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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Três homens foram mortos em Sulacap. Um deles era sobrinho de ex-vereador assassinado

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de Luiz Claudio Soares Serpa, conhecido como Luiz do Bacalhau, de 61 anos, Luis Philippe Pires, que era entregador e tinha 24 anos e Jadir Barbosa Tavares Junior, assassinados na noite de ontem em um bar no Jardim Sulacap. Na ação, uma quarta vítima ficou ferida e foi encaminhada a uma unidade de saúde. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. Jadir era sobrinho de Zico Bacana, ex-vereador assassinado supostamente por traficantes em 2023. Elel seria o alvo dos atiradores. Andava com carro blindado. Segundo testemunhas, quatro homens armados, em um carro preto, dispararam contra o local por volta das 22h40. As vítimas assistiam ao jogo do Flamengo pela Libertadores no momento do crime. O sobrevivente, que é militar da Marinha, foi alvejado .na perna mas não corre risco de morte. Relatos de que houve pânico na hora dos tiros com.pessoas correndo e se jogando no chão para não serem atingidas. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 14º BPM (Bangu), policiais militares na quinta-feira (03/04) foram acionados para uma ocorrência de homicídio no Jardim Sulacap. Chegando ao local, a equipe encontrou três pessoas já em óbito e a quarta vítima foi socorrida ao Hospital Municipal Albert Schweitzer. Os agentes preservaram o local para a perícia, que ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital. FONTE: Página Realengo TV (Instagram), Guadalupe News (Instagram), Polícia Civil do RJ e PMERJ

Veja medidas determinadas pelo STF para reduzir a letalidade policial no RJ

O Supremo Tribunal Federal (STF).determinou a adoção de medidas para a complementação do plano de redução da letalidade policial apresentado pelo Estado do Rio de Janeiro no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635. Veja quais: 1-O Estado do Rio de Janeiro e os municípios interessados devem elaborar um plano para a reocupação territorial de áreas que estão atualmente sob domínio de organizações criminosas. O objetivo é viabilizar a presença permanente do poder público por meio da instalação de equipamentos públicos, de políticas voltadas à juventude e da qualificação de serviços básicos para estas regiões. 2-A Polícia Federal tem que abrir inquérito para apurar indícios concretos de crimes com repercussão interestadual e internacional que exigem repressão uniforme e as violações de direitos humanos decorrentes da ocupação de comunidades por organizações criminosas. 3-A Polícia Federal instaure imediatamente um inquérito, com equipe de dedicação exclusiva e atuação permanente voltada para produção de inteligência e à condução de investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no Estado e suas conexões com agentes públicos. As investigações devem dar ênfase à repressão às milícias, aos crimes de tráfico de armas, munições e acessórios, de drogas e lavagem de capitais, 4-Quando houver mortes de civis ou de agentes de segurança pública, em decorrência de intervenção policial, o Ministério Público estadual deverá ser imediatamente comunicado para que, se entender cabível, determine o comparecimento de um promotor de Justiça ao local dos fatos. 5-Foi dado prazo de 180 dias para que o governo estadual crie um programa de assistência à saúde mental dos profissionais de segurança pública. O atendimento psicossocial deverá ser obrigatório sempre que houver envolvimento em incidente crítico. A regulamentação também deverá prever a aferição da letalidade excessiva na atuação funcional, estabelecendo parâmetros a partir do qual o profissional da área de saúde mental avaliará a necessidade de afastamento preventivo das atividades de policiamento ostensivo. Nesse caso, o retorno às atividades fica a critério da corporação. 6-Em relação à instalação de equipamentos de GPS e sistemas de gravação de áudio e vídeo nas fardas dos agentes de segurança, o prazo para a comprovação da implantação das câmeras nas viaturas da Polícia Militar e da Polícia Civil foi ampliado de 120 para 180 dias. No caso da Polícia Civil, os agentes utilizarão as câmeras nas fardas apenas nas atividades de patrulhamento e policiamento ostensivo e em operações policiais planejadas. FONTE: STF

Bebê de cinco meses foi espancado e encontra-se em estado grave. Casal acusado disse que foi picada de formiga

Veja agora detalhes sobre o caso de um bebê de cinco meses que foi agredido por um casal na Baixada Fluminense. Os suspeitos estão com prisão preventiva decretada. O boletim de atendimento médico do bebê descreve expressamente que este encontra-se internado em CTI.pediátrico em estado grave, entubado, com ventilação.mecânica em razão de insuficiência respiratória, múltiplo traumatismo craniano e fratura do fêmur em razão de espancamento. A criança foi deixada aos cuidados de uma das envolvidas que permaneceu na casa com outras várias crianças (aproximadamente 8), juntamente com seu companheiro entre os dias 31/03/2025 e 01/04/2025.   No dia 1º, a avó materna foi buscar o neto e viu que ele tinha com um olho roxo. Além do olho roxo, a avó notou outras lesões. Tinha marca de unha na perna, já com casca de cicatrização, estava com o olho inchado, e estava muito sonolento e quando mexia nele, ele gemia. Levou o menino na UPA e depois em outra UPA A avó descobriu que ele estava com uma fratura na perna e hematomas. Quando ela pegou o neto de volta, percebeu que a criança não estava no seu estado normal, sem reação e inclusive com machucados aparentes. A mulher que tomava conta da criança disse apenas que acreditava que o bebê teria sido “picado por uma formiga”. Ela disse que já recebeu o menino com olho inchado e ficou mais ainda inchado e vermelho. Em seu segundo depoimento, a mulher que tomava conta da criança disse que seu companheiro. teria deixado o garoto cair no chão enquanto esta teria se ausentado de casa com a mãe do bebê por aproximadamente 40 minutos. Quando retornou, encontrou o menino deitado no chão e viu que um dos olhos estava inchado e roxo. No entanto, apesar dos suspeitos afirmarem que seria apenas um olho inchado, proveniente de provável picada de formiga, a prova técnica é completamente contrária à esta versão. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Um morto e dois baleados em confronto na Taquara

De acordo com o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), nesta quinta-feira (03/04), policiais da unidade realizavam patrulhamento pela Rua Ipadu, na Taquara, quando avistaram quatro indivíduos armados e, ao tentarem detê-los, foram atacados por disparos de arma de fogo. Houve confronto e, cessados os disparos, os militares encontraram três suspeitos feridos e um já sem vida. A área foi isolada para perícia da Delegacia de Homicídio da Capital (DHC). Os feridos foram socorridos para a UPA da Taquara. Com o grupo, foram apreendidos um revólver, duas pistolas e entorpecentes a serem contabilizados. Ocorrência em andamento. FONTE: PMERJ

Outro PM preso em operação contra envolvidos em morte de advogado tinha um punhado de munições, armas, granadas e R$ 45 mil

Leia o que foi apreendido com outro PM preso ontem durante operação contra envolvidos no homicídio do advogado Rodrigo Marinho Crespo. Os policiais realizaram o auto de prisão em flagrante na Rua Timon, no , Jardim Gramacho, Duque de Caxias/RJ. Foram apreendidos no local materiais de origem criminosa, . Foram encontradas diversas munições não deflagradas de diferentes calibres: 13 de .380, 35 de 9mm, 27 de 5.56mm, 7 de 7.62mm, 21 de .40 e 20 de 12. Também foi arrecadado na residência uma arma tipo espingarda de calibre 12, um revólver de calibre indeterminado, um simulacro de pistola, 2 carregadores de calibre indeterminado, 1 carregador estendido de calibre 9mm, 2 granadas de luz e som e 7 rádios comunicadores; O PM preso reconheceu todos os itens arrecadados como de sua propriedade, salvo a quantia de R$ 45.200,00 , a qual sua esposa alegou ser sua, fruto do seu trabalho com bronzeamento artificial. O PM teve a prisão preventiva decretada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PM preso ontem em operação contra envolvidos na morte de advogado tinha em sua casa e na da namorada celular apreendido em ação policial e munições da própria corporação sem ser autorizado

Leia como foi a prisão de um dos PMs alvos de operação ontem contra envolvidos na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo. Durante cumprimento a mandado de busca e apreensão, verificou-se a possibilidade de o suspeito estar no 17º BPM (Ilha do Governador) a trabalho, razão pela qual as equipes se dividiram para cumprir a busca em ambos os endereços de forma simultânea. No 17º BPM foram apreendidas seis munições de fuzil, calibre 762, em poder do indiciado e dois celulares, além de sua arma funcional com as respectivas munições. Na residência, a guarnição foi recebida pela ex-companheira do conduzido, mas nada foi encontrado no local. Após finalizar as buscas no imóvel, a guarnição procedeu até o 17º BPM e foi informada pelo PM que ele estaria dormindo na residência de uma namorada, localizada no bairro Taquara, não havendo problema em acompanhar os policiais até o local e franquear a entrada no imóvel. No local, a namorada do custodiado, também policial militar, autorizou a entrada no imóvel, apresentou sua arma e disse que havia outra arma de fogo, modelo Taurus G3C, calibre 9mm, que estaria sendo comprada de um amigo do indiciado sendo toda a negociação realizada por ele.A companheira do acautelado afirmou não conhecer o antigo dono da arma e que o PM havia pedido para que ela guardasse a arma e suas munições enquanto os trâmites de doação fossem feitos. Ato contínuo, dentro da mesma maleta, foi encontrado outro registro de arma de fogo, também em nome do amigo do PM, modelo Taurus PT111 G2C, nº ACK 395830, mas o armamento não foi encontrado no imóvel. Por fim, encerrada a busca no imóvel, foram arrecadados cinco carregadores de pistola vazios, uma pistola modelo Taurus G3C ACM675558, acessórios da mesma arma, manual da arma, 41 (quarenta e uma) munições do calibre 9mm, bem como 02 (dois) documentos de registro de arma de fogo (Taurus PT111 G2C, nº ACK 395830 e Taurus, G3C – cal. 9Mm – ACM 675558). Registre-se que as munições de fuzil deveriam ter sido devolvidas ao 17º BPM e que um dos celulares havia sido apreendido pelo PM em operação policial realizada na data anterior. A prisão ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pelo III Tribunal do Júri da Comarca da Capital, em procedimento sigiloso, que apura a suposta prática de delito de homicídio. Além disso, o preso exerce a função de policial militar e, conforme indicam os elementos probatórios, estava na posse de munições da corporação, sem a devida autorização, além de estar na posse de um celular que havia sido apreendido em operação policial anterior, conduta incompatível com a esperada para um policial militar. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante Doca foi absolvido de processo que ia julgar participantes de guerra entre o CV e a milícia pela comunidade da Covanca. SAIBA OS MOTIVOS

O chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca, foi absolvido do processo sigiloso que ia julgar os participantes de uma guerra entre o Comando Vermelho e a milícia no Morro da Covanca, no Tanque, em 2020. O Inquérito Policial foi instaurado em 08/08/2020, em razão do noticiado no Registro de Ocorrência 041-02533/2020, tendo por escopo apurar a autoria e condutas praticadas por líderes criminosos integrantes da facção Comando Vermelho- CV e seus subordinados, os quais travaram disputas territoriais com integrantes de outras facções, no caso com a milicianos da União 5.3 oriunda da união de milicianos com integrantes do Terceiro Comando Puro – TCP em disputa pelo controle do território da comunidade da Covanca, A disputa teve desdobramentos em outras comunidades, também de Jacarepaguá, em especial na Praça Sêca. A Covanca foi palco de várias batalhas entre as duas facções, levando pânico à população ordeira e que ficou de refém da onda de violência provocada por traficantes de drogas e milicianos, causando, inclusive a morte de inocentes surpreendidos nas ruas e nas próprias residências pelas disputas e confrontos armados com utilização de armas de guerra, em especial fuzis e granadas. A guerra provocou a morte do Sgt PM Fábio Geisiel, morto em 29/07/2020, em plena luz do dia, às 09:20 hs de uma quarta-feira, quando tentava reprimir uma disputa por territórios na comunidade da Covanca. A morte do SGT Fábio teve características próprias, uma vez que o mesmo e outros companheiros depararam-se com grupo de dezenas de traficantes que vieram pela mata, todos trajando vestimentas militares idênticas as do BOPE, fato este que muito provavelmente custou a vida do policial militar, uma vez que um segundo ou fração deste tempo que o policial possa levar para constatar que está diante de um traficante usando vestimenta militar e não de um companheiro de farda pode ser a diferença entre vida e morte. Diante das dificuldades de obter testemunhos sobre as atividades criminosas praticadas pelos tão violentos criminosos, face ao verdadeiro império da “Lei do silêncio”, decorrente da violência empregada contra quem ouse desafiar os mesmos, a polícia recorreu, a fim de conseguir mais provas em face de tais criminosos das interceptações telefônicas, com as quais conseguiu identificar vários criminosos integrantes da facção criminosa CV, a qual atua em mutirão com integrantes de várias comunidades, em especial Cidade de Deus, Complexo do Alemão e da Penha, Morro do 18, Complexo do Lins e Rocinha. Sobre Doca, no entanto, não foi obtida nenhuma conversa ou mensagem do apelante ou de traficantes a ele subordinados foi captada, indicando a participação dele ou de seus supostos subordinados, nas invasões ocorridas nas Comunidades de Jacarepaguá e Praça Seca, bem como no bojo das investigações aqui engendradas, não ocorreram prisões de traficantes, apreensões de drogas, armas e ou munições, que seriam, comprovadamente, originários do Complexo da Penha. 3) Além disso, as informações indicando que traficantes do Complexo da Penha e da Tropa do Urso (que seriam liderados pelo apelante) e teriam participado das invasões ocorridas nas Comunidades de Jacarepaguá e Praça Seca, estavam escoradas em dados colhidos nas redes sociais, notícias jornalísticas e fontes incertas, que indicam a participação de criminosos do Complexo do Lins, Complexo da Penha (onde o acusado seria o chefe do tráfico), Complexo do 18 e Morro da Formiga, os quais se utilizariam de grupos de traficantes fortemente armados ¿ Tropa do Urso (que seria liderada pelo apelante), Bonde do Parma e Tropa do Marreta, entre outras, na retomada de Comunidades de Jacarepaguá, que haviam sido ocupadas pela Milícia. E sobre as atividades do tráfico no Complexo da Penha, onde Doca seria um dos chefes do tráfico, se extrai dos autos que o único alvo interceptado, que seria ligado ao Complexo da Penha, foi do bandido vulgo Trakinas, cujas transcrições não faziam nenhuma menção ao apelante ou a Tropa do Urso. Embora conste nos autos, a informação de que ¿durante a investigação foi identificado em áudios o deslocamento dos criminosos transportando suprimentos para a Guerra da Covanca usando como entreposto o Complexo do 18. Conhecidos como Tropa do Urso Faminto, que é Doca, e Tropa do Urso Panda, que é Pedro Bala, degravação desse áudio não foi localizada nos autos. 5) “o monitoramento telefônico e a prova oral colhida em Juízo não trouxeram elementos aptos a comprovarem a atuação de Doca no tráfico de drogas no Complexo da Penha, e menos ainda que ele exercia a liderança do tráfico na na comunidade e do grupo de traficantes armados autodenominados Bando do Urso, ou ainda que esses elementos tenham fornecido suporte às invasões nas Comunidades de Jacarepaguá e adjacências”, diz os autos. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PM foi baleado em ataque do tráfico em Realengo

De acordo com o comando do 14º BPM (Bangu), nesta quinta-feira (03/04), policiais da unidade realizavam patrulhamento pela Estrada do Engenho Novo, na comunidade do Batan, em Realengo, quando foram atacados por disparos de arma de fogo. Na ação, um militar foi ferido e socorrido para o Hospital Albert Schweitzer, onde está estável. A ocorrência foi encaminhada à 34ª DP. FONTE: PMERJ

Dois homens foram mortos em Nova Iguaçu. Suspeita foi de um ataque do bando de Peixão (TCP)

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 20º BPM (Mesquita) na manhã desta quinta-feira (03/04), policiais militares foram verificar a entrada de duas pessoas feridas por disparos de arma de fogo, na Upa de Comendador Soares, em Nova Iguaçu. No local foi constatado, mas os feridos não resistiram aos ferimentos. A ocorrência registrada na DHBF. Segundo relatos nas redes sociais, teria ocorrido um ataque de traficantes do bando de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, ontem de noite, no bairro do Ouro Verde. Informações de que haveria mais um baleado, que estaria no Hospital da Posse, na mesma cidade. Circula um vídeo que mostra pessoas correndo e passando por um bar para fugir dos tiros. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Ex-miliciano que teria pulado para o CV foi pego por paramilitares do Catiri. Vídeo circula nas redes sociais

Circula na manhã desta quinta-feira um vídeo de um homem com ferimentos no rosto agonizando. Segundo relatos, trata-se de um indivíduo conhecido como Boquinha. Ele era miliciano, teria pulado para o Comando Vermelho e foi pego pelos paramilitares do Catiri, em Bangu, No vídeo, um suposto miliciano disse que iria ‘picotar ele todo” Boquinha teria sido morto. A PM foi questionada e disse que não foi acionada para o fato. Como o vídeo é chocante, não vamos publicá-lo. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter) e PMERJ

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