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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Entenda a guerra ocorrida em Paciência que deixou mulher morta

A comunidade de Manguariba, em Paciência, onde uma mulher morreu baleada na manhã de hoje, vem sendo palco há semanas de confrontos entre milicianos rivais. O local que é controlado pela milícia liderada por Paulo Roberto Carvalho Martins, o PL, sucessor de Zinho, vem sendo alvo de ataques do grupo comandado por Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão. A situação se agravou depois que os dois milicianos firmaram um suposto acordo de paz em janeiro que acabou sendo rompido. Desde então, Varão vem atacando a comunidade e PL respondendo na Baixada. Em um dos ataques ocorridos em janeiro, cinco pessoas teriam morrido em Manguariba mas somente um corpo foi encontrado. Agora, no início do mês, o miliciano Primavera, que comandava a comunidade do Rodo, em Santa Cruz, acabou morto em Manguariba. No dia seguinte, outro miliciano, vulgo Federinha, foi executado por ser considerado X9 por ter supostamente dado Primavera aos rivais. Circulou pelas redes sociais que o confronto de hoje pode ter envolvido traficantes do CV, que também vem promovendo ataques contra redutos de PL na Zona Oeste carioca. A mulher morta hoje foi identificada como Lívia Lima Vieira da Silva, que foi baleada no tórax. Seu filho, Luan, foi atingido no braço e encontra-se em estado estável no Hospital Pedro II, em Santa Cruz. Um miliciano também teria morrido no confronto de hoje.vulgo Kenquinha. . A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Livia. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e as circunstâncias do crime.

Mulher reteve adolescente para ela ser estuprada por traficantes em Meriti. Vítima foi confundida com namorada de bandido rival

Policiais civis do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), realizam uma operação contra envolvidos no estupro coletivo de uma adolescente. A partir da investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, os alvos foram identificados. As diligências ocorrem nesta quarta-feira (11/02), em Meriti e em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A apuração apontou que seis adultos – incluindo uma mulher que segurou a vítima – e um adolescente praticaram o ato criminoso. Desses, um foi preso na semana passada, depois de ter sido agredido. Outro foi morto por bandidos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as circunstâncias dessa morte. Segundo os agentes da Deam São João de Meriti, a adolescente morava nas proximidades da comunidade do Trio do Ouro, explorada pelo Terceiro Comando Puro, e frequentava o local, por ter parentes lá. Ela teria sido confundida por traficantes com outra menina, que seria namorada de um criminoso do Comando Vermelho. Por conta disso, eles submeteram a jovem ao “tribunal do tráfico”, que a sentenciou ao estupro coletivo. A adolescente teria sido liberada após um dos bandidos perceber o mal-entendido.A adolescente sofreu lesões, que a obrigaram a procurar atendimento médico. A Polícia Civil foi comunicada e iniciou imediatamente as diligências para identificar os envolvidos.A partir da investigação, foram expedidos mandados de prisão para cinco criminosos, inclusive o que já está no sistema penitenciário, e um mandado de busca e apreensão para o adolescente infrator.

Traficante do CV que foi preso hoje em Vargem Pequena teve prisão preventiva decretada nesta terça-feira por homicídio. Após cometer o crime, bandidos expulsaram família da vitima e obrigaram novos moradores a pagarem aluguel para o tráfico

No mesmo dia que foi preso em operação na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, o traficante Lilinho do Comando Vermelho teve a prisão preventiva decretada por um homicídio. Segundo o TJ-RJ, a filha da vítima afirmou que no dia dos fatos (não mencionado nos autos), os criminosos foram até o terraço da casa da vítima e determinaram que o mesmo descesse as escadas, quando então a vítima foi surpreendida pelos disparos de arma de fogo realizados por um dos suspeitos, que estava sem capacete e aompanhado de Lilinho, que pode ser reconhecido, pois a testemunha reside desde sempre na comunidade onde os criminosos circulam livremente. Após o fato, há relato de que os denunciados empreenderam fuga e não prestaram socorro à vítima Os autos dizem que um amigo da vítima disse que após os fatos a família da vítima foi expulsa de sua residência, sendo ordenado que os inquilinos pagassem aluguel diretamente para o tráfico local, que atualmente a construção é utilizada como refúgio dos criminosos. Os autos disponíveis para cosulta não dizem o nome da vítima nem o local onde ocorreu o fato, muito menos descreve a motivação do crime.

Homem preso suspeito de matar grávida disse que vítima era garota de programa e tentou lhe atacar primeiro e ele agiu para se defender. No entanto, lesões no corpo da moça contrariam versão. SAIBA MAIS

Lucas Santana da Silva, preso hoje suspeito de matar uma grávida em Nova Iguaçu na última sexta-feira contou à polícia como cometeu o crime, segundo os autos do processo no TJ-RJ. Clarice Custódio de Barros foi encontrada sem vida com lesões corporais compatíveis com o uso de arma branca O, laudo de perícia necropapiloscópica que atestou a identidade da vítima, o termo de reconhecimento de cadáver assinado por sua genitora e o laudo de necropsia que identificou a morte causada por choque hemorrágico, associado a trauma raqui-medular, produzidos por instrumento perfurocortante. Na data de ontem, 09/02/2026, às 17h22, Lucas compareceu à delegacia para prestar esclarecimentos acerca do fato, e informou que conheceu a vítima por meio da internet e contratou seus serviços profissionais a serem executados em 05/02/2026. Segundo ele, Clarice era garota de programa. Afirma que durante uma discussão a vítima puxou uma faca de serra e o ameaçou, pelo que ele teria se defendido, logrando êxito em direcionar a faca para a vítima e desferindo dois golpes em seu pescoço. contra a vítima, que apresentava dez feridas perfurocortantes, além de lesão dos grandes vasos cervicais e fratura da coluna cervical, circunstâncias que evidenciam a gravidade e a intensidade da violência. Pelo que se percebe das investigações, o suspeito afirma ter agido em legítima defesa, apenas para repelir uma agressão iniciada pela vítima, mas o que se perceber pelo conjunto probatório dos autos do processo nº 0002012-57.2026.8.19.0038 é que suas alegações são absolutamente incompatíveis com a extensão, a multiplicidade e a gravidade das feridas constatadas. Ademais, conforme narrado pela douta autoridade policial na representação pela prisão temporária, as agressões atingiram a medula espinhal da vítima, estrutura vital cuja lesão demanda força e reiteração incompatíveis com um único ato defensivo. Por fim, após toda a violência perpetrada contra a vítima, o autor deliberadamente se evadiu do local do crime, não prestou qualquer tipo de socorro ou acionou atendimento médico, comportamento que se revela destoante do esperado de quem age para repelir agressão injusta e atual.

Polícia apura feminicídio em Petrópolis

O corpo de uma mulher de 51 aos foi encontrado domingo (08) em Cascatinha, em Petrópolis. A vítima estava em sua casa e, a princípio, a ocorrência foi tratada como suidício. No entanto, o corpo apresentava sinais incompatíveis com morte autoprovocada. A vítima foi identificada como Eliane da Silva Pinheiro. Os peritos constataram ferimentos na região do pescoço, reforçando a linha investigativa de homicídio com características de feminicídio A investigação está a cargo da 105ª DP. A perícia foi feita no local e o corpo encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal).

Miliciano preso hoje foi figura central na tomada de territórios do CV na Grande Jacarepaguá na década passada. RELEMBRE COMO FOI A GUERRA

Preso hoje pelo Ministério Público Estadual, o miliciano Diego Luccas Pereira, o Playboy, foi acusado de participar anos atrás de uma invasão na comunidade da Chacrinha, na Praça Seca, para a consolidação de um cinturão de segurança contra invasões de traficantes do Comando Vermelho, segundo informações do TJ-RJ. O cumprimento do mandado contou com esforços de inteligência combinada, que permitiram localizar o denunciado, que se encontrava foragido. Diego foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), no âmbito de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado a partir do desdobramento da Operação Naufrágio 2, deflagrada em setembro de 2024, em razão da constituição de organização criminosa do tipo milícia, integrada por agentes das forças de segurança. O mandado foi cumprido no município de Iguaba Grande, na Região dos Lagos. De acordo com o TJ-RJ, em 07/12/2017, no período vespertino, membros das” milícias “atuantes nos bairros de Campinho (Morro do Fubá) e de Jacarepaguá uniram e invadiram a comunidade da Chacrinha. Ao invadirem tal localidade, os criminosos promoveram confrontos armados com a organização criminosa que lá atuava, qual seja, aquela chefiada por Nome, vulgo” Lica “. Há registro, inclusive, do óbito de um membro da quadrilha chefiada por Lica “, no confronto com os invasores da comunidade,Participaram da citada invasão mais de trinta pessoas fortemente armadas, dentre as quais estavam os denunciados Digão, Macaquinho, Leleo, 2P, Recife, Ratão, PQD, Pezão, Dandi. ]Chama atenção o fato de que antes mesmo da referida invasão ocorrer, mais precisamente em 04/12/2017, ela já havia sido noticiada ao Disque-Denúncia. Já no específico dia da invasão, o 07/12/2017, o Disque-Denúncia tornou a receber informações sobre o conflito armado que estava ocorrendo na Comunidade da Chacrinha naquela datas. Importante destacar que a invasão narrada nestes autos permitiu que um novo grupo criminoso, aquele denunciado nestes autos, assumisse o controle da Comunidade da Chacrinha e lá praticasse suas ações criminosas. A tomada da Comunidade da Chacrinha pelos denunciados agravou a guerra entre grupos criminosos pelo domínio territorial da região da Praça Seca, uma vez que Nome, vulgo” Lica “, – expulso da localidade – se aliou ao Comando Vermelho e, por vezes, tentou retomar o controle da regiãos. Após se estabelecer na região da Chacrinha, nova invasão foi arquitetada pelo grupo criminoso denunciado, que novamente recebeu reforço de novos membros oriundos de outras áreas da Zona Oeste. Desta vez, o alvo foi a Comunidade da Covanca, em Jacarepaguá, que também tinha interesse estratégico para consolidaçãa.do mencionado cinturão de segurança contra invasões de traficantes do Comando Vermelho. Foi assim que, em 17/03/2019, a organização criminosa, fortemente armada, invadiu a Comunidade da Covanca para consolidar seu domínio territorial, evitar a expansão do Comando Vermelho e obter seus ganhos econômicos ilícitos a partir da exploração de atividades criminosas. Participaram da citada invasão dezenas de pessoas, fortemente armadas, dentre as quais estavam os denunciados Pitbull, Flavinho, Recife, Jamaica, Fabi, Michel ou Cher, Dengudo, Pezão, PQD, Digão, Chocolate, Orelha e Vitinho. Durante a invasão, diversos disparos de arma de fogo foram efetuados pelos criminosos. Tais disparos chegaram, inclusive, a ferir ao menos um morador da localidade. Tanto após a invasão da Chacrinha, quanto após a invasão da Covanca, o modo de agir dos criminosos foi o mesmo. Uma vez dominada a região, o bando colocou em prática o seu vasto cartel criminoso. Na Chacrinha e na Covanca a malta iniciou a prática regular de extorsões contra moradores e comerciantes, com a cobrança de valores em dinheiro como uma suposta “taxa de segurança” 9. A súcia também implementou monopólio do fornecimento de água e passou a explorar e comercializar sinais clandestinos de internet e de televisão a cabo, obrigando a contratação com ela de tais serviços. Visando manter o domínio de suas atividades criminosas, os membros da malta passaram a ser frequentemente vistos pelas ruas das comunidades dominadas portando armas longas e curtas de forma ostensiva. O porte ostensivo de armas também se fez necessário para proteção dos territórios dominados contra invasões de outros grupos criminosos. Macaquinho e Leleo , incumbiam a gestão do esquema criminoso, uma vez que ocupavam o topo da hierarquia da estrutura delituosa da súcia e foram os responsáveis pelas estruturação das invasões. Em relação a invasão da comunidade da Covanca, especial liderança também exerceram “Pitbull”, então responsável por aquela localidade, e vulgo “Fabi”, que era o chefe da região de Curicica, e forneceu homens e armamento para a invasão. Importante destacar que, em abril do corrente ano, veículos de comunicação divulgaram que o bando que dominava a maior parte das comunidades da Endereçoutilizando de uma espécie de “boleto” para suas extorsões. Tais boletos são exatamente iguais a outros que foram apreendidos em investigação do GAECO/MPRJ e DRACO, que levou ao oferecimento de denúncia em face dos chefes da “milícia” da Comunidade do Campinho no final do ano de 2018 – dentre os quais os A identidade entre os documentos demonstra como efetivamente grupos criminosos de diferentes regiões se uniram para dominar as regiões da grande Jacarepaguá. O bando praticava os delitos de extorsão a moradores, comerciantes e prestadores de serviço a pretexto de oferecer serviços de segurança, roubos, invasões a domicilio, exploração e comercialização de sinais clandestinos de internet, televisão a cabo e do comércio de gás e água, além de porte de armas de fogo. O miliciano Playboy do Fubá tinha sido preso pela última vez em 2020 em um hotel de luxo na Barra da Tijuca. Pela quebra de sigilo do seu telefone, a polícia conseguiu conhecer mais membros da organização e entender a estrutura de funcionamento. Com Playboy, foram achados CNH falsa, celular e algumas anotações. Playbou fazia a administração através de conversas de whatsapp com membros da organização. As informações prévias que tinham era que a organização se estruturava em atividade típica de milícia, venda de internet, telefone, água e gás, com arrecadação de lucro em cima de determinada localidade e centrava no Morro do Fubá, Campinho, Praça Seca e se expandia para outras comunidades de Jacarepaguá. Havia algumas com células autônomas,

Traficante do CV alvo de operação hoje que prendeu oito em Vargem Pequena foi acusado de comandar espancamento até a morte de suposto X9 da milícia, segundo a Justiça

O traficante do Comando Vermelho alvo de operação hoje na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, vulgo Lilinho, responde a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça do Rio. Um deles de 2026 encontra ainda em sigilo. Dos autos disponíveis no site do TJ-RJ, relembramos um caso de 2018, do dia 01 de outubro daquele ano, quando Lilinho e comparsas foram acusados de espancar até a morte Allan Augusto Damião Pereira. O delito teria sido praticado por suposto motivo torpe, para cumprir a “lei do tráfico”, objetivando demonstrar o poder da facção criminosa Comando Vermelho. Uma testemunha ocular da violência sofrida pela vítima afirmou em Juízo que Lilinho comandou as agressões contra Allan, que levou coronhadas, chutes e socos. Segundo os autos, Allan foi morto por ser indicado como suposto “X9 da milícia” Consta, ainda, da denúncia que, em data que data que não se pode precisar, mas sendo certo que até o dia 01 de outubro de 2018, Lilinho e comparsas teriam, em tese, se associado para a prática do crime de tráfico de drogas, no interior da Comunidade Cidade de Deus,

Preso suspeito de matar grávida em Nova Iguaçu

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam, nesta terça-feira (10/02), um homem pelo assassinato de uma mulher grávida no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O crime ocorreu na última sexta-feira (06/02), no interior da residência da vítima, no bairro Cerâmica. A notícia da morte da vítima foi divulgada pelo jornalista Bruno Assunção e pela nossa reportagem ainda na sexta-feira. De acordo com as investigações, Clarice Custódio de Barros, de 25 anos, foi encontrada sem vida, com múltiplas perfurações provocadas por instrumento cortante, em uma cena que evidenciava extrema violência. Laudos periciais apontaram que a vítima estava grávida e que a causa da morte foi choque hemorrágico associado a trauma raquimedular, o que demonstra a brutalidade empregada na ação criminosa. As apurações indicaram que o autor manteve contato prévio com a vítima por meio da internet e foi até o imóvel onde o homicídio foi praticado. Imagens de câmeras de segurança da região registraram a presença do homem nas proximidades da residência horas antes do feminicídio. Após o ataque, ele deixou o local sem prestar socorro, e a vítima foi encontrada posteriormente por familiares. Com o avanço das investigações e o cerco policial, o homem foi à DHBF e confessou o crime. No entanto, a versão apresentada sobre a dinâmica dos fatos mostrou-se incompatível com os achados periciais, especialmente quanto à extensão, multiplicidade e gravidade das lesões constatadas nos exames médico-legais. Diante dos elementos reunidos, foi decretada a prisão preventiva pelo crime de feminicídio.

CV atacou reduto da milícia em Santa Cruz e PM prendeu oito que podem ter participado da ação

Traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade do Rola, em Santa Cruz, na última noite, conforme relato publicado na página Milícia RJ News no X e confirmado pela Polícia Militar. Segundo publicação no X, houve intensa troca de tiros entre os traficantes e os milicianos da localidade comandados por PL, sucessor de Zinho. Por volta de 2:30h da madrugada, traficantes do CV, tentaram entrar no Rola, mas bateram de frente com os milicianos e na troca de tiros, os traficantes tomaram prejuízo. Há relatos não oficiais que houve invasores saindo baleados e perdendo armas, como fuzis. Um grupo de whatsapp noticiou que um traficante do CV, de vulgo Barbosa, foi capturado pelos milicianos nessa madrugada no momento em que eles trocavam tiros com os milicianos na comunidade do Rodo. Barbosa teria sido capturado vivo e foi esquartejado, segundo o que foi divulgado, sem confirmação oficial. A página divulgou um vídeo que mostra armas supostamente perdidas pelos traficantes no ataque. Hoje pela manhã, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou, nesta terça-feira (10/02), uma operação estratégica na Comunidade César Maia, em Vargem Pequena, Zona Oeste da capital. A ação foi conduzida por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e resultou na prisão de oito homens, entre eles o criminoso Willians da Silva Santos de Almeida, conhecido como “Lilinho”, um dos principais integrantes do grupo que organizou a invasão da Comunidade Camorim e Asa Branca.O preso tem anotações criminais por roubos, tráfico de drogas e homicídio. Além de outro criminoso que ameaçava comerciantes na região. Os agentes também apreenderam dois fuzis, uma pistola e uma granada. A operação foi desencadeada a partir de um trabalho de inteligência integrado entre a Subsecretaria de Inteligência (SSI) e o BOPE, que identificou a atuação de criminosos autodenominados “Equipe Caos”.O grupo é apontado como responsável por investidas armadas em comunidades da Zona Oeste, promovendo confrontos e tentando expandir a atuação do tráfico de drogas na região. Segundo informações de Inteligência, o grupo criminoso participou de um ataque à Favela do Rola, em Santa Cruz, e articulava novas incursões nas comunidades do Camorim e Asa Branca. A pronta resposta da Polícia Militar impediu o avanço das ações criminosas e reforçou a presença do Estado nas áreas afetadas.

Leia detalhes sobre assassinato de sem-teto em Benfica. Suspeito do crime foi preso hoje

Leia agora detalhes do assassinato de um sem-teto cometido em 3 de fevereiro deste ano, em Benfica. O suspeito do crime, Alexsandro Tenório da Silva, foi preso hoje. De acordo com o TJ-RJ, foi apurado no procedimento que os investigados teriam cometido o assassinato de três pessoas em razão de pertencerem a grupos criminosos rivais. De acordo com a autoridade policial, foi instaurado o inquérito policial n. 901-00124/2026-01 para apurar o homicídio de Cayo Kauã da Silva Nascimento ocorrido em 03/02/2026, na Rua General Cordeiro de Faria, na altura no n. 411, bairro Benfica. Informa que, por meio da análise de imagens de câmeras, às 01:41h, é possível observar o suposto autor, que na ocasião utilizava capacete branco e conduzia uma motocicleta vermelha (placa SRY1G93), se aproximando da vítima, que dormia neste local, e desferindo um golpe em seu pescoço, com uma faca de lâmina longa.Além disso, o representado confessou a autoria do delito, conforme se depreende do seu depoimento Ele disse que a vítima trabalhava para ele há cerca de 02 (dois) meses, sendo o declarante investidor de uma empresa de reciclagem localizada na Avenida Brasil, nº 2.520;O autor desconfiava que a vítima estaria furtando itens da empresa, tendo confirmado tal suspeita na manhã de segunda-feira, dia 02/02/2026, ocasião em que iniciou uma discussão com a vítima, a qual negou a prática dos furtos; Durante a discussão, ocorreram ameaças recíprocas, tendo o declarante afirmado que a vítima “Era um ladrão, safado, que tinha que arcar com o que ele fez”.E segundo suas próprias palavras, a vítima teria respondido “Antes da mãe dele chorar, a minha mãe vai chorar primeiro”. No dia 3/2/2026, por volta das 00h40min, o declarante retornava do trabalho conduzindo sua motocicleta Lander 250, placa SRY1G93, cor vermelha, quando, ao passar pela Rua General Gustavo Cordeiro de Faria, na altura do número 411, bairro de Benfica, avistou Cayo dormindo na calçada; QUE o declarante estacionou a motocicleta nas proximidades da vítima e passou a observá-la por alguns minutos. Chegou a planejar atacar a vítima naquele momento, porém percebeu que o bar situado do outro lado da rua encontrava-se aberto e com grande movimentação, razão pela qual se dirigiu até sua residência, situada na Rua Sinimbu, nº 804, área conflagrada e subjugada pela facção criminosa Comando Vermelho. Aproximadamente uma hora depois, retornou ao local portando uma faca de grande porte, a qual utilizou para desferir um único golpe na região do pescoço de Cayo.Após o fato, o declarante deixou o local conduzindo sua motocicleta e retornou à sua residência. Ele se desfez da faca utilizada no crime, descartando-a em uma lixeira existente nas proximidades de sua casa. Exibidas as imagens das câmeras de monitoramento da Rua General Gustavo Cordeiro de Faria, o declarante reconheceu de forma clara e inequívoca a si próprio como sendo o indivíduo que aparece conduzindo a motocicleta, utilizada para se deslocar até o local dos fatos e praticar o crime;E que a motivação do crime foram as ameaças anteriormente proferidas por Cayo

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