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Amigos dos Amigos

Com acesso livre a celulares na cadeia, traficante da ADA controla câmeras instaladas em comunidade de cidade do Norte Fluminense e condena vítimas no ‘Tribunal do tráfico’

Investigação revela que o traficante Buldogue, mesmo preso, continua coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) na cidade de São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, Além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, o bandido age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. O caso invesgado no IP 147-00264/2024 em que houve mais um episódio de tribunal do tráfico, familiares da víma testemunharam todo ocorrido, em que Buldogue determinou a tortura e execução da vítima. A audácia e sensação de impunidade é tamanha que o invesgado, sem o menor pudor, falava ao telefone com policiais militares, tal como ocorreu nos autos do IP 147-00582/2024. Buldogue se vale de aparelhos de telefone celular na cadeia para poder coordenar sua avidade ilícita. Restou provado que Buldogue e Carlão(outro interno do sistema penitenciário) tem acesso direto a câmeras de segurança espalhadas pela localidade, inclusive se comunicam diretamente por intermédio de microfone acoplado à câmera. Além disso, usam o telefone celular para controlar o direcionamento da câmera, apontando para onde desejarem, como clara intenção de direcionar toda avidade criminosa que ali ocorre. Obviamente, além disso, usa o telefone para chamadas de áudio e vídeo com seus subordinados e com a alguns cidadãos que procuram os traficantes para prestar esclarecimentos, prestar contas de suas avidades e solicitar auxílio para resolução de demandas. A degravação conda na informação sobre invesgação registra que a parr do horário de 15h 20 min do dia 25/09/2024 ocorre um diálogo em que uma pessoa se apresenta aos traficantes do Bar da Ilha para se jusficar sobre uma suposta acusação de furto. Neste diálogo o cidadão fala diretamente o vulgo de Buldogue. Neste episódio o diálogo foi feito por telefone e monitorado diretamente pela câmera, em tempo real, fato este que restou evidenciado que Buldugue tinha acesso ao vivo de tudo que ocorre na localidade. Pelas imagens e capturas sonoras ambientais da própria câmera, foi possível perceber que os traficantes, seguranças e olheiros da boca-de-fumo falavam com Carlão pela própria câmera e também por ligação de telefone celular. Constatou-se que ele monitora a boca-de-fumo do bar da ilha, vendo a posição dos traficantes, olheiros e seguranças, bem como realizando a contabilidade do dinheiro arrecadado ao longo dos plantões. Impende ressaltar que ele está atualmente preso e, mesmo assim, consegue ter acesso a aparelho celular e tecnologia para viabilizar o controle remoto da câmera de segurança. No horário de 22h 39min do dia 25/09/2024 uma mulher interagiu com Carlão pela câmera em contexto que não deixa dúvidas de que, de fato, o criminoso estava naquele momento dirigindo toda a cena criminosa em tempo real de dentro do sistema penitenciário. Os bandidos da quadrilha sçao no triplo homicídio ocorrido neste município (IP 147-00628/2024). Um adolescente era um dos responsáveis para ligar para o Buldugue quando do julgamento do Tribunal do Tráfico realizado e capturado pela câmera de segurança. O traficante DZ ligou para Buldogue na parte que uma mulher idosa foi procurar o Tribunal de Tráfico. Um olheiro que se passa como trabalhador de um estaleiro que fica muito próximo ao bar da ilha e, por tal movo, passa despercebido pelas guarnições da polícia militar. . As imagens deixam límpido que ele não é mero informante ou colaborador, atua com muito afinco, intensidade e importância na vigilância das invesdas policiais, aparece, até mesmo, interagindo com a câmera manipulada pelos chefes, mostrando inmidade e que tem pleno conhecimento e aceitação de toda a cadeia de comando. Nega Leidi era olheira e vapor, sempre gritava “Lombrou”, “Olha a barca”, “Olha o Versa”, “Olha o Corolla”para avisar aos comparsas) sobre aproximação de viaturas e eventuais ataques da facção rival TCP e apontando e indicando o local em que os usuários pegariam as drogas. o local em que os usuários pegariam as drogas. Uma adolescente infratora tem a mesma função de Nega. Ela foi flagrada pelas imagens das câmeras de segurança monitorando toda a atuação das viaturas policiais e prestando auxílio aos demais traficantes. Uma outra mulher ensina como tumultuar as invesdas da PMERJ no local. Em um diálogo, ela disse. “Tem que ter feito para bater de frente com a polícia. A câmera é do bar e você não pode meter a p.. da mão. O bar não tem nada a ver com o tráfico de drogas, sendo a câmera para minha proteção, para minha vigilância, você tem que bater de frente”. Mais uma mulher avisa aos traficantes sobre a movimentação das viaturas da PMERJ, apontando o local de onde vem e para onde foram. Este policial tentou colher a qualificação dela, mas ela sempre se esquiva correndo para dentro de casa quando vê a aproximação de qualquer viatura ou veículo diferente. Um homem foi flagrado pelas imagens, em diversas oportunidades, dando informações para os traficantes sobre o local em que viu as viaturas da polícia. Ele sempre é visto numa motocicleta branca e, sempre que aparece na boca-de-fumo, sente-se na obrigação de passar informações sobre as viaturas de polícia que viu no trajeto. FONTE: Informações de processo de processo do TJ-RJ disponíveis o site jurídico Jusbrasil

Bicheiro inimigo de Celsinho da Vila Vintém (ADA) pagou policiais para transferí-lo para presídio federal. Suposta traição do traficante fez com que surgisse o TCP

Preso ontem, o traficante Celsinho da Vila Vintém era inimigo do falecido contraventor Fernando Iggnácio. Em 2017, o bicheiro determinou que o traficante fosse transferido para um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio de Janeiro mediante pagamento de propina a policiais. Para isso, houve uma pactuação entre delegados, entre eles Maurício Demétrio, demitido da corporação, para a fabricação de expedientes para conferirem subsídio a uma representação policial pela decretação de prisão preventiva de Celsinho e sua posterior remoção para outro estado. Um dos delegados, à época a frente da DP da Rocinha, aceitou a promessa de pagamento de vantagem indevida. e representou pela decretação da prisão cautelar de Celsinho. No mesmo ano, Celsinho da Vila Vintém teria fornecido apoio à Antônio Bonfim Lopes, vulgo” Nem da Rocinha “, na retomada do controle das atividades do tráfico naquela comunidade, que havia sido tomada pelo Comando Vermelho. No tempo todo que ficou preso da outra vez (entre 2002 e 2022), Celsinho transmitia as ordens para sua mulher que fazia uso de sua qualidade de esposa para ter livre acesso ao mesmo, realizando visitações e recebendo telefonemas através dos quais lhes são passadas instruções relativas ao comando do tráfico. Cabia a ela servir de elo entre o mentor intelectual da quadrilha e os seus demais integrantes, transmitindo ordens e instruções de atuação. Ela possuía contato com os integrantes da quadrilha, conhecidos como “Frente”, e, na ausência de determinação do Celso, lhe cabia a decisão final acerca de todas as atividades criminosas praticadas pelos narcotraficantes. Ela também tinha a tarefa de receber e administrar todo o dinheiro recolhido com a venda de drogas, atuando como contadora, tendo, após a prisão de “Celsinho”, assumido o controle da favela. Investigações antigas trouxeram relatos de como a quadrilha de Celsinho torturava e humilhava pessoas, descrevendo que a ordem parte do interior do presídio especificando-se como titular das ordens Celsinho da Vila Vintém”. Ele mandava nas comunidades Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Wogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão” Celsinho chegou a ser acusado de mandar matar um homem que não permitia que os traficantes usassem a laje de sua casa como esconderijo de armas e drogas. Depois que Celsinho deixou a cadeia em 2022, os presos vulgos Quito ou Cérebro e Cimar ou Veludo), que eram homens de sua confiança, assumiram a liderança da ADA na prisão. Quito, por exemplo, teria participado ativamente no planejamento e execução da ação que ensejou a fuga da unidade prisional Bangu 6. Ainda segundo tais dados, a cúpula da facção teria autorizado a fuga para suposta retomada de pontos de venda de drogas na capital fluminense. Celsinho fundou a ADA nos anos 90 junto com Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê. Com a morte deste em 2002 em uma rebelião dentro do presídio de segurança máxima Bangu 1, houve um racha na união entre a ADA e o Terceiro Comando, propiciando a formação do Terceiro Comando Puro. Sobre a rebelião,, Celsinho da Vila Vintém alegou que, no dia do crime, tentou se proteger do ataque dos presos e não viu Fernandinho Beira-Mar participando da invasão a cela de Uê. Celsinho foi acusado de traidor e isso foi um dos motivos do rompimento do TC e da ADA. Celsinho permaneceu com a ADA ao lado de Paulo César Silva dos Santos, o Linho, que comandava o Complexo da Maré, além de traficantes do São Carlos, Dendê, Serrinha, Muquiço e Pedreira. Do outro lado, com o TCP, ficaram bandidos de Acari, Senador Camará, Parada de Lucas e parte do Complexo da Maré (morros do Timbau e Baixa do Sapateiro). FONTE: Informações de processos do TJ-RJ obtidas no site jurídico Jusbrasil

Polícia pediu prisão de chefão do CV por sua aliança com a ADA e a milícia

A Polícia Civil pediu a prisão de Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefão da facção criminosa Comando Vermelho pela sua aliança com Celso Luis Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém, líder da ADA (Amigos dos Amigos), preso hoje. Os policiais cumpriram também mandado de prisão contra o miliciano André Costa Bastos, o “Boto”, que está preso, e é outro vértice desta aliança entre as quadrilhas. Boto, mesmo preso, negociou o controle da Vila Sapê, em Curicica, com Celsinho, permitindo a entrada da facção no território. Posteriormente, ficou comprovado que Celsinho também firmou um pacto com Doca para garantir a estabilidade do novo domínio. Esse acordo foi firmado também para que Doca pudesse expandir seu domínio para a Zona Oeste, usando as comunidades controladas por Celsinho, como “ponto de apoio” para as inovações. “As investigações tiveram início em fevereiro, após a prisão de oito traficantes em Curicica. Todos os detidos eram oriundos da Vila Vintém e afirmaram ter sido enviados por Celsinho para ocupar a área, até então sob domínio da milícia. A operação policial revelou que a ocupação ocorreu sem resistência, apontando para um acordo entre os grupos criminosos”, esclareceu o delegado Marcos Buss, titular da 32ª DP. Considerado um dos traficantes mais perigosos do Rio de Janeiro, Celsinho é fundador da ADA e possuía 52 anotações criminais. Mesmo após 20 anos de prisão, solto em 2022, continuava a liderar ações criminosas na Zona Oeste, com histórico de brutalidade, alianças estratégicas e envolvimento direto em rebeliões prisionais. “A prisão é de suma importância no contexto da Operação Contenção, que começou com a prisão do responsável por treinar criminosos para confrontos, e com o bloqueio de R$ 6 bi da facção criminosa. Hoje, tiramos de circulação um marginal que jamais deveria ter saído da prisão”, pontuou o secretário Felipe Curi. FONTE: Polícia Civil do RJ

Celsinho da VIla Vintém (ADA) fez acordo com a milícia e o CV para ocupar áreas em Curicica e deixava outra facção dominar seus redutos para servirem de base para ataques a paramilitares

Segundo a Polícia Civil, o traficante Celsinho da Vila Vintém, preso hoje, fez um acordo com o miliciano André Boto (preso) para que a facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) ocupasse áreas em Curicica, em Jacarepaguá, mas esse acerto se estendeu também a bandidos do Comando Vermelho que dominam comunidades no entorno. Policiais afirmaram que essa traficância nestas áreas só poderia ser realizada de forma extensiva na região se houvesse um acordo entre as lideranças, ADA, Comando Vermelho e milícia. Segundo o secretário de Polícia Civil do Rio, Felipe Curi, Celsinho deixava que traficantes do CV tomasse conta de suas áreas para serem utilizadas como base e pontos de apoio para dali partirem para invadir redutos da milícia em Santa Cruz, como Antares e Rodo. Curi afirmou que Celsinho saiu da prisão em 2022 dizendo que iria ‘criar porcos’ mas na verdade se juntou a outros criminosos (CV e milicianos) para fazer parte desta política expansionista do CV. Foi informado que quando os agentes tentaram prender Celsinho, eles foram recebidos a tiros pelos criminosos mas que ninguém ficou ferido. Foi explicado que quando a polícia reage, ela reage com o compromisso de não atingir o cidadão de bem e quando o marginal atira, ele não tem compromisso nenhum. Se tiver que balear uma criança, balear um idoso para poder ganhar temopo e fugir ao cerco policial. Segundo denúncia antiga do Ministério Público Estadual, Celsinho da Vila Vintem ainda que preso no Complexo Penitenciário de Bangu (entre 2002 e 2022) continuou a comandar e controlar todas as atividades de práticas de tráfico de drogas nas comunidades: “Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Nogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão FONTE: Polícia Civil do RJ e TJ-RJ

CELSINHO DA VILA VINTÉM (ADA) VOLTOU A SER PRESO

O traficante Celsinho da Vila Vintém foi preso hoje pela manhã pela Polícia Civil. Apontado como fundador e líder máximo.da facção criminosa Amigos dos Amigos ADA), ele havia sido solto em 2022 após ficar 20 anos na cadeia. Nos últimos tempos, havia a suspeita que o bandido estaria por trás da suposta união da ADA com o Comando Vermelho quev tem.promovido ataques a favelas rivais na Zona Oeste do Rio. “Celsinho da Vila Vintém”, foi localizado e preso na comunidade da Vila Vintém, em Padre Miguel. Segundo as investigações, ele estava se aliando a outras lideranças de grupos rivais para promover disputas territoriais e retomar comunidades de Santa Cruz que estão atualmente sob influência da milícia. FONTE: PCERJ

Milícia tentou retomar reduto de grupo paramilitar rival em Curicica, atacou também Rio das Pedras e roubou armas

Milicianos ligados ao Boto deram um baque na vila Sapê, em Curicica, e também no Sertão, em Rio das Pedras ambos em Jacarepaguá, segundo relatos nas redes sociais. A Vila Sapê era dominada pelo grupo de Boto, que teria entregue o comando para os traficantes Após bandidos da facção Amigos dos Amigos (ADA) sair da favela,.outros paramilitares tomaram a localidade com ajuda da milícia de Juninho Varão. Já o ataque em Rio das Pedras ocorreu a pedido de Almir um miliciano das antigas que solicitou ajuda ao Boto para se vingar de Mágico, um.dos líderes locais, depois de ter tomado um golpe dele anos atrás. Nos baques, os invadores teriam conseguido pegar 2 fuzis, 3 pistolas, carregadores, rádios e munições dos rivais que estavam controlando atualmente as comunidade. FONTE: Grupo Pega Visão RJ (Telegram) e Página Milícia RJ News (Twitter)

Em meio a ataques do CV e a da ADA, nova milícia assumiu o controle de comunidade de Curicica

A Justiça confirmou que em março, traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) tomaram o controle da comunidade Vila Sapê, em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Mas segundo informações nas redes sociais, a ADA não ficou por muito tempo no local já que vários integrantes foram presos. Logo, uma nova milícia tomou conta da comunidade, que foi durante um bom tempo reduto de André Boto. O grupo é comandando por paramilitares da antiga como Betinho e um outro conhecido como Capitão Americano, que era do bando de Tubarão. Eles têm o apoio de Play do Jordão. No início desta semana, os traficantes do CV atacaram a Vila Sapê. Os invasores tomaram a arma de um policial morador do condomínio e ficaram de devolver a arma depois na portaria. No ataque, um bandido da Cidade de Deus foi preso. Ele é conhecido como França e foi pego na vizinha comunidade Dois Irmãos, recebendo abrigo de homens do Boto,. FONTE: TJ-RJ e Página Milícia RJ News (Twitter)

Tiroteio aterroriza Curicica

Na noite da última segunda-feira (por volta das 22h30), moradores da Vila Sapê, em Curicica, viveram momentos de terror. Uma intensa troca de tiros tomou conta da comunidade. Segundo informações, o confronto aconteceu entre traficanntes da ADA e do CV contra grupos de milicianos. O clima era de guerra. O BOPE precisou ser acionado às pressas para conter a situação e encerrar o confronto que atormentou os moradores. Um.suspeito foi preso com munições e carregadores. Famílias desesperadas, gritos, correr. iQuem passava pela Estrada dos Bandeirantes também foi tomado pelo medo. Como consequência: -Carros de moradores destruídos– Paredes das casas marcadas por tiros FONTE: Página Jacarepaguá Notícias (Facebook) @jacarepaguanoticiasrj

Suposta união da milícia do Catiri com o TCP volta a ser assunto nas redes

Segundo informações divulgadas nas redes sociais e também pelo.jornalista Bruno Assunção, a milícia do Catiri, em Bangu, teria firmado uma aliança com traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP). O Catiri vinha sendo alvo de disputa entre dois grupos. Um liderado pelo miliciano Ademir, que contava com o apoio das facções criminosas Comando Vermelho e Amigos dos Amigos além de ex-policiais ligados à contravenção. A outra turma tinha como cabeça o miliciano Montamha e foi ele que teria se unido ao TCP. Há publicações que dizem que a milícia teria arrendado o Catiri para os traficantes e que teria ajudado o TCP no último ataque na Vila Kennedy (CV) Há alguns meses nossa reportagem já havia divulgado a aproximação dos milicianos do Catiri com o TCP que seria feita por um bandido vulgo Gaspar, que foi preso recentemente. FONTE,: Página Milícia RJ News e Bau do Rio OFC (Twitter) e redes sociais do.jormalista Bruno Assunção

Milicianos aliados de traficantes (CV e ADA) disputariam com paramilitares o controle do Catiri

O jornalista Bruno Assunção publicou em suas redes sociais esta semana que estaria havendo uma briga entre milicianos pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu. Ele escreveu que a disputa seria entre Ademir, Alan Pirulito e Montanha pelo controle da localidade. Apuramos com uma fonte que, na verdade, Ademir estaria junto com traficantes do Comando Vermelho e da ADA (Amigos dos Amigos) que há tempos querem tomar o Catiri enquanto que Pirulito e Montanha seriam aliados. Ainda segundo a publicação do jornalista, os milicianos do Catiri estariam abordando moradores usando fardamento semelhante ao da PMERJ e da Polícia Civil, determinam toque de recolher em pontos estratégicos e revistariam telefones dos residentes. O caso é investigado pela delegacia de Bangu. A disputa no local não é só pelo controle das extorsões a moradores e vans, mas também envolvem jogo do bicho. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Milícia RJ News (twitter)

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