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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Denúncia apontou que PMs teriam supostamente transportado integrantes do bando de Juninho Varão no blindado mas câmeras corporais estavam desligadas no dia dos fatos, o que impediu confirmação

Sete policiais mlitares foram apontados como suspeitos de envolvimento com a quadrilha do miliciano Juninho Varão. Segundo um Disque Denúncia, em 22 de novembro de 2024, eles teriam embarcado integrantes do bando de Varão em um veículo blindado com objetivo de confrontar traficantes na região do Marapicu, em Nova Iguaçu. Entretanto, a denúncia não pode ser confirmada pela ausência de imagens das câmeras corporais no dia dos fatos. Naquele dia, teria ocorrido um intenso confronto armado, que teria como objetivo a retomada da referi-da área em favor do grupo miliciano liderado por ―Juninho Varão‖. A empresa responsável pela análise das câmeras corporais verificou a ausên-cia de registros de alguns componentes da guarnição, bem como, desligamento inesperado com porcentagens e voltagens de bateria. Isso comprometeu o registro integral da ocorrência e dificuldade para elucidação dos fa-tos narrados pelos denunciantes. Ouvidos acerca dos fatos, os sindicados informaram que, por determinação da Sala de Ope-rações, deslocaram-se até a Estrada de Madureira, no bairro Jardim Paraíso, Nova Iguaçu, com o fito de verificarem informações sobre um confronto armado entre traficantes e milicianos. Alegaram que, ao chegarem ao local, o confronto já havia cessado; todavia, deixaram de apresentar qualquer registro a respeito dos acontecimentos (BOPM ou Resumo de Ocorrência). No tocante às Câmeras Operacionais Portáteis, afirmaram que poderia ter ocorrido de o quarteleiro do 20o BPM tê-las retirado da doca em momento inoportuno, o que teria ocasionado autonomia inferi-or à costumeira. Diante dos elementos colhidos, conclui-se que não foi possível confirmar as alegações for-muladas pelo denunciante, sobretudo quanto ao suposto envolvimento dos policiais militares com o grupo miliciano liderado por ―Juninho Varão‖, em razão da ausência de imagens ou de qualquer outro elemento que corroborasse tal narrativa. Todavia, a análise do material disponível evidenciou condutas irregulares por parte dos poli-ciais mencionados, especialmente relacionadas ao descumprimento dos protocolos de uso das Câmeras Ope-racionais Portáteis (COPs).

Dono de lava-jato foi morto em Nova Iguaçu só porque cercou seu estabelecimento, o que desagradou traficantes do TCP que decidiram executá-lo

Morador do Cabuçu, em Nova Iguaçu, área dominada por milicianos, e proprietário de um lava jato em reduto do Terceiro Comando Puro na cidade, Thiago Moisés Ribeiro foi assassinado em janeiro só porque resolveu cercar o seu estabelecimento para evitar algum acidente quando manobrasse os veículos dos clientes. O fato desagradou os traficantes da comunidade Três Campos, que decidiram executá-lo. Dias após após a instalação dessa cerca, um dos bandidos havia quebrado o cercado e a caixa d`água de amianto que Thiago armazenava água para lavar os veículos; Thiago foi surpreendido em seu local de trabalho pelo súbito ingresso coordenado dos executores, tendo um dos bandidos vulgo Catchau efetuado disparos imediatos e a curta distância contra ele enquanto outros dois, um deles Neném (já falecido),, atuaram na vigilância externa, garantindo a aproximação silenciosa e impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação da vítima. Imagens mostraram que dois suspeitos foram em direção ao Thiagi empunhando uma arma de fogo. Logo em seguida foi possível ouvir vários estampidos de arma de fogo. Após executarem Thiago, os criminosos deixaram o local. Catchau e um outro participante do crime chamado Fabiano estão com prisões preventivas decretadas. Em meio aos disparos, um jovem de 22 anos, que jogava bola com amigos em uma quadra de futebol da região, também foi baleado. Um entregador que passava pela rua abandonou sua moto e correu abaixado entre os carros estacionados.

Adilsinho foi denunciado por mais dois homicídios

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, ofereceu denúncia contra o mandante e os executores de dois homicídios relacionados a disputas pela exploração do comércio irregular de cigarros. A sequência dos crimes evidencia a intenção de matar e a motivação do mandante, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. A vítima, Fábio Leite, foi assassinada ao sair do enterro de seu sócio, Fabrício de Oliveira, morto dois dias antes pelo mesmo grupo criminoso.  Os homicídios ocorreram nos dias 2 e 4 de outubro de 2022. Segundo a denúncia, o primeiro crime foi cometido em um posto de gasolina, em Campo Grande, e teve como executores José Ricardo Gomes Simões, Alex de Oliveira Matos e Daniel Figueiredo Maia. O segundo ataque foi executado por José Ricardo Gomes Simões e Átila Deive Oliveira da Silva, no entorno do Cemitério de Inhaúma.  Ainda de acordo com a denúncia, as investigações demonstraram que os crimes foram ordenados por Adilsinho, movido por “abjeto sentimento de ganância, relacionado às disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio irregular de cigarros”. 

Seap apreendeu material que possivelmente seria usado para fuga em Bangu

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que foi frustrada, na madrugada deste domingo (21/12), uma tentativa de ingresso de materiais ilícitos no Presídio Lemos Brito, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio. A ação foi flagrada pelo policial penal de plantão na guarita, que identificou a movimentação suspeita no perímetro externo da unidade e efetuou disparos, impedindo a ação criminosa e a aproximação dos envolvidos. Após a contenção, foi localizada uma bolsa deixada no local, onde foram apreendidos quatro discos de maquita, utilizados para corte de estruturas metálicas. Também foi constatado que uma corrente havia sido parcialmente serrada.Segundo apuração preliminar, a tentativa tinha como alvo o Presídio Nelson Hungria, unidade vizinha, mas foi direcionada de forma equivocada pelos meliantes  A ação tinha como objetivo auxiliar presos custodiados no Presídio Nelson Hungria, onde quatro presos chegaram a iniciar o corte de grades. Os envolvidos já foram transferidos para a Penitenciária de Segurança Máxima Bangu 1 .As visitas ao Presídio Nelson Hungria estão suspensas neste domingo (21/12).A Seap reforça que ações permanentes de segurança e monitoramento seguem sendo realizadas em todas as unidades prisionais do estado.

Policia impediu guerra do tráfico e aprendeu quatro fuzis em São Gonçalo

Neste domingo (21/12), policiais militares do 1º BPM (Venda da Cruz) apreenderam quatro fuzis e prenderam um criminoso, além de vasta quantidade de entorpecentes, na comunidade do Zumbi, em São Gonçalo. Durante policiamento no bairro do Engenho, os agentes foram atacados a tiros pelos criminosos. Houve confronto. Policiais tomaram conhecimento, por meio de dados de inteligência, de que criminosos da região estariam reunidos para atacar as comunidades do Fonseca, em Niterói, em disputa pelo controle territorial. Após o confronto, um dos suspeitos foi atingido e não resistiu aos ferimentos. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-NSG).

Milícias da Zona Oeste do Rio teriam rompido suposto pacto de não agressão e voltaram a se atacar

As milícias do PL e do Naval e de Waguinho e Juninho Varão teriam supostamente firmado um pacto de não agressão. O suposto acordo, no entanto, teria sido quebrado pelo grupo do PL que fez um ataque aos rivais na localidade do 61 e teriam executado dois membros da quadrilha inimiga. A milícia do PL e do Naval vem sendo alvo de ataques de traficantes do Comando Vermelho em diversas locallidades como Carobinha, Chaperó (Itaguaí), Paciência e Campo Grande e do TCP na Ilha de Guaratiba que teve dois mortos durante a semana.

Ataque a tiros deixou adolescente de 15 anos morto, mulher e homem baleados em Campos (RJ)

Um ataque a tiros matou um adolescente de 15 anos e deixou uma mulher e um homem baleados no final da tarde deste sábado (20/12), no cruzamento da Avenida Teresópolis com Rua Paraíba do Sul, no Parque Guarus. A vítima que morreu no local foi Pedro Luiz dos Santos Queiroz da Silva, de 15 anos. Já os dois baleados foram: Laila Christiny da Silva Carvalho, de 34 anos, e Alissom Cordeiro Gomes. A mulher levou um tiro de raspão no braço direito. Já Alisson levou um tiro no tórax, que fraturou uma costela. Eles foram levados para o Hospital Ferreira Machado. No local do crime, a perícia arrecadou sete estojos de munição calibre 9mm e o celular da vítima fatal. A Polícia Militar apura se o caso tem ligação com o tráfico de drogas, apesar das vítimas não terem antecedentes criminais. Nenhuma prisão foi feita até a publicação desta reportagem

Cenas lamentáveis de violência que deixaram mortes e feridos em ruas do Rio neste fim de semana

Cenas lamentáveis de violência ocorreram na cidade do Rio de Janeiro neste fim de semana. Em três episódios ocorridos em Botafogo, Bento Ribeiro e Tijuca, houve três mortes. Na madrugada deste domingo (21/12), policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE)  prenderam cinco suspeitos durante uma ação na Rua da Passagem, em Botafogo, Zona Sul do Rio. As equipes atuavam em patrulhamento na Avenida Brasil quando tiveram a atenção voltada para seis indivíduos em atitude suspeita, que se encontravam no interior de um veículo. Após ordem de parada, o condutor desobedeceu à determinação e empreendeu fuga.De acordo com os policiais, iniciou-se uma tentativa de cerco, que se estendeu até a Rua da Passagem, no bairro de Botafogo, onde os agentes foram alvo de disparos de arma de fogo pelos suspeitos. Houve confronto. Durante a ação, três suspeitos foram alvejados, sendo que um deles veio a óbito no local. Os outros dois suspeitos feridos foram socorridos pelo CBMERJ ao Hospital Municipal Miguel Couto, no Leblon, Zona Sul do Rio. Com eles, foram apreendidos um veículo roubado, um bloqueador de sinal, dois revólveres, uma réplica de fuzil e cinco aparelhos celulares.Cabe ressaltar que os suspeitos integram uma quadrilha especializada em roubos de veículos,  da comunidade do Complexo do Alemão. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios (DH). Na Tijuca na tarde de ontem, um suspeito morreu e uma pessoas foi baleada durante uma tentativa de assalto. Os disparos ocorreram perto do quartel da Polícia do Exército; O sobrevivente foi atingido dentro de uma locadora de carros. O Comando Militar do Leste informa que, no dia 20 de dezembro de 2025, ocorreu um incidente nas proximidades do 1º Batalhão de Polícia do Exército (1º BPE), localizado na Rua Barão de Mesquita, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ). A área foi isolada e está sendo feita uma perícia no local. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado para apuração dos fatos. O CML  reafirma seu compromisso com a legalidade, a ordem pública e a cooperação com as autoridades civis, contribuindo para o completo esclarecimento do ocorrido. Segundo o comando do 9º BPM (Rocha Miranda), neste sábado (20/12), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Praça Manágua, em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio. De acordo com o comando da unidade, no local, foi constatado que um homem já estava sem vida, vítima de disparo de arma de fogo após ser vítima de tentativa de assalto. (PAF). A perícia foi acionada, e a ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios (DH).

Motorista de aplicativo achado sem vida em Rio das Pedras em novembro foi morto por engano. Alvo era seu amigo que ajudou a prender o mandante do crime anos antes

Achado morto enterrado em uma mata em Rio das Pedras em novembro após desaparecer na comunidade da Tijuqinha, o motorista de aplicativo Lucas Mendes Monteiro foi assassinado por engano. Morador do Irajá, Lucas desapareceu após ter ido comprar ouro na Tijuquinha com um amigo, para revender. Ele entrou em um veículo preto e não deu mais notícias aos familiares. Seu celular foi desligado na Rua da Chácara, depois de ter mandado uma mensagem para o amigo dizendo “Deu ruim”, segundo a Polícia Civil. De acordo com processo na Justiça, o alvo dos asasssinos era Gabriel, amigo de Lucas, que estava com ele e conseguiu fugir. O crime foi tramado dentro de um presídio de Japeri e teve como mandante um criminoso vulgo Nem da Rocinha (que não é aquele).Nem jurou de morte Gabriel após saber que foi com sua ajuda que a polícia o prendeu já que ele era colaborador dos agentes da lei e tramou seu homicídio por vingança. Para isso, Nem forjou uma negociação de compra e venda de ouro para atrair Gabriel. Gabriel chegou a ser preso e durante o tempo de cadeia manteve contato com um preso conhecido como Xororó e foi este que lhe colocou em contato com Nem. Foi marcado um encontro de Gabriel com um primo de Nem para pegar os ouros cerca de 298 gramas de diversas peças no dia 18/01/2025 no Itanhangá. Como não conhecia a área, Gabriel chamou Lucas para ir com ele mas os dois acabaram se separando pois Lucas disse que iria para o encontro da transação e pediu para ficar com a maior parte do ouro. Em conversa pelo whatsapp, Lucas disse que os caras estavam armados e `deu ruim’. Gabriel tentou contato com Lucas mas ele não atendeu e quando atendeu, uma voz de um homem disse que era da polícia e que ia até ele e desligou o telefone. Ele estava com a localização em tempo real de Lucas e viu que estavam “rodando” com ele pelo carro, devido à rapidez com que se movimentavam;Em certo momento, cruzaram com Gabriel mas elenão teve como saber qual o carro, pois passavam diversos veículos. Temendo pela sua vida, Gabriel foi embora e se dirigiu à família de Lucas para contar o fato. Posteriormente se dirigiram até a DAS (Divisão Anti-Sequestro) e foram orientados a procurar a 16DP, onde registraram a ocorrência;Gabriel disse que ha 6 anos é colaborador da polícia e que no ano de 2021 colaborou para a prisão de Nem e logo depois Nem descobriu que ele trabalhava para a polícia e que foi o declarante que “deu” sua prisão; Gabriel disse que em nenhum momento desconfiou que Nem estava envolvido no caso.e que era amigo também de Xororó. Ele contou que em uma conversa com Nem pelo whatsapp lhe enviou uma foto sua usando um cordão de ouro; Acredita que depois que Nem descobriu que o declarante era o mesmo que havia colaborado com sua prisão e armou com Xororó para poder pegá-lo; Gabriel disse que os caras ficaram rodando com Lucas para procurá-lo e que se tivessem achado, teriam matado todos. Um transexual que é irmão de Gabriel que está preso no presídio Plácido Sá Carvalo, em Bangu, revelou que existe comunicação dos detentos desta com a Cotrim Neto, em Japeri.e que os integrantes das comissões de presos se comunicam; Disse que Nem pratica extorsão de dentro da cadeia “mineirando” ouro das pessoas e que posteriormente coloca para seus comparsas fora do presidio venderem e que certamente seu irmão após ser apresentado a Nem, através de de Xororó, seria vitima de homicidio; Caso se concretizasse o crime, Xororó como é de costume entre os internos das cadeias, ficaria “forte” no contexto entre os presos e ganharia regalias no presidi. Ambas as unidades são “neutras”, ou seja, abrigam presos sem facção. Além de Nem, outros dois homens estão com prisão preventiva decretada pelo crime, entre eles Xororó. Todos são envolvidos com a milícia que agia na Tijuqinha.

Confundido com um rival, morador do Chapadâo (CV) foi sequestrado por traficantes da Pedreira (TCP) e queimado vivo

Um morador do Complexo do Chapadão (CV) foi sequestrado na divisa com a Pedreira (TCP) e foi levado para o chamado “tribunal do tráfico”. Acabou sendo queimado vivo. Segundo informações do jornalista Bruno Assunção, ele foi confundido com um integrante do CV. A vítima chegou a ser amarrada na localidade do Bairro 13 a mando do chefe do TCP, identificado como Cego. A vítima era um homem, trabalhador, mas está sob o domínio dos traficantes só por morar no Complexo do Chapadao. O GAT do batalhão de Irajá fou ao local. Durante a incursão para resgatar a vítima, houve confronto. Bruno Assunção confirmou um criminoso do TCP neutralizado e a apreensão de um fuzil.

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