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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Operação mira milicianos que extorquem comerciantes em Itaguaí. Grupo age com violência e expulsa vítimas que não pagam taxas

Hoje é dia de operação contra milicianos que extorquem comerciantes na cidade de Itaguaí. As investigações apontam que a quadrilha cobrava irregularmente taxas de comerciantes que eram expulsos quando não pagavam. Até o momento, três criminosos foram presos e um veículo foi recuperado. Sempre utilizando-se de violência, o grupo ameaçava as vítimas, muitas vezes de morte, inclusive utilizando fuzis, para coagir a população a pagar a taxa semanal. Em um dos casos, registrado pelos policiais, em dezembro de 2024, no bairro Somel, os milicianos expulsaram um comerciante, pois ele não pagou a extorsão. Mais uma vez, usando armas, eles forçaram as vítimas a abandonar o comércio, que foi tomado pelo grupo. Na ocasião, com as vítimas ainda no local, os criminosos roubaram as mercadorias, o maquinário e os veículos de entrega. As apurações tiveram início em fevereiro de 2022, quando duas pessoas foram presas, sendo uma delas com R$ 420 escondidos na cueca. A dupla recolhia dinheiro de comerciantes a mando de milicianos. Os mandados são cumpridos em Itaguaí e também em bairros de Campo Grande, Santa Cruz, Sepetiba, Guaratiba, Inhoaíba e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste. FONTE: Polícia Civil do RJ

Moradores ficaram apavorados com mais um tiroteio no Catiri (CV x milícia). “Parecia exército se preparando para a terceira guerra mundial”, “Me tranquei no banheiro”

Mais uma noite de terror para moradores do Catiri e Jardim Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A Tropa dos 300 (CV) e o GAT do Montanha (millícia) voltaram a trocar tiros apavorando a população local. Segundo a página Bangu ao Vivo no Instagram, informações dos moradores, traficantes da Vila Kennedy tentaram invadir a comunidade. Policiais do 14º BPM foram acionados e fizeram rondas em busca dos bandidos, que fugiram. Minha sobrinha na marinha ouviu , jardim Bangu tbm.Ate pensei assim que jogo é esse essa hora ??😂 já estamos ficando doidos Nunca sei o que é , treinamento do exército ou fogos Mais nunca é. É granada e tiro Que Deus guarde os moradores dessa localidade! E aos que estão nos arredores pra que não chegue a nós 🙏🏾 meu Deus, que caos está nossa região Meu Deus minha família mora nesse lugar sem paz! Absurdo ter que acordar a criança e ficar no banheiro,pq é o único lugar seguro Tod dia isso….. não vão arrumar nada…. só pra perturbar o sono do trabalhador que acorda as 4:30 da manhã Eu recolhendo roupa e pensando 🤔 nossa o exército está se preparando para a 3 guerra mundial. Só Deus Depois que essa Milícia veio para o catiri vivemos isso aí e o batalhão da área nada faz não se ver falar que foram presos Milicianos porque será? Nós moradores não queremos nenhum dos dois Nem milícia nem CV . FONTE: Página Bangu ao vivo (Instagram)

Homem forte da milícia rival de Zinho foi preso em Santa Cruz

Na tarde de hoje, o miliciano Sagat e mais um comparsa foram presos na Reta da João 23, em Santa Cruz . Sagat é um dos homens fortes da milícia do Waguinho, que rivaliza com o grupo de Zinho. Há pouco tempo, ele se envolveu em uma confusão após espancar a sua ex namorada., Em ação de inteligência, policiais do 27° BPM identificaram ainda um veículo usado pelos criminosos para extorquir comerciantes no bairro. fONTE: Diário das Comunidades (Whatsapp) e PMERJ

Homem que atropelou pessoas após discussão em Laranjeiras gritou “Bolsonaro” e “Vasco” para provocar presentes em um bar

Leia agora a descrição de um caso polêmico ocorrido no último domingo em Laranjeiras em que um homem atropelou algumas pessoas por causa de discussão política.O autor foi preso. O atropelador após sair de um bar depois de uma discussão, teria retornado com o carro e atropelado as pessoas ali presentes. Uma das vítimas contou que no bar havia diversas pessoas assistindo o jogo do flamengo e o atropelador gritou. “Vasco”. para provocar os ali presentes. Em dado momento o homem começou a gritar “Bolsonaro” e a mãe do aniversariante, que é uma senhora de idade, não gosta do ex-presidente; então inicou-se uma discussão e o homem estava muito agressivo. Acharam que ele iria agredir a senhora, então foram para cima dele. Houve alguns empurrões contra o homem que teria dito. “Eu vou voltar aqui e vocês vão ver”. Cinco minutos depois, o homem veio em alta velocidade com seu carro HB20 branco e atropelou as pessoas que estavam em frente ao bar, dentre eles a testemunha, que estava em pé na via e veio a cair no chão. Após isso, o atropelador fugiu., Os laudos de alcoolemia do acusado apresentam seu relato de que não teria bebido e que usa diariamente fluoxetina por ter TDAH. Os exames se mostraram negativos para influência do álcool. FONTE: TJ-RJ

PF faz operação contra quadrilha que leva drogas em caminhões frigoríficos do Paraná para comunidades cariocas

A Polícia Federal faz operação para reprimir a atuação de uma quadrilha de traficantes que atua nas regiões Sul e Sudeste do Brasil que transportava drogas em caminhões frigoríficos vindos do Paraná, sendo os investigados responsáveis pelo recrutamento de motoristas, preparação dos veículos e monitoramento das cargas, além do recebimento do material ilícito em comunidades cariocas. Na ação, policiais federais cumpriram cinco mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão em residências localizadas nos municípios de Toledo/PR e Balneário Pirraças/SC. As medidas judiciais visam desarticular o grupo responsável pela logística de envio e recebimento dos entorpecentes. As investigações que sucederam a ação de hoje são um desdobramento da Operação Drake, deflagrada em outubro de 2023, a qual resultou na prisão de quatro policiais civis. Na ocasião, os agentes de segurança envolvidos interceptaram 16 toneladas de maconha no interior do Rio de Janeiro e, posteriormente, negociaram com as lideranças da principal facção criminosa do Rio o envio da carga até os acessos de Manguinhos, comunidade controlada pela organização. Foi constatado que os alvos da ação de hoje participaram diretamente da negociação com os policiais civis presos na Operação Drake. Os investigados atuavam na logística de envio e recebimento da droga, mantendo contato direto com as lideranças da facção criminosa envolvida no esquema.Eles responderão pela prática do crime de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção ativa. FONTE: Polícia Federal

Preso líder da milícia de Oswaldo Cruz

 A Polícia Civil prendeu Pablo Prata Gomes, líder da milícia de Oswaldo Cruz, durante uma operação da DRACO-IE. Ele assumiu o comando após a morte de seu cunhado, Wagner Evaristo da Silva Junior, antigo chefe da milícia local. O grupo é conhecido por extorquir moradores e comerciantes da região. Pablo, que também é cunhado de outro miliciano preso, responde por diversos crimes e foi encaminhado ao sistema prisional em Benfica. FONTE: Policia Civil do RJ

Motorista de aplicativo foi morto em tentativa de assalto em Senador Camará

O eletricista e motorista de Uber Wagner dos Santos Pereira, de 39 anos, foi morto em uma tentativa de assalto ontem de noite na Rua Júlio de Melo, em Senador Camará. Wagner foi abordado por dois suspeitos e um deles efetuou os disparos. Ele foi socorrido por bombeiros e levados a um hospital em Realengo, mas faleceu na manhã de hoje. Familiares acusam negligência e omissão de socorro no Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde a vítima teria sido transferida para realização de exames mais específicos, não realizados, retornando para a unidade de Realengo. FONTE: Página Camará Tem Voz (Facebook)

Investigação revelou esquema de corrupção que causou prejuízo milionário no transporte público intermunicipal do RJ

Uma investigação da Polícia Civil do Rio desvendou um esquema de corrupção que gerava enorme prejuízo aos cofres públicos, por meio de fraudes no Bilhete Único Intermunicipal. A estimativa é que o prejuízo gerado por esse grupo possa chegar a dezenas de milhões de reais por ano — dinheiro que deveria subsidiar o transporte de trabalhadores fluminenses, mas que acabou irrigando contas bancárias e empresas de fachada ligadas aos investigados. SAIBA COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA O esquema envolve linhas intermunicipais de transporte entre a Baixada Fluminense — Guapimirim, Magé, Piabetá e Raiz da Serra — e o Centro do Rio. Os fraudadores simulavam dezenas de passagens por hora em veículos com apenas 15 lugares, utilizando-se de cartões RioCard e do sistema de bilhetagem eletrônica para burlar os repasses do estado. Em um dos casos, foram registradas mais de 34 validações em apenas uma hora, sem que nenhum passageiro sequer entrasse na van. A quadrilha lucrava por meio da simulação deliberada de viagens inexistentes com o uso fraudulento de cartões RioCard vinculados ao programa Bilhete Único Intermunicipal. Por meio da instalação e manipulação dos validadores eletrônicos em suas vans, os permissionários realizavam múltiplas validações sequenciais — muitas vezes com o veículo parado e sem qualquer passageiro a bordo — registrando artificialmente um alto número de “embarques”. Cada validação gerava automaticamente um crédito a ser reembolsado pelo estado, na forma de subsídio tarifário, como se uma viagem legítima tivesse ocorrido. Ao longo do tempo, essas falsas validações resultavam em repasses mensais significativos às cooperativas e aos próprios permissionários, que se apropriavam indevidamente desses recursos. Em muitos casos, os cartões utilizados pertenciam a terceiros que sequer estavam presentes no trajeto, o que reforça o caráter simulado da operação. Os valores obtidos eram, em parte, lavados por movimentações fracionadas, aquisição de bens em nome de terceiros e uso de empresas de fachada, consolidando o enriquecimento ilícito com aparência de legalidade e dificultando a rastreabilidade do produto do crime. De acordo com o apurado, o esquema era baseado na industrialização da fraude, cujo lucro decorria diretamente da exploração de uma política pública voltada à proteção do cidadão trabalhador. Entre os investigados estão dirigentes de cooperativas e operadores de linhas suspeitas de funcionar como “fábricas de bilhetes falsos”, alguns deles com antecedentes em outras fraudes no setor de combustíveis. Em uma das situações apuradas, o investigado apontado como líder movimentou mais de R$ 1,2 milhão em apenas seis meses — R$ 259 mil em dinheiro vivo. Os autores montaram uma organização criminosa com divisão de tarefas, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, sustentada por um fluxo constante de repasses falsificados do programa Bilhete Único, que movimenta anualmente cerca de R$ 900 milhões. Policiais civis, estão nas ruas para cumprir nove mandados de busca e apreensão em residências e empresas de permissionários de vans acusados de desviar ilegalmente dinheiro público fazendo uso de viagens que nunca aconteceram. Além disso, com auxílio do Detro e de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), fazem fiscalização para verificar a possível utilização de veículos roubados no transporte de passageiros pela organização criminosa. As apurações contaram com oitivas de testemunhas, cruzamento de dados do sistema de bilhetagem, rastreamento de itinerários e cooperação com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) da Polícia Civil. O relatório de inteligência financeira revelou movimentações incompatíveis com as rendas declaradas, saques fracionados em espécie, repasses cruzados entre os próprios permissionários e vínculos com cooperativas e locadoras de fachada. A operação tem como objetivo apreender documentos, celulares, mídias digitais, veículos de alto valor e joias de origem suspeita, além de acessar o conteúdo de dispositivos eletrônicos e registros de dados em nuvem que possam comprovar o esquema. Com o material em mãos, a DDSD vai ampliar as diligências, a fim de identificar outros envolvidos. Os alvos responderão pelos crimes de peculato, lavagem de capitais e constituição de organização criminosa. FONTE: Polícia Civil do RJ

PM ligado a Sem Alma e Adilsinho teve prisão preventiva decretada por dois homicídios diferentes. Em ambos, ele teria usado a mesma arma

O policial militar Thiago Alves Benício que faria parte de um grupo de extermínio, liderado pelo Policial Militar Rafael do Nascimento Dutra, vulgo “Sem Alma” e que teria ligação com o contraventor Adilsinho teve a prisão preventiva decretada por dois homicídios. O acusado está preso. Narra a denúncia que:, em um dos fatos, “no dia 10 de maio de 2024, no período da manhã, na Rua Luis Rodrigues da Paixão próximo ao numero 115, em Bangu, o PM efetuou disparos de arma de fogo contra o comerciante Emerson Teles de Menezes, que veio a óbito. – O crime foi cometido por motivo torpe, praticado por encomenda, uma vez que o acusado faz parte de um grupo de matadores. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo certo que se encontrava no interior de seu veículo quando os executores, dentre os quais o denunciado, inopinadamente efetuaram os diversos disparos fatais. O crime foi cometido com a utilização de armas de uso restrito, calibres .762 e 9mm.” A arma de fogo foi utilizada no homicídio de Emerson foi a mesma usada no assassinato de Cristiano de Souza, Consta dos autos, por meio de laudos periciais, que a arma de fogo utilizada no homicídio que vitimou Cristiano de Souza também imputado também a Thiago, que teve a prisão preventiva decretada neste crime. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, um veículo parou em frente ao bar da Edna, onde a vítima estava com várias pessoas assistindo a um jogo de futebol, quando o PM desembarcou do veículo e desferiu vários disparos de arma de fogo contra a vítima, que veio a falecer no local, supostamente em razão de dívidas de jogo. FONTE: TJ-RJ

Relembre como foi latrocínio de policial rodoviário federal cujo um dos suspeitos foi preso hoje

Relembre agora como foi o assassinato do policial rodoviário federal Bruno Varzan Nunes, morto no dia 27 de outubro de 2022, por volta de 14 horas, na via Transolímpica, altura da Vila Militar. Petter Sales do Nascimento, o Criolo, suspeito do crime, foi preso hoje perto do Chapadão. Criolo e comparsas armados tentaram subtrair o automóvel Jeep/Renegade, que estava sendo conduzido pela vítima. Bruno foi seguido pela via Transolímpica por um comboio de três veículos conduzidos pelos denunciados, e por seus comparsas ainda não identificados. Na altura da Vila Militar, a vítima foi obrigada a parar seu Jeep/Renegade após ter o caminho obstruído por um Nissan/Kicks preto, de onde desembarcaram os denunciados Petter Sales do Nascimento e Rodrigo Oliveira da Silva, além de outros ainda não identificados, que anunciaram o assalto, conforme previamente ajustado entre todos. Rodrigo, que conduzia o primeiro veículo do comboio, um VW/Golf vermelho, foi o responsável por escolher como alvo do crime o Jeep/Renegade conduzido pela vítima1. As investigações demonstraram que o mesmo grupo, naquele mesmo dia, aproximadamente 1h antes do latrocínio de Bruno Vanzan Nunes, empregando modus operandi idêntico, realizou outros roubos. A vítima desembarcou de seu veículo e se afastou, não mostrando resistência. Nesse momento, o grupo de roubadores, do qual os denunciados ao identificarem um colete balístico da Polícia Rodoviária Federal no banco traseiro no Jeep/Renegade, concluíram que Bruno Vanzan Nunes era um policial e, inopinadamente, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra ele. Bruno ainda tentou se evadir pulando a mureta que divide as pistas, mas não conseguiu atravessar o vão e despencou de uma altura de 6 metros até se chocar com a Av. Duque de Caxias, onde morreu. Não foi possível, até o presente momento, apontar qual ou quais envolvidos foram os responsáveis por efetuar os disparos contra a vítima, mas é certo que os três denunciados e demais autores do crime, ainda não identificados, compartilhavam dos mesmos desígnios criminosos, estavam armados, e agiam naquele local com extrema violência.

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