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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Tenentes-coronéis do Exército foram denunciados por desvio de dezenas de armas entregues pelas instituições policiais para fins de destruição

Segundo denúncia do Ministério Público Militar,  o tenente-coronel Alexandre de Almeida, chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar, bem como o tenente-coronel César Augusto Pereira de Mattos, que servia no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, foram responsáveis pela subtração e desvio de dezenas de armas encaminhadas pelas Polícias Civil e Federal, para fins de destruição, bem como de armas entregues por ocasião do Estatuto do Desarmamento e/ou armas devolvidas para fins de retorno à cadeia de suprimento da Força Terrestre. Na época do crime (2018), milhares de armas foram entregues ao Batalhão de Manutenção eSuprimento de Armamento, para fins de destruição, muitas delas sem especificação de origem, decorrente do Acordo de Cooperação Técnica assinado entre o Comandante do Exército e a Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, em 21 de outubro de 2017, que permitiu a destruição de armas de fogo e munições apreendidas que estavam sob a guarda do Poder Judiciário (acauteladas em fóruns e delegacias de polícia) e que fossem consideradas desnecessárias pelos juízes para a continuidade e instrução dos processos, com fundamento na Resolução n° 134 do Conselho Nacional de Justiça.1 Assim, milhares de armas foram entregues pela Polícia Federal e pela Polícia Civil ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar e encaminhadas ao Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento, para fins de destruição. A investigação demonstrou que parte das armas entregues para fins de destruição, foram desviadas no próprio ao Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 1a Região Militar, pelo tenente- coronel Alexandre de Almeida, outras foram desviadas pelo Tenente-Coronel César Augusto Pereira de Mattos,quando este servia no Batalhão de Manutenção e Suprimento de Armamento. As diligências demonstraram que muitas das armas foram desviadas após ingressarem no patrimônio sob administração militar, para fins de destruição, entre elas pistolas, revólveres, carabinas, espingardas e garruchas. . Diversas destas armas foram trasnferidas para o nome de um colecionador, que é primo de um militar também envolvido no esquema.

Polícia investiga denúncias de possível sequestro de presidente do Vasco

A Delegacia Antissequestro (DAS) apura a veracidade de denúncias de sequestro contra o presidente do.Vasco, Pedrinho. A especializada está seguindo todos os protocolos previstos, inclusive no que diz respeito ao suposto alvo. A delegacia comunicou ao ex-jogador e atual dirigente sobre as supostas ameaças, recebidas nos dias 27 de julho e 1º de agosto, e recomendou que ele reforçasse sua segurança. A denúncia trazia até uma previsão de data para o crime: até o dia 6 de agosto.

Traficante internacional que participou do roubo ao Banco Central em Fortaleza foi preso pela polícia do Rio

Policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) capturaram, nesta sexta-feira (08/08), um dos criminosos mais procurados do país Átila Carlai da Luz . .Além de condenado por tráfico internacional, ele fez parte do grupo que roubou o Banco Central, em Fortaleza, em 2005. Monitorado há meses pelo Setor de Inteligência da especializada, ele foi localizado em um apartamento de alto padrão na zona nobre da cidade de São Paulo. A DDSD passou a acompanhar o criminoso após investigações darem conta que ele mantinha relação com facções criminosas que atuam no estado, responsáveis por um amplo portfólio de atividades ilícitas, que vai do tráfico de drogas e armas às fraudes bancárias, roubos de cargas, clonagem de veículos e corrupção em serviços públicos.De acordo com os agentes, para fugir das forças de segurança, ele vivia sob identidade falsa, com CPF ativo, CNH regular e empresa registrada no Paraná. Para se oculta, ele mantinha vínculos operacionais com comparsas envolvidos no maior roubo a banco do país, além de integrar redes criminosas interestaduais. A fraude foi desmascarada por meio de análise biométrica, cruzamento de dados em sistemas federais e validação técnica pelo Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP) da Polícia Civil. .No Rio de Janeiro, o preso já havia sido condenado duas vezes por fraudes em caixas eletrônicos de bancos e responde atualmente a um terceiro processo pelo mesmo crime. Já em São Paulo, ele acumula diversas passagens, como a condenação de 32 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, ligada a um esquema milionário de envio de malas com cocaína utilizando o Aeroporto de Guarulhos como ponto de envio de entorpecentes para Europa. As cargas eram despachadas por meio de uma rede criminosa de funcionários e colaboradores corrompidos, garantindo que a droga chegasse à cidade de Lisboa, em Portugal, onde era recebida por comparsas e revendida no mercado europeu por valores que multiplicavam exponencialmente o lucro da quadrilha.

CV criou um aplicativo de transporte clandestino na Zona Oeste do Rio

,Um esquema de transporte clandestino operado pela facção Comando Vermelho na comunidade da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio é alvo de operação hoje da Policia Civil. A investigação revelou que mototaxistas da região eram coagidos a instalar e utilizar um aplicativo desenvolvido pela facção, que funcionava como uma plataforma de mobilidade urbana com aparência legal, mas utilizada para financiar o tráfico de drogas. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A associação criminosa era formada por dois núcleos bem estruturados. O primeiro é responsável por coagir e controlar os profissionais do transporte alternativo, mediante ameaças e extorsões. O segundo é encarregado de receber e gerenciar os valores arrecadados, que eram integralmente revertidos ao chefe do tráfico local. As investigações apontaram que mais de 300 mototaxistas estavam cadastrados no sistema, gerando lucros mensais para a organização criminosa que podem chegar a R$ 1 milhão. Além disso, empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.Durante a operação, são cumpridos sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de fachada e residências localizadas na Zona Oeste do Rio, no município de Niterói e no interior do estado A ação — para desmantelar a estrutura logística e financeirausada pelo Comando Vermelho para explorar economicamente os profissionais e controlar territorialmente a mobilidade urbana na região

Morador de rua matou empresário no Centro do Rio porque vítima parou de ajudá-lo após ser destratada por ele

Morto a facadas na última segunda-feira (4), o empresário Álvaro Borges Ribeiro, de 70 anos, era conhecido por ajudar financeiramente pessoas em situação de rua na região do Centro do Rio. Segundo testemunhas, uma delas era Carlos André da Silva e Souza, autor do crime, que foi preso por policiais militares nesta quarta e levado para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A motivação do crime seria um desentendimento entre os dois, já que Álvaro parou de ajudar Carlos André após ser destratado por ele. A localização e prisão do suspeito foi feita numa ação conjunta da Operação Segurança Presente no Centro, na Lapa e também com o 5º Batalhão. No dia do crime, também foi possível ver o suspeito nas imagens das câmeras.

Saiba como foi operação no Morro do Urubu (CV) que terminou com dois mortos, dois feridos e fuzis apreendidos

Na última terca-feira, PMs fizeram uma operação no Morro do Urubu, em Pilares, na Zona Norte domRio que terminou com dois suspeitos mortos e dois baleados Na ócasiào, foram presos Ruan Felipe Maia, de 31 anos, contra ele constava um mandado de prisão; Leonardo da Silva Pereira, de 18; Silvio Santos Costa Júnior, de 22. Na ação, foi apreendido grande quantidade de armamentos e drogas. De posse de informações e durante a operação, equipes do Grupo de Ações Táticas (GAT) e equipe da P2, depararam com traficantes em conduta compatível com o crime de tráfico ilícito de entorpecentes. Ao perceberem a aproximação dos policiais, os criminosos empreenderam fuga em direção à área de mata, efetuando disparos de arma de fogo contra os policiais. Após a cessação do confronto, durante varredura no perímetro de mata, foram localizados com três criminosos os seguintes armamentos: 01 fuziL M4 Colt calibre 556; 01 fuziL M4 Colt Calibre 556; 01 fuziL M4 Colt Calibre 556; 33 munições calibre 556; 03 Carregadores de fuzil calibre 556; 15 Munições 9 mm; 01 pistola G17 Glock 9MM nº suprimido; 03 carregadores de pistola 9 mm; 01 granada, e seguintes materiais entorpecentes que serviram para as vendas na região: 41 Frascos de Lança-perfumes; 280 Tiras de Maconhas; 2036 Pinos de Cocaína; 53 Unidades de skank; 170 pedras de Cracks e 43 Ice. Em ato contínuo, com base em levantamento de inteligência, foi identificado que diversos criminosos fortemente armados estariam se escondendo no interior da Creche Municipal Vila dos Mineiros, situada nas imediações da área de mata. Diante das informações, as equipes deslocaram-se até o referido endereço, sendo novamente recebidas por disparos de arma de fogo. Após a estabilização dos disparos, foram encontrados quatro criminosos feridos, os quais foram prontamente socorridos ao Hospital Municipal Salgado Filho, sendo dois internados sob custódia policial P.H.SM.N, de 21 e C.A.A.B, de 21 e dois não resistiram aos ferimentos. Diante dos fatos, as equipes procederam à 24ª Delegacia de Polícia (Piedade) para apresentação da ocorrência, sendo posteriormente encaminhadas à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) para adoção das medidas legais cabíveis por parte da autoridade policial competente, onde foi confirmado um mandado de prisão contra o criminoso Ruan Felipe Maia, expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Tráfico de drogas. Ruan, Leonardo e Silvio Santos, foram autuados pelo crime de tráfico de drogas, Posse e Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito e associação para o tráfico, e foram encaminhados para unidades da SEAP/RJ, e já se encontram acautelados à disposição da Justiça, e foram classificados pelo sistema prisional, como sendo de “Alta Periculosidade”.

Condenados homens que cometeram homicídio em Três Rios em troca de pedras de crack e arma

O Grupo de Atuação Especializada do Tribunal do Júri (GAEJURI/MPRJ) obteve, na terça-feira (05/08), a condenação de dois réus pelo homicídio triplamente qualificado de um homem, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Três Rios. A sessão, que durou cerca de 12 horas, resultou na condenação de Wesley Bruno Vicente da Silva, réu confesso, a 15 anos de prisão, e de Jorge Vicente a 23 anos e 4 meses, com agravante de reincidência. Ambos cumprirão pena em regime fechado. O terceiro réu, Paulo José Lima Júnior, foi absolvido pelo Conselho de Sentença. De acordo com as investigações, o crime foi encomendado por um chefe do tráfico, que teria prometido aos executores pedras de crack e a eventual posse de uma arma pertencente à vítima como recompensa. Com base em provas técnicas e na argumentação apresentada em plenário, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese do MPRJ, reconhecendo que a execução foi premeditada, praticada com extrema violência e motivada por interesses torpes. Diante disso, foram reconhecidas as três qualificadoras: motivo torpe, promessa de recompensa e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Quadrilha extorquia vítimas após encontros sexuais. Jovem chegou a pagar mais de R$ 70 mil ao bando

Policiais militares no 9º BPM (Honório Gurgel), prenderam na noite de quarta-feira (06), na Rua Rua Tacaratu, em Rocha Miranda, Zona Norte do Rio, o criminoso, João Fernando Nunes, de 47 anos. Ele fazia parte de uma quadrilha especializada em extorquir dinheiro das vítimas após encontro sexuais,  aproveitando-se que elas queriam o anonimato. Outros quatro integrantes da quadrilha já foram presos.  O ponto inicial da investigação se deu depois que um jovem procurou uma delegacia, para contar que estava sendo chantageado. Segundo a vítima, ela fez contato com um dos garotos de programa da quadrilha e, após o encontro, começou a receber mensagens ameaçando expor para a sua família o que tinha ocorrido. Para que não tivesse sua intimidade exposta, a vítima fez transferências bancárias via Pix aos criminosos, que “chegaram a ameaçar praticar violências contra membros da família do jovem”, informou a Polícia Civil. As extorsões partiam de mais de um membro da quadrilha. Investigações da 21ª DP (Bonsucesso), apontaram que uma das vítimas, seria exposta e acusada de pedofilia pela quadrilha, caso não pagasse R$ 2 mil a eles, dizendo um dos integrantes do grupo era menor de idade. Temendo ser descoberto, a vítima então transferiu o montante para a conta bancária de “João Fernandes Nunes”. No entanto, as chantagens não pararam. Assustado, a vítima fez diversas outras transferências bancárias para as contas dos integrantes, totalizando  R$ 71.770, fato este ocorrido em junho de 2024.  Diante dos fatos, o preso foi levado à 29ª DP (Madureira), e depois foi encaminhado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), e contra João Fernando, constava um Mandados de Prisão, expedido pela 29ª Vara Criminal da Capital/TJRJ, espécie de prisão preventiva, pelos crimes de Associação Criminosa / Crimes contra a Paz Pública, Extorsão / Crimes contra o Patrimônio. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde já se encontra acautelado à disposição da Justiça.  L

Justiça decreta mais uma vez a prisão preventiva de Doca por tentativa de homicídio durante guerra entre milícia e tráfico na Gardênia Azul (CV)

Sem revelar o nome da vítima e a data que ocorreu o crime, a Justiça decretou mais uma vez a prisão do traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, por homicídio tentado e lesão leve.  Além dele, são acusados os bandidos vulgos Gardenal, GL, China e Filezinho.  O crime ocorreu no contexto de guerra entre a milícia e o tráfico na região da Gardênia Azul, em Jacarepaguá  Os acusados são  apontados como integrantes do movimento dotráfico, da facção criminosa “Comando Vermelho”, que teria como líderes Doca e Gardenal. Três dos acusados – já respondem a pelo menos mais um processo na mesma vara judicial por crimes do mesmo tipo, que, igualmente, teriam sido praticados no contexto da disputa entre o tráfico e a milícia na região da Gardênia Azul, Zona Oeste da cidade. A exceção de GL e China, os demais acusados se encontram na condição de “procurados” no BNMP (Banco Nacional de Mandados de Prisão)

Saiba mais sobre traficante do CV que participou de ataque a QG do TCP em Cabo Frio e foi baleado e preso

Policiais militares realizaram uma operação, nesta quarta-feira (06), na localidade conhecida como “Boca do Mato”, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde conseguiram localizar e prender o traficante, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV),  e considerado de Alta Periculosidade, João Gabriel Figueiredo Marciano, vulgo “Haxixe ou Canelão do Tangará”, de 25 anos.  De posse de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAP), juntamente com equipe do Serviço Reservado (P/2), procederam ao Beco da Cristal, para verificar a venda de drogas onde ocorreu um confronto armado, sendo o criminoso “Haxixe”  baleado e socorrido para o Hospital Jardim Esperança, em Cabo Frio, onde ficou sob escolta policial.  Considerado um dos criminosos mais perigosos da região, ele é apontado como responsável pela execução de Paulo Henrique, de 24 anos, na madrugada do dia 10 de outubro de 2024, no bairro Tangará. Durante o ataque, uma criança de apenas 1 ano, filho da vítima, também foi baleada. Ele também é um dos envolvidos na tentativa de homicídio em Tangará, quando teria disparos diversos tiros contra a vítima, na porta de sua casa. Ele é um traficante conhecido por seu histórico violento e por suas atividades de alta periculosidade. Ele começou sua carreira criminosa no Terceiro Comando Puro (TCP), onde liderava o tráfico de drogas no Tangará. No entanto, em busca de mais poder, ele se aliou ao Comando Vermelho (CV), da comunidade Boca do Mato. Desde então, tem promovido uma série de execuções contra ex-aliados, demonstrando sua disposição para eliminar qualquer um que considere uma ameaça à sua nova posição.  Contra ele constavam dois mandados de prisão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio/TJRJ, pelo crime de Homicídio Qualificado. A VTR da P/2 do 25º BPM fora alvejada, porém equipes intactas, conduzirão à ocorrência à 126ªDP para registro e execução das medidas cabíveis sobre o caso.

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