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Comando Vermelho

Traficantes do CV passaram atirando em várias áreas da milícia na Zona Oeste do Rio

Relatos de muitos tiros durante a noite de ontem nas localidades do Barbante, Casinhas, Vila Nova, Campo Belo, NovonHorizonte, Letícia e Tingui, que ficam entre os bairros de Inhoaiba e Campi Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Essas áreas são controladas por milicianos e teriam sido atacadas por traficantes do Comando Vermelho que passaram atirando liderados pelo bandido vulgo RD, dado como morto recentemente.. Os paramilitares reagiram. “Muito tiro mesmo. Moro no Vila Nova e deu para escutar de casa”, escreveu um morsdor”. “Moro no Jardim Letícia. Muito perto e alto. Vários tiros”, postou outro. “Muito tiro mesmo. Estava fazendo janta e perdi até a fome” “Moro no Barbante e foi muito tiro”. *Muito tiro. Fui comprar bebida, tomei um susto e a garrafa até caiu”.. “Estava na rua. Tremendo até agora 🥴” FONTE: Página Campo Grande ao Vivo ( instagram)

Fogos e tiros em favelas do CV para festejar aniversário de um dos principais puxadores de bondes da facção

Madrugada de fogos e tiros nas áreas de Comando Vermelho na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, e no Complexo da Penha (CV), para comemorar o aniversário do traficante Tiriça. Tiriça, é conhecido como um dos principais puxadores de bondes do Comando Vermelho. Atualmente lidera a criminalidade no Morro da Barão na Praça Seca. Foi um dos responsáveis por expulsar os milicianos do bairro. Ele é envolvido em um crime de Homicídio. Em fevereiro de 2020, um homem morreu vítima de tiros, o corpo dele foi colocado no porta-malas de um carro, que foi incendiado. De acordo com as investigações, os suspeitos, entre eles “Tiriça” cometeram o crime por acreditarem que a vítima era informante de um grupo rival. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia e Baú do Rio OFC (Telegram)

Trabalhador morreu baleado durante operação policial no Chapadão (CV)

Durante operação policial no Complexo do Chapadão (CV), um trabalhador foi baleado e não resistiu aos ferimentos. Ele foi identificado como Marcelo Santos Martins, de 52 anos. Ele trabalhava como camelô e foi baleado enquanto levava o almoço para sua mulher, que também é camelô. Foto do corpo do rapaz circula nas redes sociais. Há manifestação no local por causa da morte do trabalhador. Vários ônibus foram usados como barricadas. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comandante do 41º BPM (Irajá), agentes da unidade realizaram patrulhamento de rotina no interior do Complexo do Chapadão, na manhã desta quinta-feira (13/03). D urante o patrulhamento, um veículo blindado foi atacado por disparos de arma de fogo e não houve revide. Na sequência dos fatos, soube-se que um morador da região foi ferido, gerando uma manifestação de populares . O policiamento foi intensificado no local com equipes do RECOM . Vale destacar que a referida região recebe uma ocupação permanente da unidade desde o mês de agosto de 2024. Os policiais militares que participaram da ação estavam utilizando Câmeras Operacionais Portáteis (COPs). Informamos ainda que não houve acionamento via 190. FONTE: Instituto Fogo Cruzado, PMERJ, Baú do Rio OFC e Pega Visão News RJ (Telegram)

Polícia pediu a prisão preventiva de Motoboy, Doca, Marcinho VP e outros chefões do CV por duplo homicídio mas Justiça negou

A polícia representou pela prisão preventiva dos traficantes Motoboy, Abelha, Marcinho VP, Doca, Pedro Bala e LC por suposto envolvimento nos homicídios de Élisson de Almeida Santiago e João Pedro de Souza Tavares dos Santos. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido. O Ministério Público Estadual opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados alegando ausência de indícios mínimos de autoria. “Apesar de ser notória a participação de alguns dos investigados em organização criminosa que detém o domínio de parte considerável do território do Estado do Rio de Janeiro, não é juridicamente possível a imputação de conduta criminosa valendo-se de presunção, ainda que razoável, de que tais lideranças possuem ciência ou mesmo o controle dos fatos aqui apurados”, dizem os autos. A publilcação no site do TJ-RJ não informa quando os fatos ocorreram nem o local do crime. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia faz operação no Complexo do Lins (CV)

A Polícia Civil realiza hoje uma operação contra o Comando Vermelho no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. O objetivo é cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão. Já houve prisões. A investigação começou em dezembro após a morte de uma médica da Marinha, no Hospital Naval Marcílio Dias. Ao mesmo tempo que o homicídio era apurado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a 26ª DP (Todos os Santos) abriu inquérito para identificar os integrantes da facção na região. Os bandidos estão envolvidos em diversos crimes, inclusive em roubos de veículos, cujas receitas são usadas para financiar a prática de outros delitos, além da vida de luxo dos bandidos e de seus familiares. Policiais militares da CPP também iniciaram, nesta manhã (12/03), uma operação nas Comunidades Morro do Amor e Árvore Seca (Complexo do Lins). FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro e PMERJ

Processo judicial que tramita em sigilo revela detalhes de sessão de tortura seguida de homicídio de uma mulher em Itaperuna. Vítima foi morta porque teria delatado ex-namorado integrante da quadrilha ao CV

Um processo sigiloso que tramita desde o ano passado revela detalhes de uma sessão de tortura seguida de homicídio contra uma mulher em Itaperuna, na Região Noroeste Fluminense. A vítima foi agredida com socos, chutes, coronhadas, golpes com vara de espinhos e afogamento e sofreu graves ameaças de morte por parte de criminosos com o fim de obterem a confissão de que ela teria delatado os mesmos para facção rival Comando Vermelho e levado seu ex-namorado para ser morto pelos membros da quadrilha. Em seguimento, teriam, com dolo de matar, os bandidos efeturam disparos de arma de fogo contra a vítima, causando-lhe lesões que foram a causa eficiente de sua morte. Os autores teriam ocultado o cadáver da vítima, jogando seu corpo no rio Muriaé. Narra a denúncia que a vítima estaria em um bar com seu companheiro quando um dos criminosos chegou ao local seguido de mais dois comparsas, tendo um deles perguntado à vítima “quem é você?” e ela respondeu que seria “Claudinha”. Em seguida, o criminoso mostrou que estava armado e disse à vítima “levanta e vai lá pro beco”, determinando que o companheiro dela seguisse para o mesmo local, ocasião em que todos seguiram para o bar de uma mulher, onde estavam os demais bandidos, portando armas de fogo. A vítima e seu companheiro foram, então, ordenados a se dirigirem ao “Beco do Jajá”, próximo à Cachoeira do Macaco, momento em que um dos criminosos disse para a dona do bar “fica na visão! Qualquer coisa me avisa!”, tendo ela respondido “pode deixar”. Chegando à cachoeira, os autores determinaram que o companheiro da vítima abaixasse a cabeça e começaram a desferir socos, chutes, coronhadas e varadas de espinhos contra ela, perguntando “quem te mandou aqui? Você que está entregando a gente pra outra facção do bairro Cehab? Foi você que levou o Pablo pra morrer?”. Em seguida, um dos bandidos pegou a vítima pelo cabelo, levando-a até a beira do rio, onde passou a afogá-la e agredi-la, dizendo “fala o que você sabe! Você sabe sim!”. Em razão da vítima permanecer negando os fatos, mesmo após pedirem para que seu companheiro a convencesse a falar o que eles queriam, um bandido o levou de volta ao bar, onde o ameaçou dizendo “se você abrir a boca, eu mato seu filho e vou atrás de você até onde você for!” e o liberou, ordenando que dois indivíduos que lá estavam o seguissem em outra motocicleta, enquanto ele ia embora. Após o companheiro da vítima ser liberado, Claudinha continuou sendo torturada, até que foram efetuados disparos de arma de fogo contra ela e seu corpo foi jogado no rio. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça do RJ divulgou em seu site oficial investigação de parte do funcionamento do tráfico no Complexo do Chapadão (CV)

A Justiça do RJ divulgou em seu site em dezembro detalhes de uma investigação de anos atrás sobre o funcionamento de parte do tráfico de drogsa no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, e decretou a prisão preventiva de três suspeitos, entre eles uma mulher. A apuração revelou que o bandido vulgo Índio ou 2D era  um dos líderes do Comando Vermelho, responsável pelo comando da mercancia de entorpecentes na Comunidade do Chapadão.  Ele exercia sua autoridade sobre outros criminosos, orientando-os por meio mensagens nos grupos de WhatsApp “Cpx Chp Luto” e Família BC FB”  Ele determinou que nesses grupos que seus comandados intensificassem o comércio de drogas, com escopo de repor o dinheiro perdido em razão das operações policiais ocorridas na comunidade.  O criminoso também aparecia em fotografias portando fuzis, sendo responsável, ainda, por agendar reuniões com gerentes do tráfico local.  Pará era o homem de confiança de Índio, sendo o segundo na hierarquia do Comando Vermelho atuante no Complexo do Chapadão.  Ele tinha a função de repassar diversas ordens de Índio nos grupos de Whatsapp supramencionados e, em razão da privilegiada posição na hierarquia do bando, exercia posto de liderança na estrutura da associação criminosa, conforme evidenciado nas diversas mensagens por ele enviadas 2 .  Além disso foi obtida no sistema cloud computing de Índio fotografia deste em companhia de Pará em um evento na Comunidade, onde podem ser observados diversos traficantes (seus comandados) armados.  Testa por sua vez, exercia a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. “Testa” supervisiona as “bocas de fumo” locais, sendo responsável pela logística e abastecimento destas.  Nas conversas interceptadas restou evidente seu envolvimento com o tráfico no Complexo do Chapadão, conflagrado pelo Comando Vermelho.  Além disso consta dos autos fotografias enviadas pelo denunciado “Testa” de um fuzil com a inscrição “Terror da Pavuna” no grupo de WhatsApp “Família Chapadão BC FB”, e de uma mesa com drogas à venda na comunidade com a mensagem “Brilho tá daquele jeitão”. Biel  é irmão de Igor Testa e, assim como ele, exerce a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. Da mesma maneira, há diversas mensagens enviadas pelo denunciado nos grupos de WhatsApp, que indicam seu envolvimento na gestão da mercancia de entorpecentes no Complexo do Chapadão  Ademais constam dos autos fotografias de Biel empunhando armas diversas, a exemplo de um fuzil e duas pistolas com carregador alongado, estas últimas com a seguinte legenda: “Segue a paz o 20 (boca de fumo).  Douglas por sua vez, exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo.  Da Tola atuava como gerente do tráfico no complexo do Chapadão, ostentando armamento de grosso calibre e, assim como “Testa” e “Biel”, controla a venda de drogas na localidade. Tomate exercia a função de vapor do tráfico no complexo do Chapadão, sendo responsável pela venda varejo de drogas nas bocas de fumo da localidade  Além da venda de entorpecentes, Tomate participa de roubos de carga nas imediações do Complexo do Chapadão.  Manga exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo  Tio Phil atuava na estrutura do Comando Vermelho do Complexo do Chapadão na função de “vapor do tráfico” sendo responsável pela venda de drogas nas bocas de fumo da localidade.  Mangueirinha exerce a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  Gato exerce a função de gerente do tráfico no complexo do Chapadão, monitorando a movimentação de policiais e traficantes era responsável pela logística das bocas de fumo, intermediando, inclusive, compras de arma de fogo.  O vulgo “Panikin Himalaia”, atua como “soldado do tráfico”, tendo como atribuições garantir a segurança das bocas de fumo no Complexo do Chapadão, sendo tal fato confirmado pelas diversas mensagens que “Panikin Himalaia” enviou nos grupos de WhatsApp  Lukaku do Egitoé gerente do tráfico responsável pela logística das bocas de fumo.  Barrama do Egito, Camilo, José Nicolas, Bode, Da Tribo, Lapinho, Daniel da gatonet e Xandinha exerciam a função de olheiros do tráfico no Complexo do Chapadão, sendo responsáveis por alertar seus comparsas sobre eventual movimentação de grupos rivais, bem como de agentes públicos nas imediações da Comunidade  Tom exercia a função de “soldado do tráfico”, sendo responsável por realizar a segurança das bocas de fumo nas imediações do Complexo do Chapadão.  Bombeirinho atuava na estrutura organizacional do Comando Vermelho no Complexo do Chapadão como “vapor do tráfico”, sendo assim responsável pela mercancia de drogas.  Atuavam também na função de “vapor do tráfico” Maurício Wesley sendo designado pelas lideranças do Comando Vermelho para realizar o varejo de entorpecentes  Arley exercia também a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  .  Du Rodo e Nk do Cava atuavam diretamente nas vendas de material entorpecente nas “bocas de fumo” na função de “vapores do tráfico”  Hugo exercia a função de soldado do tráfico, sendo responsável pela força armada apta a oferecer segurança às bocas de fumo do Complexo do Chapadão. Arrascaeta  atuava na contenção armada das bocas de fumo, oferecendo segurança à venda de entorpecentes  Nego Drama era outro soldado do tráfico. Americano exercoa a função de vapor do tráfico no Complexo do Chapadão, embalando e distribuindo drogas nas bocas de fumo da localidade 23 .  Seu irmão Rafael também exercia a função de vapor do tráfico, sendo responsável por embalar e pela mercancia de entorpecentes  Tinha ainda um menor, M.V  A polícia realizou a infiltração virtual em grupos de WhatsApp, teriam sido identificados grupos relacionados ao Complexo do Chapadão, comunidade vinculada à facção criminosa Comando Vermelho, com fotografias dos traficantes com armas, drogas, além de conversas que evidenciavam o monitoramento constante das vias de acesso das comunidades do Complexo do Chapadão, com o objetivo de alertar e repelir incursões policiais e possíveis

Três chefões do CV e da milícia no RJ continuarão presos longe do Estado pelos próximos anos

Três perigosos chefões do Comando Vermelho e da milícia vão continuar em presídios federais fora do Rio de Janeiro pelos próximos anos. A Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) renovou a manutenção em penitenciárias da União dos traficantes Cláudio José de Souza Fontarigo, o “Claudinho da Mineira” e Rogério Avelino da Silva, o “Rogério 157”, por mais três anos, enquanto o miliciano Maurício Silva da Costa, o “Maurição”, ficará pelos próximos dois anos. A Justiça também explicou o retorno de três detentos de presídios federais para o Estado – Edmilson Ferreira dos Santos, o “Sassá”; Claudio Mariano Mendes dos Santos, conhecido como “Dr. Santos”, e Luiz Carlos de Souza, o “Monstrão. Segundo o TJ-RJ, as decisões obedeceram a critérios objetivos e definidos em lei. No caso de Edmilson e Claudio, houve decisão anterior da Justiça Federal que diminuiu o prazo de renovação para um ano, expirando em 2025, e que não houve manifestação contrária pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e Secretaria da Polícia. Além disso, relatório apresentado analisou a boa conduta dos detentos e a relevância do apoio familiar para uma reinserção social favorável. Já em relação a Luiz Carlos, foi considerado, na decisão, o cálculo de pena do apenado, considerando que já foi cumprida pena de 13 anos, 3 meses e 15 dias, restando 6 anos, 5 meses e 3 dias, não demonstrando, assim, ser razoável a prorrogação do prazo para manutenção em presídio federal, de caráter excepcional. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Muitos tiros na Praça Seca na última noite em suposta guerra de facções

Nas redes sociais foram relatados muitos tiros na última noite na região da Praça Seca. Segundo as informações divulgadas, os disparos ocorreram nos morros da Menezes e da Barão, ambas áreas dominadas pelo Comando Vermelho. As postagens dizem que as comunidades foram atacadas por traficantes do Terceiro Comando Puro do Morro do Campinho. Videos com o som dos tiros foram divulgados em grupos de aplicativos de conversas como o Telegram e o WhatsApp. [⚠️informações: Muitos tiros na Praça secaTraficantes do Campinho, tá tentando invadir a BarãoForte tiroteio na Praça Seca dizem ser invasão cuidado pela área FONTE: Pega Visão RJ News (Telegram) e Página Rioenguerra (Facebook)

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