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Amigos dos Amigos

Menor ligado a ADA é suspeito de participar de sessão de tortura contra dois irmãos em Quissamã por achar que as vítimas eram de grupo rival

Um menor de idade ligado à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) é suspeito de participar de uma sessão de tortura em Quissamã Uma das vítimas relatou que ela e seu irmão foram abordados por integrantes da facção sendo levados para um matagal, ameaçados, roubados seus celulares e espancados, sob a justificativa de pertencerem a grupo rival. As imagens do local mostraram o menor junto ao bando, em uma bicicleta, aliciando as vítimas A vítima informou não se recordar se o adolescente teria subtraído seu celular, não sabendo imputar a autoria, tampouco se, no momento da subtração, o menor estaria presente. Segundo a Justiça, , em relação aos atos infracionais análogos aos crimes de tortura e associação ao tráfico, a materialidade e autoria restaram comprovadas. O menor confessou em juízo que, à época dos fatos, fazia parte da facção criminosa Amigo dos Amigos, e que se dirigiu ao local das vítimas, após o recebimento de uma mensagem da liderança, A atuação do menor, durante a abordagem, contribuiu para a efetiva privação da liberdade das vítimas e o deslocamento destas do local de origem, não sendo crível que não soubesse a finalidade espúria desde o primeiro contato. O laudo de exame de lesão corporal em relação a uma das vítimas, atestou o sofrimento ensejado pelo espancamento com instrumentos contundentes e produzido por meio cruel, gerando escoriações lineares em mãos e antebraços (por ter sido amarrado) e pescoço, FONTE: TJ-RJ

Depois de quase 12 anos, traficante responsável por ataque a Fórum de Bangu que deixou criança e policial mortos foi condenado a 95 anos de prisão

O traficante Alexandre Bandeira de Melo, conhecido como Piolho, foi condenado a 95 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado, na terça-feira (02/07). Ele foi considerado culpado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado, ambos por duas vezes. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o réu e outros comparsas invadiram o Fórum de Bangu, na Zona Oeste do Rio, no dia 31 de outubro de 2013, com o objetivo de resgatar detentos. Na ação criminosa, uma criança e um policial foram mortos. A ação penal ajuizada em janeiro de 2014 apontou Alexandre Bandeira de Melo como o mandante da invasão, além de responsável por fornecer apoio e auxílio aos executores dos disparos. Outras pessoas forma denunciadas por homicídio e tentativa de homicídio e ainda serão julgadas. Os acusados, que planejavam seus próprios resgates, integravam o tráfico de drogas na comunidade da Vila Vintém e estavam presos em Bangu IV. O acusado seria o Chefe do Tráfico no Morro do Dezoito e umas das lideranças da facção ADA.Os jurados acolheram integralmente a tese da Promotoria de Justiça, que demonstrou a existência de premeditação, motivo torpe e o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. O réu participou da sessão por videoconferência, uma vez que está custodiado em presídio federal. FONTE: MPRJ

Traficante que era da ADA e foi para o TCP e vinha tentando tomar redutos do CV em São Gonçalo e Niterói foi morto após sair da cadeia

O traficante vulgo Maradona, que teria saído da cadeia ontem, teria sido morto por bandidos do Comando Vermelho em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio, segundo relatos nas redes sociais. Ele foi morto com cerca de 30 tiros. Foto do corpo caído para fora do carro foi divulgada na internet. Maradona fazia parte do ADA e controlava a Dita junto com o Drill, mas após a facção se enfraquecer e perder a comunidade, pulou pro TCP com o objetivo de retomar. Porém, não conseguiram. Vale destacar que o criminoso tinha saído da prisão em dezembro do ano passado, mas voltou após um novo mandado de prisão, ficou pouco mais de cinco meses e saiu definitivamente da cadeia ontem, Em uma investigação antiga, Marradona foi apontado como subordinado a Drill. Ele acompanhava a confecção da substância entorpecente, sua distribuição, os pontos de venda utilizados e os locais de armazenamento. Ele ordenava, ainda, ataques a viaturas policiais e autorizava a execução de criminosos rivais e também daqueles que não seguiam o “código de conduta” do tráfico. Exercia também a função de interlocutor de Drill, falando por este com os criminosos em liberdade e transmitindo suas ordens. Mardona e Drill na época estavam presos em uma mesma cela em uma cadeia de Bangu. Maradona brigava muito quando a venda era pequena ou quando perdiam uma arrua , ou quando perdiam uma “carga de drogas”; queria saber quanto estava à venda, quanto vendeu, se a carga de drogas tinha acabado, por qual razão não havia sido reposta; se acabou o pó de 20 da boca tal e se o comparsa estava sozinho lá, se o “olheiro” não estava no local. Ele pedia inclusive fotos das drogas, para ver se estavam embaladas corretamente FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram) e TJ-RJ

Traficantes da ADA presos em Jacarepaguá em fevereiro confirmaram acordo feito entre Celsinho da Vila Vintém e o miliciano Boto para facção explorar a área

Traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos presos em fevereiro na comunidade Vila Sapê, em Curicica, confirmaram na polícia que lideranças da organização ciminosa Amigos teriam negociado e obtido domínio sobre as áreas do bairro de Curicica, que antes se encontravam sob o domínio de grupo miliciano. Eles disseram “a comunidade é conflagrada, e atualmente se encontra sob domínio da Facção Criminosa ADA, sob comando do Traficante Celsinho da Vila Vintém, que arrendou a gerência do local do miliciano de vulgo Boto”. “A importância da oitiva prévia de todos os “supostos declarantes”, principalmente, de supostamente” teriam declarado que o nacional Celso, vulgo “Celsinho”, teria feito um acordo com o Requerente, vulgo “Boto” para a ‘tomada’ de território e, posteriormente, ‘Celsinho’ teria acordado com nacional de vulgo ‘Doca’, por videoconferência. A investigação apresenta informações sobre acordos, venda e transações espúrias, ditas obtidas por inteligência produzida pelo GIC da 32a DP, aduzindo pelos policiais, alcunhado por ‘Boto’, teria vendido a comunidade para o de vulgo ‘Celsinho’ Na ocasião, oito traficantes foram presos. Todos eram oriundos da comunidade Vila Vintém, em Padre Miguel. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou prisão preventiva de bandidos que uniram a ADA, o CV e a milícia para tomar a Zona Oeste do Rio

A Justiça decretou a prisão preventiva dos traficantes Celso Luiz Rodrigues, o Celsinho da VIla Vintém (ADA), Edgar Alves de Andrade, o Doca, (CV) e do miliciano André Costa Bastos, o Boto. A reaproximação de Celsinho, preso em amio, das dinâmicas do crime organizado envolveu duas figuras centrais do submundo carioca: Doca e Boto. A aliança, segundo a Polícia Civil, foi estratégica para ampliar o domínio de territórios na Zona Oeste do Rio, especialmente na região de Curicica, sem provocar confrontos diretos entre facções rivais e milicianos. O pacto entre os três revelou uma rara convergência entre milícia e tráfico, marcada por interesses territoriais e econômicos em comum. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou Celsinho pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A denúncia foi recebida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal Regional de Jacarepaguá, que também decretou a prisão preventiva do réu. Segundo a denúncia do MPRJ, Celsinho teria retomado a aliança com o Comando Vermelho — facção da qual havia se desligado no passado — com o objetivo de reconquistar comunidades que haviam sido dominadas por milicianos. As investigações apontam que ele negociou diretamente com um grupo paramilitar e “comprou” o controle da Vila Sapê, em Curicica. A aliança integrou um pacto entre o Comando Vermelho, uma milícia local e membros da facção Amigos dos Amigos (ADA), visando à retomada de territórios perdidos para grupos paramilitares, sobretudo na região de Santa Cruz. No dia 10 de março de 2025, conforme apurado pelo MPRJ e pela Polícia Civil, Celsinho teria ordenado a ocupação da Comunidade Dois Irmãos, também em Curicica. Já no dia 17 do mesmo mês, outros traficantes se dirigiram à Comunidade Gardênia Azul para reforçar a tomada do território. A mobilização foi articulada após Celso solicitar apoio a Edgar Alves de Andrade, com quem chegou a se reunir por videoconferência. O suporte foi viabilizado antes da formalização do acordo entre Celsinho e a milícia local, intermediado por André Costa Barros. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Relatório do MP destrincha atuação do crime organizado no Rio de Janeiro

Segundo um relatório do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, grupos Paramilitares, ou milícias, já controlam 25,5% dos bairros do Rio de Janeiro, em um total de 57,5% do território da cidade. O tráfico de drogas, cujas principais facções —Comando Vermelho, Terceiro Comando, Amigos dos Amigos— possuem juntas o domínio de outros 34,2% dos bairros e 15,4% do território. Ao todo, 3,7 milhões de pessoas vivem em local controlado por algum grupo criminoso, ou o equivalente a 57,1% da população. Apesar do início dessa ocupação ter surgido nas comunidades pobres do Estado, atualmente esses grupos criminosos dominam os subúrbios da cidade do Rio de Janeiro, e diversos municípios da Baixada Fluminense, ostentando armas de grosso calibre em plena luz do. dia, matando, extorquindo e aterrorizando moradores de forma extremamente covarde e cruel. Tanto o tráfico de drogas como as milícias, disputam o controle de conjuntos habitacionais, loteamentos irregulares, comércio de gás, serviços de telefonia e internet, atuando inclusive no furto de derivados de petróleo nos dutos da Petrobras. Como todas essas atividades criminosas são lucrativas, traficantes e milicianos vêm formando alianças e fundindo o seu modus operandi, surgindo as chamadas “narcomilícias”, onde marginais se agrupam em bandos fortemente armados, com treinamento militar e quealém do tráfico de drogas, desenvolvem outras atividades originariamente típicas de milícia. O que todos esses grupos marginais têm em comum, é o controle territorial obtido através de seu domínio armado O domínio armado deve ser compreendido como a atuação dos grupos ou redes que exercem controle territorial armado e regulam atividades econômicas ilegais e irregulares, em um território específico, fazendo uso da coação violenta como principal recurso desustentação de seu governo criminal. Sua natureza instável, provisória eluida demanda disputas continuadas e concessões pactuadas entre atores criminais e destes com agentes estatais. Esse controle armado é uma manifestação de uma espécie de governo autônomo, sempre em conflito latente com outros concorrentes (“tráfico” e “milícias”) e em confronto amistoso e transacionado com o Estado (polícias, políticos e burocratas). Esse status deextrema e contínua violência possibilita apreender as articulações entre osfins de sua política, as estratégias de seus negócios, as táticas comerciais de suas competições e as necessidades logísticas de sustentação territorial.2 Esses grupos brigam entre si pela conquista de territórios no Estado, expansão que permite aumentar o lucro das atividades criminosas. Nessa batalha, a violência não tem limites, e nem sempre atinge integrantes de grupos rivais, mas os cidadãos cariocas e fluminenses que residem nesses locais e nos seus arredores. Outrossim, relevante destacar, tais organizações criminosas atuantes no Rio de Janeiro não somente vivem do tráfico de drogas. Com a intenção de maximizar os lucros e amortecer prejuízos causados pela polícia e facções rivais, tais grupos realizam roubos de veículos, roubos de carga, furtos de caixa eletrônico, abrigo de clínicas de aborto em favelas, bem como exigir indevidas vantagens de comerciantes, monopólio de serviços irregulares como o fornecimento de gás em botijão, sinal de televisão à cabo, internet, mototaxis etc. Dentro de seu território, local onde o Estado de Direito não existe, seus líderes controlam todas as atividades ilícitas realizadas e incrementam seus lucros. É quase inimaginável que em pleno Estado do Rio de Janeiro, um dos locais mais conhecidos e belos do mundo,boa parte de seu território é imune a legislação e vive sob o império de regrasde extrema violência e crueldade. Além disso, quando algum morador se opõe a alguma atividade do grupo, ele é capturado, torturado e morto, para que sirva comoexemplo aos demais moradores. Trata-se de uma forma de propagação de uma intimidação difusa e extremamente convincente, até porque esses atosde violência são filmados e divulgados na localidade FONTE: MPRJ

CV tem mais de 60% dos fuzis apreendidos no Estado do Rio este ano

Um levantamento feito pela reportagem e por um colaborador aponta que só este ano foram apreendidos 335 fuzis no Estado do Rio de Janeiro por todas as instituições policiais: PM, Polícia Civil, PRF e PF.. Deste total, 213 (63%) eram do Comando Vermelho, 84 do TCP, 35 da milícia e três da ADA Entre as unidades que mais recolheram armas estão o 41° BPM (Irajá) com 44 fuzis Em segundo o 21° BPM (Meriti) com 29 fuzis. Em terceiro, o 15° BPM (Caxias) com 26 fuzis. Em.quarto, o BOPE com 24 fuzis. Na Polícia Civil, a delegacia que mais recolheu fuzil foi a 60a DP (Campos Eliseos) com 22. FONTE; Levantamento da reportagem e colaborador em apreensões feiras pelas corporações.

Facções criminosas costumam pagar R$ 50 mil por fuzis quem vêm dos EUA

Informações da Subsecretaria de Inteligência da PMERJ apontam que muitos fuzis que chegam ao território nacional em peças avulsas, também compradas nos EUA ao custo de aproximadamente R$ 6 mil, na cotação atual do dólar, depois de montadas por armeiros, são vendidas às facções criminosas por cerca de R$ 50 mil. Dos 638 fuzis apreendidos durante o ano passado por policiais militares, 604, ou seja 94,68, foram fabricados no exterior. De acordo com o levantamento da SSI, a maioria das armas de guerras retiradas das mãos de criminosos por policiais militares foi fabricada nos Estados Unidos, de onde foram contrabandeadas 295 unidades da plataforma Colt. Por ter licença para ser comercializada em outros países, o armamento da plataforma Colt entra de forma clandestina no Brasil pelas fronteiras de países sulamericanos, como Paraguai, Bolívia e Colômbia. Além dos Estados Unidos, os fuzis apreendidos no ano passado no Rio foram fabricados também em outros países, como Israel, Alemanha, Áustria e República Theca. Um levantamento preliminar feito pela SSI, ao analisar a procedência dos fuzis apreendidos neste ano de 2025, mostra que 60% foram fabricados nos Estados Unidos, indicando uma tendência semelhante à constatada no ano passado. Além da procedência dos fuzis, o estudo da SSI também mapeou o destino das armas apreendidas no ano passado no território fluminense, especialmente na região metropolitana. Dos 604 fuzis, 365 foram apreendidos em comunidades sob influência da organização criminosa Comando Vermelho. Os demais 239 fuzis, foram apreendidos em áreas sob influência do Terceiro Comando Puro (204), de milícias (48) e da facção Amigos Para o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o trabalho incansável dos policiais militares, que apreendem uma média de quase dois fuzis por dia no estado, salva muitas vidas.

Mensagens apontam que autoridades teriam procurado integrante do CV para pedir para segurar roubos e guerras no Rio durante o G20 e confirmam tratativas para aliança da facção com a ADA

Mensagens que teriam sido captadas pela Polícia Federal no ano passado de supostos traficantes do Comando Vermelho apontam que representante de autoridades teriam procurado um integrante da facção para pedir para segurar os roubos e as guerras na cidade durante sete dias por conta da realização do G20. Uma outra mensagem confirmou o que a polícia fluminense ratificou em 2025: a aliança entre o CV e a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) Confira as mensagens FONTE: As informações foram divulgadas nas redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

SEAP pediu a Justiça para grampear telefones de Doca (CV), Peixão (TCP), Rabicó do Salgueiro (CV) e Índio do Jardim Novo (ADA) para apurar crimes praticados dentro do Complexo de Bangu

A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro representou à Justiça no ano passado pela interceptação das comunicações telefônicas com a finalidade de apurar a autoria e as demais circunstâncias dos crimes de extorsão e associação criminosa praticados por internos do sistema carcerário fluminense, mais especificamente, por internos do Complexo de Gericinó, Bangu, nesta Comarca. A pasta tenta dentificar os fatos delituosos cometidos no interior das unidades prisionais e seus autores, argumentando ser notória a utilização de terminais telefônicos para a execução de crimes de diversas naturezas e a contribuição de policiais penais corruptos para o ingresso de aparelhos e modens. Segundo a SEAP, foram apontados alvos importantes da investigação, que são integrantes ou até mesmo liderança das facções criminosas que exercem domínio armado sobre diversos territórios em nosso estado, indicando os terminais telefônicos que habitualmente fazem uso para organizar as atividades criminas, como também manterem-se na situação de foragidos. A interceptação de alguns terminais não se mostrou producente , tendo em vista que não geraram registros de áudio e/ou foram detectadas apenas conversas sem interesse para a investigação. O Subsecretário de Inteligência da SEAP informou que restam ainda vários elementos sem identificação e sem qualificação suficiente, razão pela qual recomenda a renovação do afastamento do sigilo das comunicações telefônicas e dos dados telemáticos de terminais de líderes de quadrilhas como: Doca – chefão do Complexo da PenhaComparsa de Juninho Varão – chefão da milícia de Nova Iguaçu e SeropédicaUma conhecida advogada de integrantes do Comando VermelhoTraficante Rabicó, chefão do Complexo do Salgueiro, em São GonçaloIndio, chefe do tráfico no Jardim Novo (ADA), em RealengoComparsa de Johny Bravo da RocinhaPeixão, chefe do tráfico no Complexo de Israel (TCP)Companheira do traficante Professor, do Alemão (CV) A SEAP considerou imprescindível a medida cautelar, diante da notória existência das associações criminosas armadas e estruturalmente organizadas que cometem crimes graves de dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó, e diante da impossibilidade de se adotar outros meios de investigação igualmente eficientes, sendo o afastamento do sigilo o meio de identificação do modus operandi do grupo criminoso e de seus integrantes, FONTE: Conteúdo de processo do TJ-RJ disponivel no site juridico Jusbrasil

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