decisões estratégicas, pelo financiamento das operações e pela coordenação geral do esquema criminoso Núcleo de Aporte Financeiro: Integrado por um conjunto de “laranjas” e operadores financeiros que, por meio de empresas de fachada emovimentações bancárias simuladas, eram responsáveis por ocultar e dissimular a origem dos recursos ilícitos, reinserindo-os na economiaformal. Núcleo Intermediário: Formado por gerentes operacionais que atuavam como elo entre o comando e os executores, transmitindoordens, organizando a logística das ações de furto e efetuando os pagamentos aos membros do núcleo operacional. úcleo Operacional: Composto pelos executores diretos dos furtos, responsáveis pela atuação em campo, desde a subtração física doscabos até o seu transporte para os locais de receptação. Cosme foi identificado como o líder máximo da organização. Em conversas interceptadas, é tratado como “patrão” por Erick, o segundo na hierarquia.É proprietário de uma empresa de comércio de metaais , utilizada como fachada para a receptação dos materiais furtados. No bojo do RO nº 044 01848/2025, seu próprio funcionário o aponta como um dos maiores receptadores de cobre do Estado. A análise do RIF 124.730 (indexes 806 e 967) demonstra que Cosme e sua empresa movimentaram milhões de reais em conjunto com Erick em um curto período, sem contrapartida aparente, evidenciando a movimentação de capitais ilícitos. Sua posição de comando torna sua prisão indispensável para desmantelar a cúpula da organização. Erick era o braço-direito de Cosme. com papel central na coordenação financeira e logística. Mantinha contato direto com todos os núcleos, gerenciando pagamentos e repassando ordens. Utilizava sua empresa de reciclagem para preparar os cabos furtados para revenda e também lavar o dinheiro do crime, dando aparênciade legalidade à operação. As investigações revelaram que Erick chegava a financiar a defesa jurídica de membros presos, demonstrando seu papel de garantidor da continuidade e coesão do grupo. Sua liberdade permitiria a manutenção da estrutura operacional e financeira da organização. Cynthia, esposa de Cosme, desempenhava função crucial na gestão financeira e na ocultação do patrimônio. Um caminhão registrado em seu nome foi apreendido transportando 60 kg de cobre de origem ilícita, conforme RO nº 044-01848/2025, fato que Cosme lamenta em conversa com Erick. Sua participação ativa na blindagem patrimonial e no fluxo financeiro a torna peça-chave, cuja custódia é necessária para estancar a lavagem de capitais. O Núcleo de Aporte Financeiro – a análise conjunta da conduta destes réus revela um padrão de atuação como “laranjas” e operadores de empresas de fachada. As investigações demonstraram que todos eles, sem exceção, realizaram vultosas transações financeiras com os líderes da organização, em valores absolutamente incompatíveis com suas rendas declaradas e atividades econômicas formais. Em uma conversa com Erick, uma pessoa chegou a discutir para transportar material. No Núcleo Intermediário, os membros atuavam como gerentes de campo. Foram flagrados em interceptações telefônicas e telemáticas planejando furtos, definindo horários, discutindo a necessidade de ferramentas específicas como “talhadeiras” e articulando a logística com os caminhões.Dois deles foram abordados juntos na posse de mais de R$ 45.000,00 em espécie, cuja origem tentaram justificar com uma nota fiscal ideologicamente falsa emitida por Cynthia. . “Paquetá” mencionado em conversas e planilhas de pagamento, confirmando seu papel na coordenação e recebimento de valores. Sobre o Núcleo Operacional – os integrantes exerciam uma função híbrida. Além de participarem da execução de crimes, como demonstram as anotações criminais e as transações financeiras diretas com o núcleo operacional, atuavam como intermediários financeiros, recebendovalores de Erick e repassando a outros membros, como um que possuía 47 anotações criminais, demonstra altíssima periculosidade e profundo envolvimento com a criminalidade. A prisão de ambos é necessária tanto para garantir a ordem pública, dada suapericulosidade, quanto para interromper o fluxo financeiro intermediário. FONTE: TJ-RJ

Preso chefe de Morro da Zona Sul do Rio dominado pelo CV

Policiais do Patamo abordaram três suspeitos na Rua Marquês de Abrantes, no Flamengo, após perceberem que eles demonstraram nervosismo ao ver a guarnição. Com o trio, foram encontrados três envelopes de erva seca semelhante à maconh4 e R$ 300 em espécie. Todos foram encaminhados para a 10ª DP. Na delegacia, os agentes identificaram que um dos detidos era TH)m, chefe do Comando Vermelho no Morro Azul e foragido da Justiça desde o Dia dos Pais. Ele teria oferecido R$ 50 mil aos PMs para não ficar preso, oferta não aceita pelos agentes. Os outros dois homens também foram identificados e ficaram à disposição da polícia para as medidas cabíveis. FONTE: PMERJ

‘Mentor das Barricadas’ e outros 20 foram presos no Rio em operação contra o CV

Policiais civis e militares deflagraram, nesta terça-feira (18/11), mais uma etapa da “Operação Contenção”, a principal ofensiva contra a expansão territorial do Comando Vermelho. O objetivo é atacar a estrutura financeira e logística da facção. Entre os alvos, estava o homem apontado como “Mentor de Barricadas”, Cosme Rogério Ferreira Dias, que financia e viabiliza material para a construção das barreiras que impedem o direito de ir e vir dos moradores e limita o acesso a serviços básicos. 21 riminosos foram presos entre eles o principal.alvo .A ação visa a cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 217 milhões em bens e valores e interdição de oito ferros-velhos. O principal alvo da operação, o “Mentor de Barricadas”, se apresentava como empresário do ramo da reciclagem. As investigações, porém, revelaram que ele liderava o braço financeiro da organização criminosa. financiava o Comando Vermelho, lavando dinheiro oriundo da receptação de cobre, fornecia materiais para construção e reforço de barricadas e atuava como elo entre os ferros-velhos e o tráfico, promovendo a integração logística e financeira da facção. As diligências correm no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais.Segundo as investigações, parte dos recursos para erguer e manter as barricadas é proveniente da receptação e comercialização de cobre e outros metais furtados. “Essa fase da ‘Operação Contenção’ representa um golpe direto na espinha estrutural e econômica do Comando Vermelho, visando asfixiar financeiramente a facção e restringir sua capacidade de domínio territorial”, comenta o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração comprovou que ferros-velhos ligados ao tráfico de drogas funcionavam como núcleos de lavagem de dinheiro e de apoio operacional, sendo fundamentais também para financiar a instalação e reconstrução de barricadas, que impedem a entrada de forças policiais, para custear atividades de vigilância armada e manutenção de pontos de venda de drogas e para fortalecer o controle territorial em comunidades da Zona Norte, Baixada Fluminense e Região Metropolitana. As análises financeiras conduzidas pela DRF revelaram movimentação ilícita superior a R$ 217 milhões, valor incompatível com as atividades declaradas pelos investigados. Diante das provas, foram representados e deferidos ordem de bloqueio integral de valores e ativos financeiros vinculados à facção e seus operadores, sequestro de imóveis de luxo no Recreio dos Bandeirantes, utilizados para blindagem patrimonial, sequestro de veículos de alto padrão, pertencentes ao núcleo financeiro, interdição de oito ferros-velhos, centrais no escoamento de cobre furtado e lavagem de capitais, e afastamento compulsório de sócios e responsáveis legais, para cessar imediatamente a continuidade da atividade criminosa. FONTE: PCERJ

Três mortos em confronto com PMs em Caxias

Policiais do 15° BPM foram alvos de disparos feitos por criminosos armados na comunidade Vai Quem Quer, em Duque de Caxias. A guarnição reagiu e, após o confronto, três criminosos foram encontrados feridos, sendo socorridos ao Hospital Adão Pereira Nunes, onde não resistiram.. Armas e drogas foram apreendidas. FONTE: PMERJ

Mulheres foram baleadas em ataque do CV ao Dendê (TCP)

Duas mulheres foram baleadas no Morro do Dendê, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, na noite de ontem (14). De acordo com testemunhas, elas foram atingidas durante um confronto de criminosos rivais. Testemunhas afirmam que bandidos do Comando Vermelho tentaram invadir a comunidade dominada pelo TCP . Uma das mulheres atingidas estava em um carro de aplicativo e foi baleada de raspão. Ela já teve alta médica. A outra vítima é uma mulher que trabalhava em um foodtruck. Moradores afirmam que ela foi socorrida com estado de saúde grave e passou por uma cirurgia. Ela está internada no Hospital Evandro Freire. FONTE: Canal Caos no RJ (Whatsapp)

CV voltou a invadir a Carobinha (milícia) e parece que dominou a comunidade

Traficantes do Comando Vermelho voltaram a invadir a comunidade da Carobinha, em Campo Grande e segundo relatos teriam assumido o controle de toda a favela sem precisar disparar um tiro. Os invasores vasculharam casas de moradores a procura de milicianos. Os paramilitares já sabiam que o CV entraria na região com força total e decidiram recuar. A movimentação começou por volta das 6h. Às 10h, o CV já havia tomado toda a área sem resistência. Ainda não se sabe se a facção permaneceu na região A PM foi ao local e apreendeu carros usados na invasão. Guarnições do GAT 1 e GAT 2 do 14º BPM recuperaram, na Estrada Guandu do Sena, altura do Largo do Guandu, três veículos usados por soldados do Comando Vermelho na invasão da comunidade da Carobinha. Na chegada das equipes teve tiroteio. Os agentes revidaram, e o grupo fugiu em direção à área de mata. A ação terminou sem presos ou feridos. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunçâo .

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